SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 35
Baixar para ler offline
ANÁLISE DE FALHA EM SISTEMAS
MODELADOS
COMPETÊNCIAS
 Engenheiro Eletricista formado
pela UFSJ – diploma registrado
sob número 000538, processo
número 23122.100087/2004-74 e
CREA - MG 84028/D.
 Instrutor Técnico – código da
atividade 85.996/ 04 e CNPJ
26.935.516/000111
 Engenheiro de Manutenção Pleno
– conforme CTPS 45007/0102 –
MG; Registro Número 42478
Ficha 13512 (GERDAU/OB)
 Mestrando – UFSJ / PPGEL
(matrícula 2013220230001)
Treinamentos Serviços
QUEM SOMOS
Empresa para o desenvolvimento empresarial e técnico no ramo de segurança do trabalho e gestão de ativos,
visando clientes com potenciais de inserção no mercado, bem como aqueles que já estão inseridos e a procura por
qualificação e orientação.
MISSÃO
Proporcionar ao mercado pessoas qualificadas com as necessidades e exigências normativas.
VISÃO
Ser uma empresa referência em consultoria e treinamento, buscando instruir, habilitar e qualificar seus clientes
potenciais.
VALORES
Comprometimento e qualidade na entrega de seus resultados.
Conheça nossas redes sociais:
facebook.com/InstrucaoLedor/
linkedin.com/in/alexandregrossi(31)98764-5056
BIBLIOGRAFIA
 Acires Dias [et. Al.]. “Metodologia para análise de risco Mitigação de perda de SF6 em
disjuntores”. Florianópolis, 2011. P&D – ANEEL
 Siqueira, Iony Patriota de. “Manutenção Centrada na Confiabilidade. Manual de
implementação.” Rio de Janeiro, qualitymark, 2005.
 Lafraia, João Ricardo Barusso. “Manual de Confiabilidade, manutenabilidade e
disponibilidade.” Rio de Janeiro, qualitymark, 2005.
 Billinton, Roy. “Reliability Evaluation of Engineering Systems: Concepts and
Techniques.” ISBN 0-273-08484-4
4
FTA-AnálisedeFalhasem
SistemasModelados
INTRODUÇÃO
• “Prevenir e corrigir falhas constitui os objetivos primários” (Iony
Patriota – MCC, manual de implementação)
• “[...]preservar as capacidades funcionais de equipamentos e
sistemas em operação.” (Smith A.M. - Reliability-Centered Maintenance)
• “[...]assegurar que itens físicos continuem a fazer o que seus
usuários desejam que eles façam.” (Moubray J. - Reliability-Centered
Maintenance)
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
5
Em relação a manutenção temos...
ERRO ou FALHA?
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
6
Defeito
• Pode ocasionar a manifestação
de erros
Erro
• Pode gerar a falha
Falha
• Comportamento inesperado
que afeta o usuário
DesastresCausadosporErros nas Soluções
(1/3)
Exemplo 1: Falha no lançamento de mísseis
(25/02/1991 – Guerra do Golfo – míssil Patriot)
Erro de 0,34 s no cálculo do
tempo de lançamento
Limitação na representação numérica
(24 bits)
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
7No início dos anos 90 durante a guerra do Golfo foi usado um sistema de defesa das tropas americanas denominado de sistema de defesa
com misseis aéreos Patriot. Na noite de 25 de Fevereiro de 1991 este sistema de defesa e detecção de ataques inimigos falhou, não
conseguindo intersectar um míssil Scud lançado pela Arábia Saudita. O míssil iraquiano matou 28 militares americanos e feriu outros 98.
Esta falha grave no sistema de defesa deveu-se a erro no radar do sistema Patriot e no software que o suportava, reduzindo-se no fim, a
um erro de arredondamento no cálculo e na medição do tempo.
Exemplo 2: Explosão de foguetes
(04/06/1996 – Guiana Francesa – foguete Ariane 5)
Limitação na representação numérica
(64 bits/ 16 bits)
Prejuízo: U$ 7,5 bilhões
DESASTRES CAUSADOS POR ERROS NAS SOLUÇÕES
(2/3)
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
8
https://cnes.fr/fr/accueil_site_instit
DESASTRES CAUSADOS POR ERROS NAS SOLUÇÕES
(3/3)
Exemplo 3: Afundamento de Plataforma
Marítima
(23/08/1991 – Mar do Norte/Noruega – Plataforma
Sleipner)
Rompimento de uma das Células
que compunham a parede
Parcialmente causada por erro de
análise no elemento finito
Prejuízo: U$ 700 milhões
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
9
O que se diz sobre FALHA
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
10
“A falha é um evento
indesejável, pois podem
ocorrer perdas e danos ou
exposição a riscos. A
prevenção de falhas ou a
determinação de vida e
condição para que a falha
ocorra de forma prevista
são medidas para o
sucesso do projeto.” - Prof.
Dr. Cassius O.F. Terra
Ruchert / USP
