A indústria automobilística

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A indústria automobilística

  1. 1. A Indústria Automobilística A indústria automobilística, automotiva ou automóvel, é a indústria envolvida com o projeto, desenvolvimento, fabricação, publicidade e a venda de veículos automóveis. Em 2006, mais de 69 milhões de veículos, incluindo automóveis e veículos comerciais, foram produzidos no mundo. Em 2006, mais de 16 milhões de automóveis foram vendidos nos Estados Unidos, mais de 15 milhões na Europa Ocidental e cerca de 7 milhões na China.2 Em 2007 vem sendo observada uma estagnação nos mercados da América do Norte, da Europa e do Japão, enquanto ocorre um crescimento nos mercados da América do Sul, especialmente do Brasil, e da Ásia, na Coréia do Sul e na Índia. A indústria automóvel produz automóveis para auxiliar no deslocamento e/ou transporte da população, de bens ou serviços. Atualmente os automóveis estão entre os bens de maior necessidade, expandindo sua relevância a diversos campos da natureza humana. O automóvel, hoje, representa para muitos um símbolo. Em teoria, as pessoas optam por veículos por necessidade. Porém, a indústria automóvel já percebeu que os veículos poderiam ter maior ou menor procura em função de sua aparência. Um automóvel pode transmitir uma "ideia" de como o seu dono é, ou de como ele gostaria de ser. Com o aumento da população mundial, a redução de custos de produção, a revolução dos materiais, e com técnicas de fabricação inovadoras, a frota de automóveis cresce a cada ano. Este crescimento traz, principalmente nos centros urbanos, um conjunto de problemas inimagináveis na época da criação do automóvel. A poluição, o barulho, os acidentes, os congestionamentos, são alguns dos problemas oriundos do número excessivo de automóveis nos centros urbanos. Algumas cidades do mundo tentam controlar, ou simplesmente proíbem o uso de veículos. Há diversas maneiras de limitar o uso dos automóveis nas grandes cidades. O fato é que as indústrias de automóvel não parecem se importar muito com o grande número de carros na Terra. Ao contrário, a disputa entre os fabricantes é acirrada. Os grandes fabricantes de automóveis gastam milhões de dólares por ano, na tentativa de convencer o usuário final, isto é, a população, de que o seu "produto" é melhor. A indústria automóvel, em geral, pesquisa e investe cada vez mais, elevando o nível a um custo somente suportado por grandes empresas e por nações realmente desenvolvidas e com um alto poder de compra. Alguns fabricantes de veículos acabam por tornar-se uma espécie de representantes nacionais, como por exemplo, a Ford é para os Estados Unidos, ou a Ferrari é para os italianos, entre outros. Há casos de grandes nações produtoras e consumidoras de veículos, mas que não possuem um "representante". Este é o caso do Brasil, possui
  2. 2. fabricantes diversos, exportam para todo o globo, contudo não tem uma marca internacionalmente expressiva. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_automobil%C3%ADstica A indústria automobilística no Brasil Foi em novembro de 1891 que o primeiro carro motorizado chegou em solo brasileiro. A bordo do navio Portugal, que aportou na cidade de Santos, um único exemplar de um Peugeot, comprado por 1.200 francos. O proprietário era um rapaz de dezoito anos chamado Alberto Santos Dumont - o futuro Pai da Aviação -, que acabava de retornar da França com a família. Dumont já demonstrava que era um homem de visão. O automóvel se transformaria na maior mola propulsora da economia mundial. Se em 1891 existia somente um automóvel no Brasil, em 1904, 84 carros já eram registrados na Inspetoria de Veículos. Faziam filas na época figuras ilustres da sociedade paulista: Antonio Prado Júnior, Ermelino Matarazzo, Ramos de Azevedo, José Martinelli e muitos outros. De olho nesse mercado, a empresa Ford decide em 1919 trazer a empresa ao Brasil. O próprio Henry Ford sentencia: "O automóvel está destinado a fazer do Brasil uma grande nação". A primeira linha de montagem e o escritório da empresa foram montados na rua Florêncio de Abreu, centro da cidade de São Paulo. Em 1925, foi a vez da General Motors do Brazil abrir sua fábrica no bairro paulistano do Ipiranga. Meses depois já circulava o primeiro Chevrolet. Dois anos depois, a companhia inicia a construção da fábrica de São Caetano do Sul. Nessas alturas, o som das buzinas e o barulho peculiar dos motores já fazem parte do cotidiano do paulista. Estradas são construídas em todo o Estado de São Paulo. O reflexo dessas iniciativas no aumento da frota de veículos é surpreendente: entre 1920 e 1939, só no Estado de São Paulo, o número de carros de passeio salta de 5.596 para 43.657 e o de caminhões vai de 222 para 25.858. Entra o ano de 1940, tem início a Segunda Guerra Mundial. As importações são prejudicadas e a frota de veículos no Brasil vai ficando ultrapassada. As fábricas só montavam seus automóveis aqui e não produziam suas peças. Era preciso desenvolver o parque automotivo brasileiro. O então presidente da República, Getúlio Vargas, proíbe a importação de veículos montados e cria obstáculos à importação de peças. Foi Juscelino Kubitschek, presidente empossado em 31 de janeiro de 1956, que deu o impulso necessário à implantação definitiva da indústria automotiva, ao criar o Geia - Grupo Executivo da Indústria Automobilística. Em 28/9/1956, foi inaugurada, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a primeira fábrica de caminhões com motor nacional da Mercedes-Benz. Juscelino Kubitscheck compareceu à cerimônia. O Brasil chega ao final de 1960, com uma população de 65.755.000 habitantes e um total de 321.150 veículos produzidos desde o início da implantação do parque industrial
