Doc principal eficiência energética

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  1. 1. Eficiência Energética Estudo do Sistema de Iluminação e Proposta Alternativa LOCAIS DE ESTUDO (Planta) • Biblioteca • Laboratório de Biologia • Laboratório de Física-Química • Secretaria • Oficinas de Praticas Oficinais
  2. 2. Eficiência Energética Condicionantes da Sociedade Portuguesa:  Forte dependência da importação de energia primária  Intensidade energética elevada  Intensidade carbónica elevada  Consumos em Iluminação nas Escolas:22,4% do total da Energia eléctrica consumida
  3. 3. Conceitos  Uma boa iluminação proporciona um ambiente de trabalho agradável e confortável e permite uma elevação do rendimento do trabalho e de estudo, diminuindo-se os erros e aumentando os índices de segurança.
  4. 4. Conceitos  A luz é composta por três cores primárias. A combinação das cores vermelha, verde e azul permite-se obter o branco. A partir das três cores primárias combinadas em diferentes quantidades permite-se obter outras cores de luz. Neste contexto a luz é uma radiação electromagnética capaz de produzir sensação visual. Por outras palavras, é a parte do espectro visível. Trata-se de uma radiação com comprimento de onda entre 380 e 780 nm (nanómetros), sendo uma parte do conhecido espectro de radiação electromagnética.
  5. 5. Conceitos Eficiência energética das fontes de luz As lâmpadas diferenciam-se entre si não só pelos diferentes fluxos luminosos que elas irradiam, mas também pelas diferentes potências e pela energia que consomem. Para poder compará-las, é necessário que se saiba quantos lúmen são gerados por watt absorvido. A essa grandeza dá- se o nome de Eficiência luminosa . Por motivos de eficiência e de eliminação de efeitos indesejáveis, como o efeito flicker ou o efeito estroboscópico deve-se optar sempre por uma tecnologia que recorra a balastros electrónicos.
  6. 6. Conceitos Temperatura de cor A temperatura de cor é medida em Kelvin (K) e caracteriza a aparência da cor de uma fonte de luz. É uma das características que deve ser considerada para a escolha das lâmpadas. A sua escolha depende de inúmeros factores, tais como a iluminância, as cores do local e do mobiliário, a tarefa a desempenhar e o próprio clima.
  7. 7. Conceitos de acordo com a temperatura da cor, as lâmpadas podem ser divididas em três categorias, fria, neutra e quente, como mostra a tabela Temperatura da Cor (K) Aparência da Cor >4000 Fria (branca Azulada 3000-4000 Neutra (branca) <3000 Quente ( branca avermelhada)
  8. 8. Conceitos A luz proveniente de lâmpadas fluorescentes pode distorcer as cores dos objectos, alimentos e pele das pessoas. Mas isso não é regra geral e depende da sua temperatura de cor. O que define o quanto a lâmpada vai distorcer as cores do que está sob ela é o parâmetro IRC – Índice de Reprodução de Cor. Um bom índice de reprodução de cor para lâmpadas fluorescentes é 80. A luz do sol que é tida como referencia perfeita, tem o IRC igual a 100.
  9. 9. Biblioteca 27 armaduras equip. c/ 2 lâmp* Philips 58W *algumas lâmpadas são da Sylvânia
  10. 10. Laboratório Física 9 armaduras equipadas com 2 lâmpadas 58W/84 Philips ou Osram58/640 Luz Natural
  11. 11. Laboratório Química 8 armaduras equipadas com 2 lâmpadas fluorescentes L58W/84 da Philips ou Osram 58/640
  12. 12. Laboratório1 de Biologia 9 armaduras com 2 lâmpadas fluorescentes 58W/84 Philips
  13. 13. Laboratório 2 de Biologia 8 armaduras com 2 lâmpadas fluorescentes TLD 58W/84 Philips/ ou Osram 58/640
  14. 14. Corredor que interliga os 2 laboratórios de fisica-quimica Armaduras com difusor opalino, antigas
  15. 15. SECRETARIA 26 armaduras equipadas com 2 lâmpadas fluorescentes L58/640 da Osram
  16. 16. Quadro Eléctrico 2 (monitorizado) (fases desequilibradas, medições feitas com pinças amperimétricas) • Alimenta biblioteca e • Laboratórios de • Fisico-Quimica • e Biologia
  17. 17. Condensador de compensação do factor de potência , existente nos locais em estudo
  18. 18. Sala de Aula: Verificação das Luminárias
  19. 19. Sala de Aula: Verificação das Luminárias Sala de Praticas Oficinais: Luminárias com Vapor de mercúrio
  20. 20. Estudo do Sistema de Iluminação As instalações da Biblioteca, Secretaria e os Laboratórios de Física-Química e Biologia, foram remodeladas há 8 anos quer ao nível das pinturas de paredes e tectos , quer na colocação de novas armaduras de iluminação. Nas salas de aulas em geral, foram substituídas as armaduras iniciais, (com28 anos, idênticas às existentes nos corredores ) mas não houve intervenção ao nível das pinturas das paredes e tectos. Estes mantêm-se inalterados ( placas de cortiça), com implicações ao nível dos factores de utilização. Foram realizadas medições, (com o fluxímetro), do nível de iluminação e verificaram-se nestes locais em estudo, valores na ordem dos 800 a 1000lux (ver planta) muito acima do recomendado (500 lux). Existe, por isso alguma folga, no que respeita à possibilidade de diminuir o número de lâmpadas por armadura (desligando1/armadura)
  21. 21. Estudo do Sistema de Iluminação Paralelamente, foram medidas as intensidades da corrente eléctrica nas 3 fases do quadro geral e dos 2 quadros eléctricos que alimentam os locais em estudo, estando a ser monitorizados no âmbito da eco- challange. Constata-se um desequilíbrio do sistema de alimentação, que adicionado a um factor de potência baixo ( 0,91), contribui para um agravamento da factura eléctrica. Para além das medidas preconizadas mais à frente, tais como a adopção de sensores crepusculares nos locais em estudo, visto estarem na orientação sul/poente e nascente/sul , no nosso estudo comparativo , elegemos as lâmpadas Master TL5 high effcieny eco da Philips de 35w, que apresentam excelentes resultados relativamente ao sistema existente. Para a sala de práticas oficinais, preconizamos a colocação de novo vigamento no pé direito de 2,68m dando lugar a mais uma sala no piso superior com iluminação preconizada anteriormente baseada nas lâmpadas TL5.
