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Lição 13                                                                                                               22 a 29 de setembro
                                            Conservando a igreja fiel (2Ts 2:13-3:18)




Sábado à tarde                                                                                                Ano Bíblico: Obadias e Jonas

VERSO PARA MEMORIZAR: “Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja
por palavra, seja por epístola nossa” (2Ts 2:15).

Leituras da semana: 2Ts 2:13-3:18; At 17:11; Lc 10:25-28; Mt 7:24-27; 18:15-17

Pensamento-chave: Na igreja, mesmo com todas as grandes e gloriosas promessas para o futuro, temos que enfrentar
lutas e desafios diários. A igreja de Tessalônica não foi exceção.

As igrejas são muito parecidas com as plantas. Se uma planta não crescer, morrerá. Em outras palavras, a mudança está
relacionada à forma pela qual as plantas foram projetadas por Deus. De igual maneira, uma igreja que não mudar nem
crescer, também morrerá. Mas nem todas as mudanças são boas. A mudança pode nos afastar daquilo que somos. Ela
pode nos levar a perder o contato com o propósito de Deus para nós. A Igreja Adventista do Sétimo Dia deve estar
especialmente atenta porque, além de nós, ninguém está proclamando a mensagem da verdade presente! Essa é uma
pesada responsabilidade, da qual jamais devemos nos esquecer.

Por meio da revelação e da harmonia promovida pelo Espírito Santo, Deus conduziu a igreja a uma luz ainda maior. A luz
do passado ajuda a igreja a navegar pelas águas perigosas da mudança. As palavras finais de Paulo aos tessalonicenses
nos dão orientação inspirada quanto a essa questão decisiva.

Domingo                                                            Ano Bíblico: Mq 1–4

Fiéis por escolha divina (2Ts 2:13-17)

A linguagem desta seção relembra a oração no início de 1 Tessalonicenses. É quase como se Paulo estivesse retornando
ao lugar em que começou, criando uma conclusão natural para essas duas cartas. Paulo expressou a preocupação de que
os crentes em Tessalônica não se desviassem do caminho no qual ele os havia conduzido.

1. Leia 2 Tessalonicenses 2:13-17. Por que Paulo agradeceu a Deus pelos tessalonicenses? O que ele pediu que eles fizessem?
Por que essas palavras são tão apropriadas para nós hoje, ao nos aproximarmos do fim?

II Tess. 2:13 Mas devemos sempre dar graças a Deus, por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde
o princípio para a salvação, em santificação do Espírito e fé da verdade, 14 para o que, pelo nosso evangelho, vos chamou,
para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. 15 Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos
foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. 16 E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Deus e Pai,
que nos amou e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, 17 console o vosso coração e vos conforte
em toda boa palavra e obra.

Para Paulo, a vida dos tessalonicenses era evidência de que eles tinham sido escolhidos como “primícias para ser salvos”
(English Standard Bible). Em algumas traduções, as palavras são: “desde o princípio”. Embora a salvação seja um dom, o
crente a experimenta por meio da santificação do Espírito Santo e fé na verdade. A vida do cristão, em lugar de ser
apenas uma experiência subjetiva, está solidamente fundamentada na verdade.

Por isso, Paulo estava tão preocupado em que os tessalonicenses se firmassem nas doutrinas nas quais haviam sido
ensinados, tanto por carta quanto pela palavra falada. Com o tempo, muitas vezes, muda a compreensão que as pessoas
têm da verdade. Por isso precisamos ser sempre confirmados pelos que pregam e nos ensinam.

Nos primeiros dias da igreja, havia até mesmo uma preferência pela tradição oral sobre a tradição escrita. A tradição oral
é menos sujeita à distorção involuntária. Tom de voz e gestos comunicam significado com mais precisão do que palavras
em uma página. Por isso, a pregação como método de comunicação jamais envelhece.

                            Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Mas a tradição escrita, como nas cartas de Paulo, é menos sujeita a distorções intencionais por aqueles que alteram o
evangelho segundo seus próprios interesses. A palavra escrita oferece uma norma segura e imutável pela qual podem
ser postas à prova as mensagens orais que surgem por meio da pregação. No livro de Atos, os bereanos foram elogiados
porque combinaram a atenção às mensagens orais com o exame cuidadoso das Escrituras (At 17:11).

Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando
as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim. (Atos 17:11)

Leia novamente os textos para hoje. Tantas forças estão sempre tentando nos afastar da verdade! Considere como você
mudou ao longo do tempo. Essas mudanças revelam uma lenta e constante adequação à verdade ou o movimento lento,
constante para longe dela? Em outras palavras, em que direção sua vida está se movendo?

Segunda                                                          Ano Bíblico: Mq 5–7

Confiança diante do mal (2Ts 3:1-5)

No mundo de hoje, muitas pessoas riem da ideia de um Satanás literal. Na mente delas, ele é um mito, um resquício de
uma era supersticiosa e pré-científica. Elas acham que o bem e o mal são simplesmente consequências aleatórias de
causa e efeito. Na mente de algumas pessoas, o bem e o mal são apenas conceitos construídos culturalmente em relação
a tempos e lugares específicos, nada mais.

Mas a Bíblia afirma claramente que Satanás é real. E, muitas vezes, em algumas partes do mundo, para ele é vantajoso
se esconder ou até mesmo permitir que as pessoas zombem dele e o representem na forma de um diabo vermelho com
chifres. Essa caricatura alcança muito sucesso em fazer com que as pessoas pensem que ele não é real, o que é
exatamente o desejo dele.

2. Leia 2 Tessalonicenses 3:1-5. Embora os desafios à nossa fé estejam por aí, Paulo expressa esperança. Qual é a base dessa
esperança, e qual é a condição em que podemos ter segurança para reivindicá-la? Lc 10:25-28;Dt 8:1

II Tess. 3:1
           No demais, irmãos, rogai por nós, para que a palavra do Senhor tenha livre curso e seja glorificada, como
também o é entre vós; 2 e para que sejamos livres de homens dissolutos e maus; porque a fé não é de todos. 3 Mas fiel é o
Senhor, que vos confortará e guardará do maligno. 4 E confiamos de vós no Senhor que não só fazeis como fareis o que
vos mandamos. 5 Ora, o Senhor encaminhe o vosso coração na caridade de Deus e na paciência de Cristo.

E eis que certo homem, intérprete da Lei, se levantou com o intuito de pôr Jesus à prova e disse-lhe: Mestre, que farei para
herdar a vida eterna? Então, Jesus lhe perguntou: Que está escrito na Lei? Como interpretas? A isto ele respondeu: Amarás
o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e:
Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Então, Jesus lhe disse: Respondeste corretamente; faze isto e viverás. (Luc.
10:25-28)

Cuidareis de cumprir todos os mandamentos que hoje vos ordeno, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais
a terra que o SENHOR prometeu sob juramento a vossos pais. (Deut. 8:1)

Paulo começa esse texto com um pedido de oração (como em 1Ts 5:25) para que o evangelho se espalhe rapidamente e
seja honrado por meio de seu trabalho. Paulo também quer que eles orem para que ele seja liberto dos homens maus
(2Ts 3:2). A expressão aqui implica que ele tinha em mente indivíduos específicos que os destinatários da carta podiam
até não conhecer.

Irmãos, orai por nós. (1 Ts 5:25)

e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. (2 Ts 3:2)

Em seguida, Paulo usa um jogo de palavras (2Ts 3:2, 3). Nem todos os homens têm “fé” (confiança em, ou compromisso
com Deus), mas o Senhor é “fiel” (confiável, alguém que inspira fé e comprometimento). Esse Senhor fiel e confiável os
protegerá contra o maligno, ou Satanás. A boa notícia é que, embora Satanás seja mais poderoso do que nós, o Senhor é
mais poderoso do que Satanás, e nEle podemos encontrar segurança e força.

e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. Todavia, o Senhor é fiel; ele vos
confirmará e guardará do Maligno. (2 Ts 3:2-3)

Paulo termina esse texto (2Ts 3:4, 5) elogiando mais uma vez os tessalonicenses e oferecendo uma oração em seu favor.
Ele estava seguro de que eles estavam fazendo o que ele havia pedido e de que continuariam a proceder assim, apesar
da oposição de Satanás e das pessoas que ele inspirava. Ele expressa o desejo de que o Senhor dirija a atenção deles ao
“amor de Deus” e à “constância de Cristo”.

Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como
também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo. (2 Ts
3:4-5)

Como podemos aprender a ter fé, esperança e certeza, independentemente das circunstâncias difíceis?

Terça                                                            Ano Bíblico: Naum

                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
As Escrituras e a tradição (2Ts 3:6-8)

Quando Jesus andou na Terra, não havia o Novo Testamento. A Bíblia de Jesus era o “Antigo Testamento”. Mas, desde o
início, a obediência às palavras faladas de Jesus foi a atitude sábia manifestada por Seus seguidores (Mt 7:24-27).

Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a
sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela
casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica
será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios,
sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. (Mat. 7:24-27)

As palavras e ações de Jesus continuaram a ser autoritativas para a igreja nos anos que se seguiram ( 1Ts 4:15; At 20:35;1Co
11:23-26). Por meio da inspiração do Espírito Santo, os apóstolos foram guiados a uma interpretação correta das Suas
palavras e do significado de Suas ações (Jo 15:26, 27; 16:13-15). E antes que a primeira geração de cristãos saísse de cena,
os escritos dos apóstolos foram considerados totalmente iguais aos dos profetas do Antigo Testamento e podem ser
chamados de “Escrituras” (2Pe 3:2, 16).

Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo
algum precederemos os que dormem. (1 Ts 4:15)

Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio
Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber. (Atos 20:35)

Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e,
tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por
semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue;
fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e
beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:23-26)

Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse
dará testemunho de mim; e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio. (João 15:26-27)

quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá
tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e
vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há
de anunciar. (João 16:13-15)

para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento
do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, (2 Ped. 3:2)

ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas
difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a
própria destruição deles. (2 Ped. 3:16)

3. De acordo com 2 Tessalonicenses 3:6-8, 14, o que Paulo incluía em seu conceito de verdade?

II Tess. 3:6 Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que
andar desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebeu. 7 Porque vós mesmos sabeis como convém
imitar-nos, pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós, 8 nem, de graça, comemos o pão de homem algum,
mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós … 14 Mas, se alguém não
obedecer à nossa palavra por esta carta, notai-o e não tenhais relações com ele, para que se envergonhe

Quando Paulo chegou a Tessalônica, a igreja primitiva considerava as palavras de Jesus e os ensinamentos dos apóstolos
como suprema autoridade. Nos tempos do Novo Testamento, “tradição” não era necessariamente uma palavra ofensiva,
mas podia se referir à memória das palavras e ações de Jesus e podia incluir os ensinamentos orais e os escritos dos
apóstolos. A tradição era para eles equivalente ao que as Escrituras são para nós. Ela podia ser ordenada e devia ser
obedecida.

Para os tessalonicenses, tradição significava mais do que apenas as cartas de Paulo. Incluía tudo o que Paulo havia dito,
enquanto estivera em Tessalônica e também as suas ações, que deviam ser imitadas. O fato de que Paulo havia
trabalhado arduamente para se sustentar em Tessalônica não demonstrava apenas que ele se importava com eles ( 1Ts
2:9); isso era uma “tradição” que ele esperava que eles aplicassem na própria vida.

Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de
nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus. (1 Ts 2:9)

Paulo trabalhou “dia e noite” para não ser um fardo a ninguém. E qualquer pessoa em Tessalônica que vivesse de
maneira diferente estaria com problemas. Assim, a definição de Paulo sobre as pessoas desordeiras não se limitava aos
perturbadores na igreja ou na comunidade; ela incluía todos os que não seguissem os ensinamentos ou práticas dos
apóstolos.

Paulo testemunhava tanto por sua vida e ações quanto por suas palavras. Nossa vida reflete as verdades que nos foram
dadas?

                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Quarta                                                           Ano Bíblico: Habacuque

Trabalhar e comer (2Ts 3:9-12)

4. Que tipo único de problema Paulo enfrentou na igreja de Tessalônica? 2Ts 3:9-12

II Tess. 3:9 não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo, para nos imitardes. 10
Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto: que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.
11 Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes, fazendo coisas vãs. 12 A
esses tais, porém, mandamos e exortamos, por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu
próprio pão.

Nesses versos, Paulo aplica a uma situação específica, a tradição do que ele faz e diz. Um grupo significativo de membros
vivia desordenadamente (2Ts 3:6, 11). Na carta anterior, Paulo havia mencionado o problema e o havia abordado de modo
gentil (1Ts 4:11, 12; 5:14). Mas, dessa vez, ele usou uma linguagem muito mais forte.

Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande
desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes; (2 Ts 3:6)

Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes,
se intrometem na vida alheia. (2 Ts 3:11)

e a diligenciardes por viver tranqüilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos
ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar. (1 Ts 4:11-12)

Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais
longânimos para com todos. (1 Ts 5:14)

Como apóstolo, Paulo poderia ter exigido que a igreja lhe oferecesse salário, habitação e alimentação. Mas em 1
Tessalonicenses ele tinha dado o exemplo de trabalhar noite e dia a fim de não ser um fardo para eles ( 1Ts 2:9). Esse foi
um exemplo de amor. Mas, de acordo com 2 Tessalonicenses 3:8, ele também trabalhou “de noite e de dia” a fim de criar um
modelo de como todos deviam cuidar de suas próprias necessidades, tanto quanto possível.

Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de
nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus. (1 Ts 2:9)

nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de
não sermos pesados a nenhum de vós; (2 Ts 3:8)

Se Paulo tivesse apenas dado um exemplo, alguns poderiam ter respondido que a tradição não estava clara. Mas ele
havia também abordado essa questão com palavras. Durante o curto período em que esteve com eles (como é sugerido
pelo pretérito imperfeito no grego), o apóstolo frequentemente havia pronunciado um ditado popular como uma ordem:
“Se alguém não quer trabalhar, também não coma” (2Ts 3:10).

Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. (2 Ts 3:10)

Nesse texto, Paulo não está criticando os esforços para cuidar dos necessitados, aqueles que não podem cuidar de si
mesmos. Afinal, o próprio Jesus deixou um exemplo poderoso de compaixão para com aqueles cujas circunstâncias os
haviam deixado desamparados ou necessitados.

Em vez disso, o alvo da preocupação de Paulo eram as pessoas voluntariamente ociosas. Elas eram intrometidas e
cuidavam dos negócios de todas as pessoas, exceto dos seus próprios (2Ts 3:11). Como alguns dos filósofos populares no
mundo antigo, elas preferiam uma vida de comodidade em lugar do trabalho. Talvez passassem o tempo discutindo
teologia ou criticando o comportamento alheio, em vez de obter a própria subsistência. Paulo, ordenou “no Senhor Jesus
Cristo”, que elas seguissem seu exemplo e conquistassem o direito de falar ao cuidar primeiramente de suas próprias
necessidades (2Ts 3:12).

Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes,
se intrometem na vida alheia. (2 Ts 3:11)

A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu
próprio pão. (2 Ts 3:12)

É incrível que, logo no começo da história da igreja, Paulo tivesse que lidar com tantos problemas entre os membros.
Como isso deve nos proteger (e especialmente os novos membros) da expectativa de que nossas igrejas estejam cheias
de pessoas santas? Mais importante ainda, como podemos ser uma força positiva na igreja local, apesar das nossas
falhas e fraquezas?

Quinta                                                           Ano Bíblico: Sofonias

Amor severo (2Ts 3:13-15)

5. De acordo com Mateus 18:15-17, como a igreja deve tratar uma pessoa que foi afastada da comunhão?

                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Mat. 18:15 Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão. 16 Mas,
se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que, pela boca de duas ou três testemunhas, toda palavra seja
confirmada. 17 E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e
publicano.

A questão da disciplina é um dos assuntos mais difíceis que a igreja local enfrenta. Muitas vezes, um membro errante é
irmão, mãe, filho, primo ou melhor amigo de outro membro da igreja. Alguns membros preferem nunca disciplinar
ninguém. Outros preferem sanções duras. Como a igreja pode encontrar a vontade de Deus no meio de tantos interesses
conflitantes?

Mateus 18 sugere um processo claro e simples. Primeiro, uma conversa pessoal entre o ofensor e o ofendido. O contexto
indica que o perdão deve ser o objetivo da conversa, sempre que possível (Mt 18:21-35). Segundo, o membro ofendido
deve levar com ele uma ou duas pessoas para evitar confusão quanto ao que for dito por uma parte ou outra. Somente
depois que essas duas primeiras etapas forem seguidas cuidadosamente, o processo deve ir para a comissão da igreja.
Então, se o ofensor não responder à igreja como um todo, deve ser tratado como “gentio e publicano” (Mt 18:17).

Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe
perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o
reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-
lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a
mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê
paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a
dívida. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o
sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente
comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. Vendo os
seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera.
Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não
devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti? E, indignando-se, o seu
senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo
não perdoardes cada um a seu irmão. (Mat. 18:21-35)

E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. (Mat.
18:17)

Aqui está o problema. O que significa tratar alguém como gentio e publicano? Há pelo menos duas possibilidades
diferentes. Por um lado, Jesus poderia estar chamando a igreja para se afastar do infrator do modo como os gentios e
cobradores de impostos eram evitados na sociedade em que Ele cresceu. Por outro lado, poderia ser um chamado para
tratar os desprezados assim como Jesus tratava os gentios e cobradores de impostos (com perdão e compaixão).

6. O que Paulo disse sobre disciplina na igreja? 2Ts 3:13-15

II Tess. 3:13 E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. 14 Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta
carta, notai o tal e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. 15 Todavia, não o tenhais como inimigo, mas
admoestai-o como irmão.

Aplicar corretamente Mateus 18 e 2 Tessalonicenses 3 à vida contemporânea é um desafio. Não há duas pessoas iguais. Não há
duas situações iguais. Em alguns casos, o perdão amolece o coração de um ofensor e traz reconciliação à igreja. Em
outros casos, ofensores endurecidos podem responder apenas a um amor duro o bastante para confrontar e administrar
as consequências. Por isso, a Associação Geral não desliga nenhuma pessoa. Tais processos delicados são mais bem
tratados pela igreja local, onde o ofensor é mais conhecido.

Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está
acontecendo entre vós; e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. Todavia, o
Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno. Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só
estais praticando as coisas que vos ordenamos, como também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso
coração ao amor de Deus e à constância de Cristo. Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos
aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes; pois vós mesmos
estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos, visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem
jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não
sermos pesados a nenhum de vós; não porque não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos
exemplo em nós mesmos, para nos imitardes. Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer
trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam
desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no
Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão. E vós, irmãos, não vos canseis de fazer
o bem. Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele,
para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão. Ora, o Senhor da paz,
ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias. O Senhor seja com todos vós. A saudação é de
próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola; assim é que eu assino. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja
com todos vós. (2 Ts 3)

O amor severo não é uma licença para o abuso. De acordo com o verso 15, a pessoa disciplinada ainda deve ser tratada
como parte da família. A igreja deve manter a consciência de que o agressor é um irmão “pelo qual Cristo morreu” (Rm
14:15; 1Co 8:11).
                           Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão. (2 Ts 3:15)

Se, por causa de comida, o teu irmão se entristece, já não andas segundo o amor fraternal. Por causa da tua comida, não
faças perecer aquele a favor de quem Cristo morreu. (Rom. 14:15)

E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. (1 Cor. 8:11)

Que experiências você teve com a disciplina da igreja? Como a igreja pode manter um equilíbrio entre o confronto e a
aceitação?

Sexta                                                              Ano Bíblico: Ageu

Estudo adicional

Os crentes de Tessalônica eram muito incomodados por homens que chegaram ao seu meio com opiniões e doutrinas
fanáticas. Alguns andavam “desordenadamente, não trabalhando; antes, se [intrometendo] na vida alheia” (2Ts 3:11). A
igreja havia sido devidamente organizada, e tinham sido designados oficiais a fim de agir como pastores e diáconos. Mas
havia alguns rebeldes e impetuosos, que não se sujeitavam aos que exerciam os cargos de autoridade na igreja” (Ellen G.
White, Atos dos Apóstolos, p. 261).

“Paulo não dependeu inteiramente do trabalho de suas mãos para se manter enquanto esteve em Tessalônica... ( Fp 4:16).
Não obstante o fato de haver recebido esse auxílio, ele foi cuidadoso em dar aos tessalonicenses um exemplo de
diligência, para que ninguém pudesse com razão acusá-lo de cobiça e também para que os que mantinham pontos de
vistas fanáticos referentes ao trabalho manual recebessem uma reprovação prática” (Ibid., p. 348, 349).

“O costume de apoiar homens e mulheres ociosos por meio de dádivas particulares ou dinheiro da igreja os encoraja em
hábitos pecaminosos, e esse caminho deve ser conscientemente evitado” (Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 7, p.
912).

Perguntas para reflexão
1. Como a igreja pode manter o equilíbrio entre manter as verdades confirmadas no passado e seguir a crescente luz
divina?
2. Como podemos lidar com os rebeldes e problemáticos na igreja, que sempre parecem estar reclamando de alguma
coisa? E quanto aos que estão expressando preocupações sobre problemas reais?
3. Resuma a mensagem de Paulo aos tessalonicenses nessas duas cartas, de uma forma que as torne relevantes para a
situação da nossa igreja.

Resumo: As duas cartas de Paulo aos Tessalonicenses nos ensinam muito acerca de como ser uma igreja em um
ambiente difícil. Por mais diferente que tenha sido o contexto imediato com que ele lidou, em relação ao nosso, os
princípios que ele defendeu são duradouros e eternos, porque são inspirados pelo próprio Senhor.

Respostas sugestivas: 1: Porque Deus os havia escolhido para salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade;
mediante o evangelho eles foram chamados para alcançar a glória de Cristo; pediu que permanecessem firmes e
guardassem as tradições ensinadas pelos apóstolos. 2: O Senhor é fiel; Ele nos confirmará e guardará do maligno; os
cristãos deviam continuar praticando as coisas ordenadas pelos apóstolos, permitindo que o Senhor conduzisse seu
coração ao amor divino. 3: O dever de manter a vida em ordem e de obedecer às tradições recebidas dos mensageiros
de Deus; o dever de garantir a própria subsistência. 4: Pessoas que andavam de modo desordenado: comiam o pão
adquirido pelo trabalho dos outros, se intrometiam na vida alheia e se metiam em problemas. 5: Como gentio e
publicano; como um pecador que precisa de perdão, amor e salvação; devemos buscar e acolher a pessoa, dando-lhe a
certeza de que não há lugar melhor do que na companhia dos amados irmãos. 6: Precisamos sempre fazer o bem; os
obedientes devem se afastar dos desobedientes, a fim de que se sintam envergonhados e voltem ao caminho certo; mas
não devem considerá-los inimigos, e sim irmãos.


                              Resumo da Lição 13 – Conservando a igreja fiel (2Ts 2:13-3:18)


Texto-chave: 2 Tessalonicenses 2:13–3:18

Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o
princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o
nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e
guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo
mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso
coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra. Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do
Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós; e para que sejamos livres dos homens
perversos e maus; porque a fé não é de todos. Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno. Nós
também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como
também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo. Nós
vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e
não segundo a tradição que de nós recebestes; pois vós mesmos estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos,
visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo
contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós; não porque
não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes. Porque,

                            Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos
informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida
alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o
seu próprio pão. E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada
por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por
inimigo, mas adverti-o como irmão. Ora, o Senhor da paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as
circunstâncias. O Senhor seja com todos vós. A saudação é de próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola;
assim é que eu assino. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. (2 Ts 2:13-3:18)

O aluno deverá...
Saber: Que encontraremos dificuldades e desafios que exigirão firmeza na fé e confiança em Deus.
Sentir: A necessidade da permanente graça e poder de Deus para preservá-lo em meio aos tempos desafiadores.
Fazer: Experimentar diariamente a sustentadora graça de Deus na nossa vida.

Esboço
I. Saber: Tempos difíceis surgirão
A. Algumas vezes os cristãos supõem que após tomar a decisão de seguir a Cristo, as dificuldades da vida
desaparecerão. O que Paulo diz em 2 Tessalonicenses 2:13-3:17 que indica que os cristãos não estão isentos de passar por
tempos difíceis?
B. Embora crentes e incrédulos experimentem desafios na vida, que vantagem tem o cristão durante os tempos de
aflição?

II. Sentir: Deus é fiel
A. Para encorajar os tessalonicenses, Paulo lembra-lhes que Deus “é fiel” (2Ts 3:3). De que modo Deus demonstrou sua
fidelidade nas Escrituras?
B. Como a fidelidade de Deus tem sido motivo de ânimo para você durante os tempos difíceis?

