- UNIDADE 4 –
As Produções Clássicas
de Cartoons
Uma perspectiva histórica
CURSO DE CAPACITAÇÃO
À DISTÂNCIA
Formação Inicial em Cartoons
Tutora: Geane Poteriko
gepoteriko@gmail.com
As Artes Gráficas e a História
Olá, cursista!
Veremos nesta unidade um pouco mais
sobre as produções clássicas de cartoons...
A caricatura e a charge no Brasil
• É difícil estabelecer a diferença
entre charge e caricatura.
• O historiador Herman Li...
Charles Darwin (1871)

• Chama-se caricatura todo
desenho que acentua
detalhes ridículos.
• Vem do termo italiano
caricare...
• Aleijadinho teria sido um dos
primeiros a fazer uso da caricatura
no Brasil, no século XVIII. O artista
teria reproduzid...
Manuel de Araújo Porto Alegre (1806-1879), foi o fundador do primeiro
jornal de caricaturas do Brasil A Lanterna Mágica, (...
• O uso das charges esteve sempre vinculado à
realização de algum tipo de reflexão sobre os
acontecimentos do cotidiano.
•...
Charge de Angelo Agostini, sobre a Guerra de Canudos.
O Brasil teve a primeira mulher
caricaturista do mundo
• Nair de Tefé (1886 -1981),
publicou seu primeiro trabalho, A
Arti...
• Em 1910, as revistas francesas
Fantasie, Femina, Excelsior e Le
Rire publicam seus trabalhos.
• Em 6 de janeiro de 1913,...
• Publicou ainda charges, em
1922, no livro de crônicas de
Otto Prazeres: Petrópolis, a
Encantadora, fez uma capa em
cores...
•

Só a partir de 1955 é
redescoberta pela imprensa.

• Em 1959, por incentivo de
Herman Lima, redesenha
seis de suas cari...
A caricatura de José Carlos
• José Carlos de Brito e
Cunha (1884-1950), J.
Carlos), nasceu no Rio de
Janeiro.
• Foi respon...
• Começou sua carreira
em 1902, no
"Tagarela" e colaborou
em várias revistas,
como a “ Careta",
"Fon-Fon", "O TicoTico", "...
• O seu traço fui muito influenciado pelo
estilo art nouveau, marcado pelas linhas
curvas, a elegância e o detalhismo na
c...
• Compôs um retrato vivo da sociedade
brasileira do início do século XX,
retratando a vida carioca, as praias, o
carnaval,...
• Na capa de O Malho de 1º
de maio de 1920, o gênio
brasileiro da caricatura, J.
Carlos, brinca com as
comemorações do
Des...
“O início do século XX foi um
período de grandes inovações
no Brasil. Junto com o cinema e
o automóvel, um novo estilo de
...
• J. Carlos foi convidado
para trabalhar nos
estúdios da Disney, mas
recusou.
• Fez uma charge do
papagaio preparando as
m...
Quadrinhos de J. Carlos
• Na revista Careta, de
27 de abril de 1912,
está a continuação de
uma HQ, como título
Brocoió e a...
No Tico-Tico publicou a série O talento de
Juquinha, criando ainda os personagens
Jujuba e seu pai, Carrapicho e a negrinh...
Belmonte: Era Vargas, Nazismo e
História do cotidiano
• Benedito Carneiro Bastos Barreto
(1896 - 1947) foi um caricaturist...
• Foi obrigado pelo DIP a tratar
somente de temas internacionais.
• Voltou, então, suas atenções para
questões internacion...
• Suas charges contra o nazifascismo
chegaram ao conhecimento de
Joseph Goebbels, ministro da
Propaganda e da Informação d...
• Com o fim da II Guerra e a
decadência do Estado Novo,
Belmonte volta novamente sua
atenção para Getúlio, aproveitando o
...
• Belmonte publicou o livro
ilustrado No Tempo dos
Bandeirantes (1939), o qual
classificou como uma
reportagem retrospecti...
O surgimento das Histórias em
Quadrinhos no Brasil
• Os quadrinhos surgiram no Brasil
nos jornais, na segunda metade
do sé...
As primeiras revistas em
quadrinhos do Brasil
• Em 1905: surgiu o “O
Tico-Tico”, criado por
Renato de Castro e
Manuel Bonf...
Ao Tico-tico seguiram outras publicações:
• A Gazeta Infantil (1929)
• O Mundo Infantil (1929)
• Suplemento Juvenil
(1934)...
A produção pioneira da EBAL
• Adolfo Aizen lançou em 1934
o "Suplemento Juvenil“.
• Em 1945 fundou a EBAL
(Editora Brasil ...
• A EBAL lançou as séries Edições Maravilhosas,
Grandes Figuras do Brasil (lançado em 20
volumes, entre 1957 e 1958), Hist...
Edson Rontani e o nascimento do
Fanzine no Brasil
• Fanzine é uma revista editada por
um fã. Edson Rontani (1933 1997), de...
• O “Ficção” era composto por
textos informativos e uma
lista de produções brasileira
de quadrinhos desde 1905.
Ele teve 1...
• Rontani foi o primeiro a
fazer um levantamento
sobre a produção de
quadrinhos no Brasil.
• Entre os destinatários
estava...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
NOGUEIRA, Natania; FERNANDES, Valéria. Os
Quadrinhos como fonte de pesquisa histórica: a
evolu...
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Histórico das produções clássicas
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Histórico das produções clássicas

