UMA VISÃO COMUNITÁRIA
DA MEDIAÇÃO NOS
CONFLITOS FAMILIARES.
O ATENDIMENTO DAS
CRIANÇAS E OS
ADOLESCENTES
JUAN CARLOS VEZZU...
DIFICULDADES MEDIANDO
 QUAIS

OS CASOS MAIS
FREQÜENTES
 QUAIS AS DIFICULDADES
MAIORES ENCONTRADAS
 QUAIS OS PROCEDIMENT...
ABORDAGEM FAMÍLIA


SOCIAL / CULTURAL /
IDEOLÓGICA



PSICOLÓGICA



LEGAL



ECONÔMICA
© Juan Carlos Vezzulla
SOCIAL / CULTURAL /
IDEOLÓGICA


NORMAS DAS
COMUNIDADES E DAS RELIGIÕES



ACEITAÇÃO SOCIAL E LABORAL



ILUSÓRIOS PESS...
PSICOLÓGICA


IDENTIFICAÇÃO AO GÉNERO



A NECESSIDADE DE
RECONHECIMENTO E DE
SEGURANÇA



A PROCURA DO OUTRO DA
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IDENTIDADE
RECONHECIMENTO
DO SUJEITO

PELO OUTRO

SATISFAÇÃO OU CONFIRMAÇÃO

DESCONHECIMENTO
DO SUJEITO

PELO OUTRO

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LEGAL


FORMALIDADE E RECONHECIMENTO



SEGURANÇA



PROTEÇÃO MULHER



PROTEÇÃO FILHOS



HERANÇAS



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...
ECONÔMICA


UMA ECONOMIA CONJUNTA



FACILITAÇÃO DA VIDA



FACILITAÇÃO DA PROFISSÃO



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

APROVEI...
ENAMORAMENTO
 SENSAÇÃO

DE
CONHECIMENTO ANTERIOR
 PAIXÃO – CONFIANÇA –
INTIMIDADE
 EXPERIÊNCIA DE
SATISFAÇÃO ANTERIOR

...
ENAMORAMENTO
 IDEALIZAÇÃO
 IMAGO
 OBJETO

DA SATISFAÇÃO
 ROTEIRO

vezzulla@imap.pt
FAMÍLIA / PERTENCER
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COOPERAÇÃO

SEGURANÇA

RECONHECI
MENTO
IDENTIDADE

PROTEÇÃO
PÚBLICO
© Juan Carlos Vezzulla
EMOÇÕES


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

AFASTAMENTO – PROTECÇÃO – ÓDIO
(SIMPLIFICAÇÃO)



RELATIVAS À CONTINUIDADE, À
...
FAMÍLIA
CONFLITOS SUBJETIVOS
MANIFESTOS:
DECEPÇÃO, COBRANÇA
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Área Familiar
OS TRIBUNAIS DAVAM POUCA
RELEVÂNCIA ÀS QUESTÕES FAMILIARES.
 A PARTIR DA DÉCADA DE 1970 (DIREITOS
DA MULHER...
ESCOLAS / CONTRIBUTOS
HARVARD
• POSIÇÕES/INTERESSES
– PESSOAS/
PROBLEMAS

CIRCULAR
NARRATIVA
COMUNICAÇÃO TÉCNICAS

TRANSFO...
O MEDIADOR
IMPARCIALIDADE

NEUTRALIDADE – ISENÇÃO
CONFIDENCIALIDADE
CONFIABILIDADE
EMPATIA
AUTO-OBSERVAÇÃO

© Juan Carlos ...
TRABALHO DOS MEDIADOS
INFORMAR ABERTAMENTE
ESCUTAR ATENTAMENTE
RESPEITAR
ESTABELECER CLARAMENTE AS
NECESSIDADES

CRIAR OPÇ...
MEDIAÇÃO
NÃO ADVERSARIAL
 COOPERATIVA
 TRABALHA COM PESSOAS
 NÃO IMPOSITIVA
 DIDÁTICA (CAPACITA)
 AUTOCOMPOSIÇÃO


◦...
ETAPAS DA MEDIAÇÃO
•
•
•

•
•
•
•

•

PRÉ-MEDIAÇÃO
ABERTURA
INVESTIGAÇÃO
AGENDA
CRIAÇÃO DE OPÇÕES
AVALIAÇÃO DAS OPÇÕES
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VISÃO DA REALIDADE

ILUSÓRIA

INTEGRADA

RESPONSÁVEL

• VISÃO OU PERCEPÇÃO PESSOAL DAS COISAS,
PRECONCEITOS, PARADIGMAS......
PRÉ-MEDIAÇÃO
 INÍCIO

DO PROCEDIMENTO
 DAR A CONHECER O
PROCEDIMENTO
 FUNÇÕES E EXPECTATIVAS
 COM CAUCUS (COM OU SEM
S...
PRÉ-MEDIAÇÃO ou reuniões
 INVESTIGAR / DIAGNOSTICAR
 CONVENIÊNCIA – VIOLÊNCIA –
CAPACIDADES DE QUESTIONAMENTO,
DE COOPER...
PRÉ-MEDIAÇÃO









OBJECTIVOS
DEPOR ADVERSARIEDADE
ENFATIZAR COOPERAÇÃO
INSERIR RESPEITO COMO MODELO DE
RELACIO...
PRÉ-MEDIAÇÃO




APRESENTAÇÃO PESSOAL
BOAS-VINDAS
APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO
REGRAS E PRINCÍPIOS, PAPEL DO MEDIADOR E...
PRÉ-MEDIAÇÃO
DIFICULDADES
 CONDUÇÃO JUSTA DOS TEMPOS
 RAPIDEZ E SUPERFICIALIDADE NO
TRATAMENTO DAS QUESTÕES
TÉCNICAS
 P...
OBJETIVOS NA MEDIAÇÃO
FAMILIAR COM CASAIS
PRODUZIR UM RECONHECIMENTO
PELA COMUNICAÇÃO DAS
MOTIVAÇÕES
 PRODUZIR A SENSIBIL...
OBJETIVOS NA MEDIAÇÃO
FAMILIAR COM CASAIS
QUEBRAR CRISTALIZAÇÕES NO
RELACIONAMENTO E NAS QUEIXAS
 OBJETIVAR (AGRESSÕES) C...
ETAPAS DA MEDIAÇÃO
ETAPA:
INVESTIGAÇÃO

ETAPA:
OBJETIVAÇÃO
ADMINISTRAÇÃO
VISÃO ILUSÓRIA
VISÃO INTEGRADA
PASSAR A:
PASSAR A...
ABERTURA DA MEDIAÇÃO




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APRESENTAÇÃO
ESCLARECIMENTO REGRAS
- INFORMAÇÃO SOBRE O PROCEDIMENTO
- ATUAÇÃO DO ...
APRESENTAÇÃO
>

