Rio de Janeiro, 23 de Septiembre de 2008 Colégio Brasileiro de Altos Estudos Universidade Federal do Rio de Janeiro
<ul><li>Argentina vs  Brasil </li></ul><ul><ul><li>Evolucion comparativa de largo plazo  </li></ul></ul><ul><li>El escenar...
<ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Arg...
Inflacion comparada
INVESTIMENTO/PIB 2007: 17,6% (R$ 450.000 milh) 2010: 21% (R$ 620.000 milh) médio anual  11,3% ( 2008-2010) %  EXPORTAÇÕES ...
BRASIL COMO SUJETO DE LAS RELACIONES INTERNACIONALES Impulso da UNASUR (antes  Comunidad SudAmericana) Creada 23 de mayo 2...
Argentina  <ul><li>La política econômica argentina fue contradictoria en diversas etapas . </li></ul>Décadas de ’70 e ‘80:...
<ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Arg...
CRISE NOS EUA: As 3 grandes de Detroit mantêm seus problemas de produção  por elevados custos e mudanças nas pautas de con...
O cenário setorial regional  ::   Nesse marco mundial e regional, destacam-se Brasil, México e Argentina <ul><li>Escala de...
<ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Arg...
O cenário setorial bilateral (terminal)  ::   A relação com o Brasil da ótica dos terminais <ul><li>Mercosul:  </li></ul><...
O cenário setorial bilateral (terminal)  ::   As diferenças com o Brasil da ótica dos terminais Do setor terminal existe a...
<ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Arg...
<ul><li>FATORES GERAiS  </li></ul><ul><li>Incerteza:  </li></ul><ul><ul><li>Macro: ciclo econômico com história de volatil...
O cenário setorial bilateral (autopeças)  ::  … com um consequente aumento do déficit comercial argentino no intercâmbio d...
<ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Arg...
Comentários finais <ul><ul><li>A percepção geral sobre o Brasil e o sua função no âmbito regional  </li></ul></ul><ul><ul>...
Comentários finais <ul><ul><li>A situação setorial  </li></ul></ul><ul><ul><li>A nível da cadeia de valor automotivo, se b...
Comentários finais <ul><ul><li>O plano da cooperação bilateral no setor automotivo </li></ul></ul><ul><ul><li>O processo d...
Setor Automotivo Regional “ O Olhar Sul-Americano” Rio de Janeiro, 23 de Septiembre de 2008 Lic. Dante Sica Colégio Brasil...
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  1. 1. Rio de Janeiro, 23 de Septiembre de 2008 Colégio Brasileiro de Altos Estudos Universidade Federal do Rio de Janeiro
  2. 2. <ul><li>Argentina vs Brasil </li></ul><ul><ul><li>Evolucion comparativa de largo plazo </li></ul></ul><ul><li>El escenario sectorial global y regional </li></ul><ul><ul><li>El impulso productivo y comercial de los nuevos paises </li></ul></ul><ul><ul><li>Posicionamiento regional latinoamericano de Brasil y Argentina. </li></ul></ul><ul><li>El escenario sectorial y bilateral desde la industria automotriz </li></ul><ul><ul><li>Argentina-Brasil a partir de sus respectivas evoluciones históricas. Per cepçion sobre la performance de la region. “integraçion productiva” como uma forma de “cooperaçion”. P autas de comercio bilateral </li></ul></ul><ul><ul><li>Argentina-Brasil según las partes y piezas : Brasil >Argentina. Déficit comercial bilateral para Argentina. Brasil inversor </li></ul></ul><ul><li>otros </li></ul>INDICE GENERAL
  3. 3. <ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Argentina e o Brasil: aspectos políticos, econômicos/comerciais e de posicionamento internacional </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial global e regional </li></ul><ul><ul><li>O impulso produtivo e comercial dos emergentes </li></ul></ul><ul><ul><li>O Brasil melhora a sua posição no mundo e na América Latina. </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial bilateral </li></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das terminais: evolução histórica comparada. Per cepção sobre a performance da região. A busca pela “integração produtiva” como uma forma de “cooperação”. A s pautas do comércio bilateral </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das autopeças: As divergências nas dimensões entre ambos os países. A consolidação do Brasil no setor de autopeças e a fraqueza produtiva argentina. O déficit comercial bilateral para a Argentina. A função do Brasil a partir dos investimentos </li></ul></ul><ul><li>Comentários finais </li></ul>INDICE GERAL
  4. 4.
