O documento é uma meditação mariana sobre Maria como co-protagonista da história da salvação. Ele descreve como Maria deu seu consentimento humildemente para conceber Jesus, abrindo assim as portas para a redenção. Sua contemplação do rosto de Jesus foi o modelo supremo, desde a Anunciação até Pentecostes. Sua resposta de "Eis a escrava do Senhor" decidiu toda a história humana, trazendo-nos a graça do batismo, a eucaristia e o perdão.