Sobre a Morte do Rev. Sr. George Whitefield                                      por                                 John ...
2. Através deles, ele foi convencido de que nós “devemos nascer de novo”[5], ou que a religião exterior não nos traria pro...
cedo na manhã, e à tarde, depois que as pessoas vinham do trabalho. Eletambém catequizava diariamente as crianças, e fazia...
foi ordenado sacerdote, na Igreja de Cristo, em Oxford. No dia seguinte veiopara Londres novamente; e no domingo dia 21 pr...
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“Depois de aproximadamente um mês conosco em Boston, e sua adjacência, epregando todos os dias, ele foi para a Velha York ...
2. Um caráter dele mais específico e igualmente justo apareceu em um dosdocumentos ingleses. Pode não ser enfadonho as voc...
alguma coisa, a não ser o amor, produzir amor? Isso se refletia em seu própriosemblante, e continuamente exalava em todas ...
aquela força de persuasão espantosa que a maioria dos ouvintes endurecidosnão pôde resistir. Isso foi o que freqüentemente...
dado do alto, para fazer alguma boa obra, falar alguma boa palavra, e formarum bom desejo. Porque não é suficiente dizer, ...
cuidado e diligência, “guardando o depósito que te foi confiado” [68];sabendo que “céus e terra passarão, mas esta verdade...
Deus, como pode algum de nós descansar, até que ele seja nosso? Por queexiste um conselho delicado por meio do qual sataná...
nós, e que desde esse momento, possamos ser “bondosos uns para com os       outros, misericordiosos, perdoando-nos uns aos...
George Whitefield morreu em Newburyport, Massachusetts, trinta milhas deBoston, em 30 de Setembro de 1770, na casa paroqui...
(1771). Uma ataque acalorado foi feito sobre ele no Gospel Magazine deFevereiro de 1771, provavelmente, pelo Sr. Romaine. ...
Tottenham e Howland. O lugar era, então, cercado por campos e jardins, ehavia apenas duas casas para o norte dele. A pedra...
[12] Suprindo a ausência de Charles Kinchin (1711-42), outro metodista deOxford.[13] Cf. Levítico 10.37.[14] O título de “...
[31] Cf. Tiago 3.15.[32] 1 Timóteo 5.1-2.[33] 2Coríntios 3.12.[34] 2 Coríntios 4.2.[35] Hebreus 13.6.[36] Citação de um po...
[55] Esse conflito entre as causas “meritória” e “formal” da justificação foium dos temas controversos entre Wesley e os c...
[79] Cf. João 15.13; 1 João 3.16.[80] Tito 2.26.[81] Cf. 1 Coríntios 13.4, 5, 7.[82] Filipenses 1.8.[83] Salmos 44.14.[84]...
Traduzido por: Izilda Peixoto BellaRevisado por: Felipe Sabino de Araújo NetoEste artigo é parte integrante do portal http...
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  1. 1. Sobre a Morte do Rev. Sr. George Whitefield por John WesleyPregado na Capela em Tottenham-Court Road e no Tabernáculo, perto deMoorfields, no Domingo, 18 de Novembro de 1770.“Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o dele!” (Números23:10);1. “Que meu fim seja como o dele!”. Quantos de vocês se unem a estedesejo? Talvez existam poucos de vocês que não desejem; até mesmo nestanumerosa congregação! E, Ó, que este desejo possa repousar sobre suasmentes! – que ele não morra até que suas almas também estejam habitando“onde o perverso cessou de perturbar, e onde o exausto descansa!” [1].2. Uma exposição elaborada do texto não será esperada nesta ocasião. Elalhes afastaria da triste, embora muito agradável lembrança do nosso amadoirmão, amigo e pastor; sim, e pai também: pois, quantos estão aqui, aos quaisele “procriou no Senhor!” [2] . Não seria mais adequado às suas inclinações,assim como para esta solenidade, falar diretamente deste homem de Deus, aquem vocês tão freqüentemente ouviram falar neste lugar? – a finalidade decuja fala, vocês sabem, tem sido “Jesus Cristo, o mesmo ontem, e hoje, epara sempre” [3] . E não podemos nós:I. Observar alguns particulares de sua vida e morte?II. Ter alguns vislumbres de seu caráter?III. Inquirir em como podemos melhorar esta terrível providência, sua súbitaremoção de nós?1. Nós podemos, em primeiro lugar, observar alguns poucos particulares desua vida e morte. Ele nasceu em Gloucester, em Dezembro de 1714 [4], e sematriculou na escola de gramática lá, quando tinha uns doze anos. Quandofez dezessete ele começou a ser seriamente religioso, e serviu a Deus nomelhor de seu conhecimento. Por volta dos dezoito ele se transferiu para aUniversidade, e foi admitido no Pembroke College em Oxford; e um anodepois, tornou-se familiarizado com os Metodistas (assim chamados), aosquais, desde aquele tempo, ele amou como sua própria alma.
  2. 2. 2. Através deles, ele foi convencido de que nós “devemos nascer de novo”[5], ou que a religião exterior não nos traria proveito algum. Ele juntou-se aeles nos jejuns às quartas e sextas-feiras; no visitar o doente e prisioneiros; eem reunir os vários fragmentos de tempo, para que nenhum momento pudesseser perdido: e mudou o curso de seus estudos; lendo principalmente aqueçeslivros que entravam no âmago da religião e conduzia diretamente a umconhecimento experimental de Jesus Cristo, e Ele crucificado [6].3. Ele logo foi provado como com fogo. Não apenas sua reputação foi perdida,e alguns dos seus mais queridos amigos desistiram dele; mas ele foiexperimentado com provações interiores, e estas do tipo mais severo. Muitasnoites ele se deitou sem sono em sua cama; muitos dias prostrado no chão.Mas depois que gemeu diversos meses, sob o “espírito da escravidão”, Deus seagradou de remover-lhe o fardo pesado; dando-lhe “o Espírito de adoção” [7];capacitando-o, através da fé viva, a se agarrar ao “Filho do Seu amor” [8].4. No entanto, pensou-se necessário, para a recuperação de sua saúde, queestava enfraquecida, que ele fosse para o campo. Ele concordantemente foipara Gloucester, onde Deus o capacitou para despertar diversos jovens. Esseslogo se reuniram em uma pequena sociedade, e foram alguns dos primeirosfrutos do seu trabalho. Pouco tempo depois ele começou a ler duas ou trêsvezes por semana para alguns pobres na cidade; e todos os dias ele lia e oravacom os prisioneiros na cadeia do condado.5. Estando agora por volta de vinte e um anos de idade, foi-lhe solicitado queentrasse nas ordens santas. Disto, ele estava grandemente temeroso,profundamente consciente de sua própria insuficiência. Mas o próprio bispoenviou-lhe convite e lhe disse: “Embora eu tenha proposto ordenar ninguémcom menos de vinte e três anos, ainda assim, eu ordenarei você, quando querque você venha” — e diversas outras circunstâncias providenciais ocorreram— ele ofereceu-se, e foi ordenado no Domingo da Trindade, em 1736 [9]. Nodomingo seguinte ele pregou para um auditório lotado, na igreja em que foibatizado. Na semana seguinte ele retornou para Oxford, e recebeu seu graude Bacharel: ele estava agora completamente ocupado; o cuidado com osprisioneiros e os pobres caiu principalmente sobre ele.6. Mas não muito tempo depois ele foi convidado a Londres, para servir aocurato de um amigo que ia para o interior [10]. Ele continuou lá dois meses,habitando na Torre, lendo orações na capela duas vezes por semana,catequizando e pregando uma vez, além de visitar os soldados nosacampamentos e enfermaria. Ele também lia orações, todas as tardes, nacapela em Wapping, e pregava na prisão de Ludgate, toda terça-feira.Enquanto ele esteve aqui, cartas vieram de seus amigos da Geórgia, que ofizeram desejar ajudá-los: mas não visualizando claramente seu chamado, nomomento designado, ele retornou para sua pequena responsabilidade emOxford, onde diversos jovens se encontravam diariamente em sua sala, paraedificarem uns aos outros em sua mais santa fé [11].7. Mas ele rapidamente recebeu convite de lá novamente, para suprir ocurato de Dummer, em Hampshire [12]. Ali, ele lia orações, duas vezes ao dia;
