SlideShare uma empresa Scribd logo

Vestígios do Passado

1 de 8
Baixar para ler offline
EB1/JI Casal do Marco



Vestígios do passado
        Seixal




                   Trabalho realizado por:

                                Edmilson

                                  Rafaela



                                   3º ano

                               2009/2010
O que é um pelourinho?

Pelourinho ou picota são colunas de pedra colocadas em lugar público da
cidade ou vila onde eram torturados e expostos criminosos. Tinham
também direito de pelourinho os grandes donatários, os bispos, os
cabidos e os mosteiros, como prova e instrumento da jurisdição feudal.

Em Portugal, os pelourinhos ou picotas (esta a designação mais antiga e
popular) dos municípios localizavam-se sempre em frente ao edifício da
câmara, desde o século XII. Muitos tinham no topo uma pequena casa em
forma de guarita, feita de grades de ferro, onde os delinquentes eram
expostos para a vergonha pública. Noutros locais os presos eram
amarrados às argolas e açoutados ou mutilados, consoante a gravidade do
delito e os costumes da época.

De estilo românico, gótico ou renascentista, muitos dos pelourinhos em
Portugal constituem exemplares de notável valor artístico.

Segundo Alexandre Herculano e Teófilo Braga, os pelourinhos tiveram
origem na columna moenia romana que distinguia com certos privilégios,
as cidades que os possuiam.

Os pelourinhos normalmente são constituídos por uma base sobre a qual
assenta uma coluna ou fuste e terminam por um capitel.
Nalguns pelourinhos, em vez da base construída pelo homem, eram
aproveitados afloramentos naturais.




Consoante o remate do pelourinho, estes podem classificar-se em:

   •   Pelourinhos de gaiola.
   •   Pelourinhos de roca.
   •   Pelourinhos de pinha.
   •   Pelourinhos de coluço (gaiola fechada).
   •   Pelourinhos de tabuleiro (gaiola com colunelos).
   •   Pelourinhos de chaparasa.
   •   Pelourinhos de bola.
   •   Pelourinhos tipo bragançano.
   •   Pelourinhos extravagantes (de características invulgares).




Muitos pelourinhos foram destruídos pelos liberais a partir de 1834 por os
considerarem um símbolo de tirania.
Alguns pelourinhos de Portugal

               Pelourinho da Sertã




 Pelourinho de Ovelha do Marão – Amarante – Porto
PELOURINHO DE AZURARA – VILA DO CONDE




      Pelourinho de Vila do Conde
Moinhos de Maré




                 A história dos Moinhos de Maré




Noutras épocas em que as fontes de energia escasseavam e eram
limitadas apenas à força muscular, ao vento e correntes, os moinhos de
maré tinham uma grande vantagem sobre as outras formas energéticas - a
sua constância e previsibilidade.

Existem duas marés diárias o que garantia cerca de 4 horas de moagem.
Eram construídos nos estuários dos rios em terrenos baixos, e em zonas
abrigadas que permitissem represar as águas.


Era uma vida dura a dos moleiros, já que as horas das marés obrigavam a
que se moesse a qualquer hora do dia ou da noite, pois os moinhos só
trabalhavam durante a vazante. As outras horas eram aproveitadas para
limpeza e manutenção do moinho e caldeira.



Em 1403, Nuno Álvares Pereira, que era proprietário de quase todos os
terrenos banhados pelo braço do rio Tejo que entra no Seixal, mandou
construir o moinho de Corroios, o primeiro que se ergueu naquela área.
Em 1404 os bens que tinha na zona do Seixal, incluindo o moinho de maré,
foram doados ao Convento do Carmo. A partir do séc. XV as carmelitas
Anúncio

Recomendados

Teste de História 8º ano- Porto Editora
Teste de História 8º ano- Porto EditoraTeste de História 8º ano- Porto Editora
Teste de História 8º ano- Porto EditoraZé Mário
 
Ficha de revisão - a classe do nome
Ficha de revisão - a classe do nomeFicha de revisão - a classe do nome
Ficha de revisão - a classe do nomesuzanamar
 
Teste diagnóstico 7º ano...
Teste diagnóstico 7º ano...Teste diagnóstico 7º ano...
Teste diagnóstico 7º ano...Teresa Figueiredo
 
