LINUX – “É um SO derivado do Unix, que por sua vez foi escrito em linguagem “Assembly” emprimeira mão, em seguida, escrito...
top-s Diz ao top para ser executado em modo seguro.top-i Inicia o top ignorando o tempo de processos zumbis.top-c Mostra a...
CTRL+L Limpar a tela e manter o texto que estiver sendo digitado na linha decomandoCTRL+Y *Colocar o texto que foi apagado...
computador./etc Arquivos de configuração de seu computador local./floppy Ponto de montagem de unidade de disquetes ./home ...
Case Sensitive – sistema que diferencia letras maiúsculas e minúsculas nos arquivos.PID - Número de identificação do proce...
/dev/xda Primeiro disco rígido XT./dev/xdb Segundo disco rígido XT.6.1 Tipo de sistema de arquivos usado na partição que s...
A tabela a seguir lista diversas variáveis usadas por um sistema Linux e descreve seu uso. Valores de exemplosão apresenta...
8.1Definindo variáveis globalmenteO diretório /etc/env.dPara centralizar as definições dessas variáveis, o Gentoo introduz...
Se você quiser ter uma idéia do efeito do env-update, imediatamente após rodá-lo execute o seguinte comandopara atualizar ...
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  1. 1. LINUX – “É um SO derivado do Unix, que por sua vez foi escrito em linguagem “Assembly” emprimeira mão, em seguida, escrito em linguagem ‘C’”.1. COMANDOS NO LINUXComando Descriçãols Listar arquivoscd Mudar de diretóriols –a Listar arquivos ocultoscd / Acessar o diretório raiz.pwd Identifica o diretório atual./home/[login] Localizar diretório home... Diretório acima../ Localizar um arquivo, sem especificar o path.- Diretório acimacat Acessar um arquivopsa Mostra os processos criados por você e de outros usuários do sistema.psx Mostra processos que não são controlados pelo terminal.psu Mostra o nome de usuário que iniciou o processo e hora em que o processo foi iniciado.psm Mostra a memória ocupada por cada processo em execução.psf Mostra a árvore de execução de comandos (comandos que são chamados por outroscomandos).pse Mostra variáveis de ambiente no momento da inicialização do processo.psw Mostra a continuação da linha atual na próxima linha ao invés de cortar o restante que nãocouber na tela.top-d[tempo] Atualiza a tela após o [tempo] (em segundos).
  2. 2. top-s Diz ao top para ser executado em modo seguro.top-i Inicia o top ignorando o tempo de processos zumbis.top-c Mostra a linha de comando ao invés do nome do programa.man top manual do top (ou help, dentro do top)espaço Atualiza imediatamente a tela.CTRL+L Apaga e atualiza a tela.h -Mostra a tela de ajuda do programa. É mostrado todas as teclas que podem ser usadas como top.i -Ignora o tempo ocioso de processos zumbis.q - Sai do programa.k - Finaliza um processo - semelhante ao comando kill.*/etc/profile Alterar o caminho de diretórios para todos os usuários.n - Muda o número de linhas mostradas na tela. Se 0 for especificado, será usada toda a telapara listagem de processos.**top –d[tempo] Atualiza a tela após o [tempo] (em segundos).top -s Diz ao top para ser executado em modo seguro.top -i Inicia o top ignorando o tempo de processos zumbis.top -cMostra a linha de comando ao invés do nome do programa.**(k-) Você será perguntado pelo número de identificação do processo (PID). Este comando não estarádisponível caso esteja usando o top* com a opção -s.**Top - é um programa que continua em execução mostrando continuamente os processos que estão rodandoem seu computador e os recursos utilizados por eles: tempo usado na CPU, detalhes sobre o uso da memóriaRAM, Swap, disponibilidade para execução de programas no sistema, etc. Para sair do top pressione “q”.2. TECLAS UTILIZADAS COM FREQUENCIAPressione a tecla ParaBack Space Apagar um caracter à esquerda do cursorDelete Apagar o caracter acima do cursorCTRL+A Mover o cursor para o inicio da linha de comandos.CTRL+E Mover o cursor para o fim da linha de comandosCTRL+U *Apagar o que estiver à esquerda do cursor.CTRL+K *Apagar o que estiver à direita do cursor.
