ATA REUNIÃO CBAN
21 de maio de 2015
PRESENTES
Nome Empresa E-mail
Ana Cristina França Apsis/ANEFAC ana.souza@apsis.com.br
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4. O professor Carlos Eduardo Cardoso adverte que para uma crítica completa da
propostas, é necessário um exame por parte ...
10. Não considera produtivo eliminar o termo “mais provável”, pelo fato disso dar
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Reunião para discutir mudanças nos padrões internacionais de avaliação conduzida pelo professor Carlos Eduardo Cardoso.

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Ata Reunião CBAN 21 de maio2015

  1. 1. ATA REUNIÃO CBAN 21 de maio de 2015 PRESENTES Nome Empresa E-mail Ana Cristina França Apsis/ANEFAC ana.souza@apsis.com.br Carlos Eduardo Cardoso QUANTEC cec@amcham.com.br Giana Araujo ANEFAC giana@anefac.com.br Giancarlo Falkenstein Apsis giancarlo.falkenstein@apsis.com. br Humberto Girardi Girardi Brasil hgl@girardibrasil.com.br Mauro Jacob GAIA SILVA & GAEDE ASSOCIADOS jacob@gsga.com.br Paulo Porto Apsis paulo.porto@apsis.com.br Rafael Moyano BakerTilly rafael.moyano@bakertillybrasil.c om.br Vera Elias ANEFAC verelias@terra.com.br   PADRÕES INTERNACIONAIS DE AVALIAÇÃO VIGENTES: O QUE MUDA?   1. Ana Cristina apresenta o professor Carlos Eduardo Cardoso, tradutor dos padrões internacionais de avaliação (IVS) no Brasil, que conduzirá a reunião. 2. A base da apresentação é o documento do IVSC, órgão internacional de padronização das normas de avaliação, que sugere mudanças na estrutura dos padrões internacionais de avaliação (IVS). O documento está disponível em http://www.ivsc.org/workplan/2015-review-ivss Neste link encontra-se também um histórico do projeto de reformulação. O documento está disponível em pdf no menu à direita com o título​Exposure Draft​. 3. A intenção da reunião é expor os principais pontos do documento para que o CBAN possa formular respostas às questões. 1
  2. 2. 4. O professor Carlos Eduardo Cardoso adverte que para uma crítica completa da propostas, é necessário um exame por parte de especialistas em instrumentos financeiros, pois boa parte das mudanças são propostas para o IVS 250. 5. Uma mudança substancial proposta para as IVS é o fato de que os TIP (Technical Information Papers) - documentos que indicam boas práticas metodológicas, como fluxo de caixa descontado por exemplo, não serão mais destacados, mas inseridos na norma, e as TIP deixarão de existir. a. O professor levantou uma possível dificuldade em relação a isso, na medida em que cada novo paper emitido irá alterar toda a norma. b. Sugere que se faça uma indicação de que podem haver outras formas de procedimentos padrão, caso isso ocorra. c. Duvida se é uma boa mudança a partir destes pontos. 6. Mudança do nome de Valuation Standards para Application Standards - considerou mudança pertinente. 7. Mudança do termo Discharge Value para Fullfiment Value, para que o termo não coincida com o termo utilizado pelo IASB: acha não produtiva esta modificação, uma vez que o significado é idêntico em ambos os documentos. a. Ana Cristina lembrou que não é o mesmo caso da nomenclatura Valor Justo, por exemplo, na medida em que a definição de ambos nos diferentes documentos são diferentes (IFRS e IVS). 8. A propósito da observação da Ana Cristina, Cardoso apresenta outra modificação válida proposta para o novo documento, que é exatamente a modficação do termo Fair Value para Equitable Value - não enfatiza o mercado, mas uma transação entre partes. a. Quanto a isso, recomenda a sugestão de que se deixe claro ao longo do documento que quando se tratar de Fair Value, que este é o considerado no IFRS 13. 9. Mudanças em objetividade - o termo é retirado, retirando com ele a obrigatoriedade de julgamento imparcial. Cardoso acha apropriado, na medida em que em alguns momentos o avaliador é obrigado a entrar com dados subjetivos. a. No entanto, recomenda que se ressalte neste relatório todas as entradas subjetivas utilizadas. 2
  3. 3. 10. Não considera produtivo eliminar o termo “mais provável”, pelo fato disso dar liberdade demais ao avaliador. No caso da não utilização do dado “mais provável”, o avaliador pode justificar o porquê de não o estar utilizando. a. Ana Cristina sugere buscar outra forma de expressão para o “mais provável”, como o “mais adequado” - para manter a liberdade restrita. 11. A mudança para definição de Market Participants foi considerada pertinente. 12. A delimitação do escopo está mais descritiva e portanto as mudanças neste quesito também foram consideradas pertinentes, embora não significativas. Do mesmo modo com a inserção do termo “unidade de avaliação”, acha que não representa nenhum salto qualitativo para a norma. 13. A inserção das bases de valor no projeto de passivos (liability) é considerada produtiva, e as alterações referentes ao valor sinergístico neste projeto são consideradas igualmente produtivas. 14. A distinção na norma entre valor de liquidação e base de valor foi considerada de extrema importância, visto ser uma prática no Brasil. Com efeito, liquidação forçada é marcada no novo documento como a condição na qual o ativo estás endo vendido, não faz parte do ativo. Cabe ao avaliador explicar a liquidação forçada e atribuir uma base de valor à negociação. 15. Importante que o consultor defina isso em seu escopo de trabalho. 16. Enumera diversas alterações apenas no modo de escrever os padrões sem trazer mudanças significativas. 17. Localiza uma advertência necessária sobre a inserção do TIP1 (DCF) no documento. 18. Finalmente, em relação às IVS 250, faz uma única ressalva à inserção do Ambiente de Controle como dado que modifique os resultados desta avaliação. Mas prefere que a consulta com especialistas seja feita. 19. Ao final da reunião, Ana Cristina pergunta ao professor em relação às perspectivas de atualização da tradução das IVS pelo IBAPE, que é o representante do IVSC no Brasil. O professor afirma que ainda não há projeto firmado neste sentido. 20. Ana Cristina ressalta a importância da análise deste documento e da sua utilização no dia a dia do avaliador. 21. Professor Cardoso ficou de elaborar uma minuta de respostas às propostas do documento, e fazer circular entre os interessados para consolidar as críticas de todos. 22. Prazo é meados de junho, data limite para o documento ser encaminhado. 3

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