Fichas Ciências Naturais_6ano.pdf
Fichas Ciências Naturais_6ano.pdfFichas Ciências Naturais_6ano.pdf
Fichas Ciências Naturais_6ano.pdfSandraNunes802096
 
Ficha trabalho coordenação
Ficha trabalho coordenaçãoFicha trabalho coordenação
Ficha trabalho coordenaçãoMargarida Gomes
 
testes avaliação inglês 6º ano.pdf
testes avaliação inglês 6º ano.pdftestes avaliação inglês 6º ano.pdf
testes avaliação inglês 6º ano.pdflnl2000
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ficha formativa outubro
Ficha formativa outubroFicha formativa outubro
Ficha formativa outubromanuela016
 
Ficha de trabalho sistema digestivo
Ficha de trabalho sistema digestivoFicha de trabalho sistema digestivo
Ficha de trabalho sistema digestivoCristina Jesus
 
o-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdf
o-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdfo-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdf
o-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdfCarla Silva
 
Hgp 6º ano livro professor
Hgp 6º ano livro professorHgp 6º ano livro professor
Hgp 6º ano livro professorCarla Silva
 
Ficha Português tipo exame 6º ano
Ficha Português tipo exame 6º anoFicha Português tipo exame 6º ano
Ficha Português tipo exame 6º anopatriciacruz80
 
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822maria.antonia
 
1 ficha de trabalho - have got (4)
1   ficha de trabalho - have got (4)1   ficha de trabalho - have got (4)
1 ficha de trabalho - have got (4)Fernanda Antunes
 
Teste - Inglês 3 ano
Teste - Inglês 3 anoTeste - Inglês 3 ano
Teste - Inglês 3 anoJeane Braz
 
Ficha de recursos expressivos 6º ano
Ficha de recursos expressivos 6º anoFicha de recursos expressivos 6º ano
Ficha de recursos expressivos 6º anozedobarco3
 
Teste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtoras
Teste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtorasTeste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtoras
Teste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtorasPatrícia Morais
 
Ficha 3ª e 4ª dinastia
Ficha 3ª e 4ª dinastiaFicha 3ª e 4ª dinastia
Ficha 3ª e 4ª dinastiaSandra Madeira
 
A classe dos quantificadores ficha de trabalho[1]
A classe dos quantificadores   ficha de trabalho[1]A classe dos quantificadores   ficha de trabalho[1]
A classe dos quantificadores ficha de trabalho[1]Teresa Oliveira
 

Mais procurados (20)

Teste de frances 7º ano
Teste de frances 7º anoTeste de frances 7º ano
Teste de frances 7º ano
 
Ficha formativa outubro
Ficha formativa outubroFicha formativa outubro
Ficha formativa outubro
 
Ficha de trabalho sistema digestivo
Ficha de trabalho sistema digestivoFicha de trabalho sistema digestivo
Ficha de trabalho sistema digestivo
 
o-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdf
o-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdfo-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdf
o-fio-da-historia-8-caderno-de-apoio-ao-professor.pdf
 
Hgp 6º ano livro professor
Hgp 6º ano livro professorHgp 6º ano livro professor
Hgp 6º ano livro professor
 
Ficha Português tipo exame 6º ano
Ficha Português tipo exame 6º anoFicha Português tipo exame 6º ano
Ficha Português tipo exame 6º ano
 
Teste Diagnóstico
Teste DiagnósticoTeste Diagnóstico
Teste Diagnóstico
 
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
 
Texto de opinião
Texto de opiniãoTexto de opinião
Texto de opinião
 
1 ficha de trabalho - have got (4)
1   ficha de trabalho - have got (4)1   ficha de trabalho - have got (4)
1 ficha de trabalho - have got (4)
 
Teste - Inglês 3 ano
Teste - Inglês 3 anoTeste - Inglês 3 ano
Teste - Inglês 3 ano
 
Rochas – 5º ano
Rochas – 5º anoRochas – 5º ano
Rochas – 5º ano
 
Fichas estudo do meio
Fichas estudo do meioFichas estudo do meio
Fichas estudo do meio
 
