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Créditos de 
Carbono e 
MDL 
Química 
Ambiental 
Grupo: 
Lucas Renzo 
Luiz Fernando Silveira 
Pedro Vasconcelos 
Professora: 
Lidia Yokoyama 
LTS .:.
Parte 1
Conceitos 
Efeito Estufa 
 O efeito Estufa é o processo no qual 
parte da radiação infravermelha refletida 
pela superfície de um planeta é 
absorvida por gases presentes na 
atmosfera resultando na elevação da 
temperatura. Estima-se que a 
temperatura Terrestre seria, em média, 
33° C mais baixa se não fosse esse 
mecanismo de retenção de energia.
Conceitos 
Esquema reduzido do Efeito Estufa
Conceitos 
Gases do Efeito Estufa (GEE) 
Óxido 
Nitroso 
(N2O) 
Dióxido de 
Carbono 
(CO2) 
Metano 
(CH4) 
Ozônio 
(O3) 
Hexafluoreto 
de Enxofre 
(SF6) 
Vapor d’água 
(H2O)
Aquecimento Global 
 O que pode se 
tornar catastrófico é 
o agravamento do 
efeito estufa como 
consequência do 
aumento da 
concentração dos 
GEE na atmosfera. 
Conceitos
Conceitos 
O Protocolo de Kyoto 
 Segundo a Conferencia das Nações 
Unidas sobre Mudança do Clima o 
Protocolo de Kyoto estabelece metas de 
redução de emissão dos GEE para os 
países desenvolvidos do “Anexo 1”. Esse 
tratado ambiental internacional tem 
como objetivo alcançar a "estabilização 
das concentrações de gases de efeito 
estufa na atmosfera a um nível que evite 
uma interferência antropogénica 
perigosa no o sistema climático".
Conceitos 
O Protocolo de Kyoto 
 Ele foi discutido e negociado em 
dezembro de 1997 em Kyoto, Japão, (daí 
o nome) e entrou em vigor em fevereiro 
de 2005. 
 Até setembro de 2011, 191 Estados já 
haviam assinado e ratificado o protocolo. 
Mas mesmo assim, céticos e parte da 
imprensa já consideravam que o tratado 
não alcançaria seus objetivos.
Conceitos 
Primeiros Problemas 
 Os Estados Unidos assinaram, mas não 
ratificaram, o que não os vincula a 
nenhum compromisso de redução de 
GEE com a comunidade internacional. 
 Canadá retirou-se em 2011. Alguns outros 
poucos estados-membros das Nações 
Unidas, menos expressivos, também não 
ratificaram o protocolo.
Conceitos 
Objetivo 
“Estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na 
atmosfera ( por meio da Redução de Emissoes) a um nível que 
evite uma interferência antropogénica perigosa no clima. "
Parte 2
Redução de Emissões 
Metas de Redução de Emissões 
 As metas de redução não são 
homogêneas a todos os países. 
 Somente os países relacionados no 
“Anexo 1” ( países desenvolvidos) terão 
metas de redução. 
 Os demais países não receberam metas 
de redução, mas foram estimulados a 
fazer reformas em setores estratégicos, 
preservar a natureza e adotar fontes 
renováveis para geração de energia.
Redução de Emissões 
Metas de Redução de Emissões 
 Mais detalhadamente, o calendário 
estabelecido pelo tratado, propõe que 
países-membros desenvolvidos (Anexo 1) 
têm a obrigação de reduzir a emissão de 
gases do efeito estufa em, pelo menos, 
5,2% em relação aos níveis de 1990 no 
período entre 2008 e 2012, também 
chamado de primeiro período de 
compromisso.
Redução de Emissões 
Países do Anexo 1 
Países com metas de redução de emissões. Esse grupo é formado 
pelos “países desenvolvidos” e pelas “economias em transição” 
(nova denominação para países da ex-União Soviética).
Redução de Emissões 
Países do Anexo 2 
Países do Anexo II são obrigados a fornecer apoio financeiro e 
técnico para as “Economias em Transição” e países em 
desenvolvimento para ajudá-los a reduzir suas emissões de gases 
de efeito estufa e mitigar as alterações climáticas.
Redução de Emissões 
Como Funcionam as Metas 
As metas de redução de emissões se referem aos 
seguintes poluentes: 
 Dióxido de Carbono (CO2) 
 Metano (CH4) 
 Óxido Nitroso (N2O) 
 Hexafluoreto de Enxofre (SF6) 
 Hidrofluorcarbonetos (HFC’s) 
 Perfluorcarbonetos (PFC’s) 
Cujas emissões devem retroceder aos níveis de 1990.
Redução de Emissões 
Métrica das Metas 
 Esses seis poluentes relacionados anteriormente 
são convertidos em Toneladas de Carbono 
Equivalente (TCE) que é a unidade de medida 
dos Créditos de Carbono. 
Crédito de Carbono = Redução de 1 T de Carbono Eqvl.
Redução de Emissões 
Métrica das Metas 
 A conversão de cada poluente para a unidade 
“Tonelada Equivalente de Carbono”é 
necessária para podermos comparar o dano 
causado por cada um desses gases e para 
sabermos se é melhor prevenir a emissão de 1Kg 
de CO2 ou de 1Kg de CH4, por exemplo.
Redução de Emissões 
Métrica das Metas 
 Para calcularmos o carbono equivalente é 
necessário sabermos o poder destrutivo das 
moléculas de cada gás do efeito estufa. Este 
conceito é conhecido como Global Warming 
Potential (GWP), e permite que saibamos quanto de 
efeito foi gerado quando emitimos a mesma 
quantidade de cada um dos gases. 