“Evite paradas e incidentes de segurança ao entender as
falhas potenciais, a criticidade de cada falha e o impacto
sobre seu pessoal e seus ativos.” – ABS Consulting
“As falhas representam não
conformidades nas
atividades produtivas, que
comprometem a
disponibilidade dos ativos,
reduzindo a
competitividade, de tal
modo que pesquisas para
seu controle e prevenção
são, no mínimo, desejáveis.”
- Jose Claudemir
Schmitt/UNIMEP
“Analisar uma falha é interpretar as características de um
sistema ou componente que não mais desempenham suas
funções com segurança.” - Frank de Lima Bazi / UTFPR
“Dentre as mais importantes, estão
a de que a barragem foi construída
com materiais diferentes do projeto
inicial e não tinha um responsável
técnico desde 2012. Além disso, os
equipamentos de monitoramento
da barragem não estavam
funcionando na hora do acidente e
não houve alerta à população sobre
o rompimento.” – G1.com
OBSERVEMOS....
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
11
Análise
Sistemas
Modelados
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
12
Análise
“estudo pormenorizado de cada parte de um
todo, para conhecer melhor sua natureza, suas
funções, relações, causas etc.” (wikipédia)
Em (Iony) define-se 3 etapas de
análise na definição da
periodicidade das atividades:
Análise
Confiabilidade
Mantenabilidade
Produtividade
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
13
Sistemas
“Um sistema é um conjunto de elementos (materiais
ou ideais) entre os quais se possa encontrar ou
definir alguma relação.” (dic.Aurélio)
Sistema de produção de ar comprimido (PINCHES & CALLEAR, 1996).
Identificação Seleção Documentação
Não há normatização
Segurança, disponibilidade e
custo
Diagrama de Blocos de
Confiabilidade
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
14
Modelamento
Modelagem é a atividade de construir modelos que
expliquem as características ou o comportamento de
um sistema.
Também podem-se construir modelos para abstrair aspectos de sistemas, como por
exemplo um modelo matemático, modelos de engenharia de software, gráficos.
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
15
Modelamento
A resposta do nosso problema é obtida
com a resolução do sistema linear de
três equações e três incógnitas
seguinte:
𝑅1 + 𝑅4 ∗ 𝐼1 − 𝑅4 ∗ 𝐼2 + 0 ∗ 𝐼3 = 𝑉1
−(𝑅4) ∗ 𝐼1 + 𝑅2 + 𝑅4 + 𝑅5 ∗ 𝐼2 − 𝑅5 ∗ 𝐼3 = 0
0 ∗ 𝐼1 − 𝑅5 ∗ 𝐼2 + 𝑅5 + 𝑅3 ∗ 𝐼3 = −𝑉2
ANÁLISE DE CIRCUITOS
Modelagem de Redes
• “Um sistema é frequentemente representado por uma rede em
que os componentes do sistema são conectados em série,
paralelo, malha, ou uma combinação dessas conexões.”
(Billinton – Reliability Evaluation of Engineering Systems)
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
16
Série
Paralelo
Modelagem de Redes
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
17
“Em um sistema série, n
componentes estão conectados de
tal forma que a falha de qualquer
componente resulta na falha do
sistema.” (Fogliatto – Confiabilidade e manutenção
central)
“Em um sistema paralelo, todos os
componentes devem falhar para que
o sistema falhe” (Fogliatto – Confiabilidade e
manutenção central)
Modelagem de Redes
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
18
FTA – Fault Tree Analysis
• Desenvolvida por H.A. Watson
• Utilizou a FTA para análise do sistema de lançamento do míssil
intercontinental Minuteman.
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
19
“A FTA é uma técnica
dedutiva, ou seja, a partir de
um evento inicial ( ET- evento
de topo), identificam-se os
eventos intermediários
resultantes da associação
lógica das causas raízes, que
geraram o evento de topo.”
(Acires et ali. – Metodologia para análise de risco)
“A FTA permite tanto a análise
qualitativa da relação causa-
efeito quanto a análise
quantitativa a partir da
determinação da
probabilidade das causas e
sua relação com o evento de
topo.” (Acires et ali. – Metodologia para
análise de risco)
FTA – Fault Tree Analysis
• As etapas a serem cumpridas para desenvolvimento de uma
FTA são:
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
20
FTA – Fault Tree Analysis
Árvores Complexas exigem a utilização de ferramentas
computacionais:
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
21
Lógica Fuzzy
Cadeia Markov
Metaheurística
FTA – Fault Tree Analysis
• Metodologia (Lafraia – Manual de Confiabilidade, Mantenabilidade e disponibilidade):