III. Fazer: Buscar a ajuda divina
A. Qual deve ser nossa resposta diária, à medida que compreendemos a verdade da fidelidade de Deus para conosco?
B. Como podemos expressar em oração nossa necessidade e aceitação da graça sustentadora de Deus?

Resumo: Em vez de ficar surpresos e desanimados com a ocorrência de dificuldades na vida cristã, os crentes devem
nutrir esperança, sabendo que Deus está com eles a fim de lhes dar força para vencer.

Ciclo do aprendizado

Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: A sustentadora e revigorante graça de Deus é suficiente para nos
fortalecer, de modo que possamos enfrentar os desafios que encontrarmos dentro e fora da igreja.

A advertência final de Paulo aos novos crentes em Tessalônica lembra as instruções que um pai deu a seus filhos, anos
atrás, sobre as férias da família. A pedido de seus filhos, a família decidiu passar um dia num parque de diversões. Como
eles nunca tinham ido a um parque de diversões, as crianças ficaram entusiasmadas e decididas a experimentar todos os
brinquedos. Embora todos estivessem animados, os pais sabiam que se os filhos não tomassem cuidado, poderiam
machucar-se. Enquanto iam de um brinquedo a outro, os pais lhes diziam o que esperar e sempre os lembravam de
"segurar firme”.

Paulo disse a mesma coisa aos tessalonicenses ao se aproximar do fim de sua segunda epístola: "Permaneçam firmes e
apeguem-se" (2Ts 2:15, NVI) é o conselho essencial. Ele sabia que a vida cristã é cheia de dificuldades e sofrimentos, e
queria que os tessalonicenses soubessem desde o começo que sua existência nem sempre seria fácil. Em vez de ficar
surpresos quando viessem os tempos difíceis, mesmo dentro da igreja, Paulo desejava inspirar os crentes com uma
atitude de determinação que os levasse a se apegar a Jesus, não importando o tipo de experiência que encontrassem no
"percurso" da vida.

Pense nisto: Por que alguns cristãos parecem desfalecer sob dificuldades, enquanto outros são capazes de enfrentá-las
com confiança?

Compreensão

Comentário Bíblico

I. A base da nossa estabilidade (Recapitule com a classe 2Ts 2:13-17.)

Medo, preocupação e pânico. Quando alguém é picado por um desses insetos é muito difícil conseguir que se acalme. Ao
lidar com alguém em tal estado de agitação, a melhor coisa que uma pessoa pode fazer é manter um espírito tranquilo,
enquanto tenta explicar por que tais medos são completamente injustificados. Isso é exatamente o que vemos Paulo
fazer com maestria, ao se aproximar do fim de sua segunda carta aos tessalonicenses.

Como vimos anteriormente, os recém-convertidos de Tessalônica estavam um tanto apavorados acerca da volta de
Cristo. Tendo percebido o estado de abalo e alarme em que estavam, Paulo procurou, em primeiro lugar, corrigir as ideias
escatológicas equivocadas que estavam produzindo os temores. Embora fossem incentivados a entender que o “fim”
ainda não havia ocorrido, alguns deles, em seu estado mental naquele momento, provavelmente ainda estivessem um
pouco preocupados com a possibilidade de fazer parte do grupo enganado, que se perderia no fim. Eles trocaram um
temor pelo outro.


                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
No entanto, Paulo começou a assegurar que eles não teriam nada a temer naquele dia. Na realidade, ele nem mesmo
estava preocupado acerca deles. Qual era a fonte da segurança de Paulo? Primeiro, o apóstolo lembra-lhes de que Deus
os havia escolhido desde o princípio (2Ts 2:13). Jesus havia dito a mesma coisa aos Seus discípulos: "Vocês não Me
escolheram, mas Eu os escolhi” (Jo 15:16, NVI). Paulo não estava defendendo uma forma de predestinação como os
calvinistas ensinam. Ele simplesmente estava dizendo que nossa salvação reside no fato de que Deus tomou a iniciativa
de salvar a humanidade. Isso significa que o Senhor não permitirá que nenhuma pessoa se perca facilmente. Uma pessoa
se perderá apenas quando deliberada e persistentemente se recusar a responder à graça divina. Vemos isso no próprio
fato de que Paulo descreve os perdidos como os que “rejeitaram o amor à verdade” (2Ts 2:10, NVI).
Porém, ainda mais do que isso, Paulo lembra os tessalonicenses de que o processo de nos prepararmos para o reino de
Deus (santificação) é algo que Deus opera em nós por meio de Seu Espírito ( 1Ts 4:3; 5:23; 2Ts 2:13). Não importa o que
Satanás faça ou deixe de fazer, não precisamos viver atemorizados. Deus está determinado a nos salvar, contanto que
estejamos dispostos a permitir que Ele faça isso.

Portanto, com base no que Deus tem feito, está fazendo e fará em nossa vida, Paulo disse aos tessalonicenses:
“Permaneçam firmes e apeguem-se às tradições que lhes foram ensinadas”. O único modo de resistir aos falsos ensinos é
apegar-se à verdade. Mas para que os novos conversos não começassem a se preocupar novamente, Paulo lembrou-lhes
mais uma vez de quanto Deus os amava (2Ts 2:16) e de que Ele era capaz de tomar a instabilidade deles e transformá-la
em estabilidade, confortando-os e firmando-os (v. 17).

Pense nisto: A preocupação pode ser prejudicial à vida e à fé de uma pessoa. Que razões Jesus dá, em Mateus 6:25-34, a fim
de ajudar Seus seguidores a não se preocuparem?

II. A oração de Paulo (Recapitule com a classe 2Ts 3:1-5.)

Embora, muitas vezes, tenhamos a tendência de idolatrar o apóstolo Paulo pelas coisas maravilhosas que fez, ele era tão
humano quanto nós. O apóstolo entendia que não poderia fazer a obra do Senhor em sua própria força. Ao longo de
todas as suas cartas, encontramos Paulo pedindo que os outros orem por ele e por seu ministério. Nos primeiros versos
de 2 Tessalonicenses 3, Paulo pediu que os tessalonicenses orassem por duas coisas em particular: (1) para que o
evangelho fosse proclamado rapidamente em todo o mundo e também fosse recebido com respeito, e (2) para que o
apóstolo fosse preservado dos homens malignos.

Quando Paulo falou do evangelho se propagado com rapidez, provavelmente tivesse em mente um atleta rápido
participando de uma corrida. As corridas faziam parte dos Jogos Ístmicos, realizados a cada dois anos na cidade de
Corinto, o lugar de onde, muito provavelmente o apóstolo estava escrevendo. Não era a primeira vez que Paulo utilizava
uma imagem atlética em suas cartas (1Co 9:24-27). Ele também poderia estar pensando na imagem do Antigo Testamento,
extraída do Salmo 147:15. Paulo queria que a palavra corresse velozmente e, onde quer que fosse, o povo a acatasse.

O segundo pedido de Paulo parece apontar para um grupo específico de pessoas (em grego está escrito “homens
maus”), em lugar de apenas adversários em geral. Considerando a oposição que Paulo havia enfrentado há pouco tempo
em Tessalônica, da parte de judeus incrédulos, e mais recentemente em Corinto (At 18:12), provavelmente ele estivesse
pensando nesse grupo. Mais tarde ele encontrou resistência semelhante da parte de outros (At 19:23-41; 1Tm 1:20).

Pense nisto: Paulo queria que os tessalonicenses orassem para que o evangelho fosse proclamado em todo o mundo sem
qualquer impedimento. Além de orar, o que podemos fazer para que o evangelho "avance rapidamente e seja honrado”?

Aplicação

Perguntas para reflexão
1. Embora fosse apóstolo, Paulo enfrentou muitas dificuldades na vida. O que as seguintes passagens nos dizem sobre os
tipos de adversidades que ele sofreu e, ainda mais importante, como foi capaz de superá-las? (2Co 11:24-28; 12:7-10).
2. Paulo anima os tessalonicenses lembrando-lhes de que Deus é fiel. De acordo com o que ele descreve em 2
Tessalonicenses 2:13–3:17, que tipo de ações Deus realiza em favor de Seus servos que ilustram algumas das maneiras pelas
quais Ele é fiel?
3. Na prática, como Deus faz para consolar o nosso coração (2Ts 2:17)?
4. Por duas vezes Paulo fala sobre Deus confirmando Seus servos (2Ts 2:17; 3:3). O que ele queria dizer com isso?