Este número é baseado na eficiência radiativa 
(habilidade de absorver o calor), assim como a 
meia-vida de uma mesma quantidade de cada gás, 
acumulado em um certo período de tempo 
(normalmente 100 anos).
Redução de Emissões 
Carbono Equivalente 
 Por definição, 1Kg de CO2 vale 0,2727Kg de 
Carbono Equivalente, pois só é considerada a 
massa das moléculas de carbono em um quilo 
de dióxido de carbono. 
 Para os outros gases: 
Carbono equivalente = GWP (100anos) x 0,2727 
(Para os cálculos são usados os valores de GWP em 100 anos.)
Redução de Emissões 
Global Warming Potential (GWP)
Redução de Emissões 
Carbono Equivalente 
Estes dados são muito importantes economicamente como 
veremos mais a frente.
Parte 3
Mecanismos de 
Flexibilização 
Como Reduzir as Emissões 
 Para que os países desenvolvidos 
consigam atingir sua meta de redução 
de emissões, o protocolo prevê a 
existência dos chamados “Mecanismos 
de Flexibilização”. 
 Por meio desses mecanismos os países 
desenvolvidos promovem projetos de 
redução de emissões em outros países 
abatendo-as de suas próprias metas de 
redução.
Mecanismos de 
Flexibilização 
O Custo da Redução 
 A justificativa econômica para essas 
flexibilizações é que o custo de reduzir 
emissões varia dependendo do país. 
 Reduzir emissões em países desenvolvidos 
é mais caro pois a tecnologia e os 
processos utilizados são mais modernos. 
 Tradicionalmente a industria dos países 
não desenvolvidos continua utilizando os 
processos e equipamentos, mais antigas 
e mais poluidoras.
Mecanismos de 
Flexibilização 
Reduções de Emissões (GEE) e 
Impactos Econômicos 
 Os Mecanismos de Flexibilização foram 
essenciais para convencer os países 
desenvolvidos a concordar com o 
tratado pois temia-se que os programas 
de redução de emissões tivessem 
consequências desastrosas nos 
indicadores econômicos desses países.
Mecanismos de 
Flexibilização 
Tipos de Flexibilização 
Existem 3 Mecanismos de Flexibilização
Mecanismos de 
Flexibilização 
Tipos de Flexibilização 
Existem 3 Mecanismos de Flexibilização 
 Implementação Conjunta 
[País desenvolvido A -> País Desenvolvido B]
Mecanismos de 
Flexibilização 
Implementação Conjunta 
 Um país que pertence ao Anexo I 
realizando projetos em outro país do 
Anexo I. 
 Na maioria das vezes, essa modalidade 
de flexibilização e feita por países 
desenvolvidos europeus + Japão em 
países do leste europeu (as economias 
em transição).
Mecanismos de 
Flexibilização 
Implementação Conjunta 
 Outra vez, existe uma razão econômica: 
A IC permite que os países desenvolvidos 
invistam seu dinheiro em projetos de 
redução de emissões em outros países 
desenvolvidos, onde o custo de redução 
de T Eqvl de Carbono seja mais barato.
Mecanismos de 
Flexibilização 
Exemplo: Implementação 
Conjunta 
Croácia possui 3 usinas termelétricas 
movidas à carvão que emitem 120 T 
Equivalentes de Carbono (TeC) ao ano. 
Exemplo fictício
Mecanismos de 
Flexibilização 
Exemplo: Implementação 
Conjunta 
Itália financia o projeto de substituição das usinas 
termoelétricas por parque de geração eólica. 
Exemplo fictício
Mecanismos de 
Flexibilização 
Exemplo: Implementação 
Conjunta 
Através desse projeto 360 TeC de GEE deixaram de 
ser emitidas para atmosfera. 
Exemplo fictício
Mecanismos de 
Flexibilização 
Exemplo: Implementação 
Conjunta 
Depois da fiscalização do Conselho Executivo da IC 
certificar o projeto, a Itália recebe 360 Créditos 
de Carbono para serem abatidos de sua meta. 
Exemplo fictício
Mecanismos de 
Flexibilização 
Tipos de Flexibilização 
Existem 3 Mecanismos de Flexibilização 
Implementação Conjunta 
[País desenvolvido A -> País Desenvolvido B] 
 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo 
[País desenvolvido -> País em Desenvolvimento]
Mecanismos de 
Flexibilização 
Mecanismo de 
Desenvolvimento Limpo 
 Um país que pertence ao Anexo I 
realizando projetos em outro país que 
não pertence ao Anexo I. 
 Ou seja, é igual ao IC com a única 
diferença sendo os países destino do 
projeto, que não é desenvolvido.
Mecanismos de 
Flexibilização 
Mecanismo de 
Desenvolvimento Limpo 
 Países em desenvolvimento podem 
implementar projetos que contribuam 
para a sustentabilidade e apresentem 
uma redução ou captura de emissões de 
gases causadores do efeito estufa, 
obtendo como resultado as Reduções 
Certificadas de Emissões (também 
conhecidos como Créditos de Carbono)
Tipos de projetos MDL 
 Captura de gás em aterro sanitário 
 Reaproveitamento de resíduos para geração 
de biogás 
 Geração de energia por fontes renováveis 
(biomassa, energia eólica, pequenas e 
médias hidroelétricas, energia solar) 
 Compostagem de resíduos sólidos urbanos 
 Pirólise de resíduos 
 Florestamento e reflorestamento em áreas 
degradadas 
Mecanismos de 
Flexibilização
Mecanismos de 
Flexibilização 
Etapas de um projeto MDL 
 Concepção do projeto 
 Preparo do documento de concepção do 
projeto 
 Validação 
 Obtenção da aprovação do país anfitrião 
 Registro 
 Implementação do projeto 
 Monitoramento 
 Verificação e certificação 
 Emissão dos Créditos de Carbono
Mecanismos de 
Flexibilização 
Exemplo: Mecanismo de 
Desenvolvimento Limpo 
 Delhi Metro (na região da Capital da Índia) 
foi o 1° projeto de metrô certificado como 
MDL. Recebeu 400.000 Créditos de Carbono 
por usar sistema de freios regenerativo. Foi 
criado pela parceria de um banco Japones 
com o Governo da Índia. 
