01 introdução

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01 introdução

  1. 1. Introdução Aprendizagem
  2. 2. Aprender <ul><li>De apreender (tomar posse judicialmente), do latim Aprehendere. </li></ul><ul><li>significa reter alguma habilidade ou conhecimento de forma razoavelmente permanente. </li></ul>
  3. 3. Aristóteles * , filósofo grego, 384-322AC : <ul><li>Aprendemos por associação </li></ul><ul><li>* Aluno de Platão e tutor de Alexandre, o Grande </li></ul><ul><li>Fundador da escola peripatética, em Atenas </li></ul><ul><li>Trabalhos sobre lógica, ética, política, retórica, física e zoologia </li></ul>
  4. 4. Empiristas ingleses (XVIII) – John Locke e David Hume Todo conhecimento passa pelos órgãos dos sentidos <ul><li>Leis da Associação : </li></ul><ul><li>_ Similaridade, </li></ul><ul><ul><li>Contigüidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Contraste </li></ul></ul><ul><ul><li>>MEMóRIA </li></ul></ul>
  5. 5. Princípios da Gestalt na organização perceptual <ul><ul><li>Paradigma: </li></ul></ul><ul><ul><li>O todo é maior do que a soma das partes </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização das partes entre si. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendemos para nos adaptar ao ambiente </li></ul></ul>
  6. 6. Aprendemos para nos adaptar ao ambiente <ul><li>O que aprendemos? Exemplos com vocês: </li></ul><ul><li>Como? Aprendemos de várias maneiras: </li></ul>
  7. 7. 1+2= Lei do Efeito de E. Thorndike (séc. XIX) <ul><li>1 – repetição e 2- tentativa e erro </li></ul><ul><li>“ O que dá certo, aumenta a freqüência do comportamento; o que não dá certo, diminui a freqüência do comportamento;.” </li></ul><ul><li>Inspirou a base para o surgimento do comdicionamento operante </li></ul>Psicólogo norte-americano, nascido em 1874 e falecido em 1949,
  8. 8. 1+2+3+4= Behaviorismo ou Comportamentalismo <ul><li>3- condicionamento clássico e </li></ul><ul><li>4- condicionamento operante </li></ul><ul><li>Psicologia rigidamente cientifica – método experimental de pesquisa científica - contra o metodo introspectivo, ainda da Filosofia: método de Wundt(Al) e William James(EUA), considerados os fundadores da Psicologia. </li></ul>
  9. 9. William James (1842-1910) <ul><li>Em 1902, ele escreveria: “Eu inicialmente estudei medicina para ser um fisiologista, mas eu acabei direcionado à filosofia e à psicologia como que por fatalidade. Eu nunca havia tido instrução filosófica, e a primeira palestra sobre psicologia que escutei foi a que eu proferi.” </li></ul>Willliam James ( 11 de janeiro de 1842 – 26 de
  10. 10. 5+6= Cognitivismo <ul><li>5- observação </li></ul><ul><li>6- aprendizagem social </li></ul><ul><li>resgata o “mentalismo” dos primeiros psicólogos de forma científica </li></ul>
  11. 11. Ou através de 7+8 = Psicologia Cognitiva <ul><li>7- raciocínio lógico </li></ul><ul><li>8- insight </li></ul><ul><li>Metacognição. </li></ul>
  12. 12. Começamos com o Condicionamento Clássico <ul><li>Ou condicionamento reflexo. </li></ul><ul><li>Em geral, sistema Autônomo e reflexos motores </li></ul><ul><li>Simpático, em geral responsável pela atividade fisiológica (níveis de excitação) </li></ul><ul><li>Parassimpático , em geral , respostas de repouso e relaxamento . </li></ul><ul><li>(mais tarde, implicações diretas no conceito de Memória) </li></ul>OMmmmmmm.......
  13. 13. Sistema Autônomo <ul><li>Responsável por respostas reflexas do corpo, como... </li></ul><ul><li>Funções cardíacas, respiratórias, digestivas e excretórias; ritmo circadiano; </li></ul>
  14. 14. Condicionamento Clássico ou Reflexo <ul><li>Mas também reflexos motores como de pálpebras ou recuo da dor; </li></ul><ul><li>Respostas inatas e resultado de predisposição biológica, </li></ul><ul><li>São passiveis de condicionamento reflexo, o corpo aprende </li></ul>
  15. 15. Salivar é resposta reflexa – cachorro de Pavlov
  16. 16. O que é o Reflexo Condicionado <ul><li>No final do s é culo XIX e no in í cio do s é culo XX, um fisiologista russo, Ivan Pavlov (1849-1936), ao estudar a fisiologia do sistema gastrointestinal, fez uma das grandes descobertas cient í ficas da atualidade: o reflexo condicionado. Foi uma das primeiras abordagens realmente objetivas e cient í ficas ao estudo da aprendizagem, principalmente porque forneceu um modelo que podia ser verificado e explorado de in ú meras maneiras, usando a metodologia da fisiologia. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Pavlov inaugurava, assim, a psicologia cient í fica, acoplando-a à neurofisiologia. </li></ul><ul><li>Por seus trabalhos, recebeu o prêmio Nobel concedido na á rea de Medicina e Fisiologia em 1904. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>A experiência cl á ssica de Pavlov é aquela do cão, a campainha e a saliva ç ão à vista de um peda ç o de carne. Sempre que apresentamos ao cão um peda ç o de carne, a visão da carne e sua olfa ç ão provocam saliva ç ão no animal. </li></ul><ul><li>Se tocarmos uma campainha, qual o efeito sobre o animal? uma rea ç ão de orienta ç ão. Ele simplesmente olha, vira a cabe ç a para ver de onde vem aquele est í mulo sonoro. </li></ul>
