As Prisões Do Estado Novo
Trabalho realizado por
Ana Catarina Ferreira
e João Judicibus,
alunos do 6º A.

Disciplina de HG...
Índice

Introdução
Tarrafal
Peniche
Caxias
Conclusão
Introdução
• Com este trabalho que foi proposto pelo
  professor de HGP queremos apresentar
  alguma informação sobre as t...
O Tarrafal

A mais brutal expressão
da violência do Estado
Novo, o Tarrafal foi uma
prisão criada na ilha de
  Santiago, e...
• A Colónia Penal do Tarrafal, situada no lugar de Chão
  Bom do concelho do Tarrafal, na ilha de Santiago (Cabo
  Verde),...
No Tarrafal não havia
câmaras de gás,
como nos campos de
concentração nazis,
mas os presos eram
submetidos a um
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O Tarrafal

A mais brutal expressão
da violência do Estado
Novo, o Tarrafal foi uma
prisão criada na ilha de
  Santiago, e...
O Tarrafal

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“Quando cheguei à ilha, naquele dia de 29 de Outubro de 1936,
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O Tarrafal,
       o “campo da morte
             lenta”
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Prisão de Caxias

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Tornou-se
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tendo ficado conhecido
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Outra prisão criada pelo Estado Novo.
  Aqui ocorreu uma das mais espectaculares
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CONCLUSÃO
• Neste trabalho enfrentámos dificuldades
  em obter dados, pois existe pouca
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Web/bibliografia
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  1. 1. As Prisões Do Estado Novo Trabalho realizado por Ana Catarina Ferreira e João Judicibus, alunos do 6º A. Disciplina de HGP 2008/2009
  2. 2. Índice Introdução Tarrafal Peniche Caxias Conclusão
  3. 3. Introdução • Com este trabalho que foi proposto pelo professor de HGP queremos apresentar alguma informação sobre as três principais prisões políticas do Estado Novo. • Assim, pretendemos trazer alguns testemunhos dos que por lá passaram, apenas por se terem oposto à ditadura de Salazar ou de Marcello Caetano.
  4. 4. O Tarrafal A mais brutal expressão da violência do Estado Novo, o Tarrafal foi uma prisão criada na ilha de Santiago, em Cabo Verde.
  5. 5. • A Colónia Penal do Tarrafal, situada no lugar de Chão Bom do concelho do Tarrafal, na ilha de Santiago (Cabo Verde), foi criada pelo Governo português do Estado Novo a 23 de Abril de 1936. • Em 18 de Outubro de 1936 partiram de Lisboa os primeiros 152 detidos, entre os quais se contavam participantes do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande (37) e marinheiros que se tinham amotinado a bordo de um navio de guerra no Tejo. • O Campo do Tarrafal, ou Campo de Concentração do Tarrafal, como ficou conhecido, começou a funcionar em 29 de Outubro de 1936, com a chegada dos primeiros prisioneiros.
  6. 6. No Tarrafal não havia câmaras de gás, como nos campos de concentração nazis, mas os presos eram submetidos a um regime de morte lenta
  7. 7. O Tarrafal A mais brutal expressão da violência do Estado Novo, o Tarrafal foi uma prisão criada na ilha de Santiago, em Cabo Verde.
  8. 8. O Tarrafal Conta-nos um prisioneiro político: “Quando cheguei à ilha, naquele dia de 29 de Outubro de 1936, encontrei uma paisagem deslumbrante na cidade da Praia, uma ilha paradisíaca. Contudo, por trás dela, estava o inferno. E eu não podia imaginar! Não podia imaginar que quando me juntei aos grevistas, dois anos antes, seria este o meu destino. À entrada lia-se “Colónia Penal do Tarrafal”, descemos a avenida do Chambom (…). Avistei vários barracões (…). Afastada da avenida fica a prisão, a “frigideira”, como lhe chamavam os presos. Do lado direito o campo de concentração com poucos edifícios (…) rodeado de arame farpado (…)…
  9. 9. O Tarrafal, o “campo da morte lenta” Conta-nos um prisioneiro político: [Continuação] “Depois do processo de registo e identificação, fui levado para uma sala despida de tudo. Apenas um catre para dormir e um balde para as necessidades. A vida era feita em função dos trabalhos e da espera. Espera por algo, um bilhete, uma carta clandestina, uma revista ou um jornal. Mas foi na “frigideira”, sob temperaturas de 60º graus que aguentei o pior dos pesadelos. O edifício em cimento armado e tecto de zinco parecia um forno – aí era o isolamento total. Aí aguentei 55 dias seguidos e sobrevivi. Obedecia à PVDE e só assim podia sobreviver. Faltei aos meus princípios, denunciei amigos e acabei na pior das prisões portuguesas, mas voltei para casa. Foi essa esperança que me manteve vivo durante aqueles meses.” Em 1954 desactivaram o Campo de Concentração do Tarrafal. Do areal da morte saía então o último e único prisioneiro: Francisco Miguel Duarte. Segundo testemunhas, sofreu as piores humilhações, espancamentos, a tortura da estátua, vinte e três anos de prisão. O Campo do Tarrafal encerrou em 1954, tendo sido reactivado em 1961, sob a denominação de Campo do Chão Bom, para receber prisioneiros oriundos das colónias portuguesas.
  10. 10. Prisão de Caxias Aqui, a Prisão de Caxias um verdadeiro pesadelo. O Forte de são Bruno transformado em prisão em 1935.
  11. 11. Tornou-se Estabelecimento Prisional em 1916, tendo ficado conhecido principalmente durante o Estado Novo, como a prisão que acolheu mais presos políticos.
  12. 12. Prisão de Peniche Outra prisão criada pelo Estado Novo. Aqui ocorreu uma das mais espectaculares fugas da história do fascismo português, por se tratar de uma fuga das prisões de mais alta segurança do Estado Novo. No dia 3 de Janeiro de 1960 escapam do forte de Peniche: Álvaro Cunhal, Joaquim Gomes, Carlos Costa, entre outros.
  13. 13. CONCLUSÃO • Neste trabalho enfrentámos dificuldades em obter dados, pois existe pouca informação disponível. • Entregámos o trabalho incompleto e o professor completou-o, de modo a estar presente na Exposição, pois trata um tema muito importante para o estudo do Estado Novo.
  14. 14. Web/bibliografia • Wikipedia • Manual de HGP (6º ano) e de História (9º ano)

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