  3. 3. cedo na manhã, e à tarde, depois que as pessoas vinham do trabalho. Eletambém catequizava diariamente as crianças, e fazia visitas de casa em casa.Ele agora dividia o dia em três partes, distribuindo proporcionalmente oitohoras para o sono e refeições, oito horas para estudo e isolamento, e oitohoras para ler as orações, catequizar, e visitar as pessoas. Existe uma maneiramais excelente de servir a Cristo e Sua Igreja? Se não, quem “seguirá oexemplo e fará o mesmo?” [13].8. Ainda assim, sua mente se inquietava em sair fora de casa; e estando agoracompletamente convencido de que ele foi chamado por Deus para isto, elecolocou todas as coisas em ordem, e, em Janeiro de 1737, partiu para sedespedir dos seus amigos em Gloucester. Foi nesta jornada que Deus começoua abençoar seu ministério de uma maneira incomum. Onde quer que elepregasse, multidões espantosas de ouvintes se reuniram, em Gloucester, emStonehouse, em Bath, em Bristol; de modo que o calor das igrejas dificilmenteera suportável: e as impressões feitas nas mentes de muitos não eram menosextraordinárias. Depois de seu retorno a Londres, enquanto ele esteve detidopelo General Oglethorpe [14], de semana a semana, e de mês a mês, agradoua Deus abençoar a sua palavra ainda mais. E ele foi infatigável em seutrabalho: geralmente aos domingos ele pregava quatro vezes, para osexcessivamente grandes auditórios; além de ler as orações, duas ou trêsvezes, e caminhar de um lado para outro, freqüentemente dez ou dozemilhas.9. Em 28 de Dezembro ele deixou Londres. Foi no dia 29 que ele primeiropregou sem notas. Em 30 de Dezembro ele embarcou; mas o navio demoroupouco mais que um mês antes de zarpar. Um efeito feliz de suas muitovagarosas passagens, ele menciona no mês de Abril seguinte: “Bendito sejaDeus que nós agora vivemos muito confortavelmente em uma grande cabine.Pouco falamos que não seja sobre Deus e Cristo; e quando estamos juntos,apenas se ouve uma palavra entre nós, aquela que faz referência à nossaqueda no primeiro Adão, e ao nosso novo nascimento, no Segundo” [15].Parece, igualmente, ter sido uma providência peculiar que ele pudesse passarpouco tempo em Gibraltar; onde ambos, cidadãos e soldados, da classe alta àbaixa, jovens e idosos, reconheceram o dia da visitação deles.10. Do domingo de 7 de Maio de 1738 até final de Agosto seguinte, ele “fezprova completa de seu ministério” [16], na Geórgia, particularmente, emSavana: onde leu orações e expôs duas vezes ao dia, e visitou os doentesdiariamente. No domingo, ele explanou às cinco da manhã; às dez leu asorações e pregou, e às três da tarde também; e às sete da tarde, expôs oCatecismo da Igreja. Quão mais fácil é para nossos irmãos, no ministério, querna Inglaterra, Escócia, ou Irlanda, encontrar falhas em tal trabalhador davinha do Senhor, do que seguir seu exemplo!11. Foi nesse momento que ele observou a condição deplorável de muitascrianças daqui; e Deus colocou em seu coração o primeiro pensamento defundar um Orfanato, para o qual ele determinou levantar contribuições naInglaterra, se Deus pudesse dar a ele um retorno seguro para lá. No Dezembroseguinte ele retornou para Londres; e no domingo, 14 de Janeiro de 1739, ele
  4. 4. foi ordenado sacerdote, na Igreja de Cristo, em Oxford. No dia seguinte veiopara Londres novamente; e no domingo dia 21 pregou duas vezes. Mas,embora as igrejas fossem grandes, e excessivamente cheias, ainda assim,muitas centenas permaneceram no pátio da igreja, e centenas maisretornaram para suas casas. Isto colocou sobre ele o primeiro pensamento depregar ao ar livre. Mas quando ele mencionou isto a seus amigos, elesjulgaram ser mera loucura: assim, ele não levou isto em execução, até depoisque ele deixou Londres. Foi na quarta-feira, 21 de Fevereiro, que,encontrando todas as portas da igreja fechadas em Bristol (além de que nãohavia igreja capaz de conter metade da congregação), às três da tarde, ele foipara Kingswood, e pregou fora de casa, para aproximadamente duas milpessoas. Na sexta-feira, ele pregou lá para quatro ou cinco mil; no domingopara, supõe-se, dez mil! O número aumentava continuamente todo o tempoem que ele esteve em Bristol, e a chama do amor santo foi acesa, o que nãofacilmente seria apagada. A mesma chama foi, mais tarde, acessa em váriaspartes de Gales, de Gloucestershire e Worcestershire. Na verdade, onde querque ele esteve, Deus abundantemente confirmou a palavra de seumensageiro.12. No domingo, dia 29 de Abril, ele pregou, pela primeira vez, emMoorfields, e em Kennington Common; e os milhares de ouvintes estavam tãoquietos, como se eles estivessem na igreja. Novamente detido na Inglaterra,por vários meses, ele fez pequenas excursões nos diversos condados, erecebeu as contribuições de multidões desejosas de um Orfanato na Geórgia.O embargo que estava agora colocado sobre a embarcação, deu a ele folgapara mais jornadas [17], através das várias partes da Inglaterra, pelo quemuitos terão razão de dar graças a Deus, por toda a eternidade. Por fim, em14 de Agosto, ele embarcou: mas ele não aportou na Pensilvânia, até 30 deOutubro. Mais tarde, ele foi, através da Pensilvânia, para Jersey, Nova York,Maryland, Virgínia, Carolina do Norte; pregando continuamente para asimensas congregações, com tão grandes e completos efeitos, como naInglaterra. Em 10 de Janeiro de 1740, ele chegou em Savana.13. Em 29 de Janeiro ele acrescentou três órfãos desamparados, com cercavinte anos, que tinha em sua casa antes. No dia seguinte, ele colocou oalicerce para a nova casa, por volta de dez milhas de Savana. Em 11 deFevereiro, ele ingressou mais quatro órfãos; e partiu para Frederica [18], como objetivo de mandar vir os órfãos que estavam nas partes sul da colônia. Emseu retorno, ele fixou uma escola, tanto para crianças como para pessoasadultas, em Darien [19]. E trouxe quatro órfãos de lá. Em 25 de Março, elecolocou a primeira pedra do Orfanato; para o qual, com grande propriedade,ele deu o nome de Bethesda [significa “casa da misericórdia”] [20]; uma obrapara a qual os filhos ainda não nascidos deveriam louvar ao Senhor. Ele tinhaagora por volta de quarenta órfãos, de maneira que havia perto de centenasde bocas para serem alimentadas diariamente. Mas ele não “se inquietou porcoisa alguma” [21], colocando seus cuidados sobre Ele, que alimenta “aosfilhos dos corvos, quando clamam” [22].14. Em Abril, ele fez uma outra viagem, através da Pensilvânia, as Jerseys eNova York. Multidões inacreditáveis reuniram-se para ouvir, em meio as quais