  3. 3. CTRL+L Limpar a tela e manter o texto que estiver sendo digitado na linha decomandoCTRL+Y *Colocar o texto que foi apagado na posição atual do cursor.ALT+<F1> a <F6> Acessar outros terminais virtuais (modo texto)CTRL+ ALT+ <F1> a <F6> Acessar outros terminais virtuais (caso esteja no modo gráfico)CTRL+ALT+ <F7> Voltar ao modo gráfico3. CARACTERES CURINGASComando Descrição; Os comandos podem ser executados em seqüência (um após o término do outro) seos separarmos com ;* Faz referência a um nome completo/restante de um arquivo/diretório.? Faz referência a uma letra naquela posição.[a-z] [0-9]Faz referência a caracteres de a até z seguido de um caracter de 0 até 9.X{ab,01} Faz referência a seqüencia de caracteres Xab ou X01X{a-z,10} Faz referencia a seqüencia de caracteres Xa-z e X10DICA: Você pode retornar comandos já digitados pressionando as teclas Seta para cima /Seta para baixo. A tela pode ser rolada para baixo ou para cima segurando a tecla SHIFT epressionando PGUP ou PGDOWN.4. ESTRUTURA BÁSICA DE DIRETÓRIOS DO SISTEMA LINUXO sistema GNU/Linux possui a seguinte estrutura básica de diretórios organizados segundo oFHS (Filesystem Hierarchy Standard):Diretório Descrição/bin Contém arquivos programas do sistema que são usados com freqüência pelosusuários./boot Contém arquivos necessários para a inicialização do sistema./cdrom Ponto de montagem da unidade de CD-ROM./media Ponto de montagem de dispositivos diversos do sistema (rede, pen-drives,CD-ROM em distribuições mais novas)./dev Contém arquivos usados para acessar dispositivos (periféricos) existentes no
  4. 4. computador./etc Arquivos de configuração de seu computador local./floppy Ponto de montagem de unidade de disquetes ./home Diretórios contendo os arquivos dos usuários./lib Bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel./lost+found Local para a gravação de arquivos/diretórios recuperados pelo utilitário“fsck.ext2”. Cada partição possui seu próprio diretório lost+found./mnt Ponto de montagem temporário./proc Sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido,ele é colocado lá pelo kernel e usado por diversos programas que fazem sualeitura, verificam configurações do sistema ou modificar o funcionamento dedispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos./root Diretório do usuário root./sbin Diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração econtrole do funcionamento do sistema./tmp Diretório para armazenamento de arquivos temporários criados porprogramas./usr Contém maior parte de seus programas. Normalmente acessível somentecomo leitura./var Contém maior parte dos arquivos que são gravados com freqüência pelosprogramas do sistema, e-mails, spool de impressora, cache, etc.5. TERMOS E DEFINIÇÕESCompilação – é basicamente a conversão de um programa em linguagem humana para a linguagem demáquina. Um arquivo binário é gerado através de um arquivo de programa (formato texto).*O compilador é programa que permite transformar este código escrito na linguagem de programaçãousada em linguagem de máquina, gerando o binário que pode ser executado. Um exemplo de compiladormuito usado atualmente é o GCC da Free Software Fundation, que possui módulos para compilarprogramas de várias linguagens.