Perguntas de aplicação
1. Paulo orou para que o “Senhor da Paz” concedesse à igreja “a paz em todo o tempo e de todas as formas” (2Ts 3:16,
NVI). Você experimenta a paz de Deus? De que modo poderia desfrutá-la mais plenamente?
2. Na experiência cristã, o que podemos fazer para evitar que nos tornemos pessoas “intrometidas”?

Criatividade
Só para o professor: Encerre a lição deste trimestre com um ponto alto, enfatizando a fidelidade de Deus. Se possível,
utilize uma ou ambas as atividades seguintes para ajudar nessa ênfase:

Atividade:
1. Estudo de palavras (se houver acesso à internet): Usando uma concordância bíblica gratuita, procure as seguintes
expressões na Bíblia: "Deus é fiel", "O Senhor é fiel" e "fidelidade". Imprima uma cópia dos resultados e distribua as
páginas à classe. Divida a classe em grupos e peça aos alunos que façam uma lista de todas as maneiras pelas quais
Deus é descrito como sendo fiel nessas passagens. Depois, peça a representantes dos grupos que partilhem experiências
nas quais eles testemunharam aqueles exemplos específicos da fidelidade de Deus em sua vida.
2. Hino final: Encerre a classe cantando ou lendo juntos o hino 35 do Hinário Adventista (Tu és Fiel, Senhor).