  5. 5. havia abundância de negros. Em todos os lugares, a maior parte dos ouvintesera afetada a um grau espantoso. Muitos foram profundamente convencidosde seu estado de perdição; muitos verdadeiramente se converteram a Deus.Em alguns lugares, milhares clamaram alto; muitos quando nas agonias damorte; a maioria afundava-se em lágrimas; alguns empalideciam como namorte; outros retorciam suas mãos; outros caíam ao chão; outros seafundavam nos braços de seus amigos; quase todos levantavam seus olhos eclamavam por misericórdia.15. Ele retornou para Savana em 5 de Junho. Na tarde seguinte, durante oserviço público, toda a congregação, jovens e idosos, estavam dissolvidos emlágrimas: depois do serviço, diversos dos paroquianos e todos os seusfamiliares, particularmente as crianças pequenas, retornaram para casa,clamando por toda a estrada, e alguns não se contiveram, orando em voz alta.Os gemidos e gritos das crianças continuaram toda a noite, e grande parte dodia seguinte.16. Em Agosto, ele partiu novamente, e através de várias províncias veio paraBoston. Enquanto esteve aqui, e nos lugares vizinhos, ele esteveextremamente fraco no corpo; ainda assim, multidões de ouvintes eram tãograndes, e os efeitos produzidos neles tão espantosos, como nunca anteshaviam visto as pessoas mais velhas da cidade. O mesmo poder atendeu suaspregações em Nova York, particularmente no domingo, dia 2 de Novembro:quase tão logo ele começou, clamor, choro e lamentos eram ouvidos de todosos lados. Muitos sucumbiram ao chão, quebrantados no coração; e muitosforam preenchidos com a consolação divina. Em direção ao fim de suajornada, ele fez esta reflexão: “Este é o septuagésimo quinto dia, desde queeu cheguei em Rhode Island, excessivamente fraco no corpo; ainda assim,Deus me capacitou a pregar cento e setenta e cinco vezes em público, alémde exortar freqüentemente em privado! Nunca Deus concedeu-me maioresconfortos: nunca eu executei minhas jornadas com menos fadiga, ou vi talcontinuidade da divina presença nas congregações para as quais eu preguei”[23]. Em Dezembro ele retornou para Savana, e em Março seguinte chegou naInglaterra.17. Você pode facilmente observar que o relato precedente é extraídoprincipalmente de seu próprio Diário, que, por causa da simplicidade natural esimples deles, pode rivalizar com alguns escritos do tipo. E que exemplo exatoé este de seus trabalhos, tanto na Europa quanto na América, para a honra deseu amado Mestre, durante os trinta anos que se seguiram, assim como daininterrupta chuva de bênçãos, na qual Deus se agradou de produzir de seustrabalhos! Não é para se lamentar muito, que alguma coisa tivesse impedidosua continuidade deste relato, até, pelo menos, perto do momento em queele foi chamado pelo seu Senhor, para deleitar-se dos frutos de seu trabalho?Se ele tivesse deixado alguns papéis desse tipo, e seus amigos meconsiderassem digno de honra, seria minha glória e alegria sistematizar,transcrever e prepará-los para o conhecimento público.18. Um relato particular da última cena de sua vida é dada por um cavalheirode Boston:--
  6. 6. “Depois de aproximadamente um mês conosco em Boston, e sua adjacência, epregando todos os dias, ele foi para a Velha York [24]; pregou na quinta-feira,27 de Setembro, lá; prosseguiu para Portsmouth, e pregou na sexta-feira. Nosábado de manhã ele partiu para Boston; mas antes que viesse para Newbury,onde ele tinha se comprometido a pregar na manhã seguinte, ele foiimportunado a pregar pelo caminho. A casa não sendo grande o suficientepara conter as pessoas, ele pregou em um campo aberto. Mas tendo estadoenfermo, por diversas semanas, isso exauriu suas forças, de maneira quequando ele veio para Newbury, ele não pôde sair da embarcação sem a ajudade dois homens. À tarde, no entanto, ele recuperou sua vivacidade, eapareceu com sua usual alegria. Ele foi para seus aposentos às nove, seuhoráraio fixo, do qual nenhuma companhia poderia desviá-lo, e dormiu melhordo que tinha feito por várias semanas. Ele se levantou às quatro da manhã, nodia 30 de Setembro, e foi para o seu closet, e sua companhia observou que eleestava demorando, de maneira incomum, em seu privativo. Ele deixou seucloset, retornou para sua companhia, atirou-se na cama, e ficou por volta dedez minutos. Então, ele caiu de joelhos, e orou mais fervorosamente a Deus,para que, se fosse consistente com a vontade Dele, ele pudesse aquele diaterminar a obra de seu Mestre. Ele, então, desejou que seu ajudantechamasse o Sr. Parsons, o clérigo, em cuja casa ele estava; mas, um minutoantes que o Sr. Parson pudesse chegar até ele, morreu, sem um suspiro, ougemido. Nas notícias de sua morte, seis cavalheiros partiram para Newbury,com o objetivo de trazer seus restos mortais para cá: mas ele não poderia serremovido; de modo que suas preciosas cinzas devem permanecer emNewbury. Centenas teriam ido dessa cidade para atender seu funeral, se nãotivessem eles esperado que fosse enterrado aqui... Que este golpe sejasantificado para a Igreja de Deus, em geral, e para essa província emespecífico!” [27]. II1. Em segundo lugar, vamos tomar algumas visões de seu caráter. Umapequena delineação disso foi logo depois publicada, na Gazeta de Boston; umextrato da qual está anexo: — [“Pouco pode ser dito dele, que todo amigo deum Cristianismo vital e que tenha estado sob seu ministério, não o atestará”.]“Em seus trabalhos públicos ele, por muitos anos, surpreendeu o mundo comsua eloqüência e devoção. Com que compaixão divina ele persuadiu oimpenitente pecador a abraçar a prática da devoção e virtude! [Cheio doespírito da graça, ele] falou à partir do coração, e com um zelo fervente,talvez, sem paralelo, desde o dia dos Apóstolos, [adornou as verdades que eleentregou com o mais gracioso fascínio de retórica e oratória]. Do púlpito elefoi incomparável no domínio de um auditório superlotado. Nem foi menosagradável e instrutivo em suas conversações privadas; feliz em sua notávelfacilidade de dirigir a palavra; disposto a se comunicar, cuidadoso emedificar. Que a geração nascente possa pegar uma faísca daquela chama quebrilhou, com tal brilho distinto, no espírito e prática deste servo fiel doAltíssimo Deus!” [28].