Ficha de recursos expressivos 6º ano
Ficha de recursos expressivos 6º anoFicha de recursos expressivos 6º ano
Ficha de recursos expressivos 6º ano
 
Testes frances
Testes francesTestes frances
Testes frances
 
Teste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtoras
Teste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtorasTeste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtoras
Teste de Avaliação Sociedades Recoletoras produtoras
 
Sumários
SumáriosSumários
Sumários
 
Ficha 3ª e 4ª dinastia
Ficha 3ª e 4ª dinastiaFicha 3ª e 4ª dinastia
Ficha 3ª e 4ª dinastia
 
Teste sumativo 1
Teste sumativo 1Teste sumativo 1
Teste sumativo 1
 
A classe dos quantificadores ficha de trabalho[1]
A classe dos quantificadores   ficha de trabalho[1]A classe dos quantificadores   ficha de trabalho[1]
A classe dos quantificadores ficha de trabalho[1]
 

Semelhante a Vestígios do Passado

Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...
Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...
Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...Artur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos
 
Portugal porto - mirgaia (som)
Portugal   porto - mirgaia (som)Portugal   porto - mirgaia (som)
Portugal porto - mirgaia (som)Ana Maria
 
Briteiros
BriteirosBriteiros
Briteirosmalex86
 
Locais historicos do_patrimonio_cultural
Locais historicos  do_patrimonio_culturalLocais historicos  do_patrimonio_cultural
Locais historicos do_patrimonio_culturalAvatar Cuamba
 
História de Alhos Vedros
História de Alhos VedrosHistória de Alhos Vedros
História de Alhos VedrosMaria Moutinho
 
3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages
3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages
3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical VillagesHugo Miguel Carriço
 
Trabalho de geografia
Trabalho  de    geografiaTrabalho  de    geografia
Trabalho de geografiaEdimeia Moura
 
Trabalho de geografia
Trabalho  de    geografiaTrabalho  de    geografia
Trabalho de geografiaEdimeia Moura
 
006 cidade do porto roteiro 3ª parte
006 cidade do porto roteiro 3ª parte006 cidade do porto roteiro 3ª parte
006 cidade do porto roteiro 3ª parteventure-spain
 
6ª A Costa de Caparica que desconhecia
6ª A Costa de Caparica que desconhecia6ª A Costa de Caparica que desconhecia
6ª A Costa de Caparica que desconheciaguestfab0cf
 

Semelhante a Vestígios do Passado (20)

História do porto o porto de leixões
História do porto   o porto de leixõesHistória do porto   o porto de leixões
História do porto o porto de leixões
 
Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...
Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...
Artur Filipe dos Santos - História do porto Porto de leixões - Universidade S...
 
Património Cultural
Património CulturalPatrimónio Cultural
Património Cultural
 
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
 
Portugal porto - mirgaia (som)
Portugal   porto - mirgaia (som)Portugal   porto - mirgaia (som)
Portugal porto - mirgaia (som)
 
Porto
PortoPorto
Porto
 
Briteiros
BriteirosBriteiros
Briteiros
 
Locais historicos do_patrimonio_cultural
Locais historicos  do_patrimonio_culturalLocais historicos  do_patrimonio_cultural
Locais historicos do_patrimonio_cultural
 
História de Alhos Vedros
História de Alhos VedrosHistória de Alhos Vedros
História de Alhos Vedros
 
Alhos
 Alhos Alhos
Alhos
 
Ericeira
EriceiraEriceira
Ericeira
 
3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages
3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages
3 dias nas Aldeias Históricas - 3 days in the Historical Villages
 
Trabalho de geografia
Trabalho  de    geografiaTrabalho  de    geografia
Trabalho de geografia
 
Trabalho de geografia
Trabalho  de    geografiaTrabalho  de    geografia
Trabalho de geografia
 
Monumentos
MonumentosMonumentos
Monumentos
 
006 cidade do porto roteiro 3ª parte
006 cidade do porto roteiro 3ª parte006 cidade do porto roteiro 3ª parte
006 cidade do porto roteiro 3ª parte
 
