Reunião CBAN - Instrumentos Financeiros

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ata da reunião ocorrida em novembro 2014.

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Reunião CBAN - Instrumentos Financeiros

  1. 1. ATA REUNIÃO CBAN 26 de novembro de 2014 PRESENTES Nome Empresa E-mail Ana Cristina França APSIS/ANEFAC ana.souza@apsis.com.br Giana Araujo ANEFAC giana@anefac.com.br Jennifer Almeida ANEFAC jennifer.almeida@gmail.com Ricardo Tresso Marcolino FIBRIA ricardo.marcolino@fibria.co m.br Jean Beribos APSIS jean.beribos@apsis.com.br Emmanuel Tiago de Souza LABTEST emmanuel.souza@labtest.co m.br Luiz Fernando Tarasiuk revisao@auditoria.srv.br Janaina Teixeira janiana_teixeiraa@yahoo.co m.br Rodrigo Amato MARK 2 MARKET rodrigo.amato@gmail.com Paulo Porto APSIS paulo.porto@apsis.com.br Joel Costa FERRARI AVALIAÇÕES joel.costa@ferrariavaliacoes. com.br Mauro Jacob GAIA SILVA & GAEDE ASSOCIADOS jacob@gsga.com.br Roberto Listik ELYON CONSULTING roberto.listik@elyonconsulti ng.com AVALIAÇÃO EM INSTRUMENTOS FINANCEIROS - REFORMULAÇÕES NOS PADRÕES INTERNACIONAIS 1. Apresentação da diretoria de São Paulo, feita pela Ana Cristina, diretora do Rio, que irá conduzir a reunião. 2. Diretoria de São Paulo - Eric Barreto e Rodrigo Amato - é especializada em Instrumentos Financeiros - Eric - na área da contabilidade, e Rodrigo, precificação. 1
  2. 2. Integram a empresa Mark 2 Market, onde vêm fazendo avaliação de instrumentos financeiros há cinco anos. 3. Rodrigo Amato irá fazer um balanço das atualizações dos documentos internacionais referentes a esta avaliação. 4. Em seguida, convoca interessados para a redação de uma diretriz de Boas Práticas no assunto. O objetivo principal, mas não único, é orientar empresas não financeiras, que não têm experiência com precificação e modelos de apreçamento. 5. Na presente data, o IASB já concluiu o Discussion Paper referente ao IFRS 9. a. A fase 1 foi realizada para simplificar as classificações - isso foi feito através da reclasssificação - com regras menos complexas, baseadas em modelos de negócio. b. A fase 2 de discussão aborda o impairment de perda de crédito, e visa evitar cenários como o da crise de 2008/9. c. A fase 3 discute macro hedge - que tratará além do hedge por carteira de renda fixa. 6. Já o IVSC abriu duas vezes para comentários (exposure draft) o documento sobre Equity Derivatives. Isto porque este documento vai embasar os próximos. a. Decidiu por ausência de fórmulas em seu documento: oprimeiro tinha muitas fórmulas, e é muito difícil ser exaustivo nelas. Então, embora muitos participantes tenham sugerido a sua inserção, as fórmulas foram retiradas uma vez que o propósito do documento é direcionar os trabalhos e não dizer como executá-los. b. As definições de derivativos no documento não são muito adaptadas ao nosso mercado. Mesmo assim, sugere usar o formato deste documento para a diretriz brasileira. 7. Estado das discussões no Brasil: a. O FEBRABAN discute a Resolução do Banco Central de número 4277 de 31/10/2013, que foi postergada para 1/1/2015. O BC solicitou o envio dos ajustes para que possa avaliar o impacto da implantação da resolução. O resultado desses estudos foram apresentados em 13 de novembro de 2014. b. A resolução abrange apenas títulos e valores mobiliários nos bancos. c. O BC vem conversando com o IBRACON para auxiliar as auditorias. O consenso junto ao BC é de que não é problema não estar aplicando novas 2
  3. 3. regras, mas o desconhecimento do processo demonstrado será considerado falta. d. Admite um período de adaptação dos bancos, mas entende que muitos ajustes em PL e resultado já deveriam estar sendo feitos. e. Circular deve sair em início de dezembro. ​Obs: Res. 4.277 fora revogada pela Res. 4.389 em Dez/14 e sua entrada em vigor passa a ser 1/7/15 8. Adaptação 2015/2016 - Rodrigo briga para que o departamento de normas esteja alinhado com o departamento de supervisão - ou seja, os auditores devem estar informados dessa tolerância, para que o período de adaptação transcorra tranquilamente. 9. Uma forma da diretriz do CBAN ser reconhecida no mercado é agregando as bases interessadas. Rodrigo vem travando um contato permanente com a ANEFAC, ANBIMA, FEBRABAN etc, para que participem desta elaboração. 10. A ideia é que quanto mais transparência do avaliador para o contratante melhor. 11. O apoio institucional da Anefac é imprescindível - Ana Cristina se compromete de enviar o pedido ao presidente. 12. Os bancos têm uma resistência para formalizar a diretriz. Por isso Rodrigo acha que deve-se mostrar a generalidade da ideia. Mesmo assim, continua sofrendo resistência dos bancos maiores e internacionais. 13. O contrário ocorre nos bancos médios e pequenos, pois têm carência de orientação ou um framework no atendimento ao regulador. 14. As empresas não financeiras há ainda mais carência de um documento como esse. 15. Não há diferenças conceituais no documento do IVSC, porém alguns pontos de atenção foram alinhavados. 16. Evento da Anefac-RJ e CVM discutirá os desafios da área. 17. Rodrigo se comprometeu de convidar um membro da FEBRABAN para esta discussão em março. 18. Rodrigo relembra a importância da divulgação deste documento: trata-se de um assunto restrito ultra especializado que consta na agenda de praticamente todas as empresas. A bandeira do documento deve ser conferir maior transparência possível à precificação e aos instrumentos financeiros e sua classificação contábil. 3

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