  7. 7. 2. Um caráter dele mais específico e igualmente justo apareceu em um dosdocumentos ingleses. Pode não ser enfadonho as vocês acrescentar também aessência desse: —“O caráter dessa pessoa verdadeiramente devota deve ser [profundamente]imprimida no coração de todo amigo da religião vital. A despeito de suaconstituição terna [e delicada], ele continuou até o fim de sua vida,pregando, com a freqüência e fervor, que parecia exceder a força natural domais robusto. Sendo chamado ao exercício de sua função, em uma idade emque a maioria dos jovens está apenas começando a qualificar-se para isto, elenão teve tempo para um progresso considerável nas linguagens aprendidas.Mas este defeito foi amplamente suprido por uma índole viva e fértil, por umzelo fervente, e por uma convincente e mais persuasiva elocução. E, emborano púlpito ele freqüentemente achasse necessário, através dos terrores doSenhor, persuadir homens, ele não tinha nada de melancólico em suanatureza; sendo singularmente alegre, assim como caridoso e de bomcoração. Ao mesmo tempo, ele estava pronto a aliviar suas necessidadescorpóreas e espirituais. Deve também ser observado que ele constantementereforçava, junto à sua audiência, toda obrigação moral; e em especial nalaboriosidade em seus diversos chamados, e obediência aos seus superiores.Ele se empenhou, através dos esforços mais extraordinários da pregação, emdiferentes lugares, e, até mesmo em campos abertos, para estimular aspessoas de classe mais baixa, do mais alto grau de desatenção e ignorância,para um senso de religião. Por essa e outras obras suas, o nome de GEORGEWHITEFIELD será lembrado por muito tempo com estima e veneração”. [30]3. Que ambos esses relatos são justos e imparciais, prontamente se admitirá,ou seja, tão longe quanto eles forem. Mas eles vão um pouco mais além doque o exterior do seu caráter. Eles mostram a vocês o pregador, mas não ohomem, o cristão, o santo de Deus. Posso acrescentar um pouco sobre esteassunto, de um conhecimento pessoal de quase quarenta anos? Na verdade, euestou totalmente consciente quão difícil é falar sobre assunto tão delicado; ea prudência requer evitar, ambos os extremos, para não dizer nem tão pouco,nem muito! Além disso, sei que é impossível falar pouco ou muito, semincorrer para alguns num tipo de censura sobre um ou outro. Alguns irãoseriamente pensar que muito pouco foi dito; e outros, que muito. Mas, sematentar para isso, eu falarei exatamente o que sei, diante dEle, a quem nóstodos deveremos prestar contas.4. Menção já tem sido feita de seu zelo sem paralelo; sua atividadeinfatigável; sua sensibilidade para com o aflito, e caridade em direção aopobre. Porém, da mesma maneira, não deveríamos mencionar sua profundagratidão a todos a quem Deus usou como instrumento para o seu bem?Aqueles de quem não cessou de falar da maneira mais respeitosa, até mesmono dia de sua morte? Não deveríamos mencionar que ele tinha um coraçãosuscetível à mais generosa e terna amizade? Eu freqüentemente tenhoensinado que isso, de todas as outras, foi a parte distinta de seu caráter.Quão poucos nós temos conhecido de tão delicado temperamento, de tãograndes e harmoniosas afeições! Não foi principalmente por isso que oscorações de outros estavam tão estranhamente atraídos e unidos a ele? Pode
  8. 8. alguma coisa, a não ser o amor, produzir amor? Isso se refletia em seu própriosemblante, e continuamente exalava em todas as suas palavras, quer empúblico ou privado. Não foi isso que, rápido e penetrante como a luz, fluiu decoração a coração? Que deu aquela vida aos seus sermões, suas conversações,suas cartas? Vocês são testemunhas!5. Mas, deixando fora as vis interpretações errôneas de homens de mentescorruptas, que não conhecem o amor que não seja mundano e sensual [31],que seja lembrado, ao mesmo tempo, que ele foi dotado com a mais doce epura modéstia. Seu ofício o chamou a conversar muito freqüentemente elargamente com mulheres, assim como com homens; e esses de todas asidades e condições. Mas todo seu comportamento em direção a eles foi umaobservação prática sobre aquele conselho de Paulo a Timóteo: “Trate asmulheres mais idosas, como mães, e as mais jovens, como irmãs, com todapureza” [32].6. Entretanto, quão adequado às afabilidades de seu espírito foi a franqueza eclareza de sua conversação! – embora estivesse tão longe da rudeza, por umlado, assim como da fraude [e dissimulação] de outro. Não foi essa franqueza[33], uma vez, o fruto e prova de sua coragem e intrepidez? Armado comesses, ele não temeu as faces dos homens, mas “usou de grande clareza dediscurso”, com pessoas de todo nível e condição, alta ou baixa; rica ou pobre;esforçando-se apenas “pela manifestação da verdade, recomendar-se a todaconsciência humana, aos olhos de Deus” [34] .7. Nem ele esteve temeroso de trabalho ou dor, nem tampouco do que “o queo homem [poderia] fazer a ele” [35]; sendo igualmente “paciente em suportaro mal e fazer o bem” [36]. E isso pareceu na firmeza com que ele diligenciouo que ele empreendeu fazer, por amor a seu Mestre. Testemunhem umexemplo de todos: — o Orfanato na Geórgia, que ele começou e concluiu, adespeito de todos os desencorajamentos. Na verdade, no que dissesserespeito a si mesmo, ele era complacente e flexível. Neste caso, era “fácil deser solicitado” ; fácil de ser, tanto convencido quanto persuadido. Mas eraimutável nas coisas de Deus, ou onde quer que sua consciência estivesseinteressada. Ninguém poderia persuadi-lo, não mais do que aterrorizá-lo amudar, no menor ponto, daquela integridade que foi inseparável de todo seucaráter, e regulou todas as suas palavras e ações. Nisto ele permaneceu comoum pilar de ferro forte, e firme como um muro de bronze” [37].8. Se for inquirido qual foi o alicerce dessa integridade, ou de suasinceridade, coragem, paciência, e todas as outras valiosas e agradáveisqualidades, é fácil dar uma resposta. Não foi a excelência de seutemperamento natural, nem a força de seu entendimento; não foi a força daeducação; não, nem o conselho de seus amigos; não foi outra coisa senão a féno Senhor que derramou o Seu sangue; “fé na operação de Deus” [38]. Foi a“esperança viva da herança incorruptível, imaculada, e que não murcha” [39]. Foi “o amor de Deus, derramado em seu coração, através do Espírito Santo,que lhe foi dado” [40], preenchendo sua alma com amor terno edesinteressado [41] por todo filho do homem. Dessa fonte, ergueu-se aquelatorrente de eloqüência que freqüentemente fez cair todos diante dela; daqui,