Santa teresa
Santa teresaSanta teresa
Santa teresa
 
Alentejo
AlentejoAlentejo
Alentejo
 
Cabo Frio pontos turisticos
Cabo Frio pontos turisticosCabo Frio pontos turisticos
Cabo Frio pontos turisticos
 
6ª A Costa de Caparica que desconhecia
6ª A Costa de Caparica que desconhecia6ª A Costa de Caparica que desconhecia
6ª A Costa de Caparica que desconhecia
 

Mais de teresacorreiasilva (19)

O H Perdeu Uma Perna
O H Perdeu Uma PernaO H Perdeu Uma Perna
O H Perdeu Uma Perna
 
Poemas de Alunos
Poemas de AlunosPoemas de Alunos
Poemas de Alunos
 
Quinta do Rouxinol
Quinta do RouxinolQuinta do Rouxinol
Quinta do Rouxinol
 
Igrejas
IgrejasIgrejas
Igrejas
 
História do Seixal
História do SeixalHistória do Seixal
História do Seixal
 
Estatuas e Castelos
Estatuas e CastelosEstatuas e Castelos
Estatuas e Castelos
 
Costumes Tradições
Costumes TradiçõesCostumes Tradições
Costumes Tradições
 
Costumes e Tradições
Costumes e TradiçõesCostumes e Tradições
Costumes e Tradições
 
Algumas Batalhas
Algumas BatalhasAlgumas Batalhas
Algumas Batalhas
 
Estados da água
Estados da águaEstados da água
Estados da água
 
Estados Da água
Estados Da águaEstados Da água
Estados Da água
 
Dia E Noite
Dia E NoiteDia E Noite
Dia E Noite
 
Ciclo da água
Ciclo da águaCiclo da água
Ciclo da água
 
Ciclo da água
Ciclo da águaCiclo da água
Ciclo da água
 
Agua
AguaAgua
Agua
 
Familia Pontuacao
Familia PontuacaoFamilia Pontuacao
Familia Pontuacao
 
A Família
A FamíliaA Família
A Família
 
Plano De Acção
Plano De AcçãoPlano De Acção
Plano De Acção
 
Plano De Acção
Plano De AcçãoPlano De Acção
Plano De Acção
 

Último

4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...azulassessoriaacadem3
 
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...azulassessoriaacadem3
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...apoioacademicoead
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfalexandrerodriguespk
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...azulassessoriaacadem3
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...azulassessoriaacadem3
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...azulassessoriaacadem3
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Jean Carlos Nunes Paixão
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...excellenceeducaciona
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...azulassessoriaacadem3
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!Psyc company
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...azulassessoriaacadem3
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...azulassessoriaacadem3
 
Planejamento do 1º semestre de Ciências 2024 9º ano.pdf
Planejamento do 1º semestre  de Ciências 2024 9º ano.pdfPlanejamento do 1º semestre  de Ciências 2024 9º ano.pdf
Planejamento do 1º semestre de Ciências 2024 9º ano.pdfJanielleCristina1
 
Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...
Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...
Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...excellenceeducaciona
 

Último (20)

4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
 
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
c) A fosforilação oxidativa é a etapa da respiração celular que mais produz A...
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxSlides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
 
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docxGABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
GABARITO CRUZADINHA PATRIM E FONTES.docx
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
 
Planejamento do 1º semestre de Ciências 2024 9º ano.pdf
Planejamento do 1º semestre  de Ciências 2024 9º ano.pdfPlanejamento do 1º semestre  de Ciências 2024 9º ano.pdf
Planejamento do 1º semestre de Ciências 2024 9º ano.pdf
 
Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...
Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...
Discorra sobre a classificação da interpretação jurídica quanto à sua origem ...
 

