O documento discute a história do parto e do nascimento, enfatizando:
1) No passado, o parto era um evento privado assistido por parteiras, mas passou a ser medicalizado e hospitalar;
2) Isso levou a um aumento de intervenções desnecessárias que colocam em risco a saúde de mães e bebês;
3) Defende-se o respeito ao parto normal e ao tempo natural do corpo feminino, reduzindo as taxas excessivas de cesárea no Brasil.