FFlorion Presence




                                     Pingo de Luz
                                     Pingo de Luz
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Apresentação
A estória do Pingo de Luz foi apresentada durante o VIII Congresso da
Associação Internacional Transpessoal, ...
Finalmente chegou o dia de Pingo de      — Pingo de Luz, você está vendo
O Pingo de Luz                                   ...
— Mas que chato! — pensava... —                                                     — Consegui! Consegui! — gritava
A nova...
Ele se sentia unido a tudo e a todos                                                Um dia, ele chegou em casa e viu
A mor...
Ele não viu o seu irmão, não sabia        Pingo de Luz observou que a semen-
Gotas de luz                           onde e...
Um dia sentiu uma dor forte na bar-                                                   E o dia da viagem de volta foi che-
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Pingo de Luz gostou tanto da Esco-      Aí então não precisaremos mais de
Arco-iris                                       ...
Pingo de Luz
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Este conto foi considerado importante por sensibilizar a mente das crianças
com mais de seis anos, justamente quando as suas fantasias e visões se
alteram e elas vão perdendo a magia original, substituída, entre outros, por
deveres sociais, tarefas escolares e domésticas, regras de comportamento,
filosofia de vida dos pais e fantasias consumistas.

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Pingo de Luz

  1. 1. FFlorion Presence Pingo de Luz Pingo de Luz Cada alma... vem para este mundo fortalecida pelas vitórias ou enfraquecida pelas derrotas da sua vida anterior. Seu lugar neste mundo, como um vaso destinado a honrarias ou desonras, é determinado por seus méritos ou deméritos anteriores. Seu trabalho neste mundo determina o seu lugar no mundo que deverá vir depois deste. Orígenes, De principiis (250 d.C) Compilação 2007
  2. 2. Apresentação A estória do Pingo de Luz foi apresentada durante o VIII Congresso da Associação Internacional Transpessoal, realizada em Davos, Suiça, entre 27 de agosto e 2 de setembro de 1983. Sua autoria é desconhecida. Encantou a todos os participantes pela singeleza com que responde ás in- dagações existenciais de quem somos (?), de onde viemos (?), para onde vamos (?) e por que vivemos e morremos (?). Este conto foi considerado importante por sensibilizar a mente das crianças com mais de seis anos, justamente quando as suas fantasias e visões se alteram e elas vão perdendo a magia original, substituída, entre outros, por Esta obra é dedicada... deveres sociais, tarefas escolares e domésticas, regras de comportamento, filosofia de vida dos pais e fantasias consumistas. Às crianças carentes e abandonadas, que perderam seus elos com o Pai Celestial e a Mãe Natureza e vivem distantes da Luz, à sombra do crime, do Pingo de Luz é um conto-ensinamento sobre a aventura de um ser lumino- conflito e da violência – para que conheçam mais da essência do sagrado e so imortal que cresce em luminosidade à medida que aprende sobre a es- do porquê estarmos aqui, neste planeta-escola. sência da Humanidade. Reflete, de maneira simples, a trajetória da alma antes e depois da morte, aplicando a teoria universal da reencarnação. À Aos adultos, pais, cuidadores e professores, que ainda não refletiram sobre moda dos contos orientais, o texto conduz o ouvinte (ou leitor) pelos mo- seus destinos sagrados na Escola Terra – para que não façam como Teodora mentos cruciais da existência: encarnação, desenvolvimento uterino, nasci- (cortesã, esposa do imperador bizantino Justiniano), que eliminou do cristi- anismo a idéia da reencarnação e a doutrina das existências, pela noção mento, aprendizado, morte e reencarnação, apresentando uma explicação simplória do Céu e Inferno imediatos, após a morte. plausível para os altos e baixos da vida humana.