                           Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com

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  • 1. Lição 13 22 a 29 de setembro Conservando a igreja fiel (2Ts 2:13-3:18) Sábado à tarde Ano Bíblico: Obadias e Jonas VERSO PARA MEMORIZAR: “Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa” (2Ts 2:15). Leituras da semana: 2Ts 2:13-3:18; At 17:11; Lc 10:25-28; Mt 7:24-27; 18:15-17 Pensamento-chave: Na igreja, mesmo com todas as grandes e gloriosas promessas para o futuro, temos que enfrentar lutas e desafios diários. A igreja de Tessalônica não foi exceção. As igrejas são muito parecidas com as plantas. Se uma planta não crescer, morrerá. Em outras palavras, a mudança está relacionada à forma pela qual as plantas foram projetadas por Deus. De igual maneira, uma igreja que não mudar nem crescer, também morrerá. Mas nem todas as mudanças são boas. A mudança pode nos afastar daquilo que somos. Ela pode nos levar a perder o contato com o propósito de Deus para nós. A Igreja Adventista do Sétimo Dia deve estar especialmente atenta porque, além de nós, ninguém está proclamando a mensagem da verdade presente! Essa é uma pesada responsabilidade, da qual jamais devemos nos esquecer. Por meio da revelação e da harmonia promovida pelo Espírito Santo, Deus conduziu a igreja a uma luz ainda maior. A luz do passado ajuda a igreja a navegar pelas águas perigosas da mudança. As palavras finais de Paulo aos tessalonicenses nos dão orientação inspirada quanto a essa questão decisiva. Domingo Ano Bíblico: Mq 1–4 Fiéis por escolha divina (2Ts 2:13-17) A linguagem desta seção relembra a oração no início de 1 Tessalonicenses. É quase como se Paulo estivesse retornando ao lugar em que começou, criando uma conclusão natural para essas duas cartas. Paulo expressou a preocupação de que os crentes em Tessalônica não se desviassem do caminho no qual ele os havia conduzido. 1. Leia 2 Tessalonicenses 2:13-17. Por que Paulo agradeceu a Deus pelos tessalonicenses? O que ele pediu que eles fizessem? Por que essas palavras são tão apropriadas para nós hoje, ao nos aproximarmos do fim? II Tess. 2:13 Mas devemos sempre dar graças a Deus, por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito e fé da verdade, 14 para o que, pelo nosso evangelho, vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. 15 Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. 16 E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Deus e Pai, que nos amou e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, 17 console o vosso coração e vos conforte em toda boa palavra e obra. Para Paulo, a vida dos tessalonicenses era evidência de que eles tinham sido escolhidos como “primícias para ser salvos” (English Standard Bible). Em algumas traduções, as palavras são: “desde o princípio”. Embora a salvação seja um dom, o crente a experimenta por meio da santificação do Espírito Santo e fé na verdade. A vida do cristão, em lugar de ser apenas uma experiência subjetiva, está solidamente fundamentada na verdade. Por isso, Paulo estava tão preocupado em que os tessalonicenses se firmassem nas doutrinas nas quais haviam sido ensinados, tanto por carta quanto pela palavra falada. Com o tempo, muitas vezes, muda a compreensão que as pessoas têm da verdade. Por isso precisamos ser sempre confirmados pelos que pregam e nos ensinam. Nos primeiros dias da igreja, havia até mesmo uma preferência pela tradição oral sobre a tradição escrita. A tradição oral é menos sujeita à distorção involuntária. Tom de voz e gestos comunicam significado com mais precisão do que palavras em uma página. Por isso, a pregação como método de comunicação jamais envelhece. Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 2. Mas a tradição escrita, como nas cartas de Paulo, é menos sujeita a distorções intencionais por aqueles que alteram o evangelho segundo seus próprios interesses. A palavra escrita oferece uma norma segura e imutável pela qual podem ser postas à prova as mensagens orais que surgem por meio da pregação. No livro de Atos, os bereanos foram elogiados porque combinaram a atenção às mensagens orais com o exame cuidadoso das Escrituras (At 17:11). Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim. (Atos 17:11) Leia novamente os textos para hoje. Tantas forças estão sempre tentando nos afastar da verdade! Considere como você mudou ao longo do tempo. Essas mudanças revelam uma lenta e constante adequação à verdade ou o movimento lento, constante para longe dela? Em outras palavras, em que direção sua vida está se movendo? Segunda Ano Bíblico: Mq 5–7 Confiança diante do mal (2Ts 3:1-5) No mundo de hoje, muitas pessoas riem da ideia de um Satanás literal. Na mente delas, ele é um mito, um resquício de uma era supersticiosa e pré-científica. Elas acham que o bem e o mal são simplesmente consequências aleatórias de causa e efeito. Na mente de algumas pessoas, o bem e o mal são apenas conceitos construídos culturalmente em relação a tempos e lugares específicos, nada mais. Mas a Bíblia afirma claramente que Satanás é real. E, muitas vezes, em algumas partes do mundo, para ele é vantajoso se esconder ou até mesmo permitir que as pessoas zombem dele e o representem na forma de um diabo vermelho com chifres. Essa caricatura alcança muito sucesso em fazer com que as pessoas pensem que ele não é real, o que é exatamente o desejo dele. 2. Leia 2 Tessalonicenses 3:1-5. Embora os desafios à nossa fé estejam por aí, Paulo expressa esperança. Qual é a base dessa esperança, e qual é a condição em que podemos ter segurança para reivindicá-la? Lc 10:25-28;Dt 8:1 II Tess. 3:1 No demais, irmãos, rogai por nós, para que a palavra do Senhor tenha livre curso e seja glorificada, como também o é entre vós; 2 e para que sejamos livres de homens dissolutos e maus; porque a fé não é de todos. 3 Mas fiel é o Senhor, que vos confortará e guardará do maligno. 4 E confiamos de vós no Senhor que não só fazeis como fareis o que vos mandamos. 5 Ora, o Senhor encaminhe o vosso coração na caridade de Deus e na paciência de Cristo. E eis que certo homem, intérprete da Lei, se levantou com o intuito de pôr Jesus à prova e disse-lhe: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Então, Jesus lhe perguntou: Que está escrito na Lei? Como interpretas? A isto ele respondeu: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Então, Jesus lhe disse: Respondeste corretamente; faze isto e viverás. (Luc. 10:25-28) Cuidareis de cumprir todos os mandamentos que hoje vos ordeno, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR prometeu sob juramento a vossos pais. (Deut. 8:1) Paulo começa esse texto com um pedido de oração (como em 1Ts 5:25) para que o evangelho se espalhe rapidamente e seja honrado por meio de seu trabalho. Paulo também quer que eles orem para que ele seja liberto dos homens maus (2Ts 3:2). A expressão aqui implica que ele tinha em mente indivíduos específicos que os destinatários da carta podiam até não conhecer. Irmãos, orai por nós. (1 Ts 5:25) e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. (2 Ts 3:2) Em seguida, Paulo usa um jogo de palavras (2Ts 3:2, 3). Nem todos os homens têm “fé” (confiança em, ou compromisso com Deus), mas o Senhor é “fiel” (confiável, alguém que inspira fé e comprometimento). Esse Senhor fiel e confiável os protegerá contra o maligno, ou Satanás. A boa notícia é que, embora Satanás seja mais poderoso do que nós, o Senhor é mais poderoso do que Satanás, e nEle podemos encontrar segurança e força. e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno. (2 Ts 3:2-3) Paulo termina esse texto (2Ts 3:4, 5) elogiando mais uma vez os tessalonicenses e oferecendo uma oração em seu favor. Ele estava seguro de que eles estavam fazendo o que ele havia pedido e de que continuariam a proceder assim, apesar da oposição de Satanás e das pessoas que ele inspirava. Ele expressa o desejo de que o Senhor dirija a atenção deles ao “amor de Deus” e à “constância de Cristo”. Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo. (2 Ts 3:4-5) Como podemos aprender a ter fé, esperança e certeza, independentemente das circunstâncias difíceis? Terça Ano Bíblico: Naum Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 3. As Escrituras e a tradição (2Ts 3:6-8) Quando Jesus andou na Terra, não havia o Novo Testamento. A Bíblia de Jesus era o “Antigo Testamento”. Mas, desde o início, a obediência às palavras faladas de Jesus foi a atitude sábia manifestada por Seus seguidores (Mt 7:24-27). Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. (Mat. 7:24-27) As palavras e ações de Jesus continuaram a ser autoritativas para a igreja nos anos que se seguiram ( 1Ts 4:15; At 20:35;1Co 11:23-26). Por meio da inspiração do Espírito Santo, os apóstolos foram guiados a uma interpretação correta das Suas palavras e do significado de Suas ações (Jo 15:26, 27; 16:13-15). E antes que a primeira geração de cristãos saísse de cena, os escritos dos apóstolos foram considerados totalmente iguais aos dos profetas do Antigo Testamento e podem ser chamados de “Escrituras” (2Pe 3:2, 16). Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. (1 Ts 4:15) Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber. (Atos 20:35) Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1 Cor. 11:23-26) Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim; e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio. (João 15:26-27) quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. (João 16:13-15) para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, (2 Ped. 3:2) ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. (2 Ped. 3:16) 3. De acordo com 2 Tessalonicenses 3:6-8, 14, o que Paulo incluía em seu conceito de verdade? II Tess. 3:6 Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que andar desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebeu. 7 Porque vós mesmos sabeis como convém imitar-nos, pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós, 8 nem, de graça, comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós … 14 Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai-o e não tenhais relações com ele, para que se envergonhe Quando Paulo chegou a Tessalônica, a igreja primitiva considerava as palavras de Jesus e os ensinamentos dos apóstolos como suprema autoridade. Nos tempos do Novo Testamento, “tradição” não era necessariamente uma palavra ofensiva, mas podia se referir à memória das palavras e ações de Jesus e podia incluir os ensinamentos orais e os escritos dos apóstolos. A tradição era para eles equivalente ao que as Escrituras são para nós. Ela podia ser ordenada e devia ser obedecida. Para os tessalonicenses, tradição significava mais do que apenas as cartas de Paulo. Incluía tudo o que Paulo havia dito, enquanto estivera em Tessalônica e também as suas ações, que deviam ser imitadas. O fato de que Paulo havia trabalhado arduamente para se sustentar em Tessalônica não demonstrava apenas que ele se importava com eles ( 1Ts 2:9); isso era uma “tradição” que ele esperava que eles aplicassem na própria vida. Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus. (1 Ts 2:9) Paulo trabalhou “dia e noite” para não ser um fardo a ninguém. E qualquer pessoa em Tessalônica que vivesse de maneira diferente estaria com problemas. Assim, a definição de Paulo sobre as pessoas desordeiras não se limitava aos perturbadores na igreja ou na comunidade; ela incluía todos os que não seguissem os ensinamentos ou práticas dos apóstolos. Paulo testemunhava tanto por sua vida e ações quanto por suas palavras. Nossa vida reflete as verdades que nos foram dadas? Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 4. Quarta Ano Bíblico: Habacuque Trabalhar e comer (2Ts 3:9-12) 4. Que tipo único de problema Paulo enfrentou na igreja de Tessalônica? 2Ts 3:9-12 II Tess. 3:9 não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo, para nos imitardes. 10 Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto: que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também. 11 Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes, fazendo coisas vãs. 12 A esses tais, porém, mandamos e exortamos, por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão. Nesses versos, Paulo aplica a uma situação específica, a tradição do que ele faz e diz. Um grupo significativo de membros vivia desordenadamente (2Ts 3:6, 11). Na carta anterior, Paulo havia mencionado o problema e o havia abordado de modo gentil (1Ts 4:11, 12; 5:14). Mas, dessa vez, ele usou uma linguagem muito mais forte. Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes; (2 Ts 3:6) Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. (2 Ts 3:11) e a diligenciardes por viver tranqüilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar. (1 Ts 4:11-12) Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. (1 Ts 5:14) Como apóstolo, Paulo poderia ter exigido que a igreja lhe oferecesse salário, habitação e alimentação. Mas em 1 Tessalonicenses ele tinha dado o exemplo de trabalhar noite e dia a fim de não ser um fardo para eles ( 1Ts 2:9). Esse foi um exemplo de amor. Mas, de acordo com 2 Tessalonicenses 3:8, ele também trabalhou “de noite e de dia” a fim de criar um modelo de como todos deviam cuidar de suas próprias necessidades, tanto quanto possível. Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus. (1 Ts 2:9) nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós; (2 Ts 3:8) Se Paulo tivesse apenas dado um exemplo, alguns poderiam ter respondido que a tradição não estava clara. Mas ele havia também abordado essa questão com palavras. Durante o curto período em que esteve com eles (como é sugerido pelo pretérito imperfeito no grego), o apóstolo frequentemente havia pronunciado um ditado popular como uma ordem: “Se alguém não quer trabalhar, também não coma” (2Ts 3:10). Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. (2 Ts 3:10) Nesse texto, Paulo não está criticando os esforços para cuidar dos necessitados, aqueles que não podem cuidar de si mesmos. Afinal, o próprio Jesus deixou um exemplo poderoso de compaixão para com aqueles cujas circunstâncias os haviam deixado desamparados ou necessitados. Em vez disso, o alvo da preocupação de Paulo eram as pessoas voluntariamente ociosas. Elas eram intrometidas e cuidavam dos negócios de todas as pessoas, exceto dos seus próprios (2Ts 3:11). Como alguns dos filósofos populares no mundo antigo, elas preferiam uma vida de comodidade em lugar do trabalho. Talvez passassem o tempo discutindo teologia ou criticando o comportamento alheio, em vez de obter a própria subsistência. Paulo, ordenou “no Senhor Jesus Cristo”, que elas seguissem seu exemplo e conquistassem o direito de falar ao cuidar primeiramente de suas próprias necessidades (2Ts 3:12). Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. (2 Ts 3:11) A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão. (2 Ts 3:12) É incrível que, logo no começo da história da igreja, Paulo tivesse que lidar com tantos problemas entre os membros. Como isso deve nos proteger (e especialmente os novos membros) da expectativa de que nossas igrejas estejam cheias de pessoas santas? Mais importante ainda, como podemos ser uma força positiva na igreja local, apesar das nossas falhas e fraquezas? Quinta Ano Bíblico: Sofonias Amor severo (2Ts 3:13-15) 5. De acordo com Mateus 18:15-17, como a igreja deve tratar uma pessoa que foi afastada da comunhão? Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 5. Mat. 18:15 Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão. 16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que, pela boca de duas ou três testemunhas, toda palavra seja confirmada. 17 E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. A questão da disciplina é um dos assuntos mais difíceis que a igreja local enfrenta. Muitas vezes, um membro errante é irmão, mãe, filho, primo ou melhor amigo de outro membro da igreja. Alguns membros preferem nunca disciplinar ninguém. Outros preferem sanções duras. Como a igreja pode encontrar a vontade de Deus no meio de tantos interesses conflitantes? Mateus 18 sugere um processo claro e simples. Primeiro, uma conversa pessoal entre o ofensor e o ofendido. O contexto indica que o perdão deve ser o objetivo da conversa, sempre que possível (Mt 18:21-35). Segundo, o membro ofendido deve levar com ele uma ou duas pessoas para evitar confusão quanto ao que for dito por uma parte ou outra. Somente depois que essas duas primeiras etapas forem seguidas cuidadosamente, o processo deve ir para a comissão da igreja. Então, se o ofensor não responder à igreja como um todo, deve ser tratado como “gentio e publicano” (Mt 18:17). Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram- lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera. Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti? E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão. (Mat. 18:21-35) E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. (Mat. 18:17) Aqui está o problema. O que significa tratar alguém como gentio e publicano? Há pelo menos duas possibilidades diferentes. Por um lado, Jesus poderia estar chamando a igreja para se afastar do infrator do modo como os gentios e cobradores de impostos eram evitados na sociedade em que Ele cresceu. Por outro lado, poderia ser um chamado para tratar os desprezados assim como Jesus tratava os gentios e cobradores de impostos (com perdão e compaixão). 6. O que Paulo disse sobre disciplina na igreja? 2Ts 3:13-15 II Tess. 3:13 E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. 14 Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. 15 Todavia, não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão. Aplicar corretamente Mateus 18 e 2 Tessalonicenses 3 à vida contemporânea é um desafio. Não há duas pessoas iguais. Não há duas situações iguais. Em alguns casos, o perdão amolece o coração de um ofensor e traz reconciliação à igreja. Em outros casos, ofensores endurecidos podem responder apenas a um amor duro o bastante para confrontar e administrar as consequências. Por isso, a Associação Geral não desliga nenhuma pessoa. Tais processos delicados são mais bem tratados pela igreja local, onde o ofensor é mais conhecido. Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós; e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno. Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo. Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes; pois vós mesmos estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos, visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós; não porque não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes. Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão. E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão. Ora, o Senhor da paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias. O Senhor seja com todos vós. A saudação é de próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola; assim é que eu assino. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. (2 Ts 3) O amor severo não é uma licença para o abuso. De acordo com o verso 15, a pessoa disciplinada ainda deve ser tratada como parte da família. A igreja deve manter a consciência de que o agressor é um irmão “pelo qual Cristo morreu” (Rm 14:15; 1Co 8:11). Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 6. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão. (2 Ts 3:15) Se, por causa de comida, o teu irmão se entristece, já não andas segundo o amor fraternal. Por causa da tua comida, não faças perecer aquele a favor de quem Cristo morreu. (Rom. 14:15) E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. (1 Cor. 8:11) Que experiências você teve com a disciplina da igreja? Como a igreja pode manter um equilíbrio entre o confronto e a aceitação? Sexta Ano Bíblico: Ageu Estudo adicional Os crentes de Tessalônica eram muito incomodados por homens que chegaram ao seu meio com opiniões e doutrinas fanáticas. Alguns andavam “desordenadamente, não trabalhando; antes, se [intrometendo] na vida alheia” (2Ts 3:11). A igreja havia sido devidamente organizada, e tinham sido designados oficiais a fim de agir como pastores e diáconos. Mas havia alguns rebeldes e impetuosos, que não se sujeitavam aos que exerciam os cargos de autoridade na igreja” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 261). “Paulo não dependeu inteiramente do trabalho de suas mãos para se manter enquanto esteve em Tessalônica... ( Fp 4:16). Não obstante o fato de haver recebido esse auxílio, ele foi cuidadoso em dar aos tessalonicenses um exemplo de diligência, para que ninguém pudesse com razão acusá-lo de cobiça e também para que os que mantinham pontos de vistas fanáticos referentes ao trabalho manual recebessem uma reprovação prática” (Ibid., p. 348, 349). “O costume de apoiar homens e mulheres ociosos por meio de dádivas particulares ou dinheiro da igreja os encoraja em hábitos pecaminosos, e esse caminho deve ser conscientemente evitado” (Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 7, p. 912). Perguntas para reflexão 1. Como a igreja pode manter o equilíbrio entre manter as verdades confirmadas no passado e seguir a crescente luz divina? 2. Como podemos lidar com os rebeldes e problemáticos na igreja, que sempre parecem estar reclamando de alguma coisa? E quanto aos que estão expressando preocupações sobre problemas reais? 3. Resuma a mensagem de Paulo aos tessalonicenses nessas duas cartas, de uma forma que as torne relevantes para a situação da nossa igreja. Resumo: As duas cartas de Paulo aos Tessalonicenses nos ensinam muito acerca de como ser uma igreja em um ambiente difícil. Por mais diferente que tenha sido o contexto imediato com que ele lidou, em relação ao nosso, os princípios que ele defendeu são duradouros e eternos, porque são inspirados pelo próprio Senhor. Respostas sugestivas: 1: Porque Deus os havia escolhido para salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade; mediante o evangelho eles foram chamados para alcançar a glória de Cristo; pediu que permanecessem firmes e guardassem as tradições ensinadas pelos apóstolos. 2: O Senhor é fiel; Ele nos confirmará e guardará do maligno; os cristãos deviam continuar praticando as coisas ordenadas pelos apóstolos, permitindo que o Senhor conduzisse seu coração ao amor divino. 3: O dever de manter a vida em ordem e de obedecer às tradições recebidas dos mensageiros de Deus; o dever de garantir a própria subsistência. 4: Pessoas que andavam de modo desordenado: comiam o pão adquirido pelo trabalho dos outros, se intrometiam na vida alheia e se metiam em problemas. 5: Como gentio e publicano; como um pecador que precisa de perdão, amor e salvação; devemos buscar e acolher a pessoa, dando-lhe a certeza de que não há lugar melhor do que na companhia dos amados irmãos. 