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
22
1 – seleção do evento de topo
2 – Det. dos eventos contribuintes
ET
Ev.
C
Ev.
B
Ev.
A
3 – Diagramação lógica
4 – Simplificação booleana
5 – Dados quantitativos
6 – Det. da ocorrência
𝐹 𝑐 = 0.03
𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01
E
ou
FTA – Fault Tree Analysis
• Estrutura de Árvores de Falhas (FTA)
23
Para a construção da árvore de falha, São utilizados
simbologia a partir de portas lógicas sendo:
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
Símbolo / porta Lógica Descrição Probabilidade
O evento de saída só ocorre se
todos os eventos de entrada
ocorrem simultaneamente.
Caracteriza um sistema paralelo
simples
𝐹 𝑡 = 𝐹𝑖(𝑡)
O evento de saída só ocorre
quando pelo menos um dos
eventos de entrada ocorrer.
Caracteriza um sistema série
𝐹 𝑡 = 1 − [1 − 𝐹𝑖 𝑡 ]
ET
Ev.
C
Ev.
B
Ev.
A
𝐹 𝑐 = 0.03
𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01
E
ou
FTA – Fault Tree Analysis
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
24
• Determinação da probabilidade de ocorrência
ET
Ev.
C
Ev.
B
Ev.
A
𝐹 𝑐 = 0.03
𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01
E
ou
Dado a árvore de falha da figura determine o modelo do
sistema e a probabilidade de falha:
Quem é o evento de topo?
Quais são os eventos que
contribuem para ocorrência
do ET?
Como se relacionam?
Qual a ocorrência de cada evento?
FTA – Fault Tree Analysis
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
25
• Determinação da probabilidade de ocorrência da falha
ET
Ev.
C
Ev.
B
Ev.
A
𝐹 𝑐 = 0.03
𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01
E
ou
𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝑂𝑈
𝐹 𝑡 = 1 − [1 − (𝐹𝑖 𝑡 ]
𝐹 𝐴|𝐵 = 1 − 1 − 0.01 ∗ 1 − 0.02 = 0.0298
𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝐸
𝐹 𝑡 = 𝐹𝑖(𝑡)
𝐹 𝐸𝑇 = 𝐹 𝐴 𝐵 ∗ 𝐹 𝐶
𝐹 𝐸𝑇 = 0.0298 ∗ 0.03 = 0.000894
A probabilidade de ocorrer uma falha neste evento é de 0.0894%
Associação FTA / MODELAGEM
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
26
Para facilitar a explicitação do conhecimento inerente à estruturação
e desenvolvimento da FTA, é comum a utilização de técnicas
complementares de análise.
Associação FTA / MODELAGEM
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
27
Ev.
B
Ev.
A
ou
Associação em série
Associação em paralelo
ET
Ev.
C
E
ou
Ev. C
OU
ET
Ev. A Ev.B OU
Associação FTA / MODELAGEM
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
28
ET
Ev.
C
Ev.
B
Ev.
A
𝐹 𝑐 = 0.03
𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01
E
ou
Ev. A Ev.B
Ev. C
ET
𝐹 𝑐 = 0.03
𝐹 𝑎 = 0.01 𝐹 𝑏 = 0.02
𝐹 𝐸𝑇 = 0.000894
𝐹 𝐸𝑇 = 0.0894%
Caso Exemplo
AltoConsumodeCombustíveldoVeículo
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
29
Caso Exemplo
AltoConsumodeCombustíveldoVeículo
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
30
Alto Consumo
Combustível
Método
Dirigir muito
Rápido
Uso incorreto
da marcha
Não escutou o
motor
Falha da
Audição
Rádio Alto
Maquina
Baixa Pressão
dos pneus
Pressão não
Registrada
Difícil acesso ao
Bico
Mão de Obra
Manutenção
Insuficiente
Dinheiro
Falta de
Conhecimento
Direção
Imprópria
Pouco
Treinamento
Desatenção
Material
Lubrificação
Óleo Errado Falta Óleo
Combustível
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
31
Evento de Topo
Eventos Contribuintes
Diagramação
Caso Exemplo
AltoConsumodeCombustíveldoVeículo
Material
Lubrificação
Óleo Errado Falta Óleo
Combustível
E
ou
Simplificação Booleana
𝐹 𝑂𝐸 = 0.1
𝐹 𝐹𝑂 = 0.1
𝐹 𝐶𝑂 = 0.15
Dados
Quantitativos
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
32
Caso Exemplo
AltoConsumodeCombustíveldoVeículo
Material
Óleo Errado Falta Óleo
Combustível
𝐹 𝑂𝐸 = 0.1𝐹 𝐹𝑂 = 0.1
𝐹 𝐶𝑂 = 0.15
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
33
Caso Exemplo
AltoConsumodeCombustíveldoVeículo
• Determinação da probabilidade de
ocorrência da falha
𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝑂𝑈
𝐹 𝑡 = 1 − [1 − (𝐹𝑖 𝑡 ]
𝐹 𝑂𝐸|𝐹𝑂 = 1 − 1 − 0.1 ∗ 1 − 0.1 = 0.19
𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝐸
𝐹 𝑡 = 𝐹𝑖(𝑡)
𝐹 𝐸𝑇 = 𝐹 𝑂𝐸 𝐹𝑂 ∗ 𝐹 𝐶𝑂
𝐹 𝐸𝑇 = 0.19 ∗ 0.15 = 0.0285
A probabilidade de
ocorrência do alto
consumo de
combustível causado
por materiais é de
2,85%
FTA-AnálisedeFalhas
emSistemasModelados
34
35
OBRIGADO!!!!
Alexandre Grossi
facebook.com/InstrucaoLedor/
linkedin.com/in/alexandregrossi

