Assembleia paroquial ano da fé - 12.03.13

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Assembleia paroquial ano da fé - 12.03.13

  1. 1. Vanildo Luiz Zugno
  2. 2. Um ano para a vida inteira...“A porta da fé (cf. At 14,27), que introduz navida de comunhão com Deus e permite aentrada na sua Igreja, está sempre abertaparar nós. (...) Este caminho tem início noBatismo (...) e está concluído com apassagem através da morte para a vidaeterna” (1).
  3. 3. Por que o Ano da fé?A “fé (...) como um pressuposto óbvio da suavida diária (...) não só deixou de existir, masfrequentemente acaba até negado. Enquanto,no passado, era possível reconhecer um tecidocultural unitário, amplamente compartilhadono seu apelo aos conteúdos da fé e aos valorespor ela inspirados, hoje parece que já não éassim em grandes setores da sociedade devidoa uma profunda crise de fé que atingiu muitaspessoas.” (2)
  4. 4. DuraçãoEste terá início a 11 de Outubro de 2012, nocinquentenário da abertura do ConcílioVaticano II, e terminará na Solenidade deNosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo,a 24 de Novembro de 2013.
  5. 5. AntecedentesNão é a primeira vez que a Igreja é chamadaa celebrar um Ano da Fé.Paulo VI, proclamou um anosemelhante, em 1967, para comemorar omartírio dos apóstolos Pedro e Paulo nodécimo nono centenário do seu supremotestemunho.
  6. 6. Ocasião 50 anos do início do Vaticano II (1962) 20 anos do Catecismo da Igreja Católica (1992) Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre A nova evangelização para a transmissão da fé cristã (outubro de 2012)
  7. 7. “Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano daFé com o cinquentenário da abertura do ConcílioVaticano II poderia ser uma ocasião propícia paracompreender que os textos deixados em herançapelos Padres Conciliares (...) possam ser conhecidose assimilados como textos qualificados enormativos do Magistério, no âmbito da Tradiçãoda Igreja. Sinto hoje ainda mais intensamente odever de indicar o Concílio como a grande graça deque beneficiou a Igreja no século XX: nele seencontra uma bússola segura para nos orientar nocaminho do século que começa.” (6)
  8. 8. Objetivos Uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo (6); Um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização (7).“...só acreditando é que a fé cresce e serevigora; não há outra possibilidade deadquirir certeza sobre a própria vida, senãoabandonar-se progressivamente nas mãos deum amor que se experimenta cada vez maiorporque tem a sua origem em Deus.” (7)
  9. 9. Como celebrar o Ano da Fé?1. “intensificar a reflexão sobre a fé, paraajudar todos os crentes em Cristo a tornaremmais consciente e revigorarem a sua adesãoao Evangelho”;2. “confessar a fé no Senhor Ressuscitado nasnossas catedrais e nas igrejas do mundointeiro, nas nossas casas e no meio das nossasfamílias, para que cada um sinta fortemente aexigência de conhecer melhor e de transmitiràs gerações futuras a fé de sempre”;3. “fazer publicamente profissão do Credo.” (8)
  10. 10. Como celebrar o Ano da Fé?4. “intensificar a celebração da fé na liturgia,particularmente na Eucaristia”5. “Simultaneamente esperamos que otestemunho de vida dos crentes cresça nasua credibilidade”;6. “Descobrir novamente os conteúdos dafé professada, celebrada, vivida e rezada erefletir sobre o próprio ato com que se crê”(9)
  11. 11. O percurso da fé (10)1. “...o primeiro ato, pelo qual se chega à fé, é dom de Deus eação da graça que age e transforma a pessoa até ao maisíntimo dela mesma”;2. “Por sua vez, o professar com a boca indica que a fé implicaum testemunho e um compromisso públicos. O cristão nãopode jamais pensar que o crer seja um facto privado”;3. “A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele”;4. “E este «estar com Ele» introduz na compreensão das razõespelas quais se acredita”5. “A fé, precisamente porque é um acto da liberdade, exigetambém assumir a responsabilidade social daquilo que seacredita.”
  12. 12. A dimensão eclesial da fé (10)A própria profissão da fé é um atosimultaneamente pessoal e comunitário. o primeiro sujeito da fé é a Igreja. É na fé da comunidade cristã que cada um recebe o Baptismo ...é a fé da Igreja, professada pessoalmente por cada crente, principalmente por ocasião do Baptismo.
  13. 13. A dimensão humana da fé (10)“...há muitas pessoas que, embora nãoreconhecendo em si mesmas o dom dafé, todavia vivem uma busca sincera dosentido último e da verdade definitivaacerca da sua existência e do mundo. Estabusca é um verdadeiro «preâmbulo» dafé, porque move as pessoas pela estradaque conduz ao mistério de Deus.”
  14. 14. Subsídios para viver o Ano da Fé1. O Catecismo da Igreja Católica (11)2. A História da nossa fé a) o olhar fixo em Jesus; b) a figura de Maria; c) a primeira comunidade cristã; d) a vida dos mártires; e) os consagrados e consagradas; f) todos os homens e mulheres de fé; g) a vida de cada um de nós, hoje. (13)3. O testemunho da caridade: “A fé sem caridade não dá fruto,e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente àmercê da dúvida.” (14)
  15. 15. A fé “é companheira de vida, que permiteperceber, com um olhar sempre novo, asmaravilhas que Deus realiza por nós.” (15)