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>

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LEGITIMAÇÃO
•

PROCURA VALIDAR A SITUAÇÃO
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DEMONSTRAR QUE TEMOS
ESCUTADO A PREOCUPAÇÃO OU
A NECESSI...
ESCUTA ATIVA









SEM PENSAMENTOS PARASITAS
SEM ASSOCIAÇÃO A OUTROS CASOS
SEM CONCLUIR
SEM PRÉ JULGAR
SEM ANTEC...
OBJETIVOS
ACOLHER AS PESSOAS E AS SUAS
HISTÓRIAS (MOTIVAÇÕES)
 FAVORECER A ESCUTA E O
RECONHECIMENTO
(SENSIBILIZAR)
 REC...
INVESTIGAÇÃO

TIPOS DE PERGUNTAS
ABERTAS
= PARA CONHECER OS MEDIADOS E AS SUAS
REALIDADES

= PARA INVESTIGAR O CONFLITO E ...
DISCURSO SEMÁFOROS
 TENTA

SER RACIONAL

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◦ PALAVRAS GENÉRICAS (EX:
ADJECTIVOS)
◦ ERUP...
INVESTIGAÇÃO
CIRCULARES
= PARA AMPLIAR O CENTRO DA
QUESTÃO, MUDAR A NARRATIVA E
QUEBRAR A VISÃO IMAGINÁRIA
= PARA CONHECER...
CADEIRA VAZIA

•DEVE SER USADA QUANDO A
OPINIÃO DE UMA PESSOA AUSENTE
PODE TRAZER UMA MELHOR
REFLEXÃO SOBRE O TEMA A SER
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RESUMOS

LINEAR
• RESSALTAR INTERESSES

• REFORÇAR A ESCUTA
• LIMPAR A COMUNICAÇÃO
• RESSALTAR NOVAS INFORMAÇÕES
QUE AMPLI...
RESUMOS

COOPERATIVO
• RESSALTAR COINCIDÊNCIAS OU
CONVERGÊNCIAS
• DEPOR ADVERSARIEDADE
• PROMOVER COOPERAÇÃO
• MARCAR O RU...
DE RESPONSABILIZAÇÃO
-

QUANDO NÃO SE CONSEGUE
A SENSIBILIZAÇÃO SE LEVA OS
PARTICIPANTES A SE
APROPRIAREM DO PROBLEMA.
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DE RESPONSABILIZAÇÃO
A FUTURO
•

•

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DO MILAGRE
 : QUANDO

NÃO CONSEGUEM
SAIR DO PASSADO, SE CONVIDA A
PENSAR COMO SERIA A VIDA SE
POR UM MILAGRE TUDO
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REFORMULAÇÃO POSITIVA
 TRANSFORMAR AS AGRESSÕES

EM

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DESEJOS CONTIDOS NELAS.
 AO DESCOBRIR A RAZÃ...
AGENDA
ORDENAR OS TEMAS A SEREM
TRABALHADOS,
• ACALMAR AS ANSIEDADES,
• ESTIMULAR OS MEDIADOS A
APRESENTAR OS TEMAS QUE DE...
PENSÃO ALIMENTÍCIA
NECESSIDADES
 COMIDAS ………………….
 VESTUÁRIO ………………
 ESTUDOS ………………….
 TRANSPORTES …………
 LAZER ………………...
VISITAS AGENDA
o

HS SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO
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ALIMENTOS
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CÁLCULO DE CO-PARTICIPAÇÃO
 RENDIMENTO DO PAI
+
 RENDIMENTO DA MÃE
= TOTAL
 RENDIMENTO PAI DIVIDIDO DO TOT...
CO MEDIAÇÃO
 Interdisciplinar
 Género
 Afinidade
© Juan Carlos Vezzulla

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CO MEDIAÇÃO
 Pura
 Mediador

/ Co-Mediador

 Revezamento

© Juan Carlos Vezzulla

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EMOÇÕES
◦ PERCEPÇÃO – REACÇÃO –
◦ MODIFICAÇÃO CORPORAL
◦ AUTOPRESERVAÇÃO – PERPETUAÇÃO
DA ESPÉCIE
◦ CONSCIÊNCIA DA MODIFIC...
EMOÇÕES
 SENTIMENTOS

◦ AUTOPRESERVAÇÃO – PERPETUAÇÃO DA ESPÉCIE
◦ PERCEPÇÃO – REACÇÃO

ACOLHER - OBJECTIVAR

 AFECTOS

...
EMOÇÕES
 AÇÃO

DO MEDIADOR:
ACOLHER - OBJETIVAR
RECONHECER
PEDIR VERBALIZAR –
◦ VER CONSEQUÊNCIAS

© Juan Carlos Vezzulla...
PAUSAS TÉCNICAS
 INTERRUPÇÕES

PARA:

 TROCAR

IDEIAS
 ANALISAR A SITUAÇÃO
 SUBIR À GALERIA
 PROGRAMAR A CONTINUIDADE...
SUBIR À GALERIA
• MOMENTO PARA OBSERVAR E AVALIAR A
MEDIAÇÃO
• PODE SER USADA DURANTE A PAUSA OU
DENTRO DA PRÓPRIA MEDIAÇÃ...
CAUCUS
NA MEDIAÇÃO FAMILIAR

 SEM SIGILO
 Aprofundar investigação

sobre violência
 Des-vitimizar Responsabilizar
 Esc...
FUNÇÕES NA FAMÍLIA



DOS FILHOS (ILUSÓRIOS)
FUNCIONAL, PAGAMENTO
DÍVIDA VIDA, REALIZAÇÕES
EDÍPICAS, COMO IDEAL,
NEGAÇÃO...
FUNÇÕES NA FAMÍLIA
 MATERNA

FUSÃO, DEPENDÊNCIA,
COMPLEMENTO
 PATERNA
SEPARAÇÃO,
EMANCIPAÇÃO, LEI
© Juan Carlos Vezzul...
DIFICULDADES FAMÍLIA
 DESCONHECIMENTO

DA IDENTIDADE
 CONTINUIDADE COMO AUXILIAR
 CONTINUAÇÃO DA DEPENDÊNCIA
 CONCEITO...
OBJETIVOS NA MEDIAÇÃO
FAMILIAR COM FILHOS
INTER-RELAÇÃO PERMANENTE COM
OS ILUSÓRIOS DO CASAL E SEUS
CONFLITOS PESSOAIS
 S...
OBJECTIVOS DA MEDIAÇÃO
FAMILIAR COM FILHOS
(ACOMPANHAMENTO DOS FILHOS)
NECESSIDADES DOS FILHOS
REALIDADE DOS FILHOS
POS...
CONSIDERAÇÕES NA
MEDIAÇÃO COM FILHOS


