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ReferênciasMORIMOTO, Carlos E.. Linux, guia prático. Porto  Alegre: Sul Editores, 2009.FERREIRA, Rubem E.. Linux: guia do ...
Referências• RIBEIRO, Uirá, Certificação Linux, 1ª Ed, Rio de    Janeiro, Axcel Books, 2004.•   Certificação Linux LPI- Ní...
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Operadores de redirecionamento

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Operadores de redirecionamento

  1. 1. Instalação e configuração de Sistemas Operacionais de Redes Operadores de Redirecionamento Profª Ivani Nascimento
  2. 2. Apresentação Um shell Linux, como bash, recebe entrada e envia saída comosequências ou fluxos de caracteres. Cada caractere é independentedo que vem antes e do que vem depois dele. Os caracteres não sãoorganizados em registros estruturados ou blocos de tamanho fixo. Fluxos são acessados utilizando técnicas de E/S (Entrada/Saída)de arquivo, não importa se o fluxo de caracteres real vem de ou vaipara um arquivo, um teclado, uma janela em um monitor ou outrodispositivo de E/S.
  3. 3. ApresentaçãoShells Linux usam três fluxos de E/S padrão, cada um dos quais é associado com um descritor de arquivo:• Entrada padrão (stdin) – Entrada de um fluxo de dados, podendo ser destacado o teclado. Todos eles alimentam o computador com informações. O descritor é representado pelo número 0.• Saída padrão (stdout) – Saída de um fluxo de dados em condições normais. Exemplos: monitor, impressora, arquivos, etc. O descritor é representado pelo número 1.• Saída de erro (stderr) – Saída de um fluxo de dados em condições de erro ou insucesso em um determinado processamento, que poderá ser direcionada para o monitor ou arquivo de LOG. O descritor é representado pelo número 2.
  4. 4. Apresentação• Fluxos de entrada fornecem entrada para programas, normalmente de digitações em um terminal.• Fluxos de saída imprimem caracteres de texto, normalmente para o terminal.• O terminal era originalmente uma máquina de escrever ASCII ou terminal de exibição, mas agora é mais frequentemente uma janela de texto em uma área de trabalho gráfica.
  5. 5. > (Redirecionamento simples)• Redireciona a saída padrão de um programa/comando/script para algum dispositivo ou arquivo ao invés do dispositivo de saída padrão (tela).• Quando é usado com arquivos, este redirecionamento cria ou substitui o conteúdo do arquivo.• Por exemplo: o O comando ls é utilizado para listar arquivos. Para enviar a saída para um arquivo, utilizar: # ls > listagem.txt o Para visualizar o conteúdo do arquivo listagem.txt: # cat listagem.txt
  6. 6. > (Redirecionamento simples)• O mesmo comando pode ser redirecionado para o segundo console /dev/tty2 usando: # ls >/dev/tty2• Dessa forma, o resultado do comando ls será mostrado no segundo console (em modo texto, pressionar ALT e F2 para mudar para o segundo console e ALT e F1 para retornar ao primeiro).• Outro exemplo: # ls 1>/dev/tty2• Assim, o número 1 indica que será capturada a saída padrão do comando. Para redirecionar para um arquivo somente a saída de erros do comando ls: # ls 2>/tmp/erros-do-ls
  7. 7. >> (Redirecionamento duplo)• Redireciona a saída padrão de um programa/comando/script para algum dispositivo ou adiciona as linhas ao final de arquivo ao invés do dispositivo de saída padrão (tela).• A diferença entre este redirecionamento duplo e o simples, é se caso for usado com arquivos, adiciona a saída do comando ao final do arquivo existente ao invés de substituir seu conteúdo.• Por exemplo, é possível acrescentar a saída do comando ls ao arquivo listagem.txt do exemplo anterior usando: # ls / >> listagem.txt.• Para visualizar o conteúdo do arquivo listagem.txt: # cat listagem.txt
  8. 8. <• Direciona a entrada padrão de arquivo/dispositivo para um comando. Este comando faz o contrário do anterior, ele envia dados ao comando.• Por exemplo, é possível usar o comando cat < teste.txt para enviar o conteúdo do arquivo teste.txt ao comando cat que mostrará seu conteúdo (é claro que o mesmo resultado pode ser obtido com cat teste.txt mas este exemplo serviu para mostrar a funcionalidade do <).
  9. 9. <<• Este redirecionamento serve principalmente para marcar o fim de exibição de um bloco. É especialmente usado em conjunto com o comando cat, mas também tem outras aplicações. Por exemplo: # cat << final > este arquivo sera exibido > ate que a palavra final > comece a linha > final este arquivo sera exibido ate que a palavra final comece a linha
  10. 10. | (pipe)• Envia a saída de um comando para a entrada do próximo comando para continuidade do processamento. Os dados enviados são processados pelo próximo comando que mostrará o resultado do processamento.• Exemplos: # ls -la | more• O comando acima faz a listagem longa de arquivos que é enviado ao comando more (que tem a função de efetuar uma pausa a cada 25 linhas do arquivo).
  11. 11. | (pipe) # locate find | grep "bin/" /sbin/findfs /usr/bin/find /usr/bin/find2perl• No exemplo acima, todos os caminhos/arquivos que contém find na listagem serão mostrados (inclusive man pages, bibliotecas, etc.).• Dessa forma, para realizar um filtro, é utilizado o comando "bin/" para mostrar somente os diretórios que contém binários. E ainda que a listagem ocupe mais de uma tela, é possível acrescentar o comando more: # locate find | grep "bin/" | more
  12. 12. ReferênciasMORIMOTO, Carlos E.. Linux, guia prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2009.FERREIRA, Rubem E.. Linux: guia do administrador do sistema. São Paulo: Novatec, 2008.MOTA FILHO, João Eriberto. Descobrindo o Linux: entenda o sistema operacional GNU/linux. São Paulo: Novatec, 2007.
  13. 13. Referências• RIBEIRO, Uirá, Certificação Linux, 1ª Ed, Rio de Janeiro, Axcel Books, 2004.• Certificação Linux LPI- Nível 1 Exames 101 e 102. Vários, 1ª Ed, São Paulo, Alta Books.• NORTON, Peter; GRIFFITH, Arthur. Guia Completo do Linux. Tradução Sérgio Facchim – Complete Guide to Linux. São Paulo, Berkeley, 2000.

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