795 visualizações

Publicada em

CURSO PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA EaD. UFPR - 2010. Material produzido para o curso, na forma de atividade com objetivo de criar um "curso a distância" para empresa fictícia, visando a capacitação dos funcionários em determinadas habilidades da área de atuação, com estrutura na Plataforma Moodle.
Exemplo de curso de capacitação para a empresa "Cartoon Empreendimentos", cursista Geane Poteriko.
Material didático do curso: "Histórico das Produções Clássicas".

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
795
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
17
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
10
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Histórico das produções clássicas

  1. 1. - UNIDADE 4 – As Produções Clássicas de Cartoons Uma perspectiva histórica
  2. 2. CURSO DE CAPACITAÇÃO À DISTÂNCIA Formação Inicial em Cartoons Tutora: Geane Poteriko gepoteriko@gmail.com
  3. 3. As Artes Gráficas e a História Olá, cursista! Veremos nesta unidade um pouco mais sobre as produções clássicas de cartoons, numa perspectiva histórica das HQs e sua relação com outros tipos de artes gráficas. Vamos começar?
  4. 4. A caricatura e a charge no Brasil • É difícil estabelecer a diferença entre charge e caricatura. • O historiador Herman Lima, em sua obra "História da Caricatura no Brasil", usa os termos caricatura e charge para se referir basicamente às mesmas coisas. • Vamos aqui tentar identificar algumas diferenças básicas.
  5. 5. Charles Darwin (1871) • Chama-se caricatura todo desenho que acentua detalhes ridículos. • Vem do termo italiano caricare, "carregar", "acentuar“ e foi utilizado pela primeira vez em 1646, para designar uma série de desenhos satíricos de Agostino Carracci, que retratava tipos populares de Bolonha. • A caricatura pode ultrapassar o individual, para particularizar o imaginário coletivo de uma época ou de um povo.
  6. 6. • Aleijadinho teria sido um dos primeiros a fazer uso da caricatura no Brasil, no século XVIII. O artista teria reproduzido, em um grupo de são Jorge com o dragão, os traços do coronel José Romão. • Oficialmente, o iniciador da caricatura no Brasil foi Manuel de Araújo Porto Alegre, que publicou a primeira caricatura, no Jornal do Comércio de 14 de dezembro de 1837: uma sátira ao jornalista Justiniano José da Rocha, inimigo do artista.
  7. 7. Manuel de Araújo Porto Alegre (1806-1879), foi o fundador do primeiro jornal de caricaturas do Brasil A Lanterna Mágica, (1844).
  8. 8. • O uso das charges esteve sempre vinculado à realização de algum tipo de reflexão sobre os acontecimentos do cotidiano. • A charge possui tem quatro funções: política, econômica, educativa e de entretenimento. • Nesse ponto, Araújo também é considerado o primeiro chargista do Brasil, dado o conteúdo político-social incluso em suas ilustrações. • A charge tem poder mobilizador pois ela pode influir na opinião pública. Através dela, por exemplo, os jornais do século XIX alcançavam um público até então inacessível: os analfabetos.
  9. 9. Charge de Angelo Agostini, sobre a Guerra de Canudos.
  10. 10. O Brasil teve a primeira mulher caricaturista do mundo • Nair de Tefé (1886 -1981), publicou seu primeiro trabalho, A Artista Rejane, na revista “FonFon”, sob o pseudônimo de Rian (Nair de trás para frente). • Especializou-se em retratar a elite carioca. Publicou suas caricaturas em periódicos como O Binóculo, A Careta, O Ken, Gazeta de Notícias e da Gazeta de Petrópolis.
  11. 11. • Em 1910, as revistas francesas Fantasie, Femina, Excelsior e Le Rire publicam seus trabalhos. • Em 6 de janeiro de 1913, Nair de Tefé casou-se com o presidente da República, o marechal Hermes da Fonseca. • Na Europa realizou algumas exposições. • Em 1922, participou da Semana da Arte Moderna. Affonso Celso