REALIDADE DOS FILHOS
IDADE (NECESSIDADES)
DEPENDÊNCIAS AFECTIVAS
MORADA
SOCIAL...
AS NECESSIDADES
EVOLUTIVAS
 MESES
 DOIS

A TRÊS ANOS
 QUATRO A SETE ANOS
 SETE A ONZE ANOS
 DOZE A DEZOITO
 DEZANOVE...
OS FILHOS NA MEDIAÇÃO




SIMBÓLICA
◦ DESCRIPÇÃO DOS FILHOS
◦ DESCRIPÇÃO DO DIA A DIA
◦ DESCRIPÇÃO DOS FINAIS DE SEMANA
...
SESSÃO COM CRIANÇAS
ACOLHER
 PERCEBER A COMUNICAÇÃO COM OS
PAIS
 DISPOR DE MATERIAL DE JOGO E
DESENHO
 COMUNICAR PELO C...
SESSÃO COM CRIANÇAS
PERCEBER A SUA PREOCUPAÇÃO
 PERCEBER O SEU DESEJO
 FACILITAR A EXPRESSÃO CORPORAL,
TEATRAL E GRÁFICA...
FAMÍLIA / FILHOS


RESPONSABILIDADE PARENTAL
RESIDÊNCIA
ACTIVIDADES (VISITAS)
NECESSIDADES AFECTIVAS
NECESSIDADES MAT...
ADOLESCENTES
– CARACTERÍSTICAS –
 BIOLÓGICAS
 FAMILIARES
 SOCIAIS
 PSICOLÓGICAS
 LEGAIS
©Juan Carlos Vezzulla
vezzull...
ADOLESCENTES
– NECESSIDADES –
 NOVAS

E DESCONHECIDAS

 EXPERIÊNCIAS

DE SATISFAÇÃO E DE
LIMITES

 TEMPO
 DA

–

DEPEN...
RESPONSABILIDADE INTEGRAL
RECONHECIMENTO DAS NOVAS
NECESSIDADES E DA NOVA IDENTIDADE
PROTEÇÃO ATÉ DE SI MESMOS.
 FAMÍLIA
...
DIFICULDADES FAMÍLIA
DESCONHECIMENTO DA IDENTIDADE
 CONTINUIDADE COMO AUXILIAR
 CONTINUAÇÃO DA DEPENDÊNCIA
 CONCEITO BI...
DIFICULDADES SOCIEDADE
ESCOLA:
 OBJETO DOS PROFESSORES E DO
PROGRAMA
 NEGAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO
 IMPOSIÇÃO DE DISCIPLINA ...
DISFUNÇÃO SOCIEDADE
COMUNIDADE
 NEGAÇÃO DE ESPAÇO
 NEGAÇÃO DE IDENTIDADE
 PERSEGUIÇÃO
 REJEIÇÃO
 CONSIDERADO PERIGOSO...
DISFUNÇÃO ESTADO
 IDEOLOGIA

DOMINANTE ABRE ESPAÇO
ÉTICO, MAS FECHA ESPAÇO
ECONÓMICO
 NÃO DISPÕE DE POLÍTICAS PÚBLICAS
S...
DA TRANSGRESSÃO AO ATO
INFRACIONAL
TRANSGRESSÃO: EXPERIÊNCIA
RECONHECIMENTO DE NOVAS
NECESSIDADES, SATISFAÇÃO E LIMITES.
...
EXPERIÊNCIAS COM
ADOLESCENTES EM CONFLITO COM
A LEI
 DESENVOLVER

RESPONSABILIDADE E
TRANSCENDÊNCIA DOS ATOS
 MEDIAÇÃO C...
SERVIÇO DE MEDIAÇÃO COM
ADOLESCENTES
 OBJETIVOS:

ACOLHER – PERMITIR A
EXPRESSÃO – RECONHECER A
IDENTIDADE E AS NECESSIDA...
INTERAÇÃO
NECESSÁRIA
TRIBUNAIS
MEDIAÇÃO

ESTADO

ESCOLA

ADOLESCENTES
E VÍTIMAS

FAMÍLIA

COMUNIDADE

POLÍCIA

©Juan Carlo...
INTERAÇÃO

REPRESENTANTE
DA REALIDADE

©Juan Carlos Vezzulla
vezzulla@imap.pt
PROCEDIMENTO
 PRÉ-MEDIAÇÃO

(VOLUNTÁRIA)
 MEDIAÇÃO COM O REPRESENTANTE
 MEDIAÇÃO COM A FAMÍLIA
 MEDIAÇÃO COM A ESCOLA
...
RESULTADOS
 OFERECER

O ESPAÇO ONDE POSSA:
 SER RESPEITADO E PROTEGIDO
 EXPRESSAR-SE – OUVIR E SER OUVIDO
 REVALORIZAR...
 RESOLUTIVA

◦ PROCEDIMENTO DE AUTOCOMPOSIÇÃO
 ORGANIZACIONAL

◦ HORIZONTAL
◦ INTERACTIVA INCLUSIVA
◦ DINÂMICA PARTICIPA...
TESE SOBRE DISCIPLINA
PROPOSTA DA MEDIAÇÃO
COMUNICAÇÃO DIRETA INCLUSIVA
 RECONHECIMENTOS DOS SABERES
E DAS NECESSIDADES DE TODOS
 ATENDIMENTO ...
PARTICIPAÇÃO
FUNÇÃO DE DESENVOLVIMENTO
 PELA INCLUSÃO E O
RECONHECIMENTO
 INTERACÇÃO
◦ PELA COOPERAÇÃO
◦ PELO RESPEITO
...
COMO IMPLEMENTAR UM PROGRAMA
DE MEDIAÇÃO ESCOLAR
PASSOS A DAR:
1.MINISTRAR SEMINÁRIOS E PALESTRAS
SENSIBILIZAÇÃO
PARA
DIRE...
COMO IMPLEMENTAR UM PROGRAMA
DE MEDIAÇÃO ESCOLAR
5. CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE EM
RESOLUÇÃO DE CONFLITOS.
6. AULAS DE RE...
COMO IMPLEMENTAR UM
PROGRAMA DE MEDIAÇÃO ESCOLAR
9.

IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA

- RESPONSABILIDADE DOS
MEDIADORES ESTUDANT...
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Curso familia fortaleza setembro 2013

  1. 1. UMA VISÃO COMUNITÁRIA DA MEDIAÇÃO NOS CONFLITOS FAMILIARES. O ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS E OS ADOLESCENTES JUAN CARLOS VEZZULLA
  2. 2. DIFICULDADES MEDIANDO  QUAIS OS CASOS MAIS FREQÜENTES  QUAIS AS DIFICULDADES MAIORES ENCONTRADAS  QUAIS OS PROCEDIMENTOS PARA SUPERÁ-LAS  QUAIS AS EXPECTATIVAS NESTE CURSO © Juan Carlos Vezzulla
  3. 3. ABORDAGEM FAMÍLIA  SOCIAL / CULTURAL / IDEOLÓGICA  PSICOLÓGICA  LEGAL  ECONÔMICA © Juan Carlos Vezzulla
  4. 4. SOCIAL / CULTURAL / IDEOLÓGICA  NORMAS DAS COMUNIDADES E DAS RELIGIÕES  ACEITAÇÃO SOCIAL E LABORAL  ILUSÓRIOS PESSOAIS  GLOBALIZAÇÃO PENSAMENTO HEGEMÔNICO © Juan Carlos Vezzulla
  5. 5. PSICOLÓGICA  IDENTIFICAÇÃO AO GÉNERO  A NECESSIDADE DE RECONHECIMENTO E DE SEGURANÇA  A PROCURA DO OUTRO DA SATISFAÇÃO (PREENCHER A FALTA) © Juan Carlos Vezzulla
  6. 6. IDENTIDADE RECONHECIMENTO DO SUJEITO PELO OUTRO SATISFAÇÃO OU CONFIRMAÇÃO DESCONHECIMENTO DO SUJEITO PELO OUTRO FRUSTRAÇÃO / PERDA/ AMEAÇA PERDA IDENTIDADE © Juan Carlos Vezzulla
  7. 7. LEGAL  FORMALIDADE E RECONHECIMENTO  SEGURANÇA  PROTEÇÃO MULHER  PROTEÇÃO FILHOS  HERANÇAS  ORDEM SOCIAL © Juan Carlos Vezzulla
  8. 8. ECONÔMICA  UMA ECONOMIA CONJUNTA  FACILITAÇÃO DA VIDA  FACILITAÇÃO DA PROFISSÃO  ACUMULAÇÃO DE BENS  APROVEITAMENTO DOS CRÉDITOS  BENEFÍCIOS IMPOSITIVOS © Juan Carlos Vezzulla
  9. 9. ENAMORAMENTO  SENSAÇÃO DE CONHECIMENTO ANTERIOR  PAIXÃO – CONFIANÇA – INTIMIDADE  EXPERIÊNCIA DE SATISFAÇÃO ANTERIOR vezzulla@imap.pt
  10. 10. ENAMORAMENTO  IDEALIZAÇÃO  IMAGO  OBJETO DA SATISFAÇÃO  ROTEIRO vezzulla@imap.pt
  11. 11. FAMÍLIA / PERTENCER CONFIANÇA COOPERAÇÃO SEGURANÇA RECONHECI MENTO IDENTIDADE PROTEÇÃO PÚBLICO © Juan Carlos Vezzulla
  12. 12. EMOÇÕES  RELATIVAS À AUTOPRESERVAÇÃO  AFASTAMENTO – PROTECÇÃO – ÓDIO (SIMPLIFICAÇÃO)  RELATIVAS À CONTINUIDADE, À TRANSCENDÊNCIA  APROXIMAÇÃO – ENTREGA – DISSOLUÇÃO NO OUTRO – AMOR (TODOS MAIS COMPLEXOS) © Juan Carlos Vezzulla
  13. 13. FAMÍLIA CONFLITOS SUBJETIVOS MANIFESTOS: DECEPÇÃO, COBRANÇA INSATISFAÇÃO, VINGANÇA  LATENTES: IDENTIDADE. O OUTRO IMPEDE  © Juan Carlos Vezzulla
  14. 14. ADMINISTRAÇÃO DOS CONFLITOS P 2 R Ó 4 P R I O 1 S DO OUTRO INTERESSES 5 1) 0 P 0 DO EVITAR 2) 100 P 0 DO COMPETIR 3) O P 100 DO CEDER 4) 50 P 50 DO CONCEDER 3 5) 100 P 100 DO COOPERAR © Juan Carlos Vezzulla
  15. 15. Área Familiar OS TRIBUNAIS DAVAM POUCA RELEVÂNCIA ÀS QUESTÕES FAMILIARES.  A PARTIR DA DÉCADA DE 1970 (DIREITOS DA MULHER, DIREITOS DA CRIANÇA E DEFESA DOS DIREITOS DO HOMEM) AS QUESTÕES FAMILIARES GANHAM UM NOVO ESPAÇO.  JOHN HAYNES (ESTADOS UNIDOS)  LISA PARKINSON (REINO UNIDO)  © Juan Carlos Vezzulla 16
  16. 16. ESCOLAS / CONTRIBUTOS HARVARD • POSIÇÕES/INTERESSES – PESSOAS/ PROBLEMAS CIRCULAR NARRATIVA COMUNICAÇÃO TÉCNICAS TRANSFORMATIVA • PESSOAS EM CONDIÇÕES DE EXERCER A AUTOCOMPOSIÇÃO © Juan Carlos Vezzulla
  17. 17. O MEDIADOR IMPARCIALIDADE NEUTRALIDADE – ISENÇÃO CONFIDENCIALIDADE CONFIABILIDADE EMPATIA AUTO-OBSERVAÇÃO © Juan Carlos Vezzulla
  18. 18. TRABALHO DOS MEDIADOS INFORMAR ABERTAMENTE ESCUTAR ATENTAMENTE RESPEITAR ESTABELECER CLARAMENTE AS NECESSIDADES CRIAR OPÇÕES ASSUMIR RESPONSABILIDADES © Juan Carlos Vezzulla
  19. 19. MEDIAÇÃO NÃO ADVERSARIAL  COOPERATIVA  TRABALHA COM PESSOAS  NÃO IMPOSITIVA  DIDÁTICA (CAPACITA)  AUTOCOMPOSIÇÃO  ◦ BOA FÉ ◦ RESPEITO © Juan Carlos Vezzulla
  20. 20. ETAPAS DA MEDIAÇÃO • • • • • • • • PRÉ-MEDIAÇÃO ABERTURA INVESTIGAÇÃO AGENDA CRIAÇÃO DE OPÇÕES AVALIAÇÃO DAS OPÇÕES ESCOLHA DAS OPÇÕES SOLUÇÃO © Juan Carlos Vezzulla
  21. 21. VISÃO DA REALIDADE ILUSÓRIA INTEGRADA RESPONSÁVEL • VISÃO OU PERCEPÇÃO PESSOAL DAS COISAS, PRECONCEITOS, PARADIGMAS... • É PARCIALIZADA • NOVA VISÃO OU SÍNTESE RESULTANTE DA INTERACÇÃO DAS VISÕES ILUSÓRIAS DE MAIS DE UMA PESSOA • VISÃO E COMPREENSÃO DA FUNÇÃO OU PAPEL A SER CUMPRIDO POR CADA PESSOA COMO RESULTADO DA VISÃO INTEGRADA. © Juan Carlos Vezzulla