  19. 19. Associação <ul><li>Se tocarmos a campainha e em seguida mostrarmos a carne , dando-a ao cão, e fizermos isso repetidamente , depois de certo n ú mero de vezes o simples tocar da campainha provoca saliva ç ão no animal, preparando o seu aparelho digestivo para receber a carne. A campainha torna-se um sinal da carne que vir á depois. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Todo o organismo do animal reage como se a carne j á estivesse presente, com saliva ç ão, secre ç ão digestiva, motricidade digestiva etc. Um est í mulo que nada tem a ver com a alimenta ç ão, meramente sonoro , passa a ser capaz de provocar modifica ç ões digestivas.   </li></ul>Associação
  21. 21. Para que surja um reflexo condicionado é preciso que existam certas condi ç ões:   <ul><li>1. coexistência no tempo, v á rias vezes repetida, entre o agente indiferente e o est í mulo incondicionado (no caso, o som da campainha e a apresenta ç ão da carne) </li></ul>
  22. 22. Para que surja um reflexo condicionado é preciso que existam certas condi ç ões:   <ul><li>2. o agente indiferente deve preceder em pouco tempo o est í mulo incondicionado. Se dermos a carne primeiro e tocarmos a campainha depois, a rea ç ão condicionada não se estabelece; </li></ul>
  23. 23. Para que surja um reflexo condicionado é preciso que existam certas condi ç ões:   <ul><li>3. inexistência naquele momento de outros est í mulos que possam provocar inibi ç ão de causa externa. Se simultaneamente damos uma chicotada ou jogamos á gua gelada no animal, provocamos inibi ç ão, desencadeando rea ç ão de defesa no animal; </li></ul>
  24. 24. Para que surja um reflexo condicionado é preciso que existam certas condi ç ões:   <ul><li>4. para que o reflexo condicionado se mantenha, é necess á rio que periodicamente o reforcemos . Uma vez que o reflexo se formou, o mero som da campainha substitui a apresenta ç ão da carne. Mas, se tocarmos repetidamente a campainha e não mais apresentarmos a carne , depois de um certo n ú mero de vezes o animal deixa de reagir com saliva ç ão e secre ç ão digestiva. </li></ul>
  25. 25. Como Funciona o Reflexo Condicionado   <ul><li>Est í mulo leva------- à > Resposta </li></ul><ul><li>Est í mulo Indiferente + Est í mulo Incondicionado (apresenta ç ão da carne) leva --------- à > Resposta Incondicionada   ou inata (salivação) </li></ul><ul><li>Est í mulo Indiferente associa-se------- à > Resposta Condicionada </li></ul>
  26. 26. Explicando melhor: <ul><li>um est í mulo indiferente, combinado com um est í mulo capaz de ativar um reflexo incondicionado, gera uma resposta incondicionada e, depois de algum tempo, o est í mulo indiferente, por si s ó , é capaz de provocar resposta que pode, então, ser considerada como condicionada. </li></ul>
  27. 27. reflexo condicionado <ul><li>Esses est í mulos indiferentes podem vir tanto do meio externo (est í mulos sonoros, luminosos, olfativos, t á teis, t é rmicos) como do meio interno (v í sceras, ossos, articula ç ões). </li></ul>
  28. 28. As respostas condicionadas <ul><li>podem ser motoras, excretoras ou neurovegetativas. </li></ul><ul><li>Podem pois, ser condicionadas rea ç ões volunt á rias ou rea ç ões vegetativas involunt á rias. </li></ul><ul><li>Podemos fazer com que respostas involunt á rias apare ç am de acordo com a nossa vontade, se usarmos o condicionamento adequado. As respostas condicionadas podem ser excitat ó rias (com aumento de fun ç ão) ou inibit ó rias (com diminui ç ão de fun ç ão). </li></ul>
  29. 29. Efeito Placebo <ul><li>Existem diversos exemplos de como se pode modificar, atrav é s do condicionamento, a fisiologia do animal e do ser humano. Citaremos apenas alguns, para, a partir deles, procurar compreender o que poderia ocorrer no momento do Efeito Placebo </li></ul>
  30. 30. A Modifica ç ão da Fisiologia Atrav é s do Condicionamento <ul><li>Pavlov e seus seguidores logo perceberam que o condicionamento era muito poderoso no sentido de alterar fun ç ões orgânicas. Diversos experimentos comprovaram isso, e abriram um enorme campo de estudos, com muitas conseq ü ências para a aplica ç ão cl í nica em seres humanos. </li></ul>
  31. 31.   <ul><li>Exemplo: se antes de aplicar inje ç ão de insulina em um cão, faz-se com que ele ou ç a sempre um assobio, a hipoglicemia que surge em decorrência da a ç ão da insulina passar á a surgir, depois de algum tempo, pela simples audi ç ão do assobio. </li></ul><ul><li>O metabolismo do animal alterou-se, passando a responder com hipoglicemia a um est í mulo sonoro que nada tem a ver, em condi ç ões normais, com o metabolismo dos glic í dios. </li></ul>
  32. 32. O Sistema Nervoso Central e os Reflexos Condicionados <ul><li>Finalmente, atrav é s do que ficou conhecido como a &quot;Teoria Pavloviana da Atividade Nervosa Superior&quot;, Pavlov e seus disc í pulos foram os primeiros pesquisadores a integrar os estudos da psicologia do aprendizado com a an á lise experimental da fun ç ão cerebral. </li></ul><ul><li>Eles mostraram que os reflexos condicionados se originam no c ó rtex cerebral , o qual, segundo as palavras de Pavlov, &quot; é o distribuidor prim á rio e organizador de todas as atividades do organismo &quot; . </li></ul>
  33. 33. <ul><li>  </li></ul>fim

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