  5. 5.
  6. 6.
  7. 7.
  8. 8.
  9. 9.
  10. 10.
  11. 11.
  12. 12.
  13. 13.
  14. 14.
  15. 15.
  16. 16. Inflacion comparada
  17. 17.
  18. 18.
  19. 19.
  20. 20.
  21. 21.
  22. 22.
  23. 23.
  24. 24.
  25. 25.
  26. 26. INVESTIMENTO/PIB 2007: 17,6% (R$ 450.000 milh) 2010: 21% (R$ 620.000 milh) médio anual 11,3% ( 2008-2010) % EXPORTAÇÕES MUNDIAIS 2007: 1,18% (US$ 160.600 milh) 2010: 1,25% (US$ 208.800 milh) médio anual 9,1% (2007-2010) I+D PRIVADA/PIB 2005: 0,51% (R$ 11.500 milh) Meta 2010: 0,65% (R$ 18.200 milh) médio anual 9,8% ( 2007-2010) No- PMES EXPORTADORAS 2006: 11.792 empresas 2010: +10% Metas por programas específicos <ul><li>Políticas: </li></ul><ul><li>Ampliação das exportações </li></ul><ul><li>Fortalecimento das PMEs </li></ul><ul><li>Regionalização </li></ul><ul><li>Integração produtiva com a América Latina </li></ul><ul><li>Integração com a África </li></ul><ul><li>Produção Sustentável </li></ul>Ações sistêmicas: externalidades positivas para o estrutura produtiva Destaques estratégicos: política pública para o desenvolvimento produtivo no longo prazo Programa de Aceleração Crescimento (PAC ) Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) + taxa de Investimento fixo + % Expo comércio mundial Elevação do gasto P rivado I+D + número de PMEs exportadoras Macrometas 201 0
  27. 27. BRASIL COMO SUJETO DE LAS RELACIONES INTERNACIONALES Impulso da UNASUR (antes Comunidad SudAmericana) Creada 23 de mayo 2007 espaçio sudamericano de libre comercio, mecanismo politico UNASUR, CAN o MERCOSUR? Consejo de Seguridad de la ONU 4 miembros permanentes adicionales. Candidatos Brasil , Alemania, Japon e Índia, 5 actuales: USA RUSIA, FRANCIA, UK, CHINA. OMC G7: USA, UE, JAPON, Índia, Brasil, AUSTRALIA Y CHINA. Frente comun con Argentina ? Desde 2007 SOCIO ESTRATEGICO DE UNION EUROPEA
  28. 28. Argentina <ul><li>La política econômica argentina fue contradictoria en diversas etapas . </li></ul>Décadas de ’70 e ‘80: <ul><li>Política industrial dirigida a determinados sectores y regiones. </li></ul><ul><li>Regimes especiales de promoçion, exenciones, transferencias, sustitucion importaciones, aranceles, impulso a mercados internos </li></ul><ul><li>Ambiente macroeconómico inestable, crisis </li></ul>CAMBIOS DE LA VISION ESTRATEGICA EN EL TIEMPO Década de ‘90 <ul><li>De sregulacion y apertura unilateral (reduccion de aranceles) de economia </li></ul><ul><li>Consenso de Washington, convertibilidad, quiebra bancaria y financiera </li></ul><ul><li>Apreciaçion del tipo de cambio, crisis del corralito </li></ul>Década atual <ul><li>Reindustrializacion y desarrollo de mercado interno </li></ul><ul><li>Nuevas modaidades de financiamento de la deuda publica </li></ul><ul><li>Inflacion, incertidumbre Política . </li></ul><ul><li>Menor credibilidade nas políticas públicas </li></ul>
  29. 29. <ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Argentina e o Brasil: aspectos políticos, econômicos/comerciais e de posicionamento internacional </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial global e regional </li></ul><ul><ul><li>O impulso produtivo e comercial dos emergentes </li></ul></ul><ul><ul><li>O Brasil melhora a sua posição no mundo e na América Latina. </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial bilateral </li></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das terminais: evolução histórica comparada. Per cepção sobre a performance da região. A busca pela “integração produtiva” como uma forma de “cooperação”. A s pautas do comércio bilateral </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das autopeças: As divergências nas dimensões entre ambos os países. A consolidação do Brasil no setor de autopeças e a fraqueza produtiva argentina. O déficit comercial bilateral para a Argentina. A função do Brasil a partir dos investimentos </li></ul></ul><ul><li>Comentários finais </li></ul>INDICE GERAL