  22. 22. PRÉ-MEDIAÇÃO  INÍCIO DO PROCEDIMENTO  DAR A CONHECER O PROCEDIMENTO  FUNÇÕES E EXPECTATIVAS  COM CAUCUS (COM OU SEM SIGILO) © Juan Carlos Vezzulla 23
  23. 23. PRÉ-MEDIAÇÃO ou reuniões  INVESTIGAR / DIAGNOSTICAR  CONVENIÊNCIA – VIOLÊNCIA – CAPACIDADES DE QUESTIONAMENTO, DE COOPERAÇÃO, DE INTERACÇÃO, DE RESPONSABILIZAÇÃO.  DEFINIR COM ELES PARTICIPANTES E PRIORIDADES © Juan Carlos Vezzulla 24
  24. 24. PRÉ-MEDIAÇÃO         OBJECTIVOS DEPOR ADVERSARIEDADE ENFATIZAR COOPERAÇÃO INSERIR RESPEITO COMO MODELO DE RELACIONAMENTO PROCURAR CONFIANÇA DOS PARTICIPANTES NO PROCEDIMENTO RESPONSABILIZAR OS PARTICIPANTES PELO RESULTADO APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO CONVENIÊNCIA © Juan Carlos Vezzulla 25
  25. 25. PRÉ-MEDIAÇÃO    APRESENTAÇÃO PESSOAL BOAS-VINDAS APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO REGRAS E PRINCÍPIOS, PAPEL DO MEDIADOR E O QUE SE ESPERA DOS MEDIADOS, FUNCIONAMENTO     ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS CONVITE FALAR E OUVIR AVALIAÇÃO CONJUNTA DA VIABILIDADE LEITURA E ASSINATURA DO TERMO DE CONSENTIMENTO © Juan Carlos Vezzulla 26
  26. 26. PRÉ-MEDIAÇÃO DIFICULDADES  CONDUÇÃO JUSTA DOS TEMPOS  RAPIDEZ E SUPERFICIALIDADE NO TRATAMENTO DAS QUESTÕES TÉCNICAS  PRESSÃO PARA A REALIZAÇÃO IMEDIATA DA MEDIAÇÃO  © Juan Carlos Vezzulla 27
  27. 27. OBJETIVOS NA MEDIAÇÃO FAMILIAR COM CASAIS PRODUZIR UM RECONHECIMENTO PELA COMUNICAÇÃO DAS MOTIVAÇÕES  PRODUZIR A SENSIBILIZAÇÃO PARA QUE SE TRABALHE EM COOPERAÇÃO, SE SOLIDARIZEM E SE RESPEITEM  RECONHECENDO E ASSUMINDO A RESPONSABILIDADE  PASSADO – PRESENTE – FUTURO  © Juan Carlos Vezzulla
  28. 28. OBJETIVOS NA MEDIAÇÃO FAMILIAR COM CASAIS QUEBRAR CRISTALIZAÇÕES NO RELACIONAMENTO E NAS QUEIXAS  OBJETIVAR (AGRESSÕES) CAMINHOS SEM SAÍDA. CÍRCULOS VICIOSOS  OBJETIVAR QUE O QUE SE TEM É O QUE SE ESCOLHEU (MOTIVAÇÕES CONSCIENTES)  OBJETIVAR NECESSIDADES A SER ATENDIDAS  © Juan Carlos Vezzulla
  29. 29. ETAPAS DA MEDIAÇÃO ETAPA: INVESTIGAÇÃO ETAPA: OBJETIVAÇÃO ADMINISTRAÇÃO VISÃO ILUSÓRIA VISÃO INTEGRADA PASSAR A: PASSAR A: VISÃO INTEGRADA VISÃO RESPONSÁVEL TEMPO: PASSADO E TEMPOS: PRESENTE E PRESENTE FUTURO © Juan Carlos Vezzulla
  30. 30. ABERTURA DA MEDIAÇÃO    ACOLHIMENTO APRESENTAÇÃO ESCLARECIMENTO REGRAS - INFORMAÇÃO SOBRE O PROCEDIMENTO - ATUAÇÃO DO MEDIADOR - RESPONSABILIDADE DOS MEDIADOS   DÚVIDAS CONVITE A FALAR / ESCUTAR © Juan Carlos Vezzulla
  31. 31. APRESENTAÇÃO > GANHAR A CONFIANÇA DOS PARTICIPANTES > SENSIBILIZAR/ INTRODUZIR O RESPEITO > PEDIR O MÁXIMO DE INFORMAÇÕES > DEIXAR OS PARTICIPANTES MAIS À VONTADE > GARANTIR O SIGILO > ESTABELECER A ESCUTA ATIVA > CONSCIENCIALIZAR SOBRE COOPERAÇÃO > FACILITAR A APROPRIAÇÃO > ESCLARECER QUE O MEDIADOR NÃO DECIDE © Juan Carlos Vezzulla
  32. 32. LEGITIMAÇÃO • PROCURA VALIDAR A SITUAÇÃO VIVIDA PELOS MEDIADOS E DEMONSTRAR QUE TEMOS ESCUTADO A PREOCUPAÇÃO OU A NECESSIDADE APRESENTADA. • VISA DEMONSTRAR QUE A SUA MENSAGEM FOI RECEBIDA E QUE NÃO PRECISA FICAR RÍGIDO. © Juan Carlos Vezzulla
  33. 33. ESCUTA ATIVA        SEM PENSAMENTOS PARASITAS SEM ASSOCIAÇÃO A OUTROS CASOS SEM CONCLUIR SEM PRÉ JULGAR SEM ANTECIPAR RESPEITANDO: TEMPOS – MODOS ATENDENDO A: QUE SE DIZ – QUE SE QUER DIZER COM ISSO – QUE EXPRESSA © Juan Carlos Vezzulla
  34. 34. OBJETIVOS ACOLHER AS PESSOAS E AS SUAS HISTÓRIAS (MOTIVAÇÕES)  FAVORECER A ESCUTA E O RECONHECIMENTO (SENSIBILIZAR)  RECONSTRUÇÃO DO PRESENTE  OBJETIVAÇÃO DA SITUAÇÃO (CONFLITOS E INFORMAÇÃO)  PLANIFICAÇÃO RESPONSÁVEL DO FUTURO © Juan Carlos Vezzulla 
  35. 35. INVESTIGAÇÃO TIPOS DE PERGUNTAS ABERTAS = PARA CONHECER OS MEDIADOS E AS SUAS REALIDADES = PARA INVESTIGAR O CONFLITO E A INTERRELAÇÃO = PARA CONHECER OS INTERESSES, MOTIVAÇÕES E NECESSIDADES = PARA DESCOBRIR AS EMOÇÕES © Juan Carlos Vezzulla 36
  36. 36. DISCURSO SEMÁFOROS  TENTA SER RACIONAL O INCONSCIENTE MANIFESTA-SE PELAS ◦ PALAVRAS GENÉRICAS (EX: ADJECTIVOS) ◦ ERUPÇÃO DE TEMAS OU PALAVRAS APARENTEMENTE DESCONEXAS ◦ INTERRUPÇÃO, MUDANÇA DE TEMA © Juan Carlos Vezzulla 37