  12. 12. • Publicou ainda charges, em 1922, no livro de crônicas de Otto Prazeres: Petrópolis, a Encantadora, fez uma capa em cores para a Fon-Fon em 22 de janeiro de 1922. • Também publicou na Revista da Semana trinta "cabeças" de personalidades, como a do próprio Hermes da Fonseca, Nilo Peçanha, Epitácio Pessoa e outros, e em 11 de abril de 1925, na mesma revista, publicou um croqui da bailarina Naruna Corder. Caricatura do presidente Eurico Gaspar Dutra
  13. 13. • Só a partir de 1955 é redescoberta pela imprensa. • Em 1959, por incentivo de Herman Lima, redesenha seis de suas caricaturas, inclusive A Artista Rejane, que foram incluídas na coleção História da Caricatura no Brasil. • Aos 73 anos retomou a carreira como caricaturista. Caricatura do presidente Juscelino Kubitschek
  14. 14. A caricatura de José Carlos • José Carlos de Brito e Cunha (1884-1950), J. Carlos), nasceu no Rio de Janeiro. • Foi responsável pela nacionalização da arte da caricatura no Brasil.
  15. 15. • Começou sua carreira em 1902, no "Tagarela" e colaborou em várias revistas, como a “ Careta", "Fon-Fon", "O TicoTico", "Almanaque do Tico-Tico" e "O Cruzeiro". Capa da revista O Careta (1912)
  16. 16. • O seu traço fui muito influenciado pelo estilo art nouveau, marcado pelas linhas curvas, a elegância e o detalhismo na composições de personagens e ambientes. • Começou a desenhar o personagem Juquinha, o primeiro herói brasileiro dos quadrinhos, na revista Tico-Tico, em 1906.
  17. 17. • Compôs um retrato vivo da sociedade brasileira do início do século XX, retratando a vida carioca, as praias, o carnaval, a moda e costumes e criando personagens típicos da cidade. • A melindrosa era uma personagem recorrente em seu trabalho.
  18. 18. • Na capa de O Malho de 1º de maio de 1920, o gênio brasileiro da caricatura, J. Carlos, brinca com as comemorações do Descobrimento (naquela época, comemorava-se a data no dia 3 de maio). De Cabral aos nossos “papagaios” congressistas, uma crítica rimada de algumas mazelas nacionais: • “A nau descobre / A mensagem encobre / O Congresso e o cobre”. Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=de , acesso em 21/06/2010.
  19. 19. “O início do século XX foi um período de grandes inovações no Brasil. Junto com o cinema e o automóvel, um novo estilo de vida acabou surpreendendo os brasileiros. A charge de J. Carlos mostra como os costumes “civilizados” dos grandes centros urbanos causavam sensação. Alguns espertinhos chegaram a usá-los como desculpa para suas atitudes, digamos, avançadas.” À maneira americana – Não me passes o braço na cintura. (Disponível em – http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=3166 O que tem isso? O lugar é discreto. E que não fosse! Acesso em 10/07/2010) Pensam que somos americanos.
  20. 20. • J. Carlos foi convidado para trabalhar nos estúdios da Disney, mas recusou. • Fez uma charge do papagaio preparando as malas para ir a Hollywood, inspirando a criação do personagem Zé Carioca.
  21. 21. Quadrinhos de J. Carlos • Na revista Careta, de 27 de abril de 1912, está a continuação de uma HQ, como título Brocoió e as suas desventuras. Não há assinatura do autor, mas o traço assemelha-se ao de J. Carlos, que ilustra toda a revista.
  22. 22. No Tico-Tico publicou a série O talento de Juquinha, criando ainda os personagens Jujuba e seu pai, Carrapicho e a negrinha Lamparina, que é considerada sua maior criação nas HQs.
  23. 23. Belmonte: Era Vargas, Nazismo e História do cotidiano • Benedito Carneiro Bastos Barreto (1896 - 1947) foi um caricaturista, pintor, cartunista, cronista, escritor e ilustrador brasileiro. Sua produção foi influenciada por J. Carlos. • Belmonte foi o criador do Juca Pato (1929), que encarnava as aspirações e frustrações da classe média paulistana, fazendo fortes críticas à corrupção política. • O Juca Pato fez sucesso na "Folha da Manhã", atual Folha de S. Paulo, com suas críticas a Getúlio Vargas.
  24. 24. • Foi obrigado pelo DIP a tratar somente de temas internacionais. • Voltou, então, suas atenções para questões internacionais como o imperialismo, o nazismo e a II Guerra Mundial. • Stalin e Hitler eram personagens presentes em suas charges, algumas vezes dividindo espaço com Juca Pato.