Exemplo real
Preocupações com IC e MDL 
Problemas que põem em rico sua eficiência: 
 Risco de Fraude 
 Questão da Conservação/Preservação 
 Questão das Hidroelétricas 
 “Absurdos Certificados” 
Mecanismos de 
Flexibilização
Mecanismos de 
Flexibilização 
Tipos de Flexibilização 
Existem 3 Mecanismos de Flexibilização 
Implementação Conjunta 
[País desenvolvido A -> País Desenvolvido B] 
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo 
[País desenvolvido -> País em Desenvolvimento] 
 Comércio Internacional de Emissões 
(Mais conhecido como Mercado de Carbono)
Mecanismos de 
Flexibilização 
Mercado de Carbono 
 O terceiro mecanismo de flexibilização 
permite que países desenvolvidos 
alcancem sua meta comprando os 
excedentes de redução de outros países. 
 O preço da redução de 1Tonelada 
Equivalente de Carbono é determinado 
pelos modelos econômicos, numa réplica 
de uma bolsa de valores. 
 O Carbono virou uma commodity
Mecanismos de 
Flexibilização 
Mercado de Carbono 
Suponha que uma tonelada de carbono equivalente valha 1000 
dólares no mercado de carbono. A mitigação de uma tonelada 
de CO2 valeria 273 dólares, se fosse CH4, seria 6.820 dólares ...
Mercado de Carbono 
Imagine que 
uma país como 
a Suécia tenha 
reduzido suas 
emissões além 
da meta 
prevista. 
Mecanismos de 
Flexibilização
Mercado de Carbono 
Imagine que 
uma país como 
a Suécia tenha 
reduzido suas 
emissões além 
da meta 
prevista. 
Mecanismos de 
Flexibilização 
Esse excedente 
pode ser 
negociado no 
mercado de 
Carbono, sendo 
vendido para 
países que não 
alcançaram a 
meta de 
redução.
Referências 
 http://en.wikipedia.org/wiki/Kyoto_Protocol 
 http://en.wikipedia.org/wiki/Greenhouse_gas 
 http://en.wikipedia.org/wiki/Joint_Implementation 
 http://en.wikipedia.org/wiki/Clean_Development_Mechanism 
 http://en.wikipedia.org/wiki/Carbon_credit 
 http://en.wikipedia.org/wiki/United_Nations_Framework_Conv 
ention_on_Climate_Change#Annex_I_countries 
 http://www.manicore.com/anglais/documentation_a/greenh 
ouse/greenhouse_gas.html 
 http://fr.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%A9dits-carbone 
 http://fr.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9canisme_de_d%C3%A9 
veloppement_propre 
 http://fr.wikipedia.org/wiki/Gaz_%C3%A0_effet_de_serre
Referências 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Quioto 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Mecanismos_de_flexibiliza%C3%A7%C3 
%A3o 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Mecanismo_de_desenvolvimento_limp 
o 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Implementa%C3%A7%C3%A3o_conjun 
ta 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio_internacional_de_e 
miss%C3%B5es 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%A9ditos_de_carbono 
 http://scienceblogs.com.br/rastrodecarbono/2007/08/o-que-e-carbono- 
equivalente 

Referências 
 http://www.institutocarbonobrasil.org.br/#mercado_de_carbono 
 http://www.trela.com.br/arquivo/Mercado-de-creditos-de-carbono- 
no-Brasil/ 
 http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/mercado-de-carbono/ 
estudos-sobre-o-mercado-de-carbono-brasileiro. 
aspx?Idioma=pt-br 
 http://www.brasil.gov.br/sobre/meio-ambiente/climas/credito-carbono
Obrigado 
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Créditos de Carbono e MDL

  • 1. Créditos de Carbono e MDL Química Ambiental Grupo: Lucas Renzo Luiz Fernando Silveira Pedro Vasconcelos Professora: Lidia Yokoyama LTS .:.
  • 3. Conceitos Efeito Estufa  O efeito Estufa é o processo no qual parte da radiação infravermelha refletida pela superfície de um planeta é absorvida por gases presentes na atmosfera resultando na elevação da temperatura. Estima-se que a temperatura Terrestre seria, em média, 33° C mais baixa se não fosse esse mecanismo de retenção de energia.
  • 4. Conceitos Esquema reduzido do Efeito Estufa
  • 5. Conceitos Gases do Efeito Estufa (GEE) Óxido Nitroso (N2O) Dióxido de Carbono (CO2) Metano (CH4) Ozônio (O3) Hexafluoreto de Enxofre (SF6) Vapor d’água (H2O)
  • 6. Aquecimento Global  O que pode se tornar catastrófico é o agravamento do efeito estufa como consequência do aumento da concentração dos GEE na atmosfera. Conceitos
  • 7. Conceitos O Protocolo de Kyoto  Segundo a Conferencia das Nações Unidas sobre Mudança do Clima o Protocolo de Kyoto estabelece metas de redução de emissão dos GEE para os países desenvolvidos do “Anexo 1”. Esse tratado ambiental internacional tem como objetivo alcançar a "estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera a um nível que evite uma interferência antropogénica perigosa no o sistema climático".