  37. 37. INVESTIGAÇÃO CIRCULARES = PARA AMPLIAR O CENTRO DA QUESTÃO, MUDAR A NARRATIVA E QUEBRAR A VISÃO IMAGINÁRIA = PARA CONHECER AS FANTASIAS NAS INTER-RELAÇÕES = PARA QUE EXPRESSEM O QUE NUNCA DISSERAM UM AO OUTRO © Juan Carlos Vezzulla 38
  38. 38. CADEIRA VAZIA •DEVE SER USADA QUANDO A OPINIÃO DE UMA PESSOA AUSENTE PODE TRAZER UMA MELHOR REFLEXÃO SOBRE O TEMA A SER ABORDADO. © Juan Carlos Vezzulla 39
  39. 39. RESUMOS LINEAR • RESSALTAR INTERESSES • REFORÇAR A ESCUTA • LIMPAR A COMUNICAÇÃO • RESSALTAR NOVAS INFORMAÇÕES QUE AMPLIAM A COMPREENSÃO DO CONFLITO • MARCAR O RUMO DO TRABALHO © Juan Carlos Vezzulla 40
  40. 40. RESUMOS COOPERATIVO • RESSALTAR COINCIDÊNCIAS OU CONVERGÊNCIAS • DEPOR ADVERSARIEDADE • PROMOVER COOPERAÇÃO • MARCAR O RUMO DO TRABALHO © Juan Carlos Vezzulla 41
  41. 41. DE RESPONSABILIZAÇÃO - QUANDO NÃO SE CONSEGUE A SENSIBILIZAÇÃO SE LEVA OS PARTICIPANTES A SE APROPRIAREM DO PROBLEMA. PARA QUEBRAR RELAÇÕES EM QUE SE CONSIDERAM VITIMAS.  O QUE ESTÁ A FAZER PARA QUE ISSO NÃO ACONTEÇA? © Juan Carlos Vezzulla 42
  42. 42. DE RESPONSABILIZAÇÃO A FUTURO • • - PROMOVEM A REFLEXÃO DA TRANSCENDÊNCIA DO QUE ESTÁ SENDO TRABALHADO. EX.:COMO GOSTARIA QUE OS SEUS FILHOS LEMBRASSEM DESTE MOMENTO DAQUI A QUINZE ANOS? E QUE O QUE GOSTARIA QUE ELES LEMBRASSEM DO QUE O SENHOR FEZ PARA SUPERAR ESSA SITUAÇÃO? © Juan Carlos Vezzulla 43
  43. 43. DO MILAGRE  : QUANDO NÃO CONSEGUEM SAIR DO PASSADO, SE CONVIDA A PENSAR COMO SERIA A VIDA SE POR UM MILAGRE TUDO ESTIVESSE COMO CADA UM DELES GOSTARIA. É UMA FORMA DE CRIAR UM PROJECTO DE VIDA. NORMALMENTE TOMAM CONSCIÊNCIA DE QUE NÃO SABEM O QUE DESEJAM POR FICAR NO PASSADO. © Juan Carlos Vezzulla 44
  44. 44. REFORMULAÇÃO POSITIVA  TRANSFORMAR AS AGRESSÕES EM PREOCUPAÇÕES,TEMORES E DESEJOS CONTIDOS NELAS.  AO DESCOBRIR A RAZÃO DAS AGRESSÕES SE PODE COMEÇAR A OBJECTIVAR E A ABORDAR O PROBLEMA.  SE SE FICA NA AGRESSÃO, ELES DEIXAM DE SE ESCUTAR. © Juan Carlos Vezzulla 45
  45. 45. AGENDA ORDENAR OS TEMAS A SEREM TRABALHADOS, • ACALMAR AS ANSIEDADES, • ESTIMULAR OS MEDIADOS A APRESENTAR OS TEMAS QUE DESEJAM ABORDAR, • PAUTA DE TRABALHO A SER SEGUIDA CONTANDO COM AS MOTIVAÇÕES E AS LIMITAÇÕES QUE DEVEM SER ATENDIDAS (SATISFEITAS) EM CADA TEMA. • PONTO DE PARTIDA DA CRIAÇÃO DE OPÇÕES. • © Juan Carlos Vezzulla 46
  46. 46. PENSÃO ALIMENTÍCIA NECESSIDADES  COMIDAS ………………….  VESTUÁRIO ………………  ESTUDOS ………………….  TRANSPORTES …………  LAZER ………………………  SAÚDE ……………………..  OUTROS ……………………  TOTAL ………  vezzulla@imap.pt
  47. 47. VISITAS AGENDA o HS SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO DOMINGO 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 © Juan Carlos Vezzulla 48
  48. 48. ALIMENTOS  CÁLCULO DE CO-PARTICIPAÇÃO  RENDIMENTO DO PAI +  RENDIMENTO DA MÃE = TOTAL  RENDIMENTO PAI DIVIDIDO DO TOTAL = % DO PAI  RENDIMENTO MÃE DIVIDIDO DO TOTAL = % DA MÃE © Juan Carlos Vezzulla 49
  49. 49. CO MEDIAÇÃO  Interdisciplinar  Género  Afinidade © Juan Carlos Vezzulla 50
  50. 50. CO MEDIAÇÃO  Pura  Mediador / Co-Mediador  Revezamento © Juan Carlos Vezzulla 51
  51. 51. EMOÇÕES ◦ PERCEPÇÃO – REACÇÃO – ◦ MODIFICAÇÃO CORPORAL ◦ AUTOPRESERVAÇÃO – PERPETUAÇÃO DA ESPÉCIE ◦ CONSCIÊNCIA DA MODIFICAÇÃO PERMANÊNCIA – JUSTIFICADAS RACIONALMENTE © Juan Carlos Vezzulla 52
  52. 52. EMOÇÕES  SENTIMENTOS ◦ AUTOPRESERVAÇÃO – PERPETUAÇÃO DA ESPÉCIE ◦ PERCEPÇÃO – REACÇÃO ACOLHER - OBJECTIVAR  AFECTOS ◦ MODIFICAÇÃO - CONSCIÊNCIA  EMOÇÕES ◦ PERMANÊNCIA - JUSTIFICADAS EXPRESSAR – VER CONSEQUÊNCIAS © Juan Carlos Vezzulla 53
  53. 53. EMOÇÕES  AÇÃO DO MEDIADOR: ACOLHER - OBJETIVAR RECONHECER PEDIR VERBALIZAR – ◦ VER CONSEQUÊNCIAS © Juan Carlos Vezzulla 54
  54. 54. PAUSAS TÉCNICAS  INTERRUPÇÕES PARA:  TROCAR IDEIAS  ANALISAR A SITUAÇÃO  SUBIR À GALERIA  PROGRAMAR A CONTINUIDADE © Juan Carlos Vezzulla 55
  55. 55. SUBIR À GALERIA • MOMENTO PARA OBSERVAR E AVALIAR A MEDIAÇÃO • PODE SER USADA DURANTE A PAUSA OU DENTRO DA PRÓPRIA MEDIAÇÃO • PROCURA RETOMAR O EQUILÍBRIO • EVITA DECISÕES PRECIPITADAS • PERMITE DAR CONTINUIDADE OU NÃO À MEDIAÇÃO • POSSIBILITA AO MEDIADOR ANALISAR AS SUAS REACÇÕES NATURAIS © Juan Carlos Vezzulla 56