  30. 30. CRISE NOS EUA: As 3 grandes de Detroit mantêm seus problemas de produção por elevados custos e mudanças nas pautas de consumo , isto determina grandes alterações no mapa produtivo mundial. Inicia-se mudança trascendental na demanda de veículos. FORÇA NO MEXICO: A indústria automotiva mexicana é “puxada” pela demanda norte-americana e se expande graças aos seus baixos custos de produção . A AMÉRICA DO SUL CRESCE: possui perspectivas de crescimento muito favoráveis em vendas e produção. A Argentina superando as 620 mil unidades neste ano e focando-se na fabricação de 1 milhão em 2013. O Brasil consolida-se como um dos principais produtores mundiais. VANTAGEM DE CUSTOS NA INDIA: A parece como um dos países produtores de maior dinâmica nas projeções de produção. PRODUTORES EMERGENTES: A Europa do Leste é um dos grandes captadores dos investimentos do setor automotivo na atualidade. A Rússia, a Polônia e a Eslováquia constituem grandes protagonistas. MERCADO MADURO NA UE: O fato de ser um mercado maduro, somado às desvantagens de custos, provocam que a Europa Ocidental não se perfile como um dos mercados de maior dinâmica no médio prazo. DIVERGÊNCIAS NO CRESCIMENTO DA PRODUÇÃO: O Sudeste Asiático, especialmente o Japão e a Coréia do Sul não vão expandir sua produção de maneira significativa nos próximos 5 anos. No entanto, outros atores como a Tailândia e a Indonésia vão contribuir com grande dinâmica no setor automotivo regional. BOOM AMARELO: A China aparece como o mercado de maior evolução nos últimos 10 anos. Já se localiza como 3eiro produtor mundial e incorpora firmas locais ao tabuleiro mundial da produção. A ÁFRICA DO SUL EXPANDE PRODUÇÃO: É prevista uma consolidação da Áf rica do Sul tanto no produtivo quanto no relativo ao seu mercado. <ul><li>Em termos qualitativos, observam-se várias mudanças no setor automotivo. Algumas delas: </li></ul><ul><li>Situações diferenciais em países desenvolvidos x países em desenvolvimento. </li></ul><ul><li>Mudança de liderança em termos de marcas. Perspectiva, em linhas gerais, favorável a marcas japonesas e coreanas, retração em americanas e comportamentos diversos em européias. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de combustíveis alternativos com base em recursos renováveis. </li></ul>O cenário setorial global :: Em um contexto de mudanças qualitativas no setor automotivo…
  31. 31.
  32. 32.
  33. 33.
  34. 34.
  35. 35. O cenário setorial regional :: Nesse marco mundial e regional, destacam-se Brasil, México e Argentina <ul><li>Escala de produção </li></ul><ul><li>Acesso privilegiado a EUA </li></ul><ul><li>Localização geográfica favorável </li></ul><ul><li>Competitividade produtiva </li></ul><ul><li>Preferência comercial por múltiplos acordos internacionais </li></ul><ul><li>Vantagem competitiva em diluição </li></ul><ul><li>Indústria automotiva com grande dinamismo: produção e exportações </li></ul><ul><li>Amplo mercado interno </li></ul><ul><li>Diversidade produtiva (quantidade de modelos e segmentos) </li></ul><ul><li>Consolidação regional em matéria de engenharia e design </li></ul><ul><li>Políticas públicas </li></ul><ul><li>Recepção de investimentos </li></ul><ul><li>Semelhança de fisionomia do setor: X/P, impo/consumo interno e reduzida quantidade de modelos em produção </li></ul><ul><li>Complementação por segmento </li></ul><ul><li>Comércio fluído entre os 3 países </li></ul><ul><li>Amplo apoio público en diferentes níveis de governo </li></ul>MÉXICO ARGENTINA BRASIL <ul><li>Os 3 países com maior história e relevância do seu setor automotivo na América Latina são a Argentina, o Brasil e o México. No entanto, cada um tem particularidades próprias. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Argentina e o Brasil: aspectos políticos, econômicos/comerciais e de posicionamento internacional </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial global e regional </li></ul><ul><ul><li>O impulso produtivo e comercial dos emergentes </li></ul></ul><ul><ul><li>O Brasil melhora a sua posição no mundo e na América Latina. </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial bilateral </li></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das terminais: evolução histórica comparada. Per cepção sobre a performance da região. A busca pela “integração produtiva” como uma forma de “cooperação”. A s pautas do comércio bilateral </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das autopeças: As divergências nas dimensões entre ambos os países. A consolidação do Brasil no setor de autopeças e a fraqueza produtiva argentina. O déficit comercial bilateral para a Argentina. A função do Brasil a partir dos investimentos </li></ul></ul><ul><li>Comentários finais </li></ul>INDICE GERAL
  37. 37.
