Farol 2

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Farol 2

  1. 1. HistóriaUtilizados desde a antigüidade, quando eram acesas fogueiras ou grandes luzes de azeite (de oliveira ou debaleia), os faróis foram concebidos para avisar os navegadores que se estavam a aproximar da terra, ou deporções de terra que irrompam pelo mar adentro.As fontes de alimentação da luz foram melhorando, tendo sido o azeite substituído pelo petróleo e pelo gás,e posteriormente pela electricidade. Paralelamente, foram inventados vários aparelhos ópticos, queconjugavam espelhos, reflectores e lentes, montados em mecanismos de rotação, não só para melhorar oalcance da luz, como para proporcionar os períodos de luz e obscuridade, que permitiam distinguir um farolde outro.Historicamente, este tipo de construções ganhou características temporais e sociais, sendo dotados decaracterísticas distintas de zonas para zonas.O primeiro farol de que se tem registro é o farol de Alexandria, construído em 280 a.C. na ilha de Faros. Osromanos também construíram diversos faróis ao longo do Mar Mediterrâneo, Mar Negro e até oOceano Atlântico. Mas, com a derrocada do Império Romano do Ocidente, o comércio marítimo diminuiu eos faróis romanos desapareceram. Somente no século XI os faróis passariam a renascer na Europa Ocidentale, com a expansão marítima das grandes navegações, para o novo mundo. Um dos faróis dessa nova era dosfaróis era a Lanterna de Gênova, cujo faroleiro era Antônio Colombo tio do navegador Cristóvão Colombopor volta de 1450.Actualmente são construcções de alvenaria que incluem para além da torre (geralmente redonda paraminimizar o impacto do vento na estrutura), a habitação do faroleiro, armazéns, casa do gerador deemergência, a "casa da ronca" (onde estão instalados os dispositivos de aviso sonoro que são utilizados emdias de nevoeiro).Frequentemente associado aos faróis e aos faroleiros surge um outro personagem: osafundadores. Este termo designa aqueles que criavam falsos faróis com o intuito de atrair osnavios para zonas perigosas, causando o seu afundamento, para posteriormente saquearem osdestroços. Em Portugal esta prática nunca assumiu a dimensão que teve no norte da Europa, poisao contrário do que aí acontecia, os salvados de um naufrágio em Portugal pertenciam à Coroa enão a quem os recuperasse
  2. 2. 19/01/2013

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