Jornalismo e Web2.0

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Artigo apresentado em Questões Contemporâneas do Jornalismo

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  • diplômé de l' Institut d'études politiques de l'université de Paris en 1966, et il obtient une maîtrise de droit public en 1964. Il fait partie de la promotion Nieman fellow 1992-1993, organisée par la Fondation Nieman pour le journalisme de l’université Harvard ( photographie de la promotion 1993 ). En 2000, il passe un doctorat d’études latino-américaines en sciences politiques, à la Sorbonne Nouvelle Paris III . Sa première expérience journalistique se déroule en 1968 pour l' AFP à Saïgon lors de l’ offensive du Têt , et à Prague lors de l’intervention soviétique. Au cours de sa carrière, il est journaliste et correspondant régional pour l’ Amérique latine pour un grand nombre de publications : Le Monde , Le Monde diplomatique , Partir , Le Progrès , Libération , L'Unité , Le Matin , Les Dernières Nouvelles d'Alsace , La Presse de Montréal , Ouest-France , Le Provençal , Le Nouvel Observateur , Le Journal de Genève , Panorama , El País , Reforma …
  • Jornalismo e Web2.0

    1. 1. Apresentação Artigo <ul><li>Jornalismo e Web 2.0 </li></ul><ul><li>Francis Pisani </li></ul><ul><ul><li>Nieman Fellow 1993 </li></ul></ul><ul><ul><li>Blogger freelance </li></ul></ul><ul><ul><li>Colunista de tecnologias informação e new media em São Francisco para diversos jornais europeus e latino-americanos </li></ul></ul><ul><ul><li>Dá aulas na Universidade da Califórnia e na Universidade de Stanford. </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.francispisani.net/ </li></ul></ul><ul><ul><li>http://fr.wikipedia.org/wiki/Francis_Pisani </li></ul></ul>
    2. 2. Fundamental <ul><li>“ Os potenciais leitores de amanhã estão a utilizar a Web de maneiras que dificilmente conseguimos imaginar, e se quisermos continuar a ser significantes para eles, teremos de entender como .” </li></ul>
    3. 3. YouTube.com <ul><li>Criado em Fevereiro 2005 </li></ul><ul><li>Mais de 100 milhões visualizações de vídeos em meados 2006 </li></ul><ul><li>Comprado pelo Google por $1.65 biliões (€ 1,17 biliões) 9 Outubro 2006. </li></ul>
    4. 4. Aprender com o YouTube <ul><li>Quantas pessoas com banda-larga </li></ul><ul><li>Quantas pessoas produzem e publicam &quot;conteúdos&quot; </li></ul><ul><li>Número de pessoas que preferem esta visão do mundo à dos jornalistas. </li></ul><ul><li>“ Se queremos alcançar estas mesmas pessoas, é melhor que saibamos do que se trata, entendê-lo e reagir em conformidade.” </li></ul>
    5. 5. Web 2.0? <ul><li>Conceito criado depois crash do dot-com </li></ul><ul><li>Nenhuma tecnologia nova </li></ul><ul><li>Mistura de aplicações e conteúdos </li></ul><ul><li>Housing Maps </li></ul><ul><li>“ Experiência significativamente diferente, sobre a qual os jornalistas precisam de aprender muito mais, para encontrarem formas efectivas de a utilizar no trabalho que fazem.” </li></ul>
    6. 6. Elementos da Web 2.0 <ul><li>Plataforma Web </li></ul><ul><li>Receber, publicar e modificar </li></ul><ul><li>Banda-larga </li></ul><ul><li>Partilha </li></ul><ul><li>Efeitos da rede: inteligência colectiva </li></ul>
    7. 7. Jornalismo e Web 2.0 <ul><li>Nova cultura: novo olhar sobre os media </li></ul><ul><li>Motores busca: fontes de sites noticiosos </li></ul><ul><li>Wikipedia </li></ul><ul><li>“ Utilizadores colocam no site o que têm para oferecer, utilizando se desejarem um formato multimedia e sem limitação de espaço. Softwares interactivos facilitam a criação e, em retorno, contribuem para o reconhecimento e tráfego de pessoas. “ </li></ul>
    8. 8. Desafiam os media tradicionais <ul><li>Sites mais conhecidos: </li></ul><ul><ul><li>Google News </li></ul></ul><ul><ul><li>Yahoo! News </li></ul></ul><ul><ul><li>Wikinews </li></ul></ul>
    9. 9. Também desafiam os media <ul><li>Sites menos conhecidos: </li></ul><ul><ul><li>del.icio.us , Digg.com , NewsVine.com , Wikio.com , ChicagoCrime.org , www.cnrneighbors.org , NewsTrust.net </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Estes sites afectam profundamente o jornalismo. A apresentação multimedia substitui a utilização de apenas um meio. As questões que envolvem a selecção de estórias, a organização e a apresentação tornam-se proeminentes numa época em que o fenómeno dos blogs não pode ser ignorado.” </li></ul></ul>
    10. 10. Papel dos editores <ul><li>Os editores têm de estar atentos a: </li></ul><ul><ul><li>Sites que utilizam algoritmos para redistribuir estórias na sua home page: Google News , Le Monde.fr </li></ul></ul><ul><ul><li>Motores de busca que direccionam os leitores para artigos, ultrapassando a orientação dos editores </li></ul></ul><ul><ul><li>RSS e agregadores, onde os utilizadores “agarram” o que querem de fontes que gostam e organizam-nas em espaços personalizados como o Google Reader </li></ul></ul>
    11. 11. Jornalistas adaptam-se <ul><li>Bons exemplos: </li></ul><ul><ul><li>El País </li></ul></ul><ul><ul><li>Le Monde </li></ul></ul><ul><ul><li>Clarin.com (Buenos Aires) </li></ul></ul><ul><ul><li>BBC </li></ul></ul><ul><ul><li>Ohmynews </li></ul></ul><ul><ul><li>www.cyberjournalist.net </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Os jornalistas terão de aprender a praticar o seu ‘comércio’ com o mesmo rigor e valores de uma forma mais modesta” </li></ul></ul>
    12. 12. Que futuro? <ul><li>Ainda não existe nenhum modelo claro para a Web como plataforma da prática do jornalismo </li></ul><ul><li>Um novo ecossistema de notícias terá de se desenvolver. As pessoas participam. Já não são meras audiências. </li></ul><ul><li>A Web 2.0 é um desafio, tal como foram inicialmente os blogs </li></ul>
    13. 13. Conclusão <ul><li>“ Em vez de assumirem uma posição defensiva face a estes desafios, os jornalistas deveriam entrar em diálogo com aqueles que não foram treinados como nós e encontrar formas que os ajudem a compreender e adquirir os valores e competências que tornem o que fazemos útil para a sociedade.” </li></ul>

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