A Encarnacao do Verbo - parte 2

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A Encarnacao do Verbo - parte 2

  1. 1. ἈκαθίστοςMaria, co-protagonista da história da Salvaçãoe co-portadora da RedençãoMeditações Marianas
  2. 2. 2CÂNTICO DE ENTRADA
  3. 3. 3ANTÍFONAII PARTELITANIA
  4. 4. 4NARRAÇÃO
  5. 5. 5DA CARTA APOSTÓLICA ROSARIUM VIRGINIS MARIAE DO BEATO JOÃO PAULO II,PAPARVM 10MEDITAÇÃOORAÇÃODeus, Pai santo, que na vossa benigna providência quisestes que o vosso Verbo assumisse verdadeira carnehumana no seio da Virgem Maria, concedei-nos que, celebrando o nosso Redentor como verdadeiro Deus e ver-dadeiro homem, mereçamos também participar da sua natureza divina.Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.A contemplação de Cristo tem em Maria o seu modelo insuperável. O rosto do Filho pertence-lhe sobum título especial. Foi no seu ventre que Se plasmou, recebendo dEla também uma semelhançahumana que evoca uma intimidade espiritual certamente ainda maior. À contemplação do rosto deCristo, ninguém se dedicou com a mesma assiduidade de Maria. Os olhos do seu coração concentram-se de algum modo sobre Ele já na Anunciação, quando O concebe por obra do Espírito Santo; nosmeses seguintes, começa a sentir sua presença e a pressagiar os contornos. Quando finalmente O dá àluz em Belém, também os seus olhos de carne podem fixar-se com ternura no rosto do Filho, queenvolveu em panos e recostou numa manjedoura (cf. Lc 2, 7).Desde então o seu olhar, cheio sempre de reverente estupor, não se separará mais dEle. Algumasvezes será um olhar interrogativo, como no episódio da perda no templo: « Filho, porque nos fizesteisto? » (Lc 2, 48); em todo o caso será um olhar penetrante, capaz de ler no íntimo de Jesus, a ponto deperceber os seus sentimentos escondidos e adivinhar suas decisões, como em Caná (cf. Jo 2, 5); outrasvezes, será um olhar doloroso, sobretudo aos pés da cruz, onde haverá ainda, de certa forma, o olharda parturiente, pois Maria não se limitará a compartilhar a paixão e a morte do Unigénito, mas acolhe-rá o novo filho a Ela entregue na pessoa do discípulo predilecto (cf. Jo 19, 26-27); na manhã da Páscoa,será um olhar radioso pela alegria da ressurreição e, enfim, um olhar ardoroso pela efusão do Espíritono dia de Pentecostes (cf. Act 1,14).Deparada com a Mensagem do Anjo, a gloriosa Virgem Maria apenas se sente capaz de balbuciar umapergunta, não por falta de fé mas por uma questão prática: como pode uma virgem conceber? Como épossível a uma jovem mulher ser, simultaneamente, agraciada com o dom da Maternidade, conservan-do o grande tesouro da Virgindade?Depois surge a resposta: a sombra do Omnipotente te cobrirá, ó Mãe, de modo a que, o que em tiaconteceu, seja obra singular do Espírito. Sem macular o teu imaculado seio, será nele depositado oFilho de Deus, ultrapassando toda a lógica humana, todos os limites do entendimento.Eis, então a frase que todo o Universo, em suspenso, aguardava: “Ecce ancilla Domini.” - Eis a escravado Senhor. Eis o sim que abre a porta à Redenção! Eis o sim que abre as portas do Céu! Eis o sim quenos trouxe o Salvador! Esta humilde disposição da Santíssima Virgem decide toda a história humana.Graças a Ti, ó Mãe, podemos hoje viver seguros pela graça Baptismal! Graças a Ti chega-nos o confortoda Eucarístia! Graças a Ti vem-nos o perdão da Penitência.Por tudo isto e mais, te louvamos, Mãe…Avé Maria...
  6. 6. 6Sobreiro

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