Vestígios do Passado

  • 1. EB1/JI Casal do Marco Vestígios do passado Seixal Trabalho realizado por: Edmilson Rafaela 3º ano 2009/2010
  • 2. O que é um pelourinho? Pelourinho ou picota são colunas de pedra colocadas em lugar público da cidade ou vila onde eram torturados e expostos criminosos. Tinham também direito de pelourinho os grandes donatários, os bispos, os cabidos e os mosteiros, como prova e instrumento da jurisdição feudal. Em Portugal, os pelourinhos ou picotas (esta a designação mais antiga e popular) dos municípios localizavam-se sempre em frente ao edifício da câmara, desde o século XII. Muitos tinham no topo uma pequena casa em forma de guarita, feita de grades de ferro, onde os delinquentes eram expostos para a vergonha pública. Noutros locais os presos eram amarrados às argolas e açoutados ou mutilados, consoante a gravidade do delito e os costumes da época. De estilo românico, gótico ou renascentista, muitos dos pelourinhos em Portugal constituem exemplares de notável valor artístico. Segundo Alexandre Herculano e Teófilo Braga, os pelourinhos tiveram origem na columna moenia romana que distinguia com certos privilégios, as cidades que os possuiam. Os pelourinhos normalmente são constituídos por uma base sobre a qual assenta uma coluna ou fuste e terminam por um capitel.
  • 3. Nalguns pelourinhos, em vez da base construída pelo homem, eram aproveitados afloramentos naturais. Consoante o remate do pelourinho, estes podem classificar-se em: • Pelourinhos de gaiola. • Pelourinhos de roca. • Pelourinhos de pinha. • Pelourinhos de coluço (gaiola fechada). • Pelourinhos de tabuleiro (gaiola com colunelos). • Pelourinhos de chaparasa. • Pelourinhos de bola. • Pelourinhos tipo bragançano. • Pelourinhos extravagantes (de características invulgares). Muitos pelourinhos foram destruídos pelos liberais a partir de 1834 por os considerarem um símbolo de tirania.
  • 4. Alguns pelourinhos de Portugal Pelourinho da Sertã Pelourinho de Ovelha do Marão – Amarante – Porto
  • 5. PELOURINHO DE AZURARA – VILA DO CONDE Pelourinho de Vila do Conde
  • 6. Moinhos de Maré A história dos Moinhos de Maré Noutras épocas em que as fontes de energia escasseavam e eram limitadas apenas à força muscular, ao vento e correntes, os moinhos de maré tinham uma grande vantagem sobre as outras formas energéticas - a sua constância e previsibilidade. Existem duas marés diárias o que garantia cerca de 4 horas de moagem. Eram construídos nos estuários dos rios em terrenos baixos, e em zonas abrigadas que permitissem represar as águas. Era uma vida dura a dos moleiros, já que as horas das marés obrigavam a que se moesse a qualquer hora do dia ou da noite, pois os moinhos só trabalhavam durante a vazante. As outras horas eram aproveitadas para limpeza e manutenção do moinho e caldeira. Em 1403, Nuno Álvares Pereira, que era proprietário de quase todos os terrenos banhados pelo braço do rio Tejo que entra no Seixal, mandou construir o moinho de Corroios, o primeiro que se ergueu naquela área. Em 1404 os bens que tinha na zona do Seixal, incluindo o moinho de maré, foram doados ao Convento do Carmo. A partir do séc. XV as carmelitas
  • 7. promovem as construções de outros moinhos naquela área e na margem esquerda do rio Coina, incluindo os Moinhos Novo e Velho dos Paulistas. Junto dos moinhos existiam portos onde chegavam os barcos utilizados no transporte das farinhas e no escoamento de produtos da região. Com o terramoto de 1755 quase todos os moinhos ficaram em ruínas tendo sido na sua maior parte restaurados ou mesmo reedificados. Já no século XX alguns moinhos tiveram outras utilizações. Prepararam farinha de peixe, adubos e descascaram arroz. Muitos deles chegaram até aos nossos dias, mas no Seixal só o de Corroios se manteve a trabalhar até aos anos 70. Em 1980 foi adquirido pela Autarquia. Durante 6 anos sofreu obras de restauro e em 1986 abriu ao público, como núcleo do Ecomuseu Municipal do Seixal. Devido a obras de conservação e requalificação, este núcleo esteve encerrado ao público até Setembro de 2009, e reabriu após um processo de qualificação. Actualmente, o Moinho oferece a todos os visitantes uma exposição de longa duração "600 anos de Moagem no Moinho de Maré de Corroios".
  • 8. Um esquema par ajudar a compreender melhor o funcionamento do moinho de maré. Uma vista de cima. O moleiro colocava o cereal...e depois saía a farinha. Como roda a mó?