  5. 5. Case Sensitive – sistema que diferencia letras maiúsculas e minúsculas nos arquivos.PID - Número de identificação do processoForeground (Primeiro plano) – Execução de um programa em primeiro plano. Um novo comando só podeser executado após o término da execução de um programa.Background (Segundo Plano) – É possível a execução de um novo comando, sem terque aguardar o término da execução de um programa. É mostrado um número PID(identificação do Processo) e o aviso de comando é novamente mostrado, permitindo o uso normal dosistema.*Processos em segundo plano são iniciados usando o símbolo "&" no final da linha de comando.Processos Zumbis - Cada processo criado recebe um lugar na tabela de processos do kernel. Quando oprocesso termina, seu lugar na tabela do kernel recebe o resultado da sua execução.O resultado da execução é retido na tabela até alguém consultá-lo quando, então, é removido da tabela. Oestado do processo é chamado de "zumbi" quando o mesmo termina e seu resultado ainda não foi retiradoda tabela do kernel. Se um programa cria um processo e demora para consultar seu resultado após seutérmino, o processo permanece como "zumbi". Geralmente, é um bug do programa pai do processo. Seexistirem muitos processos "zumbi", pode ser necessário terminar o programa pai para desocupar a tabelade processos do kernel.Dica:• não é recomendado gravar nomes de arquivos e diretórios com espaços. Porque seránecessário colocar o nome do arquivo entre "aspas" para acessá-lo (por exemplo, cat"Trabalho de Historia.txt"). Ao invés de usar espaços, prefira capitalizar o arquivo(usar letras maiúsculas e minúsculas para identifica-lo): TrabalhodeHistoria.txt.• A localização de um arquivo pode ser feito através de uma característica do shell doLinux (shell bash): a completação de nomes. Ex: se digitar “ls tes”,pressionar <tab>, o Bash localizará todos os arquivos que iniciam com"tes" e completará o restante do nome. Se der um “beep”, pressione tabnovamente (listará mais de uma, ou não achou nenhuma).6. IDENTIFICAÇÃO DE DISCOS E PARTIÇÕES EM SISTEMAS LINUXAbaixo algumas identificações de discos e partições em sistemas Linux:Diretório Dispositivo Equivalente/dev/fd0 Primeira unidade de disquetes (A:/)/dev/fd1 Segunda unidade de disquetes./dev/hda Primeiro disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primarymaster).IDE - 0/dev/hda1 Primeira partição do primeiro disco rígido IDE. C://dev/hdb Segundo disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primaryslave).IDE – I/dev/hdb1Primeira partição do segundo disco rígido IDE. D://dev/sda Primeiro disco rígido na primeira controladora SCSI ou SATA. SATA/dev/sda1 Primeira partição do primeiro disco rígido SCSI ou SATA./dev/sdb Segundo disco rígido na primeira controladora SCSI ou SATA./dev/sdb1 Primeira partição do segundo disco rígido SCSI ou SATA./dev/sr0 Primeiro CD-ROM SCSI. E://dev/sr1 Segundo CD-ROM SCSI. F:/
  6. 6. /dev/xda Primeiro disco rígido XT./dev/xdb Segundo disco rígido XT.6.1 Tipo de sistema de arquivos usado na partição que será montada:Tipo Partiçãoext2 Para partições gnu/linuxmsdos, Para partições dos (sem nomes extensos dearquivos)vfat, Para partições win 95 (com suporte a nomesextensos de arquivos)iso9660. Para unidades de cd-rom7. CONTROLE DE EXECUÇÃO DE PROCESSOSComando DescriçãoCTRL+C cancelar a execução de algum processo rodando em primeiro planoCTRL+Z parar a execução de um processo rodando em primeiro planojobs mostra os processos que estão parados ou rodando em segundo plano.*fg[nº] Permite fazer um programa rodando em segundo plano ou parado, rodar em primeiroplano.**bg[nº] Permite fazer um programa rodando em primeiro plano ou parado, rodar em segundoplano.kill Permite enviar um sinal a um comando/programa.Dica:*Para desmontar uma partição: umount [dispositivo/ponto de montagem]*Processos em segundo plano são iniciados usando o símbolo "&" no final da linha de comando**Caso seja usado sem parâmetros, o “fg” utilizará o último programa interrompido (o maior númeroobtido com o comando “ jobs”).8. VARIÁVEIS DE AMBIENTEVariáveis de ambiente? O que são?Uma variável de ambiente é um objeto nomeado que contém informações usadas por um ou maisaplicativos. Muitos usuários (especialmente os novos no Linux) acham isso um pouco estranho e inútil. Masisso é errado: as variáveis de ambiente permitem modificar a configuração de um ou mais aplicativosfacilmente.Exemplos importantes