  3. 3. automotivo. Mais de 90% das indústrias de autopeças foram instaladas na Grande São Paulo. E foi no Estado de São Paulo que ficou instalado o maior parque industrial da América Latina, dando um importante impulso para o rápido crescimento econômico paulista. A revolução automotiva da década de 1950 trouxe ao Estado paulista tecnologia de ponta, empregos, desenvolvimento industrial e uma nova relação de capital-trabalho, com o crescimento e fortalecimento dos sindicatos de classes. Hoje, o Estado produz mais de um milhão de veículos por ano. Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/historia_republica-industria-automobilistica A Indústria Automobilística em 2013 A indústria automobilística encerrou 2013 com produção de 3,7 milhões de veículos, o que representa aumento de 9,9% na comparação com 2012 e indica o melhor desempenho da história do setor. Em dezembro, no entanto, a produção recuou 18,6% sobre o mês anterior e 12,1% abaixo de dezembro de 2012. Os dados foram divulgados hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O total de veículos novos nacionais licenciados também obteve desempenho recorde, com um total de 3,06 milhões de unidades, resultado 1,5% acima de 2012. Em dezembro, os licenciamentos cresceram 17% na comparação com novembro. Na comparação com dezembro de 2012, o movimento ficou estável, com variação de 0,1%. Incluindo os emplacamentos de automóveis importados, o total de veículos vendidos subiu para 3,7 milhões de unidades, quantidade 0,9% inferior à de 2012. A participação dos importados no licenciamento ficou em 18,8%, ante 20,7% no ano anterior. As exportações em 2013 atingiram o melhor desempenho da história, com crescimento de 13,5%, totalizando US$ 16,5 milhões. Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2014/01/07/industria-automobilistica-fecha-2013- com-crescimento-de-99-na-producao/ Dificuldades na Indústria Automobilística em 2014 com o novo cenário econômico Após subir quase 10 por cento e bater recorde em 2013, a produção de veículos no Brasil deve avançar apenas 0,7 por cento em 2014, segundo a associação das montadoras, Anfavea, na esteira da primeira contração anual de vendas em uma década. Essa perspectiva tem como pano de fundo um cenário mais adverso, com o fim da alíquota reduzida do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, aumento dos juros do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que facilita a
  4. 4. compra de bens de capital como caminhões, e pressão das siderúrgicas por ajustes no preço do aço. Apesar disso, o presidente da entidade, Luiz Moan, atribuiu a previsão menor de crescimento da produção à menor quantidade de dias úteis em ano de Copa do Mundo, e argumentou que as montadoras que construirão novas fábricas no país contarão com cotas de importação "bastante significativas", o que contribuirá para o menor avanço da produção doméstica. Em 2013, a produção de veículos no país subiu 9,9 por cento, a 3,74 milhões de unidades, enquanto as vendas caíram 0,9 por cento, a 3,77 milhões de unidades, na primeira queda anual desde 2003. Segundo Moan, a queda nas vendas foi explicada em parte pela menor oferta dos bancos para financiamento automotivo. "Parte da queda se deve à seletividade (sobre concessão) do crédito", acrescentou. "Tenho convicção que em 2014 o estoque de crédito vai aumentar entre 4 e 5 por cento, estimulando nossa atividade", disse Moan a jornalistas nesta terça-feira (17 de janeiro 2014) Segundo a Anfavea, a disparidade entre produção e vendas no mercado interno foi compensada pelo aumento de 26,5 por cento das exportações, para 445,2 mil unidades. Agora, o ritmo de fabricação e venda de veículos deve se alinhar em 2014. Por outro lado, as vendas devem voltar a crescer, com a liberação de crédito para financiamento de veículos. A expectativa da Anfavea é que haja um aumento de 1,1 por cento nos licenciamentos em 2014. No começo de 2013, a Anfavea previa para o ano um crescimento de 4,5 por cento nas vendas. Depois, reduziu em setembro a expectativa para um aumento de 1 a 2 por cento, previsão que não se confirmou mesmo após o governo ter estendido a validade de IPI menor para compra de veículos. Os dados desta terça-feira (07 de janeiro de 2014) confirmam os divulgados pela Fenabrave, que representa as distribuidoras de veículos. A entidade informou na semana passada que as vendas de carros e comerciais leves chegaram a 3,58 milhões de unidades em 2013, queda de 1,5 por cento ante o ano anterior. Moan disse ainda que o Brasil deve ter capacidade de absorver a produção de 4,7 milhões de veículos novos em 2017, chegando perto de 5 milhões de unidades no ano seguinte.
