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ICPD_2011_2012

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Não vale a pena pensares que os slides chegam. O que é dito na aula vai muito para além do que é interpretável através dos slides.

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ICPD_2011_2012

  1. 1. ICPD Programa Doutoral em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais Design e Análise de Interacção Docentes: Rui Raposo Ana Isabel Veloso Fernanda Martins Óscar Mealha Ubiquidade tecnológica Paradigmas de interacção
  2. 2. Anos 90 Anos 80 Séc XXI 1 |275 Instrumentos científicos Ferramentas de produção Mash-ups User friendly Personalizados Individual Grupos localizados Comunidades distribuídas Cálculos Produtividade Comunicação e Partilha Caminhos para uma SI Utilizadores Serviços e aplicações Contextos de uso
  3. 3. Utilizador/Comunidades Tecnologia Contextos de uso Interacção 2 |275
  4. 4.  Just kiding ! Estamos no centro de uma nuvem tecnológica.
  5. 5. “ We are heading into a new era of ubiquity, where the users of the Internet will be counted in billions, and where humans may become the minority as generators and receivers of traffic. Changes brought about by the Internet will be dwarfed by those prompted by the networking of everyday objects “ – UN report  Just kiding !
  6. 6. Ubíquo : que está em toda a parte ao mesmo tempo Ubiquidade : característica do que que está em toda a parte ao mesmo tempo Ubiquidade tecnológica: característica que a tecnologia tem de estar em toda a parte ao mesmo tempo e acessível ao utilizador.
  7. 7. Ubiquidade não pode ser desassociado dos conceitos de: Nomadicity Embeddeness Smart Spaces (Leonard Kleinrock)
  8. 8. (Leonard Kleinrock)
  9. 9. (Leonard Kleinrock)
  10. 10. Internet of Things in 2020 – definição ainda algo difusa “ Things having identities and virtual personalities operating in smart spaces using intelligent interfaces to connect and communicate within social, environmental and user contexts ” “ Interconnected objects having an active role in what might be called the Future Internet ” “ A world-wide network of interconnected objects uniquely addressable, based on standard communication protocols ”
  11. 11. Objectos reais inorgânicos imóveis Edifícios Espaços indústriais e comerciais Espaços urbanos Maquinaria pesada Suportes publicitários fixos (outdoors, mupis, posters, montras de lojas) Pontos de informação móveis Meios de transporte Embalagens Dispositivos de Comunicação móvel: (Telemóveis, smartphones, PDAs) objectos móveis Comunidades Grupos Pessoas Animais Partes do corpo Células orgânicos imóveis plantas
  12. 12. <ul><li>Contextos de uso (exemplos) </li></ul><ul><li>Turismo </li></ul><ul><li>Venda a retalho ( http://www.youtube.com/watch?v=Bbwe-A-TyBg ) </li></ul><ul><li>Logística ( http://www.youtube.com/watch?v=4Zj7txoDxbE ) </li></ul><ul><li>Farmacologia ( http://www.youtube.com/watch?v=1vChWqXwxx8 ) </li></ul><ul><li>Produtos alimentares ( http://www.youtube.com/watch?v=80nlSVbTOvE ) </li></ul><ul><li>Saúde ( http://www.youtube.com/watch?v=iqpiE0Qi2XQ ) </li></ul><ul><li>Casas inteligentes ( http://www.youtube.com/watch?v=KSfDtThcmXU ) </li></ul><ul><li>Transportes </li></ul><ul><li>Controlo ambiental </li></ul><ul><li>Poupança energética </li></ul>
  13. 13. <ul><ul><li>We shape our tools and thereafter our tools shape us. </li></ul></ul><ul><ul><li>Marshall McLuhan </li></ul></ul><ul><ul><li>(1964)Understanding Media : The Extensions of Man </li></ul></ul>
  14. 14. Torna-se interessante verificar que esta mudança também influencia a forma como o utilizador distribui o seu tempo de trabalho e de lazer. Uma economia de 8 horas para uma de 24 O Período de trabalho funde-se com o período geralmente definido para o lazer.
  15. 15. Deixámos de perceber onde começa o dia e onde o mesmo termina.
  16. 18. Organizações Equipas de criativos Locais bonitos para se ser criativo e inovador Ideias, produtos, serviços, soluções entregues de forma unidireccional ao utilizador final Comunidades Prosumeres Pro-Ams Opensource Colaboração e participação Colaboração e participação = fluxos bidireccionais de Ideias, produtos, serviços, soluções numa estado constante de “work in progress”. Criatividade e inovação como um percurso sem destino final e apenas com apeadeiros Tendência para as 2 metades entrarem em diálogo Solução com tendência para hibridismo
  17. 19. Problemas éticos e legais difíceis de ultrapassar Vertentes negativas Person counting ( http://www.youtube.com/watch?v=7hB4pr-uzyI ) ( http://www.youtube.com/watch?v=iqpiE0Qi2XQ ) Perda de Privacidade ( http://www.youtube.com/watch?v=iGnZ9ST9ST0 ) Vertentes positivas?
  18. 20. http://www.youtube.com/watch?v=A7egrQ8VgPw
  19. 21. http://www.youtube.com/watch?v=A7egrQ8VgPw
  20. 22. http://www.youtube.com/watch?v=XkVxzM0YXT8&feature=related