  7. 7. A tabela a seguir lista diversas variáveis usadas por um sistema Linux e descreve seu uso. Valores de exemplosão apresentados após a tabela.Variável DescriçãoPATH Esta variável contém uma lista de diretórios separados por dois-pontos nos quais oseu sistema procurará arquivos executáveis. Se você entrar com o nome de umexecutável (como por exemplo ls, rc-update ou emerge), mas esse executável nãoestiver localizado num diretório listado, o seu sistema não o executará (a menos quevocê entre o caminho completo no comando, como /bin/ls).ROOTPATH Esta variável tem a mesma função de PATH, porém só lista os diretórios que devemser verificados quando o superusuário digitar um comando.LDPATH Esta variável contém uma lista de diretórios separados por dois-pontos nos quais olinkador dinâmico procura bibliotecas.MANPATH Esta variável contém uma lista de diretórios separados por dois-pontos nos quais ocomando man deve procurar as páginas de manual.INFODIR Esta variável contém uma lista de diretórios separados por dois-pontos nos quais ocomando info procura as páginas de info.PAGER Esta variável contém o caminho para o programa usado para listar os conteúdos dosarquivos (como less ou more, por exemplo).EDITOR Esta variável contém o caminho para o programa usado para modificar o conteúdode arquivos (como nano ou vi).KDEDIRS Esta variável contém uma lista de diretórios separados por dois-pontos que contémmaterial específico do KDE.CLASSPATH Esta variável contém uma lista de diretórios separados por dois-pontos que contêmas classes de Java.CONFIG_PROTECT Esta variável contém uma lista delimitada por espaçosde diretórios que devem serprotegidos pelo Portage durante atualizações.CONFIG_PROTECT_MASK Esta variável contém uma lista de diretórios separados por espaços que devem serprotegidos pelo Portage durante as atualizações.Abaixo você encontra um exemplo de definição de todas essas variáveis:Listagem de código 1.1: Exemplos de definiçõesPATH="/bin:/usr/bin:/usr/local/bin:/opt/bin:/usr/games/bin"ROOTPATH="/sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin:/usr/local/sbin:/usr/local/bin"LDPATH="/lib:/usr/lib:/usr/local/lib:/usr/lib/gcc-lib/i686-pc-linux-gnu/3.2.3"MANPATH="/usr/share/man:/usr/local/share/man"INFODIR="/usr/share/info:/usr/local/share/info"PAGER="/usr/bin/less"EDITOR="/usr/bin/vim"KDEDIRS="/usr"CLASSPATH="/opt/blackdown-jre-1.4.1/lib/rt.jar:."CONFIG_PROTECT="/usr/X11R6/lib/X11/xkb /opt/tomcat/conf /usr/kde/3.1/share/config /usr/share/texmf/tex/generic/config/ /usr/share/texmf/tex/platex/config/ /usr/share/config"CONFIG_PROTECT_MASK="/etc/gconf
  8. 8. 8.1Definindo variáveis globalmenteO diretório /etc/env.dPara centralizar as definições dessas variáveis, o Gentoo introduziu o diretório /etc/env.d. Dentro destediretório você encontrará diversos arquivos, como por exemplo 00basic, 05gcc, etc... que contêm as variáveisnecessárias para o aplicativo mencionado no nome.Por exemplo, quando você instalou o gcc, um arquivo chamado 05gcc foi criado pelo ebuild, contendo asdefinições das seguintes variáveis:Listagem de código 2.1: /etc/env.d/05gccPATH="/usr/i686-pc-linux-gnu/gcc-bin/3.2"ROOTPATH="/usr/i686-pc-linux-gnu/gcc-bin/3.2"MANPATH="/usr/share/gcc-data/i686-pc-linux-gnu/3.2/man"INFOPATH="/usr/share/gcc-data/i686-pc-linux-gnu/3.2/info"CC="gcc"CXX="g++"LDPATH="/usr/lib/gcc-lib/i686-pc-linux-gnu/3.2.3"Outras distribuições dizem para você alterar ou adicionar essas variáveis de ambiente em /etc/profile ououtros locais. O Gentoo, por outro lado, torna fácil para você (e para o Portage) manter e gerenciar as variáveisde ambiente sem ter que prestar atenção aos inúmeros arquivos que podem contê-las.Por exemplo, quando o gcc é atualizado, o arquivo /etc/env.d/05gcc também é atualizado sem precisar deinteração com o usuário.Isto beneficia não só o Portage, mas você também, como usuário. Eventualmente pode ser pedido a você quedetermine uma certa variável de ambiente de sistema. Como exemplo, vejamos a variável http_proxy. Em vezde mexer em /etc/profile, você agora pode simplesmente criar um arquivo (/etc/env.d/99local) e entraras suas definições nele:Listagem de código 2.2: /etc/env.d/99localhttp_proxy="proxy.server.com:8080"Usar o mesmo arquivo para todas as suas variáveis é uma forma de ter uma rápida visão das variáveis que vocêdefiniu pessoalmente.O script env-updateVários arquivos em /etc/env.d definem a variável PATH. Isto não está errado: quando você executa env-update, as várias definições são adicionadas antes de atualizar as variáveis de ambiente, desta forma tornandofácil para os pacotes (ou usuários) adicionarem suas próprias definições de variáveis de ambiente sem interferircom os valores já existentes.O script env-update acrescentará os valores em ordem alfabética dos arquivos em /etc/env.d. Os nomes dearquivos devem começar com dois dígitos decimais.Listagem de código 2.3: Ordem de atualização usada pelo env-update00basic 99kde-env 99local+-------------+----------------+-------------+PATH="/bin:/usr/bin:/usr/kde/3.2/bin:/usr/local/bin"A concatenação de variáveis nem sempre acontece, só com as seguintes variáveis: KDEDIRS, PATH,CLASSPATH, LDPATH, MANPATH, INFODIR, INFOPATH, ROOTPATH, CONFIG_PROTECT,CONFIG_PROTECT_MASK, PRELINK_PATH e PRELINK_PATH_MASK. Para todas outras variáveis, o último valordefinido (em ordem alfabética dos arquivos em /etc/env.d) é usado.Quando você executa env-update, o script cria todas as variáveis de ambiente e as coloca em/etc/profile.env (que é usado pelo /etc/profile). Ele também extrai as informações da variável LDPATHe as usa para criar o /etc/ld.so.conf. Em seguida, ele roda o ldconfig para recriar o arquivo/etc/ld.so.cache usado pelo linkador dinâmico.
  9. 9. Se você quiser ter uma idéia do efeito do env-update, imediatamente após rodá-lo execute o seguinte comandopara atualizar seu ambiente. Os usuários que instalaram eles próprios o Gentoo provavelmente se lembrarãodisso das instruções de instalação:Listagem de código 2.4: Atualizando o ambiente# env-update && source /etc/profileNota: O comando acima só atualiza as variáveis em seu terminal atual, novos consoles e seus derivados. Portanto, se vocêestiver trabalhando no X11, você precisará ou digitar source /etc/profile em cada novo terminal que você abrir oureiniciar o X para que todos novos terminais herdem as novas variáveis. Se você usar um gerenciador de log-in, torne-seadministrador (root) e digite /etc/init.d/xdm restart. Se não, você precisará fazer log-out e log-in para que o X abranovos terminais com os novos valores de variáveis.8.2 Definindo variáveis localmenteEspecificas do usuárioNem sempre você deve definir uma variável de ambiente globalmente. Por exemplo, você pode querer adicionar odiretório /home/usuario/bin e o diretório de trabalho atual (o diretório em que você está) à variável PATH, semque todos os outros usuários do sistema a tenham em seus PATHs. Se você quiser definir uma variável deambiente localmente, deve usar o ~/.bashrc ou o ~/.bash_profile:Listagem de código 3.1: Estendendo o PATH para uso local no ~/.bashrcPATH="${PATH}:/home/usuario/bin"Quando você re-logar, a sua variável PATH será atualizada.Específico para a sessãoÀs vezes definições ainda mais estritas são necessárias. Você pode querer usar binários de um diretóriotemporário que você criou sem usar o caminho até os binários nem editar o ~/.bashrc para o pouco tempo quevocê precisará dele.Neste caso, você pode simplesmente definir a variável PATH na sua sessão atual usando o comando export.Enquanto você não se deslogar, a variável PATH usará as definições temporárias.Listagem de código 3.2: Definindo uma variável de ambiente específica a uma sessão# export PATH="${PATH}:/home/meu_usuário/tmp/usr/bin"

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