  38. 38.
  39. 39.
  40. 40.
  41. 41.
  42. 42.
  43. 43.
  44. 44.
  45. 45. O cenário setorial bilateral (terminal) :: A relação com o Brasil da ótica dos terminais <ul><li>Mercosul: </li></ul><ul><ul><li>O Mercosul é percebido como uma das áreas econômicas de maior crescimento produtivo e comercial nos últimos anos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Para a tomada de decisões produtivas e de mercado, o MERCOSUL é visto como um todo. </li></ul></ul><ul><li>Acordo setorial com o Brasil (efeitos): Para alguns referentes dos terminais, o acordo de comércio a nível setorial com o Brasil teve impacto na hora da sua instauração na década de noventa. Dadas as condições que foram estabelecidas de um comércio mais equilibrado e a obrigatoriedade de conteúdo local, naquele momento influenciou na estratégia de cada firma a nível regional e, portanto, no critério de investimentos. </li></ul><ul><li>Livre comércio com o Brasil a futuro </li></ul><ul><ul><li>Posição: é generalizada a posição dos terminais a favor do livre comércio, alegando que o mesmo favorece o nível de investimento. No entanto, não é homogênea a visão sobre o possível impacto na cadeia de valor da liberalização comercial. </li></ul></ul><ul><ul><li>Fatores: os critérios que influenciam entre uma posição mais afim e outra mais cética com relação aos impactos, é a situação própria de cada Terminal de acordo com a sua estratégia de complementaridade regional ou não, ao grau de consolidação produtiva em ambos os países e ao vínculo comercial existente. </li></ul></ul><ul><li>Inconsistências no relacionamento externo ligados ao setor: por um lado, mantém-se um regime de comércio administrado no setor com o Brasil (principal sócio comercial do país no MERCOSUL); mas, por outro lado, já existe liberalização comercial com o México e o Chile. </li></ul>Principais comentários expostos por representantes dos terminais automotivos a respeito da relação comercial com o Brasil
  46. 46. O cenário setorial bilateral (terminal) :: As diferenças com o Brasil da ótica dos terminais Do setor terminal existe a percepção de que o Brasil é mais confiável que a Argentina por uma combinação de questões macro e questões setoriais. <ul><li>Fatores Macro </li></ul><ul><ul><li>Causas próprias do Brasil: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Políticas ortodoxas que dão mais confiança no longo prazo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dimensão do seu mercado interno </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Deficiências da Argentina: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estruturais (ciclos econômicos recorrentes e perda de credibilidade) e conjnturais (dificuldades crescentes de competitividade) </li></ul></ul></ul><ul><li>Fatores Setoriais </li></ul><ul><ul><li>Consolidação do Brasil no setor terminal e, especialmente, no setor de autopeças. </li></ul></ul><ul><ul><li>Crescente concentração de atividades regionais de engenharia e design, tanto no setor terminal quanto no de autopeças. </li></ul></ul><ul><ul><li>Escala de produção maior e com contínuo dinamismo da demanda. </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior set de assistência pública ao setor automotivo. </li></ul></ul>
  47. 47. <ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Argentina e o Brasil: aspectos políticos, econômicos/comerciais e de posicionamento internacional </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial global e regional </li></ul><ul><ul><li>O impulso produtivo e comercial dos emergentes </li></ul></ul><ul><ul><li>O Brasil melhora a sua posição no mundo e na América Latina. </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial bilateral </li></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das terminais: evolução histórica comparada. Per cepção sobre a performance da região. A busca pela “integração produtiva” como uma forma de “cooperação”. A s pautas do comércio bilateral </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das autopeças: As divergências nas dimensões entre ambos os países. A consolidação do Brasil no setor de autopeças e a fraqueza produtiva argentina. O déficit comercial bilateral para a Argentina. A função do Brasil a partir dos investimentos </li></ul></ul><ul><li>Comentários finais </li></ul>INDICE GERAL
  48. 48.