  • 8. Conceitos O Protocolo de Kyoto  Ele foi discutido e negociado em dezembro de 1997 em Kyoto, Japão, (daí o nome) e entrou em vigor em fevereiro de 2005.  Até setembro de 2011, 191 Estados já haviam assinado e ratificado o protocolo. Mas mesmo assim, céticos e parte da imprensa já consideravam que o tratado não alcançaria seus objetivos.
  • 9. Conceitos Primeiros Problemas  Os Estados Unidos assinaram, mas não ratificaram, o que não os vincula a nenhum compromisso de redução de GEE com a comunidade internacional.  Canadá retirou-se em 2011. Alguns outros poucos estados-membros das Nações Unidas, menos expressivos, também não ratificaram o protocolo.
  • 10. Conceitos Objetivo “Estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera ( por meio da Redução de Emissoes) a um nível que evite uma interferência antropogénica perigosa no clima. "
  • 12. Redução de Emissões Metas de Redução de Emissões  As metas de redução não são homogêneas a todos os países.  Somente os países relacionados no “Anexo 1” ( países desenvolvidos) terão metas de redução.  Os demais países não receberam metas de redução, mas foram estimulados a fazer reformas em setores estratégicos, preservar a natureza e adotar fontes renováveis para geração de energia.
  • 13. Redução de Emissões Metas de Redução de Emissões  Mais detalhadamente, o calendário estabelecido pelo tratado, propõe que países-membros desenvolvidos (Anexo 1) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012, também chamado de primeiro período de compromisso.
  • 14. Redução de Emissões Países do Anexo 1 Países com metas de redução de emissões. Esse grupo é formado pelos “países desenvolvidos” e pelas “economias em transição” (nova denominação para países da ex-União Soviética).
  • 15. Redução de Emissões Países do Anexo 2 Países do Anexo II são obrigados a fornecer apoio financeiro e técnico para as “Economias em Transição” e países em desenvolvimento para ajudá-los a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e mitigar as alterações climáticas.
  • 16. Redução de Emissões Como Funcionam as Metas As metas de redução de emissões se referem aos seguintes poluentes:  Dióxido de Carbono (CO2)  Metano (CH4)  Óxido Nitroso (N2O)  Hexafluoreto de Enxofre (SF6)  Hidrofluorcarbonetos (HFC’s)  Perfluorcarbonetos (PFC’s) Cujas emissões devem retroceder aos níveis de 1990.
  • 17. Redução de Emissões Métrica das Metas  Esses seis poluentes relacionados anteriormente são convertidos em Toneladas de Carbono Equivalente (TCE) que é a unidade de medida dos Créditos de Carbono. Crédito de Carbono = Redução de 1 T de Carbono Eqvl.
  • 18. Redução de Emissões Métrica das Metas  A conversão de cada poluente para a unidade “Tonelada Equivalente de Carbono”é necessária para podermos comparar o dano causado por cada um desses gases e para sabermos se é melhor prevenir a emissão de 1Kg de CO2 ou de 1Kg de CH4, por exemplo.
  • 19. Redução de Emissões Métrica das Metas  Para calcularmos o carbono equivalente é necessário sabermos o poder destrutivo das moléculas de cada gás do efeito estufa. Este conceito é conhecido como Global Warming Potential (GWP), e permite que saibamos quanto de efeito foi gerado quando emitimos a mesma quantidade de cada um dos gases. Este número é baseado na eficiência radiativa (habilidade de absorver o calor), assim como a meia-vida de uma mesma quantidade de cada gás, acumulado em um certo período de tempo (normalmente 100 anos).
  • 20. Redução de Emissões Carbono Equivalente  Por definição, 1Kg de CO2 vale 0,2727Kg de Carbono Equivalente, pois só é considerada a massa das moléculas de carbono em um quilo de dióxido de carbono.  Para os outros gases: Carbono equivalente = GWP (100anos) x 0,2727 (Para os cálculos são usados os valores de GWP em 100 anos.)
  • 21. Redução de Emissões Global Warming Potential (GWP)
  • 22. Redução de Emissões Carbono Equivalente Estes dados são muito importantes economicamente como veremos mais a frente.
  • 24. Mecanismos de Flexibilização Como Reduzir as Emissões  Para que os países desenvolvidos consigam atingir sua meta de redução de emissões, o protocolo prevê a existência dos chamados “Mecanismos de Flexibilização”.  Por meio desses mecanismos os países desenvolvidos promovem projetos de redução de emissões em outros países abatendo-as de suas próprias metas de redução.
  • 25. Mecanismos de Flexibilização O Custo da Redução  A justificativa econômica para essas flexibilizações é que o custo de reduzir emissões varia dependendo do país.  Reduzir emissões em países desenvolvidos é mais caro pois a tecnologia e os processos utilizados são mais modernos.  Tradicionalmente a industria dos países não desenvolvidos continua utilizando os processos e equipamentos, mais antigas e mais poluidoras.
  • 26. Mecanismos de Flexibilização Reduções de Emissões (GEE) e Impactos Econômicos  Os Mecanismos de Flexibilização foram essenciais para convencer os países desenvolvidos a concordar com o tratado pois temia-se que os programas de redução de emissões tivessem consequências desastrosas nos indicadores econômicos desses países.
  • 27. Mecanismos de Flexibilização Tipos de Flexibilização Existem 3 Mecanismos de Flexibilização
  • 28. Mecanismos de Flexibilização Tipos de Flexibilização Existem 3 Mecanismos de Flexibilização  Implementação Conjunta [País desenvolvido A -> País Desenvolvido B]
  • 29. Mecanismos de Flexibilização Implementação Conjunta  Um país que pertence ao Anexo I realizando projetos em outro país do Anexo I.  Na maioria das vezes, essa modalidade de flexibilização e feita por países desenvolvidos europeus + Japão em países do leste europeu (as economias em transição).
