CROMATOGRAFIA GASOSA      Fabio Augusto      Instituto de Química - Unicamp     Caixa Postal 6154 - 13084-971 Campinas SP ...
CROMATOGRAFIA GASOSA                                   Aplicabilidade                    Quais misturas podem ser separada...
© Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010                                    O Cromatógrafo a Gás                       ...
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FASES ESTACIONÁRIAS                                               Conceitos GeraisLÍQUIDOS Depositados sobre a superfície ...
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COLUNAS CAPILARES                  Comprimento da Coluna                                        L   = 15 m                ...
COLUNAS CAPILARES                                      Fast GC: Colunas Capilares Finas     Necessário controle acurado de...
DETECTORES                                 Definições GeraisDispositivos que geram um sinal elétrico proporcional à quanti...
DETECTORES   ClassificaçãoUNIVERSAIS: Geram sinal paraqualquersubstância eluida.SELETIVOS: Detectam apenas substâncias com...
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DETECTORES                               Detector por Ionização em ChamaPRINCÍPIO Formação de íons quando um analito é que...
DETECTORES                              Características Operacionais do FID  SELETIVIDADE Seletivo para substâncias que co...
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DETECTORES                            Parâmetros Básicos de DesempenhoQUANTIDADE MÍNIMA DETECTÁVEL Massa de um analito que...
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ANÁLISE QUALITATIVA                            Tempos de RetençãoComparação de t’R usando dopagem (“spiking”) da amostra c...
ANÁLISE QUALITATIVA                                  Índice de Retenção de Kovàts                O índice de retenção de K...
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  1. 1. CROMATOGRAFIA GASOSA Fabio Augusto Instituto de Química - Unicamp Caixa Postal 6154 - 13084-971 Campinas SP augusto@iqm.unicamp.br © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  2. 2. CROMATOGRAFIA GASOSA Aplicabilidade Quais misturas podem ser separadas por GC ?(para uma substãncia qualquer poder ser “arrastada” por um fluxo de um gás ela deve ser dissolver - pelo menos parcialmente - nesse gás) Misturas cujos constituintes sejam VOLÁTEIS (=“evaporáveis”) DE FORMA GERAL: GC é aplicável para separação e análise de misturas cujos constituintes tenham PONTOS DE EBULIÇÃO de até 300oC e que sejam termicamente estáveis. © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  3. 3. © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010 O Cromatógrafo a Gás 1 6 2 4 5 31 - Reservatório de Gás e Controles de Vazão / Pressão 4 - Detector2 - Injetor (Vaporizador) de Amostra 5 - Eletrônica de Tratamento (Amplificação) de Sinal3 - Coluna Cromatográfica e Forno da Coluna 6 - Registro de Sinal (Registrador ou Computador) Observação: em vermelho: temperatura controlada
  4. 4. INSTRUMENTAÇÃO Gás de ArrasteFase Móvel em GC: NÃO interage com a amostra - apenas a carrega através da coluna. Assim é usualmente referida como GÁS DE ARRASTE INERTE Não deve reagir com a amostra, fase estacionária ou superfícies do instrumento. Requisitos: PURO Deve ser isento de impurezas que possam degradar a fase estacionária. oxida / hidroliza algumas FE Impurezas H2O, O2 incompatíveis com DCE típicas em gases e seus efeitos: hidrocarbonetos ruído no sinal de FID © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  5. 5. INSTRUMENTAÇÃO Gás de Arraste CUSTO Gases de altíssima pureza podem ser muito caros. A = 99,995 % (4.5) C B = 99,999 % (5.0) CUSTO B C = 99,9999 % (6.0) A PUREZACOMPATÍVEL COM DETECTOR Cada detector demanda um gás de arraste específico para melhor funcionamento. Seleção de Gases de Arraste em Função do Detector: DCT He , H2 FID N2 , H2 DCE N2 (SS), Ar + 5% CH4 © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  6. 6. © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010 INSTRUMENTAÇÃO Alimentação de Gás de Arraste Componentes controladores de vazão / pressão de gás necessários à linha de gás: dispositivos para purificação de gás (“traps”) 3 4 6 2 1 51 - Cilindro de Gás 2 - Regulador de Pressão Primário3 - “Traps” para eliminar impurezas do gás 4 - Regulador de Pressão Secundário5 - Regulador de Vazão (Controlador Diferencial de Fluxo) 6 - Medidor de Vazão (Rotâmetro) Nota: Tubos e Conexões: Aço Inox ou Cobre
  7. 7. INSTRUMENTAÇÃO Microsseringas para Injeção LÍQUIDOS Capacidades típicas: 1 µL, 5 µL e 10 µL êmbolo agulha (inox 316) Microseringa de 10 µ L: corpo (pirex) corpo agulhaMicroseringa de 1 µ L (seção ampliada): guia êmbolo (fio de aço soldado ao guia) © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  8. 8. © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010 INSTRUMENTAÇÃO Dispositivos de Injeção de Amostra Os dispositivos para injeção (INJETORES ou VAPORIZADORES) devem prover meios de introdução INSTANTÂNEA da amostra na coluna cromatográfica Injeção instantânea: Injeção lenta:t=0t=x