  25. 25. • Suas charges contra o nazifascismo chegaram ao conhecimento de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda e da Informação de Hitler: o nazista reagiu, acusando o brasileiro, pelo rádio, de ter sido comprado pelos aliados.
  26. 26. • Com o fim da II Guerra e a decadência do Estado Novo, Belmonte volta novamente sua atenção para Getúlio, aproveitando o momento de transição da ditadura para um governo democrático.
  27. 27. • Belmonte publicou o livro ilustrado No Tempo dos Bandeirantes (1939), o qual classificou como uma reportagem retrospectiva sobre a vila de S. Paulo. • Trabalho pioneiro, o retrata a vida cotidiana dos paulistas de 1600, sendo uma verdadeira história do cotidiano, em oposição à história dos grande heróis e das grandes suas batalhas. • Belmonte pesquisou em testamentos e atas da Câmara Municipal, obras sobre arquitetura, armamento e heráldica.
  28. 28. O surgimento das Histórias em Quadrinhos no Brasil • Os quadrinhos surgiram no Brasil nos jornais, na segunda metade do século XIX, pegando carona o sucesso da charge e da caricatura. • Angelo Agostini é considerado o criador as primeiras histórias em quadrinhos brasileiras. • Periódicos como a Revista Ilustrada, fundada em 1876, por Ângelo Agostini, exploravam a imagem como forma de comunicação.
  29. 29. As primeiras revistas em quadrinhos do Brasil • Em 1905: surgiu o “O Tico-Tico”, criado por Renato de Castro e Manuel Bonfin e publicado pela editora S.A.O. Macho. • Circulou nas bancas de jornal até a década de 1960.
  30. 30. Ao Tico-tico seguiram outras publicações: • A Gazeta Infantil (1929) • O Mundo Infantil (1929) • Suplemento Juvenil (1934) • O Mirim (1939) • • • • • O Lobinho (1939) O Gibi (1939) A Gazetinha (1939) O Globo Juvenil (1937) O Sesinho (1948).
  31. 31. A produção pioneira da EBAL • Adolfo Aizen lançou em 1934 o "Suplemento Juvenil“. • Em 1945 fundou a EBAL (Editora Brasil América Ltda). • Tornou-se um dos pioneiros na produção e edição de histórias em quadrinhos dedicadas a temas históricos e adaptações literárias, valorizando o talento de desenhistas nacionais.
  32. 32. • A EBAL lançou as séries Edições Maravilhosas, Grandes Figuras do Brasil (lançado em 20 volumes, entre 1957 e 1958), História do Brasil e Epopéia. Seu objetivo: reverter o status cultural dos quadrinhos e afastar do Brasil o fantasma da censura aos quadrinhos. • O declínio da editora teve início em fins da década de 1960. Em 1983, a editora encerrou sua produção.
  33. 33. Edson Rontani e o nascimento do Fanzine no Brasil • Fanzine é uma revista editada por um fã. Edson Rontani (1933 1997), desenhista artístico, lecionava desenho em seu Instituto Orbis, situado no centro de Piracicaba. Foi também pintor, jornalista e radialista, tendo produzido capas para revidas da EBAL, como Batman. • Foi o editor do primeiro fanzine brasileiro sobre histórias em quadrinhos publicado em 12 de Outubro de 1965, em Piracicaba (SP), com o nome de "Ficção" (Boletim do Intercâmbio CiênciaFicção Alex Raymond).
  34. 34. • O “Ficção” era composto por textos informativos e uma lista de produções brasileira de quadrinhos desde 1905. Ele teve 12 edições. • A impressão era feita em mimeógrafo à tinta. • Nele, foram divulgadas curiosidades sobre personagens de histórias em quadrinhos, publicações especializadas e editoras. Exemplo de fanzine
  35. 35. • Rontani foi o primeiro a fazer um levantamento sobre a produção de quadrinhos no Brasil. • Entre os destinatários estavam: José Mojica Marins (o "Zé do Caixão"), Gedeone Malagola, Adolfo Aizen, Mauricio de Sousa, Jô Soares, Lyrio Aragão e outros desenhistas ou aficionados em quadrinhos. Nhô Quim, criação do cartunista Edson Rontani.
  36. 36. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: NOGUEIRA, Natania; FERNANDES, Valéria. Os Quadrinhos como fonte de pesquisa histórica: a evolução das artes gráficas no Brasil. Disponível em: http://www.slideshare.net/gibiteca Acesso em 01/12/2010

×