  16. 16. O que fazer?*Nota com indicações pastorais para o Ano da Fé daCongregação para a Doutrina da Fé (06/01/12)Quanto aos subsídios indicados no Motu Proprio Ano daFé:24 menções ao Catecismo da Igreja Católica;8 menções ao Vaticano II;Nenhuma menção à história da nossa fé;Nenhuma menção à Caridade;A palavra “controle” parece dar o tom dominante...
  17. 17. O que fazer?*I. A nível da Igreja universal1. XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos dedicada à Novaevangelização para a transmissão da fé cristã2. romarias dos fiéis à Sé de Pedro3. reconhecer o papel especial de Maria no mistério da salvação, organizarromarias, celebrações e encontros junto dos maiores Santuários4. Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em 20135. simpósios, congressos e encontros de grande porte, também a nívelinternacional, que favoreçam o encontro com autênticos testemunhos da fé e oconhecimento dos conteúdos da doutrina católica6. aprofundar o conhecimento dos principais Documentos do Concílio Vaticano II e oestudo do Catecismo da Igreja Católica.7. acolher com maior atenção as homilias, as catequeses, os discursos e as outrasintervenções do Santo Padre8. iniciativas ecumênicas com o fim de invocar e favorecer a restauração da unidadeentre todos os cristãos.*Nota com indicações pastorais para o Ano da Fé (Congreg. para a Doutrina da Fé)
  18. 18. O que fazer?*II. A nível das Conferências Episcopais1. dedicar uma jornada de estudo ao tema da fé, do seu testemunho pessoal e da sua transmissãoàs novas gerações, na consciência da missão específica dos Bispos como mestres e “arautos dafé”.2. favorecer a republicação do Concílio Vaticano II, do Catecismo da Igreja Católica e do seuCompêndio3. traduzir os o Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica nas línguas em que ainda nãoexistem.4. promover transmissões televisivas ou radiofônicas, filmes e publicações, a nível popular sobreo tema da fé, dos seus princípios e conteúdos, como também sobre o significado eclesial doConcílio Vaticano II.5. difundir o conhecimento dos Santos do próprio território, utilizando os meios de comunicaçãosocial.6. valorizar o patrimônio das obras de arte presentes nos lugares confiados à sua cura pastoral.7. Os docentes nos Centros de estudos teológicos, nos Seminários e nas Universidades católicassão convidados a verificar a relevância, no exercício do próprio magistério, dos conteúdos doCatecismo da Igreja Católica e das implicações que daí derivam para as respectivas disciplinas.8. preparar, com a ajuda de teólogos e autores competentes, subsídios de divulgação com caráterapologético no tocante aos desafios das seitas, aos problemas ligados ao secularismo e aorelativismo...9. controle dos catecismos locais e dos vários subsídios catequéticos em uso nas Igrejasparticulares10. controle da presença dos conteúdos do Catecismo da Igreja Católica na Ratio da formação dosfuturos sacerdotes e no Curriculum dos seus estudos teológicos.*Nota com indicações pastorais para o Ano da Fé (Congreg. para a Doutrina da Fé)
  19. 19. O que fazer?*III. A nível diocesano1. uma celebração de abertura e uma solene conclusão2. organizar uma jornada sobre o Catecismo da Igreja Católica3. Cada Bispo poderá dedicar uma Carta pastoral ao tema da fé4. momentos de catequese, destinados aos jovens e àqueles que estão em busca deum sentido para a vida5. controlar a assimilação do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica navida e na missão de cada Igreja particular, especialmente em âmbito catequético6. A formação permanente do clero poderá ser concentrada nos Documentos doConcílio Vaticano II e no Catecismo da Igreja Católica7. organizar celebrações penitenciais pelos pecados contra a fé8. simpósios, congressos e jornadas de estudo9. promover encontros com pessoas que, embora não reconhecendo em si mesmas odom da fé, todavia vivem uma busca sincera do sentido último e da verdade definitivaacerca da sua existência e do mundo10. prestar uma maior atenção às Escolas católicas*Nota com indicações pastorais para o Ano da Fé (Congreg. para a Doutrina da Fé)
  20. 20. O que fazer?*IV. A nível das paróquias / comunidades / associações / movimentos1. ler e meditar atentamente a Carta apostólica Porta fidei2. intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia”3. Os sacerdotes: estudar o Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica4. Os catequistas: haurir a riqueza doutrinal do Catecismo da Igreja Católica5. difusão e distribuição do Catecismo da Igreja Católica6. promover missões populares7. Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica: empenhar-sena nova evangelização, com uma adesão renovada ao Senhor Jesus, pela contribuiçãodos próprios carismas e na fidelidade ao Santo Padre e à sã doutrina.8. As Comunidades contemplativas: dedicar uma intenção de oração especial para arenovação da fé no Povo de Deus e para um novo impulso na sua transmissão àsjovens gerações9. As Associações e os Movimentos eclesiais: serem promotores de iniciativasespecíficas10. Todos os fiéis: reavivar o dom da fé, comunicar a experiência de fé e de caridadedialogando com os seus irmãos e irmãs, com os das outras confissões cristãs, com osseguidores de outras religiões e com aqueles que não crêem ou são indiferentes.*Nota com indicações pastorais para o Ano da Fé (Congreg. para a Doutrina da Fé)

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