  9. 9. aquela força de persuasão espantosa que a maioria dos ouvintes endurecidosnão pôde resistir. Isso foi o que freqüentemente fez sua “cabeça como águas,e seus olhos como uma fonte de lágrimas” [42]. Isso foi o que o capacitou aderramar sua alma em oração, de uma maneira que lhe era peculiar, com talplenitude e facilidade, unidas com tal força e variedade, ambas desentimento e expressão.9. Posso encerrar essa parte observando que honra agradou a Deus colocarsobre esse servo fiel, permitindo-lhe declarar Seu Evangelho eterno, emtantas regiões, para tal número de pessoas, e com tão grande efeito sobremuitas de suas preciosas almas! Nós lemos ou ouvimos de alguma pessoa,desde os Apóstolos, que testificaram o Evangelho da graça de Deus, através deum espaço tão amplamente estendido, através de tão grande parte do mundohabitado? Nós lemos ou ouvimos de alguma pessoa, que chamou tantosmilhares, tantas miríades de pecadores ao arrependimento? Acima de tudo,temos lido ou ouvido de alguém que tenha sido instrumento abençoado, nasmãos dEle, em trazer tantos pecadores “das trevas para a luz; do poder desatanás, para o poder de Deus?” [43]. É verdade, fôssemos falar assim para omundo festivo, nós seriamos julgados por falarmos como bárbaros [44]. Masvocês entendem a linguagem da região para a qual vocês estão indo, e para aqual nosso querido amigo foi, pouco antes de nós. IIIMas como devemos melhorar essa terrível providência? Essa é a terceira coisaque nós temos que considerar. E a resposta a essa importante questão é fácil(possa Deus escrevê-la em todos os nossos corações!): mantendo-nos próximosàs grandes doutrinas que ele entregou e tomando de seu espírito.1. E, em primeiro lugar, vamos nos manter próximos às grandes doutrinasbíblicas que ele em todos os lugares declarou. Existem muitas doutrinas, deuma natureza menos essencial, com respeito às quais, até mesmo os filhossinceros de Deus (tal é o presente estado de fraqueza do entendimentohumano) estão e têm estado divididos por muitas eras. Nessas, nós podemospensar e deixar de pensar; nós podemos “concordar em discordar”. Mas,entretanto, vamos abraçar as essências “da fé que uma vez foi entregue aossantos” [45]; e que este campeão de Deus tão fortemente insistiu a respeito,em todos os tempos, e em todos os lugares!2. Seu ponto fundamental foi: “Dê a Deus toda a glória do que quer que sejabom no homem”; e, “na tarefa da salvação, coloque Cristo tão alto, e ohomem tão baixo, quanto possível”. Com esse ponto, ele e seus amigos emOxford, os originais Metodistas, assim chamados, puseram-se a caminho. Ogrande princípio deles era: não existe poder (pela natureza) ou mérito nohomem. Eles insistiram: todo poder para pensar, falar, e agir corretamente,está no Espírito de Cristo, e origina-se dEle; e todo mérito (não está nohomem, por maior que seja na graça, mas meramente) no sangue de Cristo.Assim, ele e eles ensinaram: não existe poder no homem, até que lhe seja
  10. 10. dado do alto, para fazer alguma boa obra, falar alguma boa palavra, e formarum bom desejo. Porque não é suficiente dizer, todos os homens estão doentesde pecado: não, nós estamos todos “mortos em delitos e pecados” [46].Segue-se que todos os filhos dos homens são “por natureza, filhos da ira” [48].Nós somos todos “culpados diante de Deus” [49], condenados tanto à mortetemporal como eterna.3. Assim que todos estamos desamparados, tanto com respeito ao poder comoà culpa do pecado. “Porque, quem pode tirar uma coisa pura de uma impura?”[49]. Ninguém menos do que o Altíssimo. Quem pode ressuscitar esses dosmortos; espiritualmente mortos no pecado? Ninguém, a não ser Aquele quenos ressuscita do pó da terra. Mas, sobre que consideração fará isso? Não porobras de justiça que tehamos feito [50] . “O morto não pode louvar a Ti, Ó,Senhor” [51]; nem fazer coisa alguma, pela qual deveriam ser ressuscitadospara a vida. O que quer, portanto, que Deus faça, Ele faz meramente porcausa do seu bem-amado Filho: “Ele foi ferido por nossas transgressões; Elefoi moído por nossas iniqüidades” [52]. Ele mesmo “carregou nossos pecadosem seu próprio corpo no madeiro” [53] . Ele “foi entregue por nossas ofensas,e ressuscitou novamente para nossa justificação” [54]. Essa é, então, a únicacausa meritória de todas as bênçãos que desfrutamos e podemos desfrutar;em específico, do nosso perdão e aceitação para com Deus; da nossa completae gratuita justificação [55]. Mas, por quais meios nós nos tornamosinteressados no que Cristo tem feito e sofrido? “Não pelas obras, a fim de quehomem nenhum se vanglorie” [56]; mas pela fé somente. “Nós concluímos”,diz o Apóstolo, “que um homem é justificado pela fé, sem as obras da lei”[57] . E “a todos quanto” assim “o receberam, deu-lhes o poder de seremfeitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram dosangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus”[58].4. E, “exceto que o homem seja”, dessa forma, “nascido de novo, ele nãopode ver o reino de Deus” [59]. Mas todos que são assim “nascidos doEspírito” [60], têm “o reino de Deus entre eles” [61]. Cristo estabelece Seureino em seus corações; “retidão, paz, e alegria no Espírito Santo” [62].“Aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus ” [63] , capacitando-os a “caminhar como Cisto também caminhou” [64]. O Espírito que neleshabita os torna santos no coração e “santos em toda sua maneira de viver”[65] . Mas ainda assim, vendo tudo isso como um dom gratuito, através dajustiça e do sangue de Cristo, há eternamente a mesma razão para lembrarque “aquele que se glorifica, glorie-se no Senhor” [66].5. Vocês não são ignorantes de que essas são as doutrinas fundamentais, nasquais ele insistiu a respeito, em todos os lugares. E elas não podem serresumidas, por assim dizer, em duas palavras, — o novo nascimento e ajustificação pela fé? Perseveremos nelas com todo vigor, em todos os tempos,e em todos os lugares, — em público (aqueles de nós chamados para isso), eem todas as oportunidades em particular. Fiquem perto dessas boas, velhas eantiquadas doutrinas, por mais que muitos contradigam e blasfemem. Sigam,meus irmãos, “fortalecidos no Senhor, e na força do Seu poder” [67] com todo
  11. 11. cuidado e diligência, “guardando o depósito que te foi confiado” [68];sabendo que “céus e terra passarão, mas esta verdade não passará” [69].6. Mas será suficiente manter-se próximo à suas doutrinas, por mais puras queelas sejam? Não existe um ponto de ainda maior importância do que isso, ouseja, beber de seu espírito? Ser, aqui, um seguidor dele, assim como ele o foide Cristo? [70] Sem isso, a pureza de nossas doutrinas apenas aumentarianossa condenação. Essa, portanto, é a coisa principal — tomar como modeloseu espírito. E admitindo que, em alguns pontos, devemos estar contentes emadmirar o que nós não pudermos imitar; sim, em muitos outros, nós podemos,através da mesma graça livre, ser parceiros da mesma bênção. Cônscios,então, de tuas próprias necessidades e de Seu amor abundante que “dáliberalmente, e não lança em rosto” [71], clame àquele que opera tudo emtodos, por uma medida da mesma fé preciosa; do mesmo zelo e atividade; damesma ternura de coração, bondade e entranhável misericórdia [72]. Lutecom Deus pelo mesmo grau de temperamento afetivo, grato, amigável; damesma franqueza, simplicidade e sinceridade santas; “amor sem fingimento ”[73] . Pelejem até o poder do alto operar em vocês a mesma coragem epaciência, firmes; e, acima de tudo, visto que é a coroa de tudo, pela mesmaintegridade invariável.7. Existe algum outro fruto da graça de Deus com o qual ele foieminentemente dotado, e cuja carência entre os filhos de Deus, elefreqüentemente e veementemente lamentou? Existe um, que é o amoruniversal; aquela afeição terna e sincera que é devida a todos aqueles quetêm razão para acreditar que são filhos de Deus, pela fé; em outras palavras,todos aqueles, em toda persuasão, que “temem a Deus e praticam a justiça”[74] . Ele anelava ver em todo aquele que tinha “provado da boa palavra” [75]um verdadeiro espírito católico — termo pouco compreendido e menosexperimentado ainda por muitos que o têm com freqüência em seus lábios.Quem é o que responde a esse caráter? Quem é a pessoa de um espíritocatólico? [76] Alguém que ame como amigo, como irmão no