  9. 9. INSTRUMENTAÇÃO Parâmetros de InjeçãoTEMPERATURA DO INJETOR Deve ser suficientemente elevada para que a amostra vaporize-seimediatamente, mas sem decomposição Regra Geral: Tinj = 50oC acima da temperatura de ebulição do componente menos volátilVOLUME INJETADO Depende do tipo de coluna e do estado físico da amostra Amostras Amostras COLUNA Líquidas Gasosas empacotada ∅ = 3,2 mm (1/4”) 0,2 µL ... 20 µL 0,1 ml ... 50 mL capilar ∅ = 0,25 mm 0,01 µL ... 3 µL 0,001 ml ... 0,1 mL Sólidos: convencionalmente se dissolve em um solvente adequado e injeta-se a solução © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  10. 10. 1 INSTRUMENTAÇÃO Injetor “on-column” Convencional 2 3 41 - Septo (silicone)2 - Alimentação de gás de arraste)3 - Bloco metálico aquecido4 - Ponta da coluna cromatográfica © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  11. 11. INSTRUMENTAÇÃO Injeção “on-column” de líquidos1 2 31 - Ponta da agulha da 2 - Amostra injetada e 3 - “Plug” de vapor de microseringa é vaporizada amostra forçado pelo gásintroduzida no início da instantâneamente no de arraste a fluir pela coluna início da coluna. coluna. © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  12. 12. COLUNAS CAPILARES Injetor com Divisão (Split Injector)Permite introdução de ~nL de amostras fluidas com microseringas convencionais de 1 - 10 µL 3 6 2 5 8 1 4 9 7 1 Corpo aquecido do injetor 5 Válvula solenóide diversora (no modo split) 2 Controle de vazão total de gás de arraste 6 Controle de vazão da purga do septo 7 Manômetro (pressão na cabeça da coluna) 3 Septo de silicone 8 Controle de pressão na cabeça da coluna 4 Misturador (liner) de vidro 9 Coluna capilar
  13. 13. COLUNAS CAPILARES Injetor com Divisão (Split Injector)No modo split, o fluxo totalde gás de arraste é dividido em três componentes: Ftotal Vazão total de entrada Fsepto Ftotal Fsepto Fpurga Vazão de purga do septo Fpurga Vazão de purga do injetor Fcol Vazão da coluna Fcol
  14. 14. COLUNAS CAPILARESInjeção com Divisão (Split Injector) 1Agulha de microseringa contendo amostra líquida / gasosaintroduzida no injetor através do septo - ponta da agulha deve penetrar no recheio do liner © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  15. 15. COLUNAS CAPILARESInjeção com Divisão (Split Injector) 2Amostra é injetada no recheio do liner, onde se vaporiza instantaneamente (?) e se dilue homogeneamente (?) no gás de arraste que passa pelo liner © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  16. 16. COLUNAS CAPILARESInjeção com Divisão (Split Injector) 3A amostra vaporizada e diluída no gás de arraste emerge do liner © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  17. 17. COLUNAS CAPILARES Injeção com Divisão (Split Injector) 4 O plugue de vapor de amostradiluído no gás de arraste se divide entre os dois fluxos de saída: parte do material entra na colunae parte vai para a purga do injetor, sendo desprezado © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  18. 18. COLUNAS CAPILARES Injeção com Divisão: Razão de Divisão A quantidade de amostra introduzida na coluna depende do volume injetado e da razão de divisão (fração da amostra não descartada):  (Fpurga + Fcol ) SR Razão de Divisão SR = 1 :   Fpurga Vazão da Purga do Injetor  Fcol  Fcol Vazão na Coluna Fcol = 1.1 mL min-1  (145 + 1.1)EXEMPLO SR = 1 :  SR = 1 : 133 Fpurga = 145 mL min-1  1 .1  Se Vinj = 0.5 L, o volume de amostra introduzido na coluna é (0.5/133) = 0.0038 L = 38 nL !!! VALORES ADMISSÍVEIS TÍPICOS PARA RAZÕES DE DIVISÃO Colunas convencionais (dc = 0.25 - 0.32 mm): 1:50 ... 1:500 Colunas de diâmetro alto (dc = 0.53 mm) ou filmes espessos de FE: 1:5 ... 1:50 Colunas para Fast GC (dC = 0.10 - 0.05 mm): até 1:1000 © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  19. 19. COLUNAS CAPILARES Injeção com Divisão: Prós e Contras Operação e otimização de parâmetros operacionais☺ relativamente simples. Espécies em concentração reduzida na amostra podem não ser detectadas, já que as quantidades efetivamente cromatografadas são reduzidas. Exatidão e precisão piores que as de outras técnicas de injeção; © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010 para análise quantitativa é mandatório o uso de padronização interna. Apesar de suas deficiências, provavelmente ainda é a técnica de injeção mais popular em Cromatografia Gasosa de Alta Eficiência É quase mandatória quando a maior parte dos constituintespresentes na mistura deve ser detectada (óleos essenciais, materiais petroquímicos, screening de amostras ambientais, etc.)
  20. 20. INSTRUMENTAÇÃO Colunas: Definições Básicas EMPACOTADA CAPILAR ∅ = 3 a 6 mm ∅ = 0,1 a 0,5 mm L = 0,5 m a 5 m L = 5 m a 100 mRecheada com sólido pulverizado (FE sólida Paredes internas