  3. 3. Finalmente chegou o dia de Pingo de — Pingo de Luz, você está vendo O Pingo de Luz Luz partir para a Escola. Ficou mui- todas aquelas Luzes brilhantes? to feliz e se aprontou direitinho. Es- tava lindo e brilhando muito! Seu Pai — Sim, estou. pediu que um dos irmãos mais ve- Era uma vez um Pingo de Luz, que lhos o acompanhasse até a Escola. — E qual delas você quer para ser a vivia com seu Pai, no Universo. Seu Afinal, era o seu primeiro dia e não sua primeira professora? Pai era uma luz muito forte. Pingo de seria bom que fosse sozinho. Ao ir- Luz vivia feliz, brincado com as estre- mão mais velho, o Pai recomendou — Bem, deixe-me ver... Já sei! É las e os planetas. Dez vez em quando todo o cuidado e que o entregasse aquela ali, muito bonita! Aquela azul pegava uma carona na cauda de um direitinho à pessoa que iria cuidar e rosa! É ela quem eu quero para cometa e ia longe, longe... Era esta a dele, na Escola. me ensinar! brincadeira de que ele mais gostava! Pingo de Luz tinha muito irmãos e Mas, também adorava escorregar no irmãs. Seus irmãos mais velhos iam Pingo de luz não cabia em si de con- — Então vou lhe entregar a ela. Ela arco-íris, deslizando entre suas cores à Escola e ele ficava com uma enor- tente. Segurando a mão de seu ir- cuidará de você com muito amor e luminosas. me vontade de ir também. A Escola mão, esperou passar um cometa carinho. Você a chamará de Mãe. é um planeta muito grande e boni- que ia em direção ao planeta Terra Pode ir agora! Milhares de brincadeira ele podia fa- to. Ele é todo azul e se chamava Ter- e saltaram em sua cauda. Desceram zer entre as galáxias, mas gostoso ra. Lá em cima ele ficava observan- bem perto da Escola Terra. Seu ir- mesmo era agarrar-se na cauda de um do este planeta e sentia uma enor- mão lhe mostrou muitas Luzes bri- cometa e percorrer velozmente o es- me atração por ele. Depois de um lhando na Escola e lhe disse: paço., divertindo-se com as estrelas certo tempo, seus irmãos voltavam por que passava. Não era fácil pegar da Escola. Uns ficavam mais tem- aquela carona. Os cometas passavam po, outros menos tempo. Mas to- muito rápido e era preciso ser esper- dos, quando voltavam, já não eram to para saltar em sua cauda. Mas Pin- Pingos de Luz. Eram uma luz boni- go de Luz era o melhor pegador de ta, muito brilhante. E assim, já po- carona do Universo. Ele não perdia um diam ajudar a seu Pai, que tinha só cometa. muito que iluminar. Pingo de Luz também queria crescer. Queria ir à Escola aprender e um dia ser uma Luz muito forte para também aju- dar seu Pai. 3
  4. 4. — Mas que chato! — pensava... — — Consegui! Consegui! — gritava A nova escola Estava tão bem aqui! Eu tinha tudo Pingo de Luz. o que precisava: comida, calor, es- paço. Podia boiar, nadar e até ouvir — Que alívio — pensou — Quanta a música do coração de mamãe. Po- Luz aqui fora! Mas, onde estou? Que Pingo de Luz voou direto para a Luz dia conversar com ela e tudo estava lugar grande! É bonito! E eu que pen- azul e rosa que ele havia escolhido. tão bem! Agora, mudou de repente! sei que onde eu estava era Escola! E se encontrou num lugar gostoso... Estão apertando cada vez mais! Que Agora sim, acredito estar na Escola! quentinho... fofinho. Uma delícia! brincadeira boba! Quanta gente para me receber! E — Como é espaçoso, pensou ele. — — Agora estão me empurrando! Para como estão alegres! Eu chorei de Aqui tem muita luz, uma luz onde vou? Não vejo nenhuma saí- — Parem com isso! — gritou. Mas susto quando cheguei mas agora eu alaranjada que me faz muito bem. da! Puxa vida! E agora? O que vou não adiantou nada. Parece que nem estou alegre também! Que bobo eu Acho que vou me dar bem aqui. fazer? Quer situação difícil! Estou ouviram. fui de não querer sair de onde eu Pingo de Luz estava começando a todo doendo... Não aparece nin- estava! Lá era muito bom mas aqui gostar da Escola. Ele ainda não vira guém para me ajudar! — A coisa está ficando séria — pen- parece ser bem melhor! o rosto de sua Mãe mas já conver- sou. — Acho que estão querendo sava com ela. E ele ficava muito fe- — Socorro! Socorro! me expulsar daqui. Mas eu não que- — Também ninguém me contou que liz quando