  21. 23. http://www.youtube.com/watch?v=Z4rBDUJTnNU
  22. 24. http://www.youtube.com/watch?v=oBaiKsYUdvg
  23. 25. http://www.youtube.com/watch?v=meNCIKK09WQ
  24. 26. http://www.potiondesign.com/#/adourwine Interactive surface
  25. 27. http://www.youtube.com/watch?v=K_ARvhT6Gzc Old people playing Wii
  26. 28. Interactive UI in minority report http://www.youtube.com/watch?v=NwVBzx0LMNQ
  27. 29. Kinect Controls Windows 7 http://www.youtube.com/watch?v=M-wLOfjVfVc
  28. 30. Control a web browser in Windows 7 with Kinect http://www.youtube.com/watch?v=_1PVd5ck_Iw
  29. 31. http://www.youtube.com/watch?v=vft8hhlNyVM
  30. 32. http://www.youtube.com/watch?v=w1qiDiJ8GIw
  31. 33. http://www.youtube.com/watch?v=5fZk0HaIs4s
  32. 34. Pattie Maes and Pranav Mistry demo SixthSense http://www.ted.com/index.php/talks/pattie_maes_demos_the_sixth_sense.html
  33. 35. I Convergência Científica Nano-Bio-Info-Cogno-Socio-Quantum 2020-2025 Ecossistemas 2015-2020 2008-2010 Sistemas de informação Multimédia Internet das Coisas Polimórfica, pervasive/Ubiquidade Fusão gradual do mundo físico e virtual invisível intangível detectável Futurologia? tendências Convergência Tecnológica e dos Media Produtos, Serviços, protocolos, formatos
  34. 37. ICPD Programa Doutoral em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais Docentes: Rui Raposo Ana Isabel Veloso Fernanda Martins Óscar Mealha Conhecimento Tácito vs Conhecimento Explícito Design e Análise de Interacção
  35. 41. Conhecimento Tácito Conhecimento Explícito “ We can know more than we can tell.” Michael Polanyi
  36. 42. <ul><li>Exemplo prático: Projecto SAPO Broker </li></ul><ul><li>Facto: o SAPO possui uma aplicação chamada Broker que regista, em tempo real, toda a actividade do seu portal. </li></ul><ul><li>Problema: </li></ul><ul><li>os dados recolhidos pelo Broker estão subaproveitados; </li></ul><ul><li>existe uma aplicação actual que não satisfaz como ferramenta de trabalho. </li></ul><ul><li>Desafios: </li></ul><ul><li>identificar contextos que podem fazer uso dos dados Broker; </li></ul><ul><li>criar paradigmas de visualização de informação com base nos dados Broker úteis para os contextos apontados; </li></ul><ul><li>garantir elevados índices de usabilidade, acessibilidade e flexibilidade das soluções criadas. </li></ul>
  37. 43. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker Dados recolhidos pelo Broker (um exemplo): Alguém percebe o que está aqui? Se sim, quanto tempo demorou para dar sentido a estes dados?
  38. 44. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker Contextos de uso escolhidos: edição da secção de notícias do portal SAPO
  39. 45. <ul><li>Exemplo prático: Projecto SAPO Broker </li></ul><ul><li>Keyplayer: Editor de notícias SAPO </li></ul><ul><li>- Larga experiência na área. </li></ul><ul><li>- Consegue “ler” o ciclo de vida uma notícia e as dinâmicas do ecossistema noticioso. </li></ul><ul><li>Toma decisões com base em indicadores dispersos e com base na sua experiência. </li></ul><ul><li>Necessidade imediata: </li></ul><ul><li>- Recolher a sua opinião sobre a aplicação já existente; </li></ul><ul><li>- Identificar as actividades que realiza, o seu método e os seus indicadores; </li></ul><ul><li>- Identificar o que pensa ser útil para apoiar as actividades que realiza. </li></ul>
  40. 46. <ul><li>Exemplo prático: Projecto SAPO Broker </li></ul><ul><li>Metodologia utilizada </li></ul><ul><li>Entrevista com o Editor: Foi-lhe pedido que listasse e explicasse: </li></ul><ul><li>as actividades que realiza; </li></ul><ul><li>a selecção de indicadores que ditam as decisões que toma; </li></ul><ul><li>as dificuldades que encontra; </li></ul><ul><li>o que poderia contribuir para melhorar o desempenho das suas actividades. </li></ul><ul><li>Aqui começam os primeiros problemas da conversão do CT em CE: a exteriorização e sistematização </li></ul>
  41. 47. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker Conversão do CT do Editor em CE que possa ser traduzido em: - Funções primárias e secundárias; - Filtros; - Correlações entre dados; Trabalho em torno da: - Adaptabilidade do sistema - (ajustável às suas necessidade - personalizável) - Adaptividade do sistema – (que se ajusta ao utilizador – User profiling)
  42. 48. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker http://www.visualcomplexity.com/vc
  43. 49. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker
  44. 50. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker
  45. 51. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker
  46. 52. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker
  47. 53. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker
  48. 54. Exemplo prático: Projecto SAPO Broker
  49. 55. Dúvidas? Almoço? e-raposo [email_address]

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