6: Precisamos sempre fazer o bem; os obedientes devem se afastar dos desobedientes, a fim de que se sintam envergonhados e voltem ao caminho certo; mas não devem considerá-los inimigos, e sim irmãos. Resumo da Lição 13 – Conservando a igreja fiel (2Ts 2:13-3:18) Texto-chave: 2 Tessalonicenses 2:13–3:18 Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra. Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós; e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos. Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno. Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo. Nós vos ordenamos, irmãos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes; pois vós mesmos estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos, visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós; não porque não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes. Porque, Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 7. quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão. E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado. Todavia, não o considereis por inimigo, mas adverti-o como irmão. Ora, o Senhor da paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias. O Senhor seja com todos vós. A saudação é de próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola; assim é que eu assino. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. (2 Ts 2:13-3:18) O aluno deverá... Saber: Que encontraremos dificuldades e desafios que exigirão firmeza na fé e confiança em Deus. Sentir: A necessidade da permanente graça e poder de Deus para preservá-lo em meio aos tempos desafiadores. Fazer: Experimentar diariamente a sustentadora graça de Deus na nossa vida. Esboço I. Saber: Tempos difíceis surgirão A. Algumas vezes os cristãos supõem que após tomar a decisão de seguir a Cristo, as dificuldades da vida desaparecerão. O que Paulo diz em 2 Tessalonicenses 2:13-3:17 que indica que os cristãos não estão isentos de passar por tempos difíceis? B. Embora crentes e incrédulos experimentem desafios na vida, que vantagem tem o cristão durante os tempos de aflição? II. Sentir: Deus é fiel A. Para encorajar os tessalonicenses, Paulo lembra-lhes que Deus “é fiel” (2Ts 3:3). De que modo Deus demonstrou sua fidelidade nas Escrituras? B. Como a fidelidade de Deus tem sido motivo de ânimo para você durante os tempos difíceis? III. Fazer: Buscar a ajuda divina A. Qual deve ser nossa resposta diária, à medida que compreendemos a verdade da fidelidade de Deus para conosco? B. Como podemos expressar em oração nossa necessidade e aceitação da graça sustentadora de Deus? Resumo: Em vez de ficar surpresos e desanimados com a ocorrência de dificuldades na vida cristã, os crentes devem nutrir esperança, sabendo que Deus está com eles a fim de lhes dar força para vencer. Ciclo do aprendizado Motivação Conceito-chave para o crescimento espiritual: A sustentadora e revigorante graça de Deus é suficiente para nos fortalecer, de modo que possamos enfrentar os desafios que encontrarmos dentro e fora da igreja. A advertência final de Paulo aos novos crentes em Tessalônica lembra as instruções que um pai deu a seus filhos, anos atrás, sobre as férias da família. A pedido de seus filhos, a família decidiu passar um dia num parque de diversões. Como eles nunca tinham ido a um parque de diversões, as crianças ficaram entusiasmadas e decididas a experimentar todos os brinquedos. Embora todos estivessem animados, os pais sabiam que se os filhos não tomassem cuidado, poderiam machucar-se. Enquanto iam de um brinquedo a outro, os pais lhes diziam o que esperar e sempre os lembravam de "segurar firme”. Paulo disse a mesma coisa aos tessalonicenses ao se aproximar do fim de sua segunda epístola: "Permaneçam firmes e apeguem-se" (2Ts 2:15, NVI) é o conselho essencial. Ele sabia que a vida cristã é cheia de dificuldades e sofrimentos, e queria que os tessalonicenses soubessem desde o começo que sua existência nem sempre seria fácil. Em vez de ficar surpresos quando viessem os tempos difíceis, mesmo dentro da igreja, Paulo desejava inspirar os crentes com uma atitude de determinação que os levasse a se apegar a Jesus, não importando o tipo de experiência que encontrassem no "percurso" da vida. Pense nisto: Por que alguns cristãos parecem desfalecer sob dificuldades, enquanto outros são capazes de enfrentá-las com confiança? Compreensão Comentário Bíblico I. A base da nossa estabilidade (Recapitule com a classe 2Ts 2:13-17.) Medo, preocupação e pânico. Quando alguém é picado por um desses insetos é muito difícil conseguir que se acalme. Ao lidar com alguém em tal estado de agitação, a melhor coisa que uma pessoa pode fazer é manter um espírito tranquilo, enquanto tenta explicar por que tais medos são completamente injustificados. Isso é exatamente o que vemos Paulo fazer com maestria, ao se aproximar do fim de sua segunda carta aos tessalonicenses. Como vimos anteriormente, os recém-convertidos de Tessalônica estavam um tanto apavorados acerca da volta de Cristo. Tendo percebido o estado de abalo e alarme em que estavam, Paulo procurou, em primeiro lugar, corrigir as ideias escatológicas equivocadas que estavam produzindo os temores. Embora fossem incentivados a entender que o “fim” ainda não havia ocorrido, alguns deles, em seu estado mental naquele momento, provavelmente ainda estivessem um pouco preocupados com a possibilidade de fazer parte do grupo enganado, que se perderia no fim. Eles trocaram um temor pelo outro. Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 8. No entanto, Paulo começou a assegurar que eles não teriam nada a temer naquele dia. Na realidade, ele nem mesmo estava preocupado acerca deles. Qual era a fonte da segurança de Paulo? Primeiro, o apóstolo lembra-lhes de que Deus os havia escolhido desde o princípio (2Ts 2:13). Jesus havia dito a mesma coisa aos Seus discípulos: "Vocês não Me escolheram, mas Eu os escolhi” (Jo 15:16, NVI). Paulo não estava defendendo uma forma de predestinação como os calvinistas ensinam. Ele simplesmente estava dizendo que nossa salvação reside no fato de que Deus tomou a iniciativa de salvar a humanidade. Isso significa que o Senhor não permitirá que nenhuma pessoa se perca facilmente. Uma pessoa se perderá apenas quando deliberada e persistentemente se recusar a responder à graça divina. Vemos isso no próprio fato de que Paulo descreve os perdidos como os que “rejeitaram o amor à verdade” (2Ts 2:10, NVI). Porém, ainda mais do que isso, Paulo lembra os tessalonicenses de que o processo de nos prepararmos para o reino de Deus (santificação) é algo que Deus opera em nós por meio de Seu Espírito ( 1Ts 4:3; 5:23; 2Ts 2:13). Não importa o que Satanás faça ou deixe de fazer, não precisamos viver atemorizados. Deus está determinado a nos salvar, contanto que estejamos dispostos a permitir que Ele faça isso. Portanto, com base no que Deus tem feito, está fazendo e fará em nossa vida, Paulo disse aos tessalonicenses: “Permaneçam firmes e apeguem-se às tradições que lhes foram ensinadas”. O único modo de resistir aos falsos ensinos é apegar-se à verdade. Mas para que os novos conversos não começassem a se preocupar novamente, Paulo lembrou-lhes mais uma vez de quanto Deus os amava (2Ts 2:16) e de que Ele era capaz de tomar a instabilidade deles e transformá-la em estabilidade, confortando-os e firmando-os (v. 17). Pense nisto: A preocupação pode ser prejudicial à vida e à fé de uma pessoa. Que razões Jesus dá, em Mateus 6:25-34, a fim de ajudar Seus seguidores a não se preocuparem? II. A oração de Paulo (Recapitule com a classe 2Ts 3:1-5.) Embora, muitas vezes, tenhamos a tendência de idolatrar o apóstolo Paulo pelas coisas maravilhosas que fez, ele era tão humano quanto nós. O apóstolo entendia que não poderia fazer a obra do Senhor em sua própria força. Ao longo de todas as suas cartas, encontramos Paulo pedindo que os outros orem por ele e por seu ministério. Nos primeiros versos de 2 Tessalonicenses 3, Paulo pediu que os tessalonicenses orassem por duas coisas em particular: (1) para que o evangelho fosse proclamado rapidamente em todo o mundo e também fosse recebido com respeito, e (2) para que o apóstolo fosse preservado dos homens malignos. Quando Paulo falou do evangelho se propagado com rapidez, provavelmente tivesse em mente um atleta rápido participando de uma corrida. As corridas faziam parte dos Jogos Ístmicos, realizados a cada dois anos na cidade de Corinto, o lugar de onde, muito provavelmente o apóstolo estava escrevendo. Não era a primeira vez que Paulo utilizava uma imagem atlética em suas cartas (1Co 9:24-27). Ele também poderia estar pensando na imagem do Antigo Testamento, extraída do Salmo 147:15. Paulo queria que a palavra corresse velozmente e, onde quer que fosse, o povo a acatasse. O segundo pedido de Paulo parece apontar para um grupo específico de pessoas (em grego está escrito “homens maus”), em lugar de apenas adversários em geral. Considerando a oposição que Paulo havia enfrentado há pouco tempo em Tessalônica, da parte de judeus incrédulos, e mais recentemente em Corinto (At 18:12), provavelmente ele estivesse pensando nesse grupo. Mais tarde ele encontrou resistência semelhante da parte de outros (At 19:23-41; 1Tm 1:20). Pense nisto: Paulo queria que os tessalonicenses orassem para que o evangelho fosse proclamado em todo o mundo sem qualquer impedimento. Além de orar, o que podemos fazer para que o evangelho "avance rapidamente e seja honrado”? Aplicação Perguntas para reflexão 1. Embora fosse apóstolo, Paulo enfrentou muitas dificuldades na vida. O que as seguintes passagens nos dizem sobre os tipos de adversidades que ele sofreu e, ainda mais importante, como foi capaz de superá-las? (2Co 11:24-28; 12:7-10). 2. Paulo anima os tessalonicenses lembrando-lhes de que Deus é fiel. De acordo com o que ele descreve em 2 Tessalonicenses 2:13–3:17, que tipo de ações Deus realiza em favor de Seus servos que ilustram algumas das maneiras pelas quais Ele é fiel? 3. Na prática, como Deus faz para consolar o nosso coração (2Ts 2:17)? 4. Por duas vezes Paulo fala sobre Deus confirmando Seus servos (2Ts 2:17; 3:3). O que ele queria dizer com isso? Perguntas de aplicação 1. Paulo orou para que o “Senhor da Paz” concedesse à igreja “a paz em todo o tempo e de todas as formas” (2Ts 3:16, NVI). Você experimenta a paz de Deus? De que modo poderia desfrutá-la mais plenamente? 2. Na experiência cristã, o que podemos fazer para evitar que nos tornemos pessoas “intrometidas”? Criatividade Só para o professor: Encerre a lição deste trimestre com um ponto alto, enfatizando a fidelidade de Deus. Se possível, utilize uma ou ambas as atividades seguintes para ajudar nessa ênfase: Atividade: 1. Estudo de palavras (se houver acesso à internet): Usando uma concordância bíblica gratuita, procure as seguintes expressões na Bíblia: "Deus é fiel", "O Senhor é fiel" e "fidelidade". Imprima uma cópia dos resultados e distribua as páginas à classe. Divida a classe em grupos e peça aos alunos que façam uma lista de todas as maneiras pelas quais Deus é descrito como sendo fiel nessas passagens. Depois, peça a representantes dos grupos que partilhem experiências nas quais eles testemunharam aqueles exemplos específicos da fidelidade de Deus em sua vida. 2. Hino final: Encerre a classe cantando ou lendo juntos o hino 35 do Hinário Adventista (Tu és Fiel, Senhor). Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com