  49. 49.
  50. 50.
  51. 51. <ul><li>FATORES GERAiS </li></ul><ul><li>Incerteza: </li></ul><ul><ul><li>Macro: ciclo econômico com história de volatilidades, incerteza sobre disponibilidade e custo de energia e mão de obra a futuro </li></ul></ul><ul><ul><li>Setorial: perspectiva de perda gradual de competitividade, desconfiança entre todos os atores da cadeia de valor </li></ul></ul><ul><li>Reduzida escala de produção e dificuldade para amortizar investimentos </li></ul><ul><li>Ausência de políticas públicas de longo prazo: políticas públicas erráticas e pouco operativas. </li></ul><ul><li>Escassa infra-estrutura de apoio técnico ao setor: escassez de laboratórios, dificuldades e prazos extensos de homologação, entre outras. </li></ul><ul><li>FATORES ESPECÍFICOS (segundo o setor de autopeças) </li></ul><ul><li>Vínculo terminal – autopeças a nível comercial: vínculo pouco cooperativo, esstresse comercial por negociações permanentes sobre custos </li></ul><ul><li>Inflexibilidade de terminais: dificuldades para encarar processo de desenvolvimento em co-design entre terminais (falta de interesse e/ou falta de capacidade frente à terminal e/ou aversão ao risco com limitada confiança em produtores de autopeças locais) </li></ul><ul><li>Crescente concorrência de autopeças importadas: forte competência por preço, em alguns casos desleal. </li></ul><ul><li>Efeito de políticas públicas, especialmente, comerciais . </li></ul><ul><li>Atualmente cresce o nível de investimentos no setor de autopeças argentino, mas é insuficiente para as necessidades da malha automotiva. Entre os principais fatores que inibem os investimentos podemos mencionar: </li></ul>O cenário setorial bilateral (autopeças) :: … fato que, somado a condições macro e setoriais locais, dificulta o processo investidor … <ul><li>Ante escassos investimentos de países centrais, o Brasil começa a ocupar um lugar de privilégio nos investimentos do setor de autopeças, também no resto da cadeia de valor. </li></ul>
  52. 52.
  53. 53. O cenário setorial bilateral (autopeças) :: … com um consequente aumento do déficit comercial argentino no intercâmbio de autopeças <ul><li>Tanto as exportações quanto as importações são mais do dobro que em 1998, embora estas últimas cresceram a taxas superiores. </li></ul><ul><li>Em 2007, o déficit comercial para a Argentina superou os U$S 1.400 milhões, 127% mais que no ano 1998. Em 2008 vai fechar em um nível </li></ul>Fonte: Universo amplo de autopeças = posições consideradas autopeças pelo Decreto 939/2004 (Ac. Comercial com o Brasil).
  54. 54. <ul><li>O contexto macro da Argentina e do Brasil </li></ul><ul><ul><li>Divergência na evolução de longo prazo entre a Argentina e o Brasil: aspectos políticos, econômicos/comerciais e de posicionamento internacional </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial global e regional </li></ul><ul><ul><li>O impulso produtivo e comercial dos emergentes </li></ul></ul><ul><ul><li>O Brasil melhora a sua posição no mundo e na América Latina. </li></ul></ul><ul><li>O cenário setorial bilateral </li></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das terminais: evolução histórica comparada. Per cepção sobre a performance da região. A busca pela “integração produtiva” como uma forma de “cooperação”. A s pautas do comércio bilateral </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação Argentina-Brasil a partir da ótica das autopeças: As divergências nas dimensões entre ambos os países. A consolidação do Brasil no setor de autopeças e a fraqueza produtiva argentina. O déficit comercial bilateral para a Argentina. A função do Brasil a partir dos investimentos </li></ul></ul><ul><li>Comentários finais </li></ul>INDICE GERAL
  55. 55.