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Lista de exercicios algoritmos resolvida-
Lista de exercicios   algoritmos  resolvida-Lista de exercicios   algoritmos  resolvida-
Lista de exercicios algoritmos resolvida-
Mauro Pereira
 
02 compactação dos solos
02 compactação dos solos02 compactação dos solos
02 compactação dos solos
thiagolf7
 
Manual manual de pavimenacao dnit (2006) desbloqueado
Manual   manual de pavimenacao   dnit (2006) desbloqueadoManual   manual de pavimenacao   dnit (2006) desbloqueado
Manual manual de pavimenacao dnit (2006) desbloqueado
Petiano Camilo Bin
 

Mais procurados (20)

Aulas 8 e 9 - Engenharia de Métodos
Aulas 8 e 9 - Engenharia de MétodosAulas 8 e 9 - Engenharia de Métodos
Aulas 8 e 9 - Engenharia de Métodos
 
Lista de exercicios algoritmos resolvida-
Lista de exercicios   algoritmos  resolvida-Lista de exercicios   algoritmos  resolvida-
Lista de exercicios algoritmos resolvida-
 
34 nucleo e imagem de uma transformacao linear
34 nucleo e imagem de uma transformacao linear34 nucleo e imagem de uma transformacao linear
34 nucleo e imagem de uma transformacao linear
 
07 tabela-de-derivadas-e-integrais
07 tabela-de-derivadas-e-integrais07 tabela-de-derivadas-e-integrais
07 tabela-de-derivadas-e-integrais
 
02 compactação dos solos
02 compactação dos solos02 compactação dos solos
02 compactação dos solos
 
Exercicios resolvidos de_hidraulica
Exercicios resolvidos de_hidraulicaExercicios resolvidos de_hidraulica
Exercicios resolvidos de_hidraulica
 
Manual manual de pavimenacao dnit (2006) desbloqueado
Manual   manual de pavimenacao   dnit (2006) desbloqueadoManual   manual de pavimenacao   dnit (2006) desbloqueado
Manual manual de pavimenacao dnit (2006) desbloqueado
 
Metodo dos Esforços
Metodo dos EsforçosMetodo dos Esforços
Metodo dos Esforços
 
Perda de carga
Perda de cargaPerda de carga
Perda de carga
 
Verificação, Validação e Teste de Software
Verificação, Validação e Teste de SoftwareVerificação, Validação e Teste de Software
Verificação, Validação e Teste de Software
 
Lista de exercícios em portugol
Lista de exercícios em portugolLista de exercícios em portugol
Lista de exercícios em portugol
 
Exercicios resolvidos visu alg vetores
Exercicios resolvidos visu alg vetoresExercicios resolvidos visu alg vetores
Exercicios resolvidos visu alg vetores
 
Aula3 taludes
Aula3 taludesAula3 taludes
Aula3 taludes
 
Tabela de Integrais
Tabela de  IntegraisTabela de  Integrais
Tabela de Integrais
 
Algoritmos e lp parte 4-vetores matrizes e registros
Algoritmos e lp parte 4-vetores matrizes e registrosAlgoritmos e lp parte 4-vetores matrizes e registros
Algoritmos e lp parte 4-vetores matrizes e registros
 
Exercicios e respostas
Exercicios e respostasExercicios e respostas
Exercicios e respostas
 
Relatorio metrologia experimento pratico
Relatorio metrologia   experimento praticoRelatorio metrologia   experimento pratico
Relatorio metrologia experimento pratico
 
Tabela completa de derivadas e integrais
Tabela completa de derivadas e integraisTabela completa de derivadas e integrais
Tabela completa de derivadas e integrais
 
219015406 lista ex4-terraplenagem[1] (1)
219015406 lista ex4-terraplenagem[1] (1)219015406 lista ex4-terraplenagem[1] (1)
219015406 lista ex4-terraplenagem[1] (1)
 
Hidraúlica agrícola
Hidraúlica agrícolaHidraúlica agrícola
Hidraúlica agrícola
 

Semelhante a Análise de Falhas em Sistemas modelados

18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista
18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista
18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista
itgfiles
 
GOM - Novo ATOS Plus
GOM - Novo ATOS PlusGOM - Novo ATOS Plus
GOM - Novo ATOS Plus
Robtec
 
Analisadores de protocolo: comparação e uso
Analisadores de protocolo: comparação e usoAnalisadores de protocolo: comparação e uso
Analisadores de protocolo: comparação e uso
Jerônimo Medina Madruga
 
SAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIA
SAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIASAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIA
SAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIA
IHM Engenharia
 

Semelhante a Análise de Falhas em Sistemas modelados (20)

Manual getstarted
Manual getstartedManual getstarted
Manual getstarted
 
Procedimento de rede ons módulo 2.6
Procedimento de rede ons módulo 2.6Procedimento de rede ons módulo 2.6
Procedimento de rede ons módulo 2.6
 
18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista
18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista
18.ago esmeralda 15.00_321_cpfl paulista
 
Metodologia para-analise-e-certificacao-de-rp-ibp
Metodologia para-analise-e-certificacao-de-rp-ibpMetodologia para-analise-e-certificacao-de-rp-ibp
Metodologia para-analise-e-certificacao-de-rp-ibp
 
Apostila controladores-compact logix
Apostila controladores-compact logixApostila controladores-compact logix
Apostila controladores-compact logix
 
2015-ERIAC-I
2015-ERIAC-I2015-ERIAC-I
2015-ERIAC-I
 
GOM - Novo ATOS Plus
GOM - Novo ATOS PlusGOM - Novo ATOS Plus
GOM - Novo ATOS Plus
 
Analisadores de protocolo: comparação e uso
Analisadores de protocolo: comparação e usoAnalisadores de protocolo: comparação e uso
Analisadores de protocolo: comparação e uso
 
Agr aula2
Agr aula2Agr aula2
Agr aula2
 
SAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIA
SAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIASAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIA
SAA – SISTEMA MES PARA A INTEGRAÇÃO DA ACIARIA
 
Aula 04 qs - sistemas embarcados
Aula 04   qs - sistemas embarcadosAula 04   qs - sistemas embarcados
Aula 04 qs - sistemas embarcados
 
Apostila sobre controlador lógico programável avançado
Apostila sobre controlador lógico programável avançadoApostila sobre controlador lógico programável avançado
Apostila sobre controlador lógico programável avançado
 
Apresentação NR12 MB CONSULTORIA.pptx
Apresentação NR12 MB CONSULTORIA.pptxApresentação NR12 MB CONSULTORIA.pptx
Apresentação NR12 MB CONSULTORIA.pptx
 
