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APRESENTAÇÃO - TRATADO DE KYOTO

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APRESENTAÇÃO - TRATADO DE KYOTO

  1. 2. É um acordo internacional que estabelece metas de redução de gases poluentes para os países industrializados. O protocolo foi finalizado em 1997, baseado nos princípios do Tratado da ONU sobre Mudanças Climáticas, de 1992. Um aspecto importante do protocolo é que apenas os países ricos, do chamado Anexo 1 ( Alemanha, Austrália, Áustria, Belarus, Bélgica, Bulgária, Canadá, Comunidade Européia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, República Tcheco-Eslovaca, Romênia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia ), são obrigados a reduzir suas emissões. Países em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia, grandes emissores de poluentes, podem participar do acordo, mas não são obrigados a nada.
  2. 3. Os países devem cooperar entre si por meio das seguintes ações básicas: » reforma dos setores de energia e transportes; » promoção do uso de fontes energéticas renováveis; » eliminação de mecanismos financeiros e de mercado inadequados aos fins da Convenção de Kyoto; » redução das emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos; » proteção de florestas e outros sumidouros de carbono. Países que não cumprirem as metas de redução perderão o direito de usar os mecanismos de flexibilidade, como as florestas. Além disso terão, no segundo período de reduções, um acréscimo de 30% sobre o montante que deixaram de alcançar.
  3. 4. <ul><li>O acordo diz que os países em desenvolvimento, como o Brasil, são os que menos contribuem para as mudanças climáticas e, no entanto, tendem a ser os mais afetados pelos seus efeitos. Embora o tratado não exija compromissos de redução de emissões de gases de países em desenvolvimento, o Brasil assinou a carta de ratificação do acordo em 23 de julho de 2002. O país é responsável pela produção anual de 250 milhões de toneladas de carbono (10 vezes menos que os EUA). </li></ul>

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