  • 30. Mecanismos de Flexibilização Implementação Conjunta  Outra vez, existe uma razão econômica: A IC permite que os países desenvolvidos invistam seu dinheiro em projetos de redução de emissões em outros países desenvolvidos, onde o custo de redução de T Eqvl de Carbono seja mais barato.
  • 31. Mecanismos de Flexibilização Exemplo: Implementação Conjunta Croácia possui 3 usinas termelétricas movidas à carvão que emitem 120 T Equivalentes de Carbono (TeC) ao ano. Exemplo fictício
  • 32. Mecanismos de Flexibilização Exemplo: Implementação Conjunta Itália financia o projeto de substituição das usinas termoelétricas por parque de geração eólica. Exemplo fictício
  • 33. Mecanismos de Flexibilização Exemplo: Implementação Conjunta Através desse projeto 360 TeC de GEE deixaram de ser emitidas para atmosfera. Exemplo fictício
  • 34. Mecanismos de Flexibilização Exemplo: Implementação Conjunta Depois da fiscalização do Conselho Executivo da IC certificar o projeto, a Itália recebe 360 Créditos de Carbono para serem abatidos de sua meta. Exemplo fictício
  • 35. Mecanismos de Flexibilização Tipos de Flexibilização Existem 3 Mecanismos de Flexibilização Implementação Conjunta [País desenvolvido A -> País Desenvolvido B]  Mecanismo de Desenvolvimento Limpo [País desenvolvido -> País em Desenvolvimento]
  • 36. Mecanismos de Flexibilização Mecanismo de Desenvolvimento Limpo  Um país que pertence ao Anexo I realizando projetos em outro país que não pertence ao Anexo I.  Ou seja, é igual ao IC com a única diferença sendo os países destino do projeto, que não é desenvolvido.
  • 37. Mecanismos de Flexibilização Mecanismo de Desenvolvimento Limpo  Países em desenvolvimento podem implementar projetos que contribuam para a sustentabilidade e apresentem uma redução ou captura de emissões de gases causadores do efeito estufa, obtendo como resultado as Reduções Certificadas de Emissões (também conhecidos como Créditos de Carbono)
  • 38. Tipos de projetos MDL  Captura de gás em aterro sanitário  Reaproveitamento de resíduos para geração de biogás  Geração de energia por fontes renováveis (biomassa, energia eólica, pequenas e médias hidroelétricas, energia solar)  Compostagem de resíduos sólidos urbanos  Pirólise de resíduos  Florestamento e reflorestamento em áreas degradadas Mecanismos de Flexibilização
  • 39. Mecanismos de Flexibilização Etapas de um projeto MDL  Concepção do projeto  Preparo do documento de concepção do projeto  Validação  Obtenção da aprovação do país anfitrião  Registro  Implementação do projeto  Monitoramento  Verificação e certificação  Emissão dos Créditos de Carbono
  • 40. Mecanismos de Flexibilização Exemplo: Mecanismo de Desenvolvimento Limpo  Delhi Metro (na região da Capital da Índia) foi o 1° projeto de metrô certificado como MDL. Recebeu 400.000 Créditos de Carbono por usar sistema de freios regenerativo. Foi criado pela parceria de um banco Japones com o Governo da Índia. Exemplo real
  • 41. Preocupações com IC e MDL Problemas que põem em rico sua eficiência:  Risco de Fraude  Questão da Conservação/Preservação  Questão das Hidroelétricas  “Absurdos Certificados” Mecanismos de Flexibilização
  • 42. Mecanismos de Flexibilização Tipos de Flexibilização Existem 3 Mecanismos de Flexibilização Implementação Conjunta [País desenvolvido A -> País Desenvolvido B] Mecanismo de Desenvolvimento Limpo [País desenvolvido -> País em Desenvolvimento]  Comércio Internacional de Emissões (Mais conhecido como Mercado de Carbono)
  • 43. Mecanismos de Flexibilização Mercado de Carbono  O terceiro mecanismo de flexibilização permite que países desenvolvidos alcancem sua meta comprando os excedentes de redução de outros países.  O preço da redução de 1Tonelada Equivalente de Carbono é determinado pelos modelos econômicos, numa réplica de uma bolsa de valores.  O Carbono virou uma commodity
  • 44. Mecanismos de Flexibilização Mercado de Carbono Suponha que uma tonelada de carbono equivalente valha 1000 dólares no mercado de carbono. A mitigação de uma tonelada de CO2 valeria 273 dólares, se fosse CH4, seria 6.820 dólares ...
  • 45. Mercado de Carbono Imagine que uma país como a Suécia tenha reduzido suas emissões além da meta prevista. Mecanismos de Flexibilização
  • 46. Mercado de Carbono Imagine que uma país como a Suécia tenha reduzido suas emissões além da meta prevista. Mecanismos de Flexibilização Esse excedente pode ser negociado no mercado de Carbono, sendo vendido para países que não alcançaram a meta de redução.
