HISTÓRIA DO ÍNDIO
NO BRASIL
 História de Colonização
 Transferência de pessoas, instituições e
conhecimentos.
 A mobilização do trabalho indígena f...
SOCIEDADE BRASILEIRA
 A caracterização da sociedade brasileira pode
ser melhor compreendida se consideradas as
populações...
O ÍNDIO NO BRASIL
 Ocupação do território há 12 mil anos.
 Registros de sociedades complexas, sofisticadas
no desenvolvi...
POPULAÇÕES
 Handbook of South American Indians calculou
em 1.500.000.
 William Denevan projetou a existência de quase
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DOENÇAS
 O poder desarticulador das doenças pode ser exemplificado com
a epidemia de varíola que entre 1562-1565, em pouc...
 No mesmo ano de 1562, por justos juízos de Deus,
sobreveio uma grande doença aos índios e escravos
dos portugueses, e co...
REAÇÃO A COLONIZAÇÃO
 DESLOCAMENTOS PARA ESCAPAR A ESCRAVIDÃO E AS MOLÉSTIAS
TRAZIDAS PELOS EUROPEUS.
O IMAGINÁRIO COLONIAL
 Durante o séc. XVI, os relatos sobre o novo
mundo identificaram os indígenas como
“gentios” (pagão...
EXOTIFICAÇÃO
 Vários índios foram levados a Portugal e à França.
 Gandavo (1980) interpretou o modo de vida indígena
de ...
 são os mais cruéis e desumanos de todos os povos
americanos, não passando de uma canalha habituada a
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A história do índio no Brasil

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História do índio no brasil

  1. 1. HISTÓRIA DO ÍNDIO NO BRASIL
  2. 2.  História de Colonização  Transferência de pessoas, instituições e conhecimentos.  A mobilização do trabalho indígena foi transformado numa pedagogia moral e religiosa.
  3. 3. SOCIEDADE BRASILEIRA  A caracterização da sociedade brasileira pode ser melhor compreendida se consideradas as populações aqui estabelecidas.  Os indígenas tiveram seu sangue, conhecimentos e riquezas envolvidas na construção desse País.
  4. 4. O ÍNDIO NO BRASIL  Ocupação do território há 12 mil anos.  Registros de sociedades complexas, sofisticadas no desenvolvimento tecnológico (cerâmicas) e na organização social (cacicados).  Estilo próprio de política.
  5. 5. POPULAÇÕES  Handbook of South American Indians calculou em 1.500.000.  William Denevan projetou a existência de quase 5.000.000 de índios na Amazônia.
  6. 6. DOENÇAS  O poder desarticulador das doenças pode ser exemplificado com a epidemia de varíola que entre 1562-1565, em poucos meses, matou mais de 30.000 índios na Bahia.
  7. 7.  No mesmo ano de 1562, por justos juízos de Deus, sobreveio uma grande doença aos índios e escravos dos portugueses, e com isto grande fome, em que morreu muita gente, e dos que ficavam vivos muitos se vendiam e se iam meter por casa dos portugueses a se fazer escravos, vendendo-se por um prato de farinha, e outros diziam, que lhes pusessem ferretes, que queriam ser escravos: foi tão grande a morte que deu neste gentio, que se dizia, que entre escravos e índios forros morreriam 30.000 no espaço de 2 ou 3 meses (Anchieta, 1933:356).
  8. 8. REAÇÃO A COLONIZAÇÃO  DESLOCAMENTOS PARA ESCAPAR A ESCRAVIDÃO E AS MOLÉSTIAS TRAZIDAS PELOS EUROPEUS.
  9. 9. O IMAGINÁRIO COLONIAL  Durante o séc. XVI, os relatos sobre o novo mundo identificaram os indígenas como “gentios” (pagãos), “brasis”, “negros da terra”(índios escravizados) e “índios” (índios aldeados) (Cunha, 1993).
  10. 10. EXOTIFICAÇÃO  Vários índios foram levados a Portugal e à França.  Gandavo (1980) interpretou o modo de vida indígena de uma forma que se tornou recorrente entre os cronistas, a exemplo de Gabriel Soares de Souza (1971): a falta das letras F, L, e R na língua indígena implicaria uma sociedade sem fé, sem lei e sem rei.
  11. 11.  são os mais cruéis e desumanos de todos os povos americanos, não passando de uma canalha habituada a comer carne humana do mesmo jeito que comemos carne de carneiro, se não até mesmo com maior satisfação. (...) Não há fera dos desertos d’África ou d’Arábia que aprecie tão ardentemente o sangue humano quanto estes brutíssimos selvagens. Por isso não há nação que consiga aproximar-se deles, seja cristã ou outra qualquer. (...) Os mais dignos dentre eles não são merecedores de nenhuma confiança. Eis por que os espanhóis e portugueses lhes fazem eventuais represálias, em memória das quais só Deus sabe como devem ser tratados pelos selvagens quando estes os prendem para devorá-los (Thevet, 1978:199).

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