  22. 22. Biblioteca Sala da biblioteca (elementos base num cálculo luminotérmico) Larg. do Ambiente 7,45 m Comp. do Ambiente 20,43 m Alt. do Ambiente 2,68 m Alt. de Instalação das luminárias 2,6 m Plano de Trabalho 0,75 m Índice de Reflexão Teto 70% Parede 60% Chão 50%
  23. 23. Biblioteca, Laboratórios e Secretaria Especificações Técnicas da iluminação existente Lâmpada TLD 58W/84 Phillips Diâmetro 26 mm Fluxo Luminoso 5400 lumens Vida útil 8000 horas Temp. de cor 4000º K Efic.Energ(lm/w) 93 Corrente 0,67 A Luminária Saliente com alumínio anodizado
  24. 24. Cálculo do Consumo do conjunto biblioteca , laboratórios e secretaria (sistema existente) . Total de armaduras nestes locais: 87 Potência instalada 2x87x58w= 10 092 W Balastros ferromagn. 2x87x58w=10 092 W Potência total (kw) 20,184 kW Consumo diário 20,184x10 h= 7367,16 kWh Consumo anual 7367,16 x20diasx12meses=1 768 118,4kwh Preço Kwh (horas cheias ) 0,0938 € Custo anual 1 768 118,4x0,0938= 165 849,5 € Consumo facturado mês Dezembro
  25. 25. Alternativa para o conjunto biblioteca , laboratórios e secretaria: Utilização de lâmpadas do tipo T5 com balastros electrónicos. . Especificaçõs Técnicas da iluminação Alternativa Lâmpada Master High Eficiency 35W/Phillips Diâmetro 16 mm Fluxo Luminoso 2600 lumens Vida útil 24000 horas Temp. de cor 3000/4000/5000 K Efic.Energ(lm/w) 114 Corrente 0,17 A Luminária TPS 460 com abas anti- reflexivas
  26. 26. Alternativa para o conjunto biblioteca , laboratórios e secretaria: Utilização de lâmpadas do tipo T5 com balastros electrónicos. . Total de armaduras nestes locais: 87 Potência inst (balast incluido) 2*x87x49w= 8526 w Potencia total (kw) 8,526 kW Consumo diário 8,526kWx10 h= 85,26 kWh Consumo anual 85,26 x20diasx12meses=20 462,4kwh Preço Kwh (horas cheias ) 0,0938 € Custo anual 20 462,4x0,0938= 1 919,373 € * para assegurar 5oo lux, armaduras de 1lâmpada serão suficientes.
  27. 27. Alternativa para o conjunto biblioteca , laboratórios e secretaria: Balanços comparativos . Consumos do Sistema existente 1 768 118,4 kwh Consumos da Proposta alternativa 20 462,4 kwh Benefícios anuais energéticos 1 747 656 ,0 kwh Benefícios anuais económicos 163. 930,1 € Valor do investimento 2x87x 16€+87x200€= 20 184 € Retorno 1,5 meses
  28. 28. Eficiência Energética •1)Instalação de sensores crepusculares nas armaduras dos locais em estudo. •2)Instalação de sensores de movimento quer nas casas de banho adstritas aos locais em estudo quer em todas as casas de banho da Escola . 4) substituição das lâmpadas fluorescentes por lâmpadas T5( balastros electrónicos). •5) verificar a programação térmica e horária dos aparelhos de AVAC. Ter o equipamento de ar condicionado regulado para uma temperatura de 22ºC no Inverno e 24ºC no Verão. •6) melhoria do factor de potência •7) equilíbrio das fases dos quadros eléctricos. •8) desvio de consumos das horas de ponta •9) boas práticas e desenvolvimento curricular •10) promoção das energias renováveis nota: A direcção da escola deverá promover a substituição em grupo das lâmpadas, mantendo o tipo de lâmpada original , evitando que se Medidas a Tomar:
  29. 29. Conclusões O desafio da geração actual é o seu comprometimento com o desenvolvimento sustentável. Conhecendo as fragilidades do nosso país em termos de recursos energéticos, a Eficiência Energética assume neste contexto, uma importância decisiva no que respeita à salvaguarda das condições de vida da gerações vindoiras. O desperdício e a má utilização da energia eléctrica assumem igualmente um volume inaceitável no nosso país. Consciencializar, sensibilizar e mobilizar vontades para inverter este rumo, constitui um desígnio nacional que a Escola, não poderá deixar de participar responsávelmente contribuindo para uma alteração de comportamentos de todos os alunos, professores e pais.
  30. 30. Sites consultados: Edp Erse Adene Direcção-geral de Energia Feup Energias renováveis Philips Portuguesa eficiência-energética plano nacional da eficiência energética OBRIGADO PELA ATENÇÃO

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