Senhor, comparticipante solidário do presente reino dos céus e co-herdeiro de Seu reinoeterno, a toda pessoa, de qualquer opinião, modo de adoração, oucongregação, que creia no Senhor Jesus; que ame a Deus e aos seres humanos;que, se regozijando em agradar a Deus e temendo ofender-lhe, são cuidadosospara absterem-se do mal, e zelosos de boas obras [77]. Assim é uma pessoa deum verdadeiro espírito católico, que leva isso continuamente em seu coração;a que, tendo uma ternura indizíel para com essas pessoas, e um desejosincero pelo seu bem-estar, não cessa de recomendá-las a Deus em oração,assim como de defender a causa delas diante de homens; que falaconfortavelmente com elas, e trabalha, através de todas as suas palavras,para fortalecer suas mãos em Deus. Ele as assiste, no extremo de seu poder,em todas as coisas espirituais e temporais; ele está pronto a “gastar-se edeixar-se gastar” [78] por elas; sim, “a colocar sua vida a disposição de seusirmãos” [79] .8. Quão amável caráter é esse! Quão desejável a todo filho de Deus! Mas, porque, então, ele é tão raramente encontrado? Como é que existem tão poucosexemplos dele? Na verdade, supondo-se que tenhamos provado do amor de
  12. 12. Deus, como pode algum de nós descansar, até que ele seja nosso? Por queexiste um conselho delicado por meio do qual satanás persuade milhares queé possível não ter esse espírito, e, ainda assim, livrar-se de culpa. Seria bomse muitos aqui presentes não estivessem nesta “armadilha do diabo, setornado cativos de sua vontade” [80] . “Ó, sim”, diz alguém, “eu tenho todoesse amor por aqueles que eu acredito serem filhos de Deus; mas eu nuncaacreditarei que seja filho de Deus quem pertença àquela vil congregação!Você pensa que pode ser um filho de Deus aquele que mantém tais opiniõesdetestáveis? Ou aquele que toma parte em tais adorações estúpidas esupersticiosas, se não, idólatras?”. Assim, nós podemos justificar a nósmesmos, em um pecado, acrescentando um segundo a ele! Nós desculpamos anecessidade de amor, em nós mesmos, colocando a culpa em outros! Paracolorir nosso próprio temperamento diabólico, nós declaramos que nossosirmãos são do diabo! Ó, fiquem longe disso! – e, se vocês já foram pegos naarmadilha, escapem dela, tão logo quanto possível! Vão e aprendam que overdadeiro amor católica “não se apressa”, ou se impacienta em julgar;aquele amor que “não pensa mal”; que “crê e espera todas as coisas” [81];que permite aos outros, o que desejamos que os outros nos façam! Então,tomaremos conhecimento da graça de Deus que está em todo homem,qualquer que seja sua opinião ou modo de adoração; então, todos que temema Deus serão próximos e queridos a nós “no estranhável amor de JesusCristo”.9. Não é esse o espírito de nosso querido amigo? E por que ele não seria onosso? Ó, Tu, Deus de amor, por quanto tempo Teu povo deve ser um escárnioentre as nações? [83] Por quanto tempo eles zombarão de nós e dirão: “Vejacomo esses cristãos amam uns aos outros!” [84] . Quando Tu lançarás foranossa vergonha? [85] A espada deverá devorar para sempre? Por quantotempo, antes que Tu ordenes a Teu povo que deixe de “perseguir uns aosoutros?”. Agora, pelo menos, “que todo o povo se detenha, e não persiga maisa seus irmãos!” [86] Mas o que quer que os outros façam, que todos nós, meusirmãos, ouçamos a voz dele que, estando morto, ainda assim fala! [87]Suponham ouvi-lo dizer: “Agora, pelo menos, sejam vocês meus seguidores,como eu fui de Cristo! [88] Que irmão não mais levante a espada contrairmão; nem vocês saibam mais guerrear!” [89]. Antes, se vistam, como eleitosde Deus, de entranhável misericórdia, de benignidade, de humildade, demansidão, de paciência, suportanto uns aos outros em amor [90]. Que otempo passado tenha sido suficiente para a disputa, inveja, contenda; parareprimir e devorar um ao outro [91]. Bendito seja Deus que vocês não tenhamse consumido uns aos outros! Doravante, sejam solícitos em guardar a unidadedo Espírito, no vínculo da paz [93].10. Ó Deus, contigo não há obra [94] impossível! Tu fazes tudo quanto é doTeu agrado! Ó, que Tu faças o manto de Teu profeta, a quem tu levaste parao alto, agora cair sobre nós que ficamos! “Onde está o Senhor, o Deus deElias?” [95]. Permita que Seu espírito repouse sobre estes Teus servos! Mostreque Tu és Deus que responde com fogo! Que o fogo do Teu amor caia sobrecada coração! E porque nós te amamos, que amemos uns aos outros, com um“amor mais forte que a morte!” [96]. Tira de nós “toda raiva, ira, e amargura;toda queixa e maledicência!” [97]. Que Teu Espírito, assim, repouse sobre
  13. 13. nós, e que desde esse momento, possamos ser “bondosos uns para com os outros, misericordiosos, perdoando-nos uns aos outros, como Deus também nos perdoou por causa de Cristo!” [98] . UM HINOServant of God, well done! Bem está, servo bom e fielThy glorious warfares past; Tua gloriosa luta passou;The battles fought, the race is won, And thou art A batalha está feita, a corrida ganhacrownd at last; E tu foste coroado finalmente;Of all thy hearts desire De todo desejo de teu coraçãoTriumphantly possessd, triunfantemente dotado,Lodged by the ministerial choir Abrigado pelo coro ministerialIn thy Redeemers breast. No seio de teu Redentor. No amor condescendenteIn condescending love, Tua oração incessante, Ele ouviu;Thy ceaseless prayer He heard; E ordenou tua repentina remoçãoAnd bade thee suddenly remove Para tua completa recompensaTo thy complete reward: Pronto para trazer a paz,Ready to bring the peace, Teus belos pés foram calçados,Thy beauteous feet were shod, Quando a misericórdia marcou o alivioWhen mercy signd thy souls release, And caught thee de tua almaup to God. E o elevou até Deus. Com os santos, entronado no alto,With saints enthroned on high, Tu proclamas teu Senhor.Thou dost thy Lord proclaim, E ainda clamas a Deus pela salvação,And still To God salvation cry, Salvation to the Lamb! Salvação ao Cordeiro!O happy, happy soul! Ó, feliz, feliz alma!In ecstasies of praise, Em êxtase de louvor,Long as eternal ages roll, Longo como as eras eternas,Thou seest thy Saviours face! Tu vês a face de Teu Salvador! Redimido da terra e dor,Redeemd from earth and pain, Ah! Quando nós deveremos ascender,Ah! when shall we ascend, E todos na presença de Jesus reinarAnd all in Jesus presence reign Com nosso amigo arrebatado?With our translated friend? Vem, Senhor, e vem rapidamente!Come, Lord, and quickly come! E, quando em Ti perfeito,And, when in Thee complete, Receive Thy longing Recebes teus servos saudosos em casa,servants home, To triumph at Thy feet! Para triunfarem aos Teus pés! [A edição Sugden inclui as edições nos colchetes dentro do texto] [Introdução de Sugden]:
  14. 14. George Whitefield morreu em Newburyport, Massachusetts, trinta milhas deBoston, em 30 de Setembro de 1770, na casa paroquial Presbiteriana, queainda está preservada. Ele foi enterrado em uma cripta funerária, debaixo dopúlpito da casa de reunião Presbiteriana, em 2 de Outubro, conforme suavontade; e em 1828, um cenotáfio [memorial] foi erguido na igreja, com umainscrição adequada: Sob a data de 10 de Novembro de 1770, Wesley diz: “Euretornei para Londres, e as notícias melancólicas da morte do Sr. Whitefield,confirmada por seus testamenteiros, que pediram-me para pregar seu sermãofúnebre, no domingo dia 18”. [Este foi seu próprio desejo. “Se você morrerfora de casa”, disse o Sr. Keen, “quem nós teremos para pregar seu sermãofúnebre? Deverá ser seu velho amigo, Rev. John Wesley?”. Essa questão foifreqüentemente colocada, e sempre Whitefield respondia: “Ele é o homem”].“Com o objetivo de escrever ists, eu me retirei para Lewisham, na segunda-feira; e no domingo seguinte, fui para a capela, em Tottenham Court Road.Uma imensa multidão se aglomerou de todos os cantos da cidade. Eu estava, aprincípio, temeroso que grande parte da congregação não conseguisse ouvir;mas agradou a Deus fortalecer minha voz, de maneira que mesmo aqueles naporta ouviram distintamente. Foi um momento maravilhoso. Tudo estavaquieto como a noite; a maioria pareceu estar profundamente afetada; e umaimpressão, que alguém poderia esperar não se apagaria rapidamente, foicausada em muitos. No Tabernáculo, o tempo designado para meu início foicinco e meia, mas ele estava completamente cheio às três horas; assim, eucomecei às quatro. A princípio, o barulho estava excessivamente grande; mascessou, quando comecei a falar; e minha voz estava novamente tãofortalecida que todos que estavam dentro puderam ouvir, exceto quandoalgum barulho acidental aqui ou ali impedia, por poucos momentos. Ó, quetodos possam ouvir a voz dAquele com quem estão as questões da vida e damorte; e que, em voz gritante, através desse golpe inesperado, clame a todosos Seus filhos para amarem uns aos outros”. Na sexta-feira seguinte, elerepetiu o sermão no Tabernáculo em Greenwich para uma congregaçãosuperabundante. Novamente, em 2 de Janeiro de 1771, ele pregou emDeptford “um tipo de sermão fúnebre para o Sr. Whitefield. Em todos oslugares, eu desejo mostrar todo respeito possível pela memória daquelegrande e bom homem”.Não se deve esquecer que, neste mesmo tempo, Wesley esteve no centro dacontrovérsia com o Rev. Walter Shirley e os pregadores da Condessa deHuntingdon, a respeito das famosas Atas de 1770, nas quais Wesley colocouclaramente as diferenças entre suas visões e aquelas dos Calvinistas. Foimuito pelo crédito, tanto dos amigos do Sr. Whitefield como de Wesley, quenão foi permitido que isso interferisse naquele convite para ele pregar osermão, nem no seu próprio reconhecimento afetuoso e incansável dagratidão e bondade de seu colaborador que partira. Na verdade, eles nuncapermitiram que a diferença de opinião, desde a disputa em 1741,interrompesse o amor e estima mútuos; eles concordavam diferir, e, aindaassim, amavam um ao outro.O sermão foi ao mesmo tempo publicado em Londres; e uma reimpressão foieditada em Dublin, também datada de 1770, com um hino adicional, “Glória egraças e amor”; e foi colocado, mais recentemente, nos sermões no volume IV
  15. 15. (1771). Uma ataque acalorado foi feito sobre ele no Gospel Magazine deFevereiro de 1771, provavelmente, pelo Sr. Romaine. Ele primeiro objetou aotexto. “Quão impróprio”, ele diz, “aplicar as palavras de um profeta louco atão santo homem como o Sr. Whitefield!”. É claro que a resposta de Wesleyfoi óbvia: ele não aplicou as palavras ao Sr. Whitefield, mas a si mesmo; e eleironicamente diz: “Nada seria mais adequado do que para Balaão junior usaras palavras de seu antepassado; certamente um pobre réprobo pode, semofensa, desejar morrer como um dos eleitos!”. A parte mais séria do ataquefoi sobre a afirmação em III (5), de que “as doutrinas fundamentais na qual oSr. Whitefield insistiu” foram “o novo nascimento e justificação pela fé”.Romaine, ao contrário, afirma que “as grandes doutrinas fundamentais, queele pregou em todos os lugares, foram a aliança eterna entre o Pai e o Filho,e a absoluta predestinação fluindo disto”.Wesley responde: (1) “Que o sr. Whitefield não pregou essas em todos oslugares. Em todos os momentos em que eu mesmo o ouvi pregar, nunca oouvir afirmar uma sentença quer de uma ou de outra. Sim, em todos osmomentos que ele pregou na Capela West Street, e em quatro outras capelas,através da Inglaterra, ele não pregou essas doutrinas, afinal; não! nem umsimples parágrafo”. (2) “Que ele pregou o novo nascimento e justificação pelafé em todos os lugares. Tanto na Capela West Street como em todas as nossasoutras capelas, através da Inglaterra, ele pregou a necessidade do novonascimento e justificação pela fé tão claramente como ele tem feito em seusdois volumes de sermões impressos”.Wesley não era ignorante das diferenças entre ele e Whitefield, com respeitoà predestinação; mas, mais propriamente neste sermão, enquanto elereconhece (iii.I) que existem diferenças de opiniões entre os filhos de Deus,ele enfatiza os pontos de concordância; e o que quer que Whitefield possa teracreditado a respeito dos decretos eternos, nenhum homem, alguma vez,pregou uma salvação completa e gratuita mais constantemente e eficazmentedo que ele. A única solução dessa dificuldade deve ser encontrada noreconhecimento de que as duas visões opostas representam os dois lados deuma verdade, que nosso entendimento finito não é capaz de sintetizar; masque nós podemos, não obstante, aceitar, exatamente como aceitamos aUnidade na Trindade da Divindade, ou a pessoa humana-divina de nossoSenhor.Incidentalmente, aprendemos da réplica de Wesley a Romaine que um doshinos cantados no serviço foi o de Charles Wesley: “Recuar a mão fria dianteda morte”, dos Hinos Breves nas Passagens Selecionadas (1762), agora número823 no Hinário Metodista; o outro foi, sem dúvida, o anexado ao sermão,“Servo de Deus, Bravo!”, escrito por Charles Wesley para esta ocasião, epublicado como “Um Hino sobre a Morte do Rev. Sr. Whitefield”, na terceira(póstuma) série dos Hinos Fúnebres. O hino anexado à edição Dublin dosermão é o número 42, na segunda série dos Hinos Fúnebres, publicados em1759 (edição Osborn das Obras Poéticas, vi. 285).A Capela Tottenham Court Road Chapel, ou Tabernáculo de Whitefield, comofoi freqüentemente chamado, fica no lado oeste da rodovia, entre a rua
  16. 16. Tottenham e Howland. O lugar era, então, cercado por campos e jardins, ehavia apenas duas casas para o norte dele. A pedra de fundação foi colocadapor Whitefield em Junho de 1756, e ele a inaugurou em 7 de Novembro, domesmo ano. Logo se certificou que era muito pequeno e foi ampliado em1759. Uma abóbada foi preparada sob a capela, na qual Whitefield pretendeuque ambos, ele mesmo e os dois Wesleys pudessem ser enterrados; mas seudesejo não foi cumprido. Em 1890, a construção foi tombada e reerguida. [Elaé agora conhecida como a Missão Central de Whitefield].O Tabernáculo foi originalmente um galpão de madeira, ao norte de UpperMoorfields, perto da Fundição de Wesley, aberto em 1741; em 1753, ele foisubstituído por uma construção de tijolo, aquela em que este sermão foipregado à tarde. Esta foi usada por mais de um século, e foi então substituídapor um Tabernáculo, na esquina da Rua Tabernacle e Leonard, Finsbury, queocupou o lugar antigo. O antigo púlpito, do qual Wesley pregou nesta ocasião,foi conservado. [A construção é agora usada para propósitos comerciais].[Editado por Scott Denfeld, estudante da Northwest Nazarene College(Nampa, ID), com correções de George Lyons para o Wesley Center forApplied Theology]NOTAS:[1] Cf. Jó 3.17.[2] Cf. 1 Coríntios 4.15.[3] Hebreus 13.7-8[4] Em 16 de dezembro.[5] João 3.7.[6] 1 Coríntios 2.2.[7] Romanos 8.15.[8] Cf Mateus 3.17; 17.5; 2 Pedro 1.17.[9] 20 de junho.[10] Thomas Broughton (1712-77) sacerdote da Torre de Londres, que tinhaestado ativo no Clube Santo.[11] Cf. Judas 20.