ela conversava com ele. ro sair. Eu não quero sair! aqui era maior e mais bonito! Nem — É... não tem jeito mesmo... Te- que eu poderia aprender mais aqui O tempo foi passando, passando. Pin- nho que me virar... Tenho de achar — Socorro! Socorro! fora. Aliás, eu bem que já andava go de Luz gostava muito do lugar onde uma saída! desconfiado, pois onde estava era ele estava. Mas um dia começou a uma escola muito fácil. Eu estava notar que estava ficando apertado. Ele — Espere... parece que encontrei! numa boa vida... Agora preciso apro- não entendia o que estava acontecen- Ali está um túnel e lá adiante existe veitar bem esta nova escola. Vou ini- do. Teve a impressão que aquele lu- uma luz! Vou tentar sair por ele. ciar uma vida nova! — Pingo de Luz gar tão gostoso começara a diminuir. Mas... é tão estreito! Será que vou acabava de nascer. Ele já não podia nem boiar como gos- conseguir?... Não tenho escolha. tava de fazer. E a cada dia ficava mais Aqui não dá para ficar. Tenho que sair apertado. Suas costas já estavam bem é por ali mesmo... — E lá se foi o encostadas na parede e ele já não se Pingo de Luz, retorcendo-se, fazen- sentia tão confortável. Pingo de Luz do força, sendo empurrado mas não estava gostando nada disso. passando o túnel. 4
  5. 5. Ele se sentia unido a tudo e a todos Um dia, ele chegou em casa e viu A morte do irmão e estava muito feliz. Às vezes, dava que ela estava cheia de gente. Uns uma fugida da Escola. Pegava uma choravam, outros gritavam e outros carona na cauda de um cometa e ia corriam de um lado para o outro. Ele visitar seu Pai, aquela luz muito gran- entrou e procurou por sua mãe. Ela Que alegria quando Pingo de Luz viu de, e seus irmãos Luz. Era mais fácil estava muito triste, com os olhos a sua mãe, o seu pai, a sua nova fa- pegar a carona à noite, enquanto vermelhos de tanto chorar e lhe dis- mília. Eles lhe deram o nome de Luiz, dormia, em seus sonhos. Só que, às se que o seu irmãozinho tinha ido que é a mesma coisa que luz. E Pin- vezes, pela manhã, ele se esquecia fazer uma viagem muito longa. E que go de Luz gostou muito de seu novo do que tinha acontecido. Mas isto ele não mais o veria. Pingo de Luz nome. não tinha muita importância. O quer ficou espantado e perguntou: Pingo de Luz achava muito estranho Pingo de Luz foi crescendo. Ele brin- é que a gente grande não via as coi- — Mas, para onde ele foi? cava com as plantas e conversava sas que ele via. Se ele mostrava uma com elas. Conhecia e era amigo das fadinha para uma pessoa grande, ela — Para o Céu! — respondeu sua fadinhas, dos gnomos e duendes ria e dizia que ele estava inventan- mãe a chorar. que trabalhavam ajudando as plan- Ele realmente não conseguia enten- do coisas. Que aquilo não existia. tinhas em seu crescimento. Eles der muito bem, o mundo da gente Se ele contava suas viagens nas cau- Aí Pingo de Luz ficou mais espanta- cresciam, davam frutos que alimen- grande. E Pingo de Luz foi crescen- das de cometas, suas brincadeiras do ainda. E começou a pensar: tavam as pessoas. Pingo de Luz con- do, crescendo e cada vez menos ele com as estrelas, suas deslizadas versava com os animais, com a via e conversava com seus amigui- pelo arco-íris, diziam: — Se meu irmão foi para o Céu, por água, com o Sol, com as estrelas, nhos da Natureza. Tinha deveres a que toda essa confusão? E por que com a Lua, com a Terra. cumprir e andava muito ocupado. — Este menino vive no mundo da mamãe está tão triste? Depois que fez sete anos, aí que as Lua! coisas se tornaram verdadeiramen- te difíceis. Aumentaram seus traba- Pingo de Luz ficava triste e confu- lhos e quase não tinha tempo para so. Como podiam dizer isto se era seus passeios. Foi quando aconte- tudo verdade? ceu uma coisa muito estranha. — Eu vejo a minha amiga fadinha, falo com ela e ela fala comigo. Ela me con- ta todos os segredos da Natureza. Como não pode ser verdade? 5