  • 47. Referências  http://en.wikipedia.org/wiki/Kyoto_Protocol  http://en.wikipedia.org/wiki/Greenhouse_gas  http://en.wikipedia.org/wiki/Joint_Implementation  http://en.wikipedia.org/wiki/Clean_Development_Mechanism  http://en.wikipedia.org/wiki/Carbon_credit  http://en.wikipedia.org/wiki/United_Nations_Framework_Conv ention_on_Climate_Change#Annex_I_countries  http://www.manicore.com/anglais/documentation_a/greenh ouse/greenhouse_gas.html  http://fr.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%A9dits-carbone  http://fr.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9canisme_de_d%C3%A9 veloppement_propre  http://fr.wikipedia.org/wiki/Gaz_%C3%A0_effet_de_serre
  • 48. Referências  http://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Quioto  http://pt.wikipedia.org/wiki/Mecanismos_de_flexibiliza%C3%A7%C3 %A3o  http://pt.wikipedia.org/wiki/Mecanismo_de_desenvolvimento_limp o  http://pt.wikipedia.org/wiki/Implementa%C3%A7%C3%A3o_conjun ta  http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio_internacional_de_e miss%C3%B5es  http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%A9ditos_de_carbono  http://scienceblogs.com.br/rastrodecarbono/2007/08/o-que-e-carbono- equivalente 
  • 49. Referências  http://www.institutocarbonobrasil.org.br/#mercado_de_carbono  http://www.trela.com.br/arquivo/Mercado-de-creditos-de-carbono- no-Brasil/  http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/mercado-de-carbono/ estudos-sobre-o-mercado-de-carbono-brasileiro. aspx?Idioma=pt-br  http://www.brasil.gov.br/sobre/meio-ambiente/climas/credito-carbono

Notas do Editor

  1. O efeito Estufa é o processo no qual parte da Radiação infravermelha refletida pela superfície de um planetaé absorvida por gases presentes na atmosfera resultando na elevação da temperatura da superfície terrestre e da parte mais baixa da atmosfera. Estima-se que a temperatura Terrestre seria, em média, 33° C mais baixa se não fosse esse mecanismo de retenção de energia. Portanto, o efeito estufa garante a vida na Terra na forma como a conecemos.
  2. São 4 gases os principais responsáveis pelo efeito estufa, são eles (. Além deles existem 2 outras famílias de gases
  3. Para ajudar os países em desenvolvimento a dar esse “passo verde”, os membros do Anexo 2 (que são membros da OCDE -> Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) devem fornecer apoio econômico e tecnológico. Todos eles concordaram com isso ao assinar e ratificar o tratado. Mas a atual crise economica, certamente, tirou o foco deles da parte ambiental.
  4. A unidade dos créditos de carbono nos “Certificados de Emissões Reduzidas” (CER’s) é padronizada em toneladas de carbono equivalente. Isso vale porque os CER’s não levam em conta só a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2), mas também das emissões dos outros gases do efeito estufa: metano (CH4), óxido nitroso (N2O), perfluorcarbonetos (PFCs), hidrofluorcarbonetos (HFCs) e hexafluoreto de enxofre (SF6). É essencial para a mitigação sabermos se é melhor prevenir a emissão de 1Kg de CO2 ou de 1Kg de CH4, por exemplo. Para calcularmos o carbono equivalente é necessário sabermos o poder destrutivo das moléculas de cada gás do efeito estufa. Este conceito é conhecido como Potencial de Dano Global (ou Global Warming Potential – GWP), e permite que saibamos quanto de efeito foi gerado quando emitimos a mesma quantidade de cada um dos gases. Este número é baseado na eficiência radiativa (habilidade de absorver o calor), assim como a meia-vida de uma mesma quantidade de cada gás, acumulado em um certo período de tempo (normalmente 100 anos). Este valor nunca é absoluto, mas sim relativo ao CO2. O GWP de cada gás significa quanto mais (ou quanto menos) um gás aumenta o efeito estufa em 100 anos comparada com a mesma quantidade de CO2 emitida ao mesmo tempo. A molécula de dióxido de carbono tem valor definido como 1 neste índice. Gás_____________ GWP relativo/CO2 (100 anos) Dióxido de Carbono………………….1 Metano…………………………….23 Óxido nitroso…………………….298 Perfluorcarbonetos…………………..6.500 – 8.700 Hidrofluorcarbonetos……………….140 – 11.700 Hexafluoreto de enxofre…………..23.900 Isto equivale a dizer que o metano (CH4) tem um potencial 23 vezes maior que o CO2 de causar dano ao ambiente, ou seja, emitir 1Kg de metano tem o mesmo efeito que emitir 23Kg de CO2. O óxido nitroso (N2O) tem um potencial de dano 298 vezes maior que o CO2, e assim por diante. Por definição, 1Kg de CO2 vale 0,2727Kg de carbono equivalente, já que considera apenas a massa das moléculas de carbono em um quilo de dióxido de carbono. Para os outros gases: Carbono equivalente = GWP relativo x 0,2727 Para os principais gases do efeito estufa, temos: Gás______________ Carbono equivalente Dióxido de Carbono………………0,273 Metano……………………………..6,27 Óxido nitroso……………………..81,27 Perfluorcarbonetos……………….1 772 – 2 372 Hidrofluorcarbonetos…………….38,2 – 3 190 Hexafluoreto de enxofre………..6.518 Estes dados são muito importantes economicamente. Suponha que uma tonelada de carbono equivalente vale 1000 dólares no mercado de carbono. A mitigação de uma tonelada de CO2 vale 273 dólares, de metano 6.270 dólares e assim por diante, sempre levando em conta o potencial de dano de cada gás, mas padronizado em equivalente de carbono para evitar maiores confusões.
