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COMO AVALIAR A
ERODIBILIDADE DO SOLO
Acadêmicos: Bianca Ribeiro
Éberson Corado
Keiciane Bandeira
Lorrana Frota
• A natureza do solo determina a sua susceptibilidade à erosão, ou seja, a
propriedade do solo denominada de erodibilidade.
• A erodibilidade do solo deve ser estudada considerando-se que representa o
efeito integrado dos processos que regulam a infiltração de água e a
resistência do solo à desagregação e transporte de partículas, ou seja, sua
predisposição a erosão. Portanto, a erodibilidade pode ser definida como a
maior ou menor facilidade com que as suas partículas são destacadas e
transportadas pela ação de um agente erosivo (Silva et al., 2000).
• Devido a sua grande complexidade, muitos estudos são feitos com a
finalidade de conhecer e compreender como a erodibiliddade prejudica os
diferentes tipos de solos.
• Na literatura encontram-se diferentes ensaios geotécnicos que sozinhos ou
combinados têm sido utilizados para a avaliação da erodibilidade dos solos e
rochas. Esses ensaios contribuem para a elaboração de planos de manejo de
áreas com grande fragilidade natural.
Ensaios de Caracterização Física
• Os ensaios de caracterização física são considerados essenciais não só para a
avaliação da erodibilidade, como também para a determinação de qualquer
outra propriedade do solo que envolva solos e rochas sedimentares.
• Deve-se considerar que a influencia das características estruturais e
mineralógicas dos solos, possuem variações relacionadas a fatores diversos, o
que certamente deve ser considerado na análise dos comportamentos
geomecânicos dos solos.
Ensaio de Cisalhamento Direto
• A resistência ao cisalhamento do solo é a máxima tensão cisalhante interna
que o solo pode suportar. Seu estudo visa à determinação da envoltória de
ruptura, que é a relação entre as tensões normal e cisalhante no estado de
ruptura. Segundo Pinto (2000), o ensaio do cisalhamento direto é o mais
antigo procedimento para determinar a resistência ao cisalhamento de um
solo, e baseia-se no critério de Coulomb.
Ensaio do penetrômetro dinâmico de cone
– DCP
• O Penetrômetro Dinâmico de Cone (Dynamic Cone Penetration - DCP) é
um instrumento que permite realizar ensaios de penetração dinâmica no solo
em seu estado natural.
• O DCP, pelas suas características peculiares, permite que ensaios
penetrométricos sejam realizados em locais de difícil acesso e ainda
possibilita a obtenção de diversos pontos ensaiados. Este aparelho consiste
de um martelo que cai em queda livre guiado por uma haste, transferindo a
energia da queda para outra haste com ponta cônica que penetra no solo.
Ensaio de desagregação
(slaking test)
• O objetivo deste ensaio é a verificação da instabilidade à desagregação de
uma amostra de solo cúbica ou cilíndrica, quando submersa em água, sendo
considerada como uma avaliação indireta, visual e qualitativa da estabilidade,
não sendo normatizado.
• ensaio de desagregação analisa o potencial de desagregação, capacidade de
um solo não saturado e não confinado em sofrer colapso de sua
macroestrutura quando exposto ao ar e em seguida imerso em água.
Ensaio de cone de laboratório
• O ensaio estuda o comportamento de amostras indeformadas com altura de
40 mm e diâmetro de 73 mm, perante a penetração de um cone com ângulo
de abertura de 30º e altura de 35 mm, em amostra de solo nas condições
natural e saturada. A saturação da amostra é obtida por capilaridade pelo
período de uma hora.
Ensaio de Inderbitzen
• Este ensaio tem como objetivo a simulação aproximada do efeito do
escoamento superficial sobre o solo, permitindo analisar diferentes resultados
conforme a mudança da vazão do fluxo, seu tempo de atuação, declividade
da rampa e propriedades do solo, como sua densidade e umidade, porém,
não simula o fenômeno da desagregação de partículas provocado pelo
impacto da água em uma precipitação.
Referências
• FERNANDES, L. P.AVALIAÇÃO DA ERODIBILIDADE DE UM
PERFIL DE SOLO TÍPICO DA ÁREA DO CAMPO DE
INSTRUÇÃO DE SANTA MARIA – RS.Universidade Federal de Santa
Maria. 2015. Disponível em:
http://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/7895/FERNANDES%2c%
20LEILA%20POSSER.pdf ?sequence=1&isAllowed=y.