  6. 6. Ele não viu o seu irmão, não sabia Pingo de Luz observou que a semen- Gotas de luz onde estava e não consegui compre- te é plantada na terra e então brota ender. Ficou pensando... pensando. uma plantinha. Esta plantinha desen- volve, cresce e vira uma árvore. A — O que está acontecendo? — per- árvore dá flores e as flores, ao mor- Pingo de Luz sabia que o Céu era guntava — Eu vim aqui para apren- rerem, transformam-se em frutos muito bom e que seu irmão estaria der, no entanto, eu faço perguntas que vivem em seu lugar. Depois o muito bem, junto de seu Pai e de e ninguém me responde direito. fruto cai, apodrece e morre, deixan- todos os seus irmãos Luz. Realmen- Acho que eu vou ter de descobrir do em seu lugar a sementinha que te, ele não conseguia compreender. tudo sozinho... vive. E esta sementinha é enterrada Aí, ele escutou alguém falar a pala- na terra para também morrer, dan- vra “morte”. Seu irmão havia E então Pingo de Luz começou a ob- do à vida uma nova plantinha. E tudo “morrido”. Perguntou o que era servar aquilo que os adultos chama- começa novamente... aquilo. Não lhe responderam. Tor- vam de “morte”. Mas, toda vez que Pingo de Luz ficava pensando: nou a perguntar para outras pesso- ele achava que estava descobrindo, as. E então lhe disseram: em vez de encontrar a “morte” só — Deve ser a mesma coisa com a encontrava a “vida”. gente. Por que não? A sementinha é — Seu irmão foi descansar. enterrada na terra, vira árvore que E começou a se perguntar: dá fruto, que dá nova semente que — Mas ele não estava cansado... — volta novamente à terra para dar pensou Pingo de Luz. — O que é a Vida? O que é a Morte? uma nova árvore. — Foi viajar — disse outra pessoa. Mas Pingo de Luz não tinha certe- — Engraçado — pensou. — Parece — Meu irmão veio do Universo, za. O tempo foi passando e Pingo que tudo é uma coisa só. Mas, não como eu, ficou aqui na Escola Terra — Mas para onde ele foi viajar — de Luz virou gente grande. pode ser. A gente grande tem pavor e deve ter voltado para casa. E deve perguntava a si próprio, o Pingo de da Morte e no entanto adoram a ser esta volta para casa, que a gen- Luz. Um dia encontrou uma Gota de Luz Vida. Não compreendo... mas vou te grande chama de “morte”. muito luminosa, toda cor-de-rosa, descobrir! — Papai do Céu o levou porque ele que brilhava mais quando estava era muito bonzinho — disse outro perto dele. Pingo de Luz se apaixo- ainda. nou por ela e se casaram. Depois tiveram muitos Pinguinhos de Luz. 6
  7. 7. Um dia sentiu uma dor forte na bar- E o dia da viagem de volta foi che- A sementinha riga. Foi ao médico e este lhe disse gando... que estava com uma doença muito grave. Pingo de Luz não acreditou. No dia mesmo, bem na hora da par- A vida estava difícil, ele andava mui- tida, Pingo de Luz teve um pouco A vida estava ficando difícil para o to triste, mas não queria morrer. Isto de medo. Tudo ficou escuro e ele Pingo de Luz. Agora ele era gente não! De jeito nenhum! não via uma saída. Teve a mesma grande e tinha muitas preocupações sensação de quando havia chegado e responsabilidades. Tinha que tra- Mas também suas promessas nada — Este médico não sabe nada. Vou na Escola Terra. Ele não queria sair balhar muito para dar comida, rou- adiantaram. Sua doença se agrava- procurar outro mais competente! da barriga da sua Mãe, pois tinha pa, casa e estudos para os seus va a cada dia. Pingo de Luz foi fi- Foi não só em outro mas em muitos medo de perder o conforto e a se- Pinguinhos de Luz. Ele já não tinha cando cada vez mais triste. Não en- outros. E todos diziam a mesma coi- gurança que lá encontrava. Agora, tempo para brincar, rir, viajar nas contrava uma saída. sa: ele estava com uma doença ele estava na barriga da Grande Mãe caudas de cometas. Estava tão dis- muito grave! Terra e tinha que sair também. Não tante aquele tempo em que ele brin- E ficou muito triste mesmo. E foi tinha outro jeito. cava e conversava com as plantas e nesta tristeza que ele começou a en- Pingo de Luz ficou com muita raiva: os animais. Às vezes, à noite, quan- tender as coisas. Mas, que surpresa! De repente, Pin- do Pingo de Luz dormia, ia visitar o — Por que eu? Logo eu que tenho go de Luz vislumbrou um longo tú- seu Pai, aquela Luz muito grande. De repente, ele já não estava mais meus filhos para criar! Eu que sou nel com uma forte luz lá no final. Ele Conversava com seu irmão que “ha- triste. Compreendeu que tudo se tão honesto e