Unidade 2.3 firewall
Unidade 2.3   firewallUnidade 2.3   firewall
Unidade 2.3 firewall
 
Mrsc relatorio projectopc
Mrsc relatorio projectopcMrsc relatorio projectopc
Mrsc relatorio projectopc
 
FTA-10-8-2022.pptx
FTA-10-8-2022.pptxFTA-10-8-2022.pptx
FTA-10-8-2022.pptx
 
[CLASS 2014] Palestra Técnica - Valéria Alves
[CLASS 2014] Palestra Técnica - Valéria Alves[CLASS 2014] Palestra Técnica - Valéria Alves
[CLASS 2014] Palestra Técnica - Valéria Alves
 
CADERNO DE INSTRUÇÃO MEDIDAS DE PROTEÇÃO ELETRÔNICA (MPE) CI 34-1/1
CADERNO DE INSTRUÇÃO MEDIDAS DE PROTEÇÃO ELETRÔNICA (MPE) CI 34-1/1CADERNO DE INSTRUÇÃO MEDIDAS DE PROTEÇÃO ELETRÔNICA (MPE) CI 34-1/1
CADERNO DE INSTRUÇÃO MEDIDAS DE PROTEÇÃO ELETRÔNICA (MPE) CI 34-1/1
 
Análise de Segurança e Desempenho na Detecção de Intrusão em Redes de Automaç...
Análise de Segurança e Desempenho na Detecção de Intrusão em Redes de Automaç...Análise de Segurança e Desempenho na Detecção de Intrusão em Redes de Automaç...
Análise de Segurança e Desempenho na Detecção de Intrusão em Redes de Automaç...
 
Análise de Causa Raiz
Análise de Causa Raiz Análise de Causa Raiz
Análise de Causa Raiz
 

Mais de Alexandre Grossi

Mais de Alexandre Grossi (20)

O algoritmo PageRank do Google
O algoritmo PageRank do GoogleO algoritmo PageRank do Google
O algoritmo PageRank do Google
 
Procedimentos de rotina para recuperação, verificação e substituição de ater...
Procedimentos de rotina para recuperação, verificação e substituição  de ater...Procedimentos de rotina para recuperação, verificação e substituição  de ater...
Procedimentos de rotina para recuperação, verificação e substituição de ater...
 
Parecer técnico - Retrofit (Quadro de Distribuição de Força de 460 VCA)
Parecer técnico - Retrofit (Quadro de Distribuição de Força de 460 VCA)Parecer técnico - Retrofit (Quadro de Distribuição de Força de 460 VCA)
Parecer técnico - Retrofit (Quadro de Distribuição de Força de 460 VCA)
 
Análise preditiva em cabos de média tensão
Análise preditiva em cabos de média tensão Análise preditiva em cabos de média tensão
Análise preditiva em cabos de média tensão
 
DTMC - Equipamentos Elétricos / SE - Células Funcionais e de Suporte
DTMC - Equipamentos Elétricos / SE - Células Funcionais e de SuporteDTMC - Equipamentos Elétricos / SE - Células Funcionais e de Suporte
DTMC - Equipamentos Elétricos / SE - Células Funcionais e de Suporte
 
Estudo Técnico - Retrofit Painel BT
Estudo Técnico - Retrofit Painel BTEstudo Técnico - Retrofit Painel BT
Estudo Técnico - Retrofit Painel BT
 
Pinturas Intumescentes em cabos MT
Pinturas Intumescentes em cabos MTPinturas Intumescentes em cabos MT
Pinturas Intumescentes em cabos MT
 
Programação para engenharia - aspectos teóricos e computacionais
Programação para engenharia - aspectos teóricos e computacionaisProgramação para engenharia - aspectos teóricos e computacionais
Programação para engenharia - aspectos teóricos e computacionais
 
Produtividade: uma relação da capacidade produtiva e previsão de demanda
Produtividade: uma relação da capacidade produtiva e previsão de demandaProdutividade: uma relação da capacidade produtiva e previsão de demanda
Produtividade: uma relação da capacidade produtiva e previsão de demanda
 
Disjuntor / Chave Joslyn
Disjuntor / Chave Joslyn Disjuntor / Chave Joslyn
Disjuntor / Chave Joslyn
 
Modelamento de uma FTA
Modelamento de uma FTAModelamento de uma FTA
Modelamento de uma FTA
 
Dimensionamento Ótimo de Reserva Técnica de Transformadores de Subestações
Dimensionamento Ótimo de Reserva Técnica de Transformadores de SubestaçõesDimensionamento Ótimo de Reserva Técnica de Transformadores de Subestações
Dimensionamento Ótimo de Reserva Técnica de Transformadores de Subestações
 
Simulated Annealing- Uma Análise
Simulated Annealing- Uma AnáliseSimulated Annealing- Uma Análise
Simulated Annealing- Uma Análise
 
Nr10/SEP - Segurança em instalações e serviços com eletricidade
Nr10/SEP - Segurança em instalações e serviços com eletricidadeNr10/SEP - Segurança em instalações e serviços com eletricidade
Nr10/SEP - Segurança em instalações e serviços com eletricidade
 
Relatório técnico Iluminação Oficina Central
Relatório técnico   Iluminação Oficina Central Relatório técnico   Iluminação Oficina Central
Relatório técnico Iluminação Oficina Central
 