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Como avaliar a erodibilidade do solo

  • 1. COMO AVALIAR A ERODIBILIDADE DO SOLO Acadêmicos: Bianca Ribeiro Éberson Corado Keiciane Bandeira Lorrana Frota
  • 2. • A natureza do solo determina a sua susceptibilidade à erosão, ou seja, a propriedade do solo denominada de erodibilidade. • A erodibilidade do solo deve ser estudada considerando-se que representa o efeito integrado dos processos que regulam a infiltração de água e a resistência do solo à desagregação e transporte de partículas, ou seja, sua predisposição a erosão. Portanto, a erodibilidade pode ser definida como a maior ou menor facilidade com que as suas partículas são destacadas e transportadas pela ação de um agente erosivo (Silva et al., 2000).
  • 3. • Devido a sua grande complexidade, muitos estudos são feitos com a finalidade de conhecer e compreender como a erodibiliddade prejudica os diferentes tipos de solos. • Na literatura encontram-se diferentes ensaios geotécnicos que sozinhos ou combinados têm sido utilizados para a avaliação da erodibilidade dos solos e rochas. Esses ensaios contribuem para a elaboração de planos de manejo de áreas com grande fragilidade natural.
  • 4. Ensaios de Caracterização Física • Os ensaios de caracterização física são considerados essenciais não só para a avaliação da erodibilidade, como também para a determinação de qualquer outra propriedade do solo que envolva solos e rochas sedimentares. • Deve-se considerar que a influencia das características estruturais e mineralógicas dos solos, possuem variações relacionadas a fatores diversos, o que certamente deve ser considerado na análise dos comportamentos geomecânicos dos solos.
  • 5. Ensaio de Cisalhamento Direto • A resistência ao cisalhamento do solo é a máxima tensão cisalhante interna que o solo pode suportar. Seu estudo visa à determinação da envoltória de ruptura, que é a relação entre as tensões normal e cisalhante no estado de ruptura. Segundo Pinto (2000), o ensaio do cisalhamento direto é o mais antigo procedimento para determinar a resistência ao cisalhamento de um solo, e baseia-se no critério de Coulomb.
  • 6.
  • 7. Ensaio do penetrômetro dinâmico de cone – DCP • O Penetrômetro Dinâmico de Cone (Dynamic Cone Penetration - DCP) é um instrumento que permite realizar ensaios de penetração dinâmica no solo em seu estado natural. • O DCP, pelas suas características peculiares, permite que ensaios penetrométricos sejam realizados em locais de difícil acesso e ainda possibilita a obtenção de diversos pontos ensaiados. Este aparelho consiste de um martelo que cai em queda livre guiado por uma haste, transferindo a energia da queda para outra haste com ponta cônica que penetra no solo.
  • 8.
  • 9. Ensaio de desagregação (slaking test) • O objetivo deste ensaio é a verificação da instabilidade à desagregação de uma amostra de solo cúbica ou cilíndrica, quando submersa em água, sendo considerada como uma avaliação indireta, visual e qualitativa da estabilidade, não sendo normatizado. • ensaio de desagregação analisa o potencial de desagregação, capacidade de um solo não saturado e não confinado em sofrer colapso de sua macroestrutura quando exposto ao ar e em seguida imerso em água.
  • 10.
  • 11. Ensaio de cone de laboratório • O ensaio estuda o comportamento de amostras indeformadas com altura de 40 mm e diâmetro de 73 mm, perante a penetração de um cone com ângulo de abertura de 30º e altura de 35 mm, em amostra de solo nas condições natural e saturada. A saturação da amostra é obtida por capilaridade pelo período de uma hora.
  • 12.
  • 13. Ensaio de Inderbitzen • Este ensaio tem como objetivo a simulação aproximada do efeito do escoamento superficial sobre o solo, permitindo analisar diferentes resultados conforme a mudança da vazão do fluxo, seu tempo de atuação, declividade da rampa e propriedades do solo, como sua densidade e umidade, porém, não simula o fenômeno da desagregação de partículas provocado pelo impacto da água em uma precipitação.
  • 14.
  • 15. Referências • FERNANDES, L. P.AVALIAÇÃO DA ERODIBILIDADE DE UM PERFIL DE SOLO TÍPICO DA ÁREA DO CAMPO DE INSTRUÇÃO DE SANTA MARIA – RS.Universidade Federal de Santa Maria. 2015. Disponível em: http://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/7895/FERNANDES%2c% 20LEILA%20POSSER.pdf ?sequence=1&isAllowed=y.