  5. A unidade dos créditos de carbono nos “Certificados de Emissões Reduzidas” (CER’s) é padronizada em toneladas de carbono equivalente. Isso vale porque os CER’s não levam em conta só a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2), mas também das emissões dos outros gases do efeito estufa: metano (CH4), óxido nitroso (N2O), perfluorcarbonetos (PFCs), hidrofluorcarbonetos (HFCs) e hexafluoreto de enxofre (SF6). É essencial para a mitigação sabermos se é melhor prevenir a emissão de 1Kg de CO2 ou de 1Kg de CH4, por exemplo. Para calcularmos o carbono equivalente é necessário sabermos o poder destrutivo das moléculas de cada gás do efeito estufa. Este conceito é conhecido como Potencial de Dano Global (ou Global Warming Potential – GWP), e permite que saibamos quanto de efeito foi gerado quando emitimos a mesma quantidade de cada um dos gases. Este número é baseado na eficiência radiativa (habilidade de absorver o calor), assim como a meia-vida de uma mesma quantidade de cada gás, acumulado em um certo período de tempo (normalmente 100 anos). Este valor nunca é absoluto, mas sim relativo ao CO2. O GWP de cada gás significa quanto mais (ou quanto menos) um gás aumenta o efeito estufa em 100 anos comparada com a mesma quantidade de CO2 emitida ao mesmo tempo. A molécula de dióxido de carbono tem valor definido como 1 neste índice. Gás_____________ GWP relativo/CO2 (100 anos) Dióxido de Carbono………………….1 Metano…………………………….23 Óxido nitroso…………………….298 Perfluorcarbonetos…………………..6.500 – 8.700 Hidrofluorcarbonetos……………….140 – 11.700 Hexafluoreto de enxofre…………..23.900 Isto equivale a dizer que o metano (CH4) tem um potencial 23 vezes maior que o CO2 de causar dano ao ambiente, ou seja, emitir 1Kg de metano tem o mesmo efeito que emitir 23Kg de CO2. O óxido nitroso (N2O) tem um potencial de dano 298 vezes maior que o CO2, e assim por diante. Por definição, 1Kg de CO2 vale 0,2727Kg de carbono equivalente, já que considera apenas a massa das moléculas de carbono em um quilo de dióxido de carbono. Para os outros gases: Carbono equivalente = GWP relativo x 0,2727 Para os principais gases do efeito estufa, temos: Gás______________ Carbono equivalente Dióxido de Carbono………………0,273 Metano……………………………..6,27 Óxido nitroso……………………..81,27 Perfluorcarbonetos……………….1 772 – 2 372 Hidrofluorcarbonetos…………….38,2 – 3 190 Hexafluoreto de enxofre………..6.518 Estes dados são muito importantes economicamente. Suponha que uma tonelada de carbono equivalente vale 1000 dólares no mercado de carbono. A mitigação de uma tonelada de CO2 vale 273 dólares, de metano 6.270 dólares e assim por diante, sempre levando em conta o potencial de dano de cada gás, mas padronizado em equivalente de carbono para evitar maiores confusões.
  6. Este valor nunca é absoluto, mas sim relativo ao CO2.
  7. GWP relativo são os valores listados na tabela do outro slide. Para os cálculos são usados os valores de GWP em 100 anos.
  8. Isto equivale a dizer que o metano (CH4) tem um potencial 25 vezes maior que o CO2 de causar dano ao ambiente, ou seja, emitir 1Kg de metano tem o mesmo efeito que emitir 25Kg de CO2. O óxido nitroso (N2O) tem um potencial de dano 289 vezes maior que o CO2, e assim por diante. The global warming potential (GWP) depends on both the efficiency of the molecule as a greenhouse gas and its atmospheric lifetime. GWP is measured relative to the same mass of CO2 and evaluated for a specific timescale. Thus, if a gas has a high (positive) radiative forcing but also a short lifetime, it will have a large GWP on a 20 year scale but a small one on a 100 year scale. Conversely, if a molecule has a longer atmospheric lifetime than CO2 its GWP will increase with the timescale considered. Carbon dioxide is defined to have a GWP of 1 over all time periods. Methane has an atmospheric lifetime of 12 ± 3 years and a GWP of 72 over 20 years, 25 over 100 years and 7.6 over 500 years. The decrease in GWP at longer times is because methane is degraded to water and CO2 through chemical reactions in the atmosphere.
  9. GWP relativo são os valores listados na tabela do outro slide. Para os cálculos são usados os valores de GWP em 100 anos.
  10. The economic basis for providing this flexibility is that the marginal cost of reducing (or abating) emissions differs among countries. "Marginal cost" is the cost of abating the last tonne of CO2-eq for an Annex I/non-Annex I Party. At the time of the original Kyoto targets, studies suggested that the flexibility mechanisms could reduce the overall (aggregate) cost of meeting the targets.[51] Studies also showed that national losses in Annex I gross domestic product (GDP) could be reduced by use of the flexibility mechanisms.[51]
  11. * Os grandes atrasos (absurdos em termos de poluição e legislação) encontram-se nos países em desenvolvimento. Igualar as tecnologias desses países àquelas dos países desenvolvidos é mais barato e rápido do que financiar outras inovações dos países desenvolvidos. * É um jogo difícil que envolve produtividade, lucratividade, e poluição gerada.
  12. The economic basis for providing this flexibility is that the marginal cost of reducing (or abating) emissions differs among countries. "Marginal cost" is the cost of abating the last tonne of CO2-eq for an Annex I/non-Annex I Party. At the time of the original Kyoto targets, studies suggested that the flexibility mechanisms could reduce the overall (aggregate) cost of meeting the targets.[51] Studies also showed that national losses in Annex I gross domestic product (GDP) could be reduced by use of the flexibility mechanisms.[51]
  13. Esses mecanismos de Flexibilização foram criados para incentivar a adesão dos países desenvolvidos. Muitos desses países tinham “medo” que seu PIB e outros indicadores econômicos tão importantes despencassem se tivessem que interferir para mudar do “Bussiness as Usual” para um novo tipo de economia mais responsável.