  17. 17. [12] Suprindo a ausência de Charles Kinchin (1711-42), outro metodista deOxford.[13] Cf. Levítico 10.37.[14] O título de “General” é uma referência retrospectiva. James EdwardOglethorpe (1696-1785) foi um dos principais promotores e defensores dacolônia de Georgia. Sua promoção à brigadeiro general não chegou senão em1743 .[15] 15 Cf George Whitefields Journals, ed. Iain Murray (Londres, Banner ofTruth Trust, 1960), p. 149.[16] Cf 2 Timóteo 4.5.[17] Por causa da situação tensa nas Índias Ocidentais que conduziu a umaguerra aberta (19 de outubro de 1739) entre Inglaterra e as potências deBourbon.[18] Na ilha de São Simão, onde Charles Wesley havia servido brevementecomo ministro.[19] Um assentamento de montaneses procedentes de Escócia, sobre a bocado rio Altamaha, a 120 kilômetros ao sudoeste de Savannah.[20] Veja-se João 5.2.[21] Cf Filipenses 4.6.[22] Salmos 147.9.[23] Cf. G. Whitefield, Journals, pág. 499.[24] Agora conhecida como York Village, no estado de Maine.[25] Newburyport em Massachusetts .[26] Jonathan Parsons (1705-75), ministro da Igreja em Newburyport .[27] Provavelmente Wesley cita uma carta que lhe havia chegado de Boston.[28] Resumindo de um editorial de The Massachusetts Gazette, and BostonPost Boy and The Advertizer, N° 684 (Lunes, 1 de outubro de 1770) pág. 3. Amesma notícia tinha sido dado no mesmo período do dia anterior.[29] Cf. 2 Coríntios 5.11.[30] Resumo do periódico The London Evening Post, de 10 de novembro de1770 (N° 1607) pág. 4.
  18. 18. [31] Cf. Tiago 3.15.[32] 1 Timóteo 5.1-2.[33] 2Coríntios 3.12.[34] 2 Coríntios 4.2.[35] Hebreus 13.6.[36] Citação de um poema de Samuel Wesley.[37] Cf. Tiago 3.17.[38] John e Charles Wesley, Hymns and Sacred Poems (1739), p. 203.[39] 1 Pedro 1.3-4.[40] Romanos 5:5.[41] 1 Coríntios 13.[42] Jeremias 9.1.[43] Atos 26.18.[44] 1 Coríntios 14.11.[45] Judas 3.[46] Efésios 2.1.[47] Efésios 2.3.[48] Romanos 3.19.[49] Jó 14.4.[50] Tito 3.5.[51] Cf Salmos 115.17; 88.10.[52] Isaías 53.5.[53] 1 Pedro 2.24.[54] Romanos 4.25.
  19. 19. [55] Esse conflito entre as causas “meritória” e “formal” da justificação foium dos temas controversos entre Wesley e os calvinistas, incluindoWhitefield.[56] Efésios 2.9.[57] Romanos 3.28[58] João 1.12-13.[59] João 3.3.[60] João 3.5.[61] Lucas 17.21.[62] Romanos 14.17.[63] Filipenses 2.5.[64] 1 João 2.6.[65] 1 Pedro 1.15.[66] 1 Coríntios 1.31; 2 Coríntios 10.17.[67] Efésios 6.10.[68] Cf 1 Timóteo 6.20.[69] Mateus 24.35, etc.[70] Cf 1 Coríntios 11.1.[71] Tiago 1.5.[72] Cf. Colossenses. 3.12.[73] Romanos 12.9.[74] Cf Salmos 15.2; Eclesiastes 12.13.[75] Hebreus 6.5.[76] Veja-se sermão nº 39.[77] Tito 2.14.[78] Cf. 2 Coríntios 12.15.
  20. 20. [79] Cf. João 15.13; 1 João 3.16.[80] Tito 2.26.[81] Cf. 1 Coríntios 13.4, 5, 7.[82] Filipenses 1.8.[83] Salmos 44.14.[84] Tertuliano, Apologia, 39.7.[85] Veja-se Josué 5.9.[86] Cf 2 Samuel 2.26,28.[87] Hebreus 11.4.[88] 1 Coríntios 11.1.[89] Isaías 2.4; Miquéias 4.3.[90] Colossenses 3.12-13.[91] Gálatas 5.15.[92] Ibid.[93] Efésios 4.3.[94] Todas as edições impressas dizem “word” (palavra). Porém trata-se deum erro. O texto deveria dizer “work” (obra).[95] 2 Reis 2.14.[96] Cantares 8.6.[97] Efésios 4.31.[98] Efésios 4.32.[99] De Charles Wesley, em The Poetical Works , (VI, 3 16-7). Provavelmenteesse hino foi pronunciado durante o sermão.
  21. 21. Traduzido por: Izilda Peixoto BellaRevisado por: Felipe Sabino de Araújo NetoEste artigo é parte integrante do portal http://www.monergismo.com/.Exerça seu Cristianismo: se vai usar nosso material, cite o autor, o tradutor(quando for o caso), a editora (quando for o caso) e o nosso endereço.Contudo, ao invés de copiar o artigo, preferimos que seja feito apenas umlink para o mesmo, exceto quando em circulações via e-mail. http://www.monergismo.com/ Este site da web é uma realização de Felipe Sabino de Araújo Neto® Proclamando o Evangelho Genuíno de CRISTO JESUS, que é o poder de DEUS para salvação de todo aquele que crê. TOPO DA PÁGINA Estamos às ordens para comentários e sugestões. Livros Recomendados Recomendamos os sites abaixo: Monergism/Arquivo Spurgeon/ Arthur Pink / IPCB / Solano Portela / Spurgeon em Espanhol / Thirdmill Editora Cultura Cristã /Editora Fiel / Editora Os Puritanos / Editora PES / Editora Vida Nova

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