trabalhador! Nunca fiz não teve mais medo. Sentia alegria. via viajado para longe”, escorrega- modifica. Lembrou-se da mal a ninguém! Por que eu?! Entrou quase correndo para dentro va no arco-íris, brincava com as es- sementinha que virou árvore, que do túnel. Este já não era tão aperta- trelas. Mas, pela manhã, estava tão deu fruto que virou sementinha ou- Mas sua raiva de nada adiantou. Ele do como o primeiro e ele não preci- preocupado com o trabalho, com a tra vez. E aceitou que ele iria voltar piorava a cada dia. O que fazer? Pin- sava fazer força para sair por ele. Foi necessidade de ganhar dinheiro, que para o lugar de onde tinha vindo. go de Luz lembrou-se então de que bem mais fácil. E chegou finalmente já não se lembrava de mais nada. Es- Lembrou-se de seus irmãos que vol- já ouvira falar em “Deus”. E pensou: ao fim do túnel. Que alívio! Que ale- queceu-se até de onde veio e de que tavam da Escola Terra, transforma- gria! Pingo de Luz se viu em um lu- era um Pingo de Luz! Foi ficando tris- dos de Pingos de Luz em Luz forte, — Aí está a solução! Dizem que gar muito maior e muito mais lumi- te, triste. muito bonita e brilhante. E então fi- Deus faz milagres. Vou pedir a Ele noso do que a Escola Terra. cou tranqüilo. Até gostava da idéia para me curar e em troca vou fazer de voltar ao seu Pai, que era uma uma porção de obras de caridade! Luz muito grande e forte. Vou ajudar muita gente! 7
  8. 8. Pingo de Luz gostou tanto da Esco- Aí então não precisaremos mais de Arco-iris la Terra, que pediu ao Pai, que era freqüentar a Escola. Como o próprio uma Luz muito grande, para deixá- Pingo de Luz descobriu, tudo no Uni- lo trabalhar nesta Escola, ajudando verso se movimenta e se transfor- aos seus irmãos mais novos, os ma. A Escola Terra vai também se E lá havia muita gente para recebê- Pinguinhos de Luz. transformar, tornando-se um lugar lo. Encontrou seu irmãozinho que maravilhoso, cheio de Paz, Alegria, havia viajado, parentes, amigos, Seu Pai consentiu. E, hoje, Pingo de Amor e Harmonia. Onde a Verdade uma porção de gente. Era uma linda Luz é uma Luz muito forte e brilhan- e a Justiça brilharão com todas as festa e Pingo de Luz estava muito te que ajuda os seus irmãozinhos a cores do arco-íris.• feliz. se transformarem em outras Luzes, também fortes e brilhantes. E todos Pingo de Luz acabava de morrer. Pin- os Pingos de Luz, unidos ao Pai, que go de Luz encontrou todos os seus é uma luz muito grande, irão iluminar irmãos Luz. Estava de volta à casa todos os cantinhos do Universo. de seu Pai, que é uma luz muito Nesse momento, ele descobriu que grande. E foi mostrar a ele o diplo- já não era mais um Pingo de Luz. ma que trouxe da Escola Terra. Ele havia crescido, cursado a escola e aprendido muito. Havia transfor- mado-se em uma Luz forte, que bri- lhava e brilhava. Estava exatamente como os seus irmãos Luz, que ele via quando pequeno, voltando da Escola Terra e que ele tanto admirava. 8
  9. 9. Pingo de Luz Esta publicação Pingo de Luz. Autor desconhecido. In: Congresso da Associação Internacional Transpessoal, 8, 1983, Davos (Suiça). Estado de Minas. Belo Horizonte, 30 out. 1983. Caderno Feminino, p. 5. [Este texto é free. Quem o reprozuir deve acrescentar as ilustrações de sua preferência. É proibido reproduzir ou copiar sob qualquer forma, com fins lucrativos.] Ilustrações Universo Mãe, by BÁRBARA MEYER ELIAS<http://www.vl-design.com/galeria/albums/userpics/ 10001/normal_Universo-M%E3e.jpg> Chiron's Passage, by JOE TUCCIARONE <www.novaspace.com/LTD/TUCC/Chiron.html> Handle with Care, by DAVID A. HARDY <http://www.novaspace.com/XMAS/PIX/Hardy.jpeg> My Blue Planet Earth, by WALLPAPERS.DPICS.ORG <http://wallpapers.dpics.org/ 12__My_House_-_My_Blue_Planet_Earth.htm> Death and Life, by GUSTAV KLIMT <catatau.blogsome.com/.../gustav-klimt-pinturas> Endless Love, by ALFRED GOCKEL <http://www.globalgallery.com/enlarge/001-10245/> Reincarnation, in PARAMI.ORG <www.parami.org/buddhistanswers/when_we_die.htm> Blue Mother, by VICKY CARLOTA <www.vickicarlotta.com/Tree_Goddesses.htm> Compilação FFlorion Presence <fflora11@gmail.com> 30 Ago. 2007

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