  56. 56.
  57. 57.
  58. 58. Comentários finais <ul><ul><li>A percepção geral sobre o Brasil e o sua função no âmbito regional </li></ul></ul><ul><ul><li>Na Argentina prevalece a visão de um maior protagonismo regional do Brasil em diferentes dimensões (política/diplomática, econômica/comercial e produtiva, entre outras). Isto lhe permite adotar um olhar mais estratégico no plano internacional como conseqüência da sua consolidação como potência de segundo ordem, destacando-se entre os países emergentes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Por sua vez, o obriga a adotar uma função mais ativa na América Latina e a fortalecer os laços com a região, fato que implicará em assumir maiores custos no processo de integração regional e de união sul-americana. </li></ul></ul><ul><ul><li>Também é generalizada a idéia de que o Brasil se localiza em um estádio macro superior respeito da Argentina, como conseqüência de uma consistência no tempo de suas políticas internas e de política exterior. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estes fatores lhe permitiram se consolidar produtivamente, especialmente, em termos manufatureiros, dentro do qual se localiza também a malha automotiva que encontra o Brasil como o principal país produtor da América Latina e em vias de se transformar no sexto maior fabricante do planeta. </li></ul></ul>
  59. 59. Comentários finais <ul><ul><li>A situação setorial </li></ul></ul><ul><ul><li>A nível da cadeia de valor automotivo, se bem que as tendências produtivas e comerciais recentes são favoráveis tanto para a Argentina quanto para o Brasil, aconteceram mudanças estruturais que são difíceis de reverter. </li></ul></ul><ul><ul><li>No setor terminal , ambos os países tendem a se consolidar produtivamente como referentes entre as nações em desenvolvimento, embora existam com diferenças quantitativas e qualitativas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em um marco de maior especialização produtiva regional, a preeminência brasileira vai além das diferenças em capacidade de produção mas também envolvem aspectos técnico/produtivos, de abastecimento, de design e qualidade, temas nos quais constitui um crescente centro decisório a nível regional. </li></ul></ul><ul><ul><li>No setor de autopeças , as diferenças são mais notórias. O ponto de partida é uma estrutura brasileira mais diversificada e com maior aptidão para afrontar a demanda futura local e internacional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Como conseqüência disto, continua sendo significativo o peso das peças brasileiras nos veículos fabricados na região, tema que gera atritos no caso da análise setorial na Argentina. </li></ul></ul><ul><ul><li>Se bem recentemente foi assinada uma extensão do acordo de livre comércio setorial com novas condições até 2013, não está garantido que posteriormente possa iniciar-se o livre comércio no setor automotivo. </li></ul></ul>
  60. 60. Comentários finais <ul><ul><li>O plano da cooperação bilateral no setor automotivo </li></ul></ul><ul><ul><li>O processo de integração regional (Mercosul) foi um fator funcional para a melhoria da performance setorial e para a consecução de uma maior cooperação bilateral. Também, as decisões empresariais foram levadas em consideração pelo bloco em seu conjunto na hora da tomada de decisões produtivas e comerciais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em conseqüência, aumentou o grau de complementaridade produtiva e o intercâmbio comercial bilateral, promovendo uma maior especialização em cada nação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Além da maior interação produtiva e comercial, também é percebida uma maior fluidez no canal dos investimentos, que outorga uma nova arista ao processo de integração. Particularmente, observa-se um crescente fluxo de investimentos brasileiros na Argentina no setor de autopeças, que serve para mitigar as limitações de investimentos de outras origens e para fortalecer este elo. </li></ul></ul>
  61. 61. Setor Automotivo Regional “ O Olhar Sul-Americano” Rio de Janeiro, 23 de Septiembre de 2008 Lic. Dante Sica Colégio Brasileiro de Altos Estudos Universidade Federal do Rio de Janeiro

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