  56. 56. CAUCUS NA MEDIAÇÃO FAMILIAR  SEM SIGILO  Aprofundar investigação sobre violência  Des-vitimizar Responsabilizar  Esclarecer se estão dadas as condições para continuar © Juan Carlos Vezzulla 57
  57. 57. FUNÇÕES NA FAMÍLIA  DOS FILHOS (ILUSÓRIOS) FUNCIONAL, PAGAMENTO DÍVIDA VIDA, REALIZAÇÕES EDÍPICAS, COMO IDEAL, NEGAÇÃO DA MORTE © Juan Carlos Vezzulla - IMAP
  58. 58. FUNÇÕES NA FAMÍLIA  MATERNA FUSÃO, DEPENDÊNCIA, COMPLEMENTO  PATERNA SEPARAÇÃO, EMANCIPAÇÃO, LEI © Juan Carlos Vezzulla - IMAP
  59. 59. DIFICULDADES FAMÍLIA  DESCONHECIMENTO DA IDENTIDADE  CONTINUIDADE COMO AUXILIAR  CONTINUAÇÃO DA DEPENDÊNCIA  CONCEITO BINÁRIO: CRIANÇA – ADULTO  NEGAÇÃO DO TEMPO  FALHA DA FUNÇÃO PATERNA ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  60. 60. OBJETIVOS NA MEDIAÇÃO FAMILIAR COM FILHOS INTER-RELAÇÃO PERMANENTE COM OS ILUSÓRIOS DO CASAL E SEUS CONFLITOS PESSOAIS  SIGNIFICADOS IMAGINÁRIOS DOS FILHOS  INSERÇÃO DOS FILHOS NA COMPLEXIDADE HISTÓRICA FAMILIAR, PESSOAL E DO RELACIONAMENTO. O GENOGRAMA  © Juan Carlos Vezzulla
  61. 61. OBJECTIVOS DA MEDIAÇÃO FAMILIAR COM FILHOS (ACOMPANHAMENTO DOS FILHOS) NECESSIDADES DOS FILHOS REALIDADE DOS FILHOS POSSIBILIDADES DOS PAIS © Juan Carlos Vezzulla 62
  62. 62. CONSIDERAÇÕES NA MEDIAÇÃO COM FILHOS  REALIDADE DOS FILHOS IDADE (NECESSIDADES) DEPENDÊNCIAS AFECTIVAS MORADA SOCIALIZAÇÃO ESCOLARIDADE OUTRAS ACTIVIDADES (DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES) © Juan Carlos Vezzulla 63
  63. 63. AS NECESSIDADES EVOLUTIVAS  MESES  DOIS A TRÊS ANOS  QUATRO A SETE ANOS  SETE A ONZE ANOS  DOZE A DEZOITO  DEZANOVE A VINTE E CINCO ..... © Juan Carlos Vezzulla 64
  64. 64. OS FILHOS NA MEDIAÇÃO   SIMBÓLICA ◦ DESCRIPÇÃO DOS FILHOS ◦ DESCRIPÇÃO DO DIA A DIA ◦ DESCRIPÇÃO DOS FINAIS DE SEMANA ◦ CADEIRA VAZIA PRESENCIAL ◦ ACOLHIMENTO ◦ JOGOS ADEQUADOS  FOTO – DESENHO – ESPACIAL – GESTUAL © Juan Carlos Vezzulla 65
  65. 65. SESSÃO COM CRIANÇAS ACOLHER  PERCEBER A COMUNICAÇÃO COM OS PAIS  DISPOR DE MATERIAL DE JOGO E DESENHO  COMUNICAR PELO CANAL ABERTO PELA CRIANÇA  ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  66. 66. SESSÃO COM CRIANÇAS PERCEBER A SUA PREOCUPAÇÃO  PERCEBER O SEU DESEJO  FACILITAR A EXPRESSÃO CORPORAL, TEATRAL E GRÁFICA  INTEGRAR OS PAIS A ESSA PROPOSTA  NÃO RACIONALIZAR  ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  67. 67. FAMÍLIA / FILHOS  RESPONSABILIDADE PARENTAL RESIDÊNCIA ACTIVIDADES (VISITAS) NECESSIDADES AFECTIVAS NECESSIDADES MATERIAIS (PENSÃO ALIMENTÍCIA) © Juan Carlos Vezzulla© Juan Carlos Vezzulla - IMAP 68
  68. 68. ADOLESCENTES – CARACTERÍSTICAS –  BIOLÓGICAS  FAMILIARES  SOCIAIS  PSICOLÓGICAS  LEGAIS ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  69. 69. ADOLESCENTES – NECESSIDADES –  NOVAS E DESCONHECIDAS  EXPERIÊNCIAS DE SATISFAÇÃO E DE LIMITES  TEMPO  DA – DEPENDÊNCIA À EMANCIPAÇÃO © Juan Carlos Vezzulla
  70. 70. RESPONSABILIDADE INTEGRAL RECONHECIMENTO DAS NOVAS NECESSIDADES E DA NOVA IDENTIDADE PROTEÇÃO ATÉ DE SI MESMOS.  FAMÍLIA  SOCIEDADE (COMUNIDADE – ESCOLA)  ESTADO ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  71. 71. DIFICULDADES FAMÍLIA DESCONHECIMENTO DA IDENTIDADE  CONTINUIDADE COMO AUXILIAR  CONTINUAÇÃO DA DEPENDÊNCIA  CONCEITO BINÁRIO: CRIANÇA – ADULTO  NEGAÇÃO DO TEMPO  FALHA DA FUNÇÃO PATERNA  ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  72. 72. DIFICULDADES SOCIEDADE ESCOLA:  OBJETO DOS PROFESSORES E DO PROGRAMA  NEGAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO  IMPOSIÇÃO DE DISCIPLINA (EXCLUSÃO)  TERCEIRIZAÇÃO DOS CONFLITOS  DESCONHECIMENTO DA IDENTIDADE  DESATENÇÃO DAS HABILIDADES  ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  73. 73. DISFUNÇÃO SOCIEDADE COMUNIDADE  NEGAÇÃO DE ESPAÇO  NEGAÇÃO DE IDENTIDADE  PERSEGUIÇÃO  REJEIÇÃO  CONSIDERADO PERIGOSO  USADO COMO CLIENTE FÁCIL  ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  74. 