  5. 5. DEZEMBRO Embora a produção de veículos tenha ficado no campo positivo no resultado anual, em dezembro houve queda de 18,6 por cento sobre novembro e recuo de 12,1 por cento sobre igual período de 2012, com a fabricação de 235,9 mil veículos. Já o apelo de um IPI mais baixo para a compra do carro novo --benefício que valeu até o último dia do ano-- contribuiu para elevar em 16,8 por cento as vendas ante novembro, a 353,8 mil unidades. Mas na comparação com dezembro de 2012, os licenciamentos caíram 1,5 por cento. As principais montadoras aceleraram as vendas ante novembro. A Fiat se manteve como líder nas vendas de automóveis e comerciais leves, com licenciamento de 65.197 veículos no mês, seguida por Volkswagen e General Motors, com 61.920 e 61.210 veículos vendidos em dezembro, respectivamente. Em quarto lugar no ranking ficou a Ford, com vendas de 31.493 veículos, seguida pela Renault, com 25.830 unidades. Fonte: Por Marcela Ayres http://www.estadao.com.br/noticias/geral,apos-queda-nas-vendas-industria- automotiva-desacelera-producao-para-2014,1115888,0.htm Considerações Finais A Industria Automobilística produz automóveis para auxiliar o deslocamento e transporte da população. Em teoria as pessoas optam por ter veículos por necessidade, porém hoje em dia os automóveis já estão entre um dos bens maiores que expandiu diversos campos na natureza humana. A Indústria automobilística percebe que os veículos tem uma maior ou menor procura em função de sua aparência, ou seja chegou a conclusão que um veículo pode transmitir a personalidade ou aquilo que seu proprietário é ou deseja ser. Vendo esses pontos os grandes fabricantes gastam milhões de dólares por ano na tentativa de convencer o usuário final que o seu produto é o melhor, a publicidade veio para resolver essa necessidade em divulgar os produtos ou serviços para convencer os consumidores finais sendo eles seus públicos alvos de que seu produto no caso veículo é o melhor .A publicidade tem esse papel fora e dentro do Brasil. Falando sobre a Indústria automobilística no Brasil, sua história começa em 1891, quando o primeiro carro motorizado chegou no em um navio vindo de Portugal com um único exemplar, um Peugeot, que por curiosidade foi adquirido pelo jovem de 18 anos Alberto Santos Dumont o que futuramente seria o pai da aviação.
  6. 6. Já em 1904 o Brasil já contava com 84 carros, que na época eram de posse de figuras ilustres na sociedade paulista. Foi em 1919 que Henry Ford decidiu trazer a empresa para o Brasil e com suas próprias palavras disse que os automóveis estavam destinados a fazer do país uma grande nação e instalou sua primeira linha de montagem no Centro de São Paulo. Depois de 6 anos em 1925 foi a vez da General Motor abril sua fábrica no país, instalada no bairro do Ipiranga. Um surpreendente reflexo dessas iniciativas e do aumento da frota de veíclos se deu entre 1920 e 1939, onde só no Estado de São Paulo o número de carros de passeio saltou de 5,596 para 43.657 veículos. Com o início da Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas proibiu a importação de veículos montados e criou obstáculos à importação de peças, somente em 1956 que Juscelino Kubitscheck deu impulso necessário ao criar o GEIA – Grupo Executivo da Indústria Automobilística e foi inaugurado em São Bernardo do Campo no ABC Paulista, a primeira fábrica de caminhões com motores nacionais da Mercedes Benz. Hoje o Estado produz mais de 1 milhão de veículos por ano. Citando os dias atuais, os dados de 2013 encerraram com um aumento de 3,7 milhões de veículos, que representa um aumento de 9,9 % na comparação com o ano de 2012. E foi o melhor desempenho da história do setor levando em conta que outros dados de melhores desempenhos foram os de exportação que em 2013 teve um crescimento de 13, 5% totalizando US$ 16,5 milhões. Já neste ano de 2014 se prevê dificuldades na industria automobilística devido ao novo cenário econômico, diante a falta de crédito, a volta do IPI e as inclusões de itens de segurança pelas montadoras. Apesar de tudo isso o Presidente da Anfavea Luiz Moa, atribuiu uma previsão de menor crescimento da produção à menor quantidade de dias úteis devido a ser o ano da Copa do Mundo realizada em nosso país. Argumentou que as montadoras que construirão novas fábricas no país contarão com cotas de importação “bastante significativa” e isso contribuirá para o menor avanço da produção doméstica, em matéria divulgada em 07 de janeiro de 2014 para o site do Estadão. Nesta mesma matéria a Anfavea, diz que a disparidade entre produção e vendas no mercado interno foi compensada pelo aumento de 26, 5% das exportações para 44,2 mil unidades. Segundo eles agora o ritmo de fabricação e venda deve se alinhar em 2014 e devem voltar a crescer com a liberação de crédito para financiamento de veículos e a entidade tem expectativa de um aumento de 1,1% nos licenciamentos esse ano.
  7. 7. Produção Publicitária Janaína Accorsi Orsatti

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