  14. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. A JI project might involve, for example, replacing a coal-fired power plant with a more efficient combined heat and power plant. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  15. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  16. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  17. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. A JI project might involve, for example, replacing a coal-fired power plant with a more efficient combined heat and power plant. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  18. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. A JI project might involve, for example, replacing a coal-fired power plant with a more efficient combined heat and power plant. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  19. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. A JI project might involve, for example, replacing a coal-fired power plant with a more efficient combined heat and power plant. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  20. Joint implementation (JI) is one of three flexibility mechanisms set out in the Kyoto Protocol to help countries with binding greenhouse gas emissions targets (so-called Annex I countries) meet their obligations. JI is described in Article 6 of the Kyoto Protocol.[1] Under Article 6, any Annex I country can invest in an emission reduction project (referred to as a "Joint Implementation Project") in any other Annex I country as an alternative to reducing emissions domestically. In this way countries can lower the costs of complying with their Kyoto targets by investing in projects that reduce greenhouse gas emissions in an Annex I country where reducing emissions may be cheaper, and then using the resulting Emission Reduction Units (ERUs) towards their commitment goal. A JI project might involve, for example, replacing a coal-fired power plant with a more efficient combined heat and power plant. Most JI projects are expected to take place in so-called "economies in transition," noted in Annex B of the Kyoto Protocol.[2] Currently Russia and Ukraine are slated to host the greatest number of JI projects.[3]
  21. CDM project process [edit]Outline An industrialised country that wishes to get credits from a CDM project must obtain the consent of the developing country hosting the project that the project will contribute to sustainable development. Then, using methodologies approved by the CDM Executive Board (EB), the applicant (the industrialised country) must make the case that the carbon project would not have happened anyway (establishing additionality), and must establish a baseline estimating the future emissions in absence of the registered project. The case is then validated by a third party agency, called a Designated Operational Entity (DOE), to ensure the project results in real, measurable, and long-term emission reductions. The EB then decides whether or not to register (approve) the project. If a project is registered and implemented, the EB issues credits, called Certified Emission Reductions (CERs, commonly known as carbon credits, where each unit is equivalent to the reduction of one metric tonne of CO2e, e.g. CO2 or its equivalent), to project participants based on the monitored difference between the baseline and the actual emissions, verified by the DOE.
  22. CDM project process [edit]Outline An industrialised country that wishes to get credits from a CDM project must obtain the consent of the developing country hosting the project that the project will contribute to sustainable development. Then, using methodologies approved by the CDM Executive Board (EB), the applicant (the industrialised country) must make the case that the carbon project would not have happened anyway (establishing additionality), and must establish a baseline estimating the future emissions in absence of the registered project. The case is then validated by a third party agency, called a Designated Operational Entity (DOE), to ensure the project results in real, measurable, and long-term emission reductions. The EB then decides whether or not to register (approve) the project. If a project is registered and implemented, the EB issues credits, called Certified Emission Reductions (CERs, commonly known as carbon credits, where each unit is equivalent to the reduction of one metric tonne of CO2e, e.g. CO2 or its equivalent), to project participants based on the monitored difference between the baseline and the actual emissions, verified by the DOE.
  23. CDM project process [edit]Outline An industrialised country that wishes to get credits from a CDM project must obtain the consent of the developing country hosting the project that the project will contribute to sustainable development. Then, using methodologies approved by the CDM Executive Board (EB), the applicant (the industrialised country) must make the case that the carbon project would not have happened anyway (establishing additionality), and must establish a baseline estimating the future emissions in absence of the registered project. The case is then validated by a third party agency, called a Designated Operational Entity (DOE), to ensure the project results in real, measurable, and long-term emission reductions. The EB then decides whether or not to register (approve) the project. If a project is registered and implemented, the EB issues credits, called Certified Emission Reductions (CERs, commonly known as carbon credits, where each unit is equivalent to the reduction of one metric tonne of CO2e, e.g. CO2 or its equivalent), to project participants based on the monitored difference between the baseline and the actual emissions, verified by the DOE.
  24. CDM project process [edit]Outline An industrialised country that wishes to get credits from a CDM project must obtain the consent of the developing country hosting the project that the project will contribute to sustainable development. Then, using methodologies approved by the CDM Executive Board (EB), the applicant (the industrialised country) must make the case that the carbon project would not have happened anyway (establishing additionality), and must establish a baseline estimating the future emissions in absence of the registered project. The case is then validated by a third party agency, called a Designated Operational Entity (DOE), to ensure the project results in real, measurable, and long-term emission reductions. The EB then decides whether or not to register (approve) the project. If a project is registered and implemented, the EB issues credits, called Certified Emission Reductions (CERs, commonly known as carbon credits, where each unit is equivalent to the reduction of one metric tonne of CO2e, e.g. CO2 or its equivalent), to project participants based on the monitored difference between the baseline and the actual emissions, verified by the DOE.
  25. (na região da Capital da Índia) Atendendo 4 cidades próximas. The Delhi Metro has won awards for environmentally friendly practices from organisations including the United Nations,[136] RINA,[137] and the International Organization for Standardization,[137] becoming the second metro in the world, after the New York City Subway, to be ISO 14001 certified for environmentally friendly construction.[138]Most of the Metro stations on the Blue Line conduct rainwater harvesting as an environmental protection measure.[139] It is also the first railway project in the world to earn carbon credits after being registered with the United Nations under the Clean Development Mechanism,[140] and has so far earned 400,000 carbon credits by saving energy through the use of regenerative braking systems on its trains.[141] In order to reduce its dependence on non-renewable sources of energy, DMRC is looking forward to harness solar energy and install solar panels at the Karkardooma and Noida Sector-21 metro stations.[142]
  26. (Florestas derrubadas para contar como projeto de reflorestamento) (Hidrelétricas alagam grandes áreas destruindo florestas e biodiversidade ) (Termoelétricas na Índia Certificadas)