74. DISFUNÇÃO ESTADO  IDEOLOGIA DOMINANTE ABRE ESPAÇO ÉTICO, MAS FECHA ESPAÇO ECONÓMICO  NÃO DISPÕE DE POLÍTICAS PÚBLICAS SUFICIENTES DE APOIO À FAMÍLIA, À ESCOLA E À COMUNIDADE  REPRESSÃO POLICIAL E DISCRIMINAÇÃO JUDICIAL ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  75. 75. DA TRANSGRESSÃO AO ATO INFRACIONAL TRANSGRESSÃO: EXPERIÊNCIA RECONHECIMENTO DE NOVAS NECESSIDADES, SATISFAÇÃO E LIMITES.  ASSOCIADO A MORATÓRIA VITAL E A FUNÇÃO PATERNA.  REACÇÃO AGRESSIVA À INSATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES DE CRESCIMENTO, À FALTA DE RECONHECIMENTO DA IDENTIDADE E DO SEU ESPAÇO FAMILIAR E SOCIAL.  ACTO INFRACIONAL: ESTADO PÚBLICO DA TRANSGRESSÃO  ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  76. 76. EXPERIÊNCIAS COM ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI  DESENVOLVER RESPONSABILIDADE E TRANSCENDÊNCIA DOS ATOS  MEDIAÇÃO COM A VÍTIMA: COMPREENSÃO DA SITUAÇÃO. REPARAÇÃO DO DANO. Carlos Vezzulla ©Juan vezzulla@imap.pt
  77. 77. SERVIÇO DE MEDIAÇÃO COM ADOLESCENTES  OBJETIVOS: ACOLHER – PERMITIR A EXPRESSÃO – RECONHECER A IDENTIDADE E AS NECESSIDADES – REFORÇAR FUNÇÃO PATERNA – ELABORAR A SITUAÇÃO – REELABORAR OS RELACIONAMENTOS – ASSUMIR RESPONSABILIDADES – REPARAR OS DANOS ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  78. 78. INTERAÇÃO NECESSÁRIA TRIBUNAIS MEDIAÇÃO ESTADO ESCOLA ADOLESCENTES E VÍTIMAS FAMÍLIA COMUNIDADE POLÍCIA ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  79. 79. INTERAÇÃO REPRESENTANTE DA REALIDADE ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  80. 80. PROCEDIMENTO  PRÉ-MEDIAÇÃO (VOLUNTÁRIA)  MEDIAÇÃO COM O REPRESENTANTE  MEDIAÇÃO COM A FAMÍLIA  MEDIAÇÃO COM A ESCOLA  MEDIAÇÃO COM A COMUNIDADE  MEDIAÇÃO COM A VÍTIMA ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  81. 81. RESULTADOS  OFERECER O ESPAÇO ONDE POSSA:  SER RESPEITADO E PROTEGIDO  EXPRESSAR-SE – OUVIR E SER OUVIDO  REVALORIZAR SUA IDENTIDADE  READEQUAR SEUS RELACIONAMENTOS  DESCOBRIR SUAS NECESSIDADES E SUA SATISFAÇÃO ©Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  82. 82.  RESOLUTIVA ◦ PROCEDIMENTO DE AUTOCOMPOSIÇÃO  ORGANIZACIONAL ◦ HORIZONTAL ◦ INTERACTIVA INCLUSIVA ◦ DINÂMICA PARTICIPATIVA  RELACIONAL © Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  83. 83. TESE SOBRE DISCIPLINA
  84. 84. PROPOSTA DA MEDIAÇÃO COMUNICAÇÃO DIRETA INCLUSIVA  RECONHECIMENTOS DOS SABERES E DAS NECESSIDADES DE TODOS  ATENDIMENTO DO CONFLITO ONDE SE APRESENTA (NÃO TERCEIRIZAÇÃO)  CONSCIÊNCIA DA TRANSCENDÊNCIA DOS ATOS  REPARAÇÃO E NÃO EXCLUSÃO  © Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  85. 85. PARTICIPAÇÃO FUNÇÃO DE DESENVOLVIMENTO  PELA INCLUSÃO E O RECONHECIMENTO  INTERACÇÃO ◦ PELA COOPERAÇÃO ◦ PELO RESPEITO  RESPONSABILIZAÇÃO  PLANIFICAÇÃO PARTICIPATIVA ◦ DAS AULAS ◦ DAS NORMASVezzulla CONVIVÊNCIA DE © Juan Carlos  vezzulla@imap.pt
  86. 86. COMO IMPLEMENTAR UM PROGRAMA DE MEDIAÇÃO ESCOLAR PASSOS A DAR: 1.MINISTRAR SEMINÁRIOS E PALESTRAS SENSIBILIZAÇÃO PARA DIRETORES PROFESSORES DE E 2.SESSÕES DE ESCLARECIMENTO PARA DOCENTES, PESSOAL DE ACÇÃO EDUCATIVA, ASSOCIAÇÃO DE PAIS E COMUNIDADE EM GERAL. 3.MONTAR UM PROGRAMA ESPECÍFICO PARA A REALIDADE/NECESSIDADE DA ESCOLA QUE ESCOLHEU INCORPORAR A MEDIAÇÃO © Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  87. 87. COMO IMPLEMENTAR UM PROGRAMA DE MEDIAÇÃO ESCOLAR 5. CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE EM RESOLUÇÃO DE CONFLITOS. 6. AULAS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS PARA ALUNOS 7. SENSIBILIZAÇÃO E SELECÇÃO DE MEDIADORES ESTUDANTIS 8. FORMAÇÃO DOS MEDIADORES ESTUDANTIS. © Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt
  88. 88. COMO IMPLEMENTAR UM PROGRAMA DE MEDIAÇÃO ESCOLAR 9. IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA - RESPONSABILIDADE DOS MEDIADORES ESTUDANTIS NO PÁTIO DA ESCOLA OU NOS CORREDORES; - ATENDIMENTO DE CASOS; 10. SUPERVISÃO (REUNIÕES QUINZENAIS). © Juan Carlos Vezzulla vezzulla@imap.pt

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