MEDIÇÃO DE ISOLAÇÃO DE MOTORES NO CAMPO
MEDIÇÃO DE ISOLAÇÃO DE MOTORES NO CAMPOMEDIÇÃO DE ISOLAÇÃO DE MOTORES NO CAMPO
MEDIÇÃO DE ISOLAÇÃO DE MOTORES NO CAMPO
 
Proficiência Engenheiro Eletricista - Alexandre Grossi
Proficiência Engenheiro Eletricista - Alexandre GrossiProficiência Engenheiro Eletricista - Alexandre Grossi
Proficiência Engenheiro Eletricista - Alexandre Grossi
 
Técnicas de Inspeção e Procedimentos para Testes - Cabos Elétricos
 Técnicas de Inspeção e Procedimentos para Testes - Cabos Elétricos Técnicas de Inspeção e Procedimentos para Testes - Cabos Elétricos
Técnicas de Inspeção e Procedimentos para Testes - Cabos Elétricos
 
Relatorio inspeçao e testes disjuntores mdvp4 siemens
Relatorio inspeçao e testes disjuntores mdvp4 siemensRelatorio inspeçao e testes disjuntores mdvp4 siemens
Relatorio inspeçao e testes disjuntores mdvp4 siemens
 
Diagnóstico de Falhas em Cabos MT - Parecer Técnico
Diagnóstico de Falhas em Cabos MT - Parecer TécnicoDiagnóstico de Falhas em Cabos MT - Parecer Técnico
Diagnóstico de Falhas em Cabos MT - Parecer Técnico
 

Último

Último (7)

treinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plásticatreinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plástica
 
Palestra NR12 Segurança em Máquinas e Equipamentos
Palestra NR12 Segurança em Máquinas e EquipamentosPalestra NR12 Segurança em Máquinas e Equipamentos
Palestra NR12 Segurança em Máquinas e Equipamentos
 
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdfpdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
 
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptxProposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
 
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slidesAula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
 
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdfAteliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
 
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdfIntegração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
 

Análise de Falhas em Sistemas modelados

  • 1. ANÁLISE DE FALHA EM SISTEMAS MODELADOS
  • 2. COMPETÊNCIAS  Engenheiro Eletricista formado pela UFSJ – diploma registrado sob número 000538, processo número 23122.100087/2004-74 e CREA - MG 84028/D.  Instrutor Técnico – código da atividade 85.996/ 04 e CNPJ 26.935.516/000111  Engenheiro de Manutenção Pleno – conforme CTPS 45007/0102 – MG; Registro Número 42478 Ficha 13512 (GERDAU/OB)  Mestrando – UFSJ / PPGEL (matrícula 2013220230001)
  • 3. Treinamentos Serviços QUEM SOMOS Empresa para o desenvolvimento empresarial e técnico no ramo de segurança do trabalho e gestão de ativos, visando clientes com potenciais de inserção no mercado, bem como aqueles que já estão inseridos e a procura por qualificação e orientação. MISSÃO Proporcionar ao mercado pessoas qualificadas com as necessidades e exigências normativas. VISÃO Ser uma empresa referência em consultoria e treinamento, buscando instruir, habilitar e qualificar seus clientes potenciais. VALORES Comprometimento e qualidade na entrega de seus resultados. Conheça nossas redes sociais: facebook.com/InstrucaoLedor/ linkedin.com/in/alexandregrossi(31)98764-5056
  • 4. BIBLIOGRAFIA  Acires Dias [et. Al.]. “Metodologia para análise de risco Mitigação de perda de SF6 em disjuntores”. Florianópolis, 2011. P&D – ANEEL  Siqueira, Iony Patriota de. “Manutenção Centrada na Confiabilidade. Manual de implementação.” Rio de Janeiro, qualitymark, 2005.  Lafraia, João Ricardo Barusso. “Manual de Confiabilidade, manutenabilidade e disponibilidade.” Rio de Janeiro, qualitymark, 2005.  Billinton, Roy. “Reliability Evaluation of Engineering Systems: Concepts and Techniques.” ISBN 0-273-08484-4 4 FTA-AnálisedeFalhasem SistemasModelados
  • 5. INTRODUÇÃO • “Prevenir e corrigir falhas constitui os objetivos primários” (Iony Patriota – MCC, manual de implementação) • “[...]preservar as capacidades funcionais de equipamentos e sistemas em operação.” (Smith A.M. - Reliability-Centered Maintenance) • “[...]assegurar que itens físicos continuem a fazer o que seus usuários desejam que eles façam.” (Moubray J. - Reliability-Centered Maintenance) FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 5 Em relação a manutenção temos...
  • 6. ERRO ou FALHA? FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 6 Defeito • Pode ocasionar a manifestação de erros Erro • Pode gerar a falha Falha • Comportamento inesperado que afeta o usuário
  • 7. DesastresCausadosporErros nas Soluções (1/3) Exemplo 1: Falha no lançamento de mísseis (25/02/1991 – Guerra do Golfo – míssil Patriot) Erro de 0,34 s no cálculo do tempo de lançamento Limitação na representação numérica (24 bits) FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 7No início dos anos 90 durante a guerra do Golfo foi usado um sistema de defesa das tropas americanas denominado de sistema de defesa com misseis aéreos Patriot. Na noite de 25 de Fevereiro de 1991 este sistema de defesa e detecção de ataques inimigos falhou, não conseguindo intersectar um míssil Scud lançado pela Arábia Saudita. O míssil iraquiano matou 28 militares americanos e feriu outros 98. Esta falha grave no sistema de defesa deveu-se a erro no radar do sistema Patriot e no software que o suportava, reduzindo-se no fim, a um erro de arredondamento no cálculo e na medição do tempo.
  • 8. Exemplo 2: Explosão de foguetes (04/06/1996 – Guiana Francesa – foguete Ariane 5) Limitação na representação numérica (64 bits/ 16 bits) Prejuízo: U$ 7,5 bilhões DESASTRES CAUSADOS POR ERROS NAS SOLUÇÕES (2/3) FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 8 https://cnes.fr/fr/accueil_site_instit
  • 9. DESASTRES CAUSADOS POR ERROS NAS SOLUÇÕES (3/3) Exemplo 3: Afundamento de Plataforma Marítima (23/08/1991 – Mar do Norte/Noruega – Plataforma Sleipner) Rompimento de uma das Células que compunham a parede Parcialmente causada por erro de análise no elemento finito Prejuízo: U$ 700 milhões FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 9
  • 10. O que se diz sobre FALHA FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 10 “A falha é um evento indesejável, pois podem ocorrer perdas e danos ou exposição a riscos. A prevenção de falhas ou a determinação de vida e condição para que a falha ocorra de forma prevista são medidas para o sucesso do projeto.” - Prof. Dr. Cassius O.F. Terra Ruchert / USP “Evite paradas e incidentes de segurança ao entender as falhas potenciais, a criticidade de cada falha e o impacto sobre seu pessoal e seus ativos.” – ABS Consulting “As falhas representam não conformidades nas atividades produtivas, que comprometem a disponibilidade dos ativos, reduzindo a competitividade, de tal modo que pesquisas para seu controle e prevenção são, no mínimo, desejáveis.” - Jose Claudemir Schmitt/UNIMEP “Analisar uma falha é interpretar as características de um sistema ou componente que não mais desempenham suas funções com segurança.” - Frank de Lima Bazi / UTFPR “Dentre as mais importantes, estão a de que a barragem foi construída com materiais diferentes do projeto inicial e não tinha um responsável técnico desde 2012. Além disso, os equipamentos de monitoramento da barragem não estavam funcionando na hora do acidente e não houve alerta à população sobre o rompimento.” – G1.com
  • 12. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 12 Análise “estudo pormenorizado de cada parte de um todo, para conhecer melhor sua natureza, suas funções, relações, causas etc.” (wikipédia) Em (Iony) define-se 3 etapas de análise na definição da periodicidade das atividades: Análise Confiabilidade Mantenabilidade Produtividade
  • 13. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 13 Sistemas “Um sistema é um conjunto de elementos (materiais ou ideais) entre os quais se possa encontrar ou definir alguma relação.” (dic.Aurélio) Sistema de produção de ar comprimido (PINCHES & CALLEAR, 1996). Identificação Seleção Documentação Não há normatização Segurança, disponibilidade e custo Diagrama de Blocos de Confiabilidade
  • 14. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 14 Modelamento Modelagem é a atividade de construir modelos que expliquem as características ou o comportamento de um sistema. Também podem-se construir modelos para abstrair aspectos de sistemas, como por exemplo um modelo matemático, modelos de engenharia de software, gráficos.
  • 15. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 15 Modelamento A resposta do nosso problema é obtida com a resolução do sistema linear de três equações e três incógnitas seguinte: 𝑅1 + 𝑅4 ∗ 𝐼1 − 𝑅4 ∗ 𝐼2 + 0 ∗ 𝐼3 = 𝑉1 −(𝑅4) ∗ 𝐼1 + 𝑅2 + 𝑅4 + 𝑅5 ∗ 𝐼2 − 𝑅5 ∗ 𝐼3 = 0 0 ∗ 𝐼1 − 𝑅5 ∗ 𝐼2 + 𝑅5 + 𝑅3 ∗ 𝐼3 = −𝑉2 ANÁLISE DE CIRCUITOS
  • 16. Modelagem de Redes • “Um sistema é frequentemente representado por uma rede em que os componentes do sistema são conectados em série, paralelo, malha, ou uma combinação dessas conexões.” (Billinton – Reliability Evaluation of Engineering Systems) FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 16 Série Paralelo
  • 17. Modelagem de Redes FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 17 “Em um sistema série, n componentes estão conectados de tal forma que a falha de qualquer componente resulta na falha do sistema.” (Fogliatto – Confiabilidade e manutenção central) “Em um sistema paralelo, todos os componentes devem falhar para que o sistema falhe” (Fogliatto – Confiabilidade e manutenção central)
  • 19. FTA – Fault Tree Analysis • Desenvolvida por H.A. Watson • Utilizou a FTA para análise do sistema de lançamento do míssil intercontinental Minuteman. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 19 “A FTA é uma técnica dedutiva, ou seja, a partir de um evento inicial ( ET- evento de topo), identificam-se os eventos intermediários resultantes da associação lógica das causas raízes, que geraram o evento de topo.” (Acires et ali. – Metodologia para análise de risco) “A FTA permite tanto a análise qualitativa da relação causa- efeito quanto a análise quantitativa a partir da determinação da probabilidade das causas e sua relação com o evento de topo.” (Acires et ali. – Metodologia para análise de risco)
  • 20. FTA – Fault Tree Analysis • As etapas a serem cumpridas para desenvolvimento de uma FTA são: FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 20
  • 21. FTA – Fault Tree Analysis Árvores Complexas exigem a utilização de ferramentas computacionais: FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 21 Lógica Fuzzy Cadeia Markov Metaheurística
  • 22. FTA – Fault Tree Analysis • Metodologia (Lafraia – Manual de Confiabilidade, Mantenabilidade e disponibilidade): FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 22 1 – seleção do evento de topo 2 – Det. dos eventos contribuintes ET Ev. C Ev. B Ev. A 3 – Diagramação lógica 4 – Simplificação booleana 5 – Dados quantitativos 6 – Det. da ocorrência 𝐹 𝑐 = 0.03 𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01 E ou
  • 23. FTA – Fault Tree Analysis • Estrutura de Árvores de Falhas (FTA) 23 Para a construção da árvore de falha, São utilizados simbologia a partir de portas lógicas sendo: FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados Símbolo / porta Lógica Descrição Probabilidade O evento de saída só ocorre se todos os eventos de entrada ocorrem simultaneamente. Caracteriza um sistema paralelo simples 𝐹 𝑡 = 𝐹𝑖(𝑡) O evento de saída só ocorre quando pelo menos um dos eventos de entrada ocorrer. Caracteriza um sistema série 𝐹 𝑡 = 1 − [1 − 𝐹𝑖 𝑡 ] ET Ev. C Ev. B Ev. A 𝐹 𝑐 = 0.03 𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01 E ou
  • 24. FTA – Fault Tree Analysis FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 24 • Determinação da probabilidade de ocorrência ET Ev. C Ev. B Ev. A 𝐹 𝑐 = 0.03 𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01 E ou Dado a árvore de falha da figura determine o modelo do sistema e a probabilidade de falha: Quem é o evento de topo? Quais são os eventos que contribuem para ocorrência do ET? Como se relacionam? Qual a ocorrência de cada evento?
  • 25. FTA – Fault Tree Analysis FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 25 • Determinação da probabilidade de ocorrência da falha ET Ev. C Ev. B Ev. A 𝐹 𝑐 = 0.03 𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01 E ou 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝑂𝑈 𝐹 𝑡 = 1 − [1 − (𝐹𝑖 𝑡 ] 𝐹 𝐴|𝐵 = 1 − 1 − 0.01 ∗ 1 − 0.02 = 0.0298 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝐸 𝐹 𝑡 = 𝐹𝑖(𝑡) 𝐹 𝐸𝑇 = 𝐹 𝐴 𝐵 ∗ 𝐹 𝐶 𝐹 𝐸𝑇 = 0.0298 ∗ 0.03 = 0.000894 A probabilidade de ocorrer uma falha neste evento é de 0.0894%
  • 26. Associação FTA / MODELAGEM FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 26 Para facilitar a explicitação do conhecimento inerente à estruturação e desenvolvimento da FTA, é comum a utilização de técnicas complementares de análise.
  • 27. Associação FTA / MODELAGEM FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 27 Ev. B Ev. A ou Associação em série Associação em paralelo ET Ev. C E ou Ev. C OU ET Ev. A Ev.B OU
  • 28. Associação FTA / MODELAGEM FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 28 ET Ev. C Ev. B Ev. A 𝐹 𝑐 = 0.03 𝐹 𝑏 = 0.02𝐹 𝑎 = 0.01 E ou Ev. A Ev.B Ev. C ET 𝐹 𝑐 = 0.03 𝐹 𝑎 = 0.01 𝐹 𝑏 = 0.02 𝐹 𝐸𝑇 = 0.000894 𝐹 𝐸𝑇 = 0.0894%
  • 30. Caso Exemplo AltoConsumodeCombustíveldoVeículo FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 30 Alto Consumo Combustível Método Dirigir muito Rápido Uso incorreto da marcha Não escutou o motor Falha da Audição Rádio Alto Maquina Baixa Pressão dos pneus Pressão não Registrada Difícil acesso ao Bico Mão de Obra Manutenção Insuficiente Dinheiro Falta de Conhecimento Direção Imprópria Pouco Treinamento Desatenção Material Lubrificação Óleo Errado Falta Óleo Combustível
  • 31. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 31 Evento de Topo Eventos Contribuintes Diagramação Caso Exemplo AltoConsumodeCombustíveldoVeículo Material Lubrificação Óleo Errado Falta Óleo Combustível E ou Simplificação Booleana 𝐹 𝑂𝐸 = 0.1 𝐹 𝐹𝑂 = 0.1 𝐹 𝐶𝑂 = 0.15 Dados Quantitativos
  • 32. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 32 Caso Exemplo AltoConsumodeCombustíveldoVeículo Material Óleo Errado Falta Óleo Combustível 𝐹 𝑂𝐸 = 0.1𝐹 𝐹𝑂 = 0.1 𝐹 𝐶𝑂 = 0.15
  • 33. FTA-AnálisedeFalhas emSistemasModelados 33 Caso Exemplo AltoConsumodeCombustíveldoVeículo • Determinação da probabilidade de ocorrência da falha 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝑂𝑈 𝐹 𝑡 = 1 − [1 − (𝐹𝑖 𝑡 ] 𝐹 𝑂𝐸|𝐹𝑂 = 1 − 1 − 0.1 ∗ 1 − 0.1 = 0.19 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑎 𝐸 𝐹 𝑡 = 𝐹𝑖(𝑡) 𝐹 𝐸𝑇 = 𝐹 𝑂𝐸 𝐹𝑂 ∗ 𝐹 𝐶𝑂 𝐹 𝐸𝑇 = 0.19 ∗ 0.15 = 0.0285 A probabilidade de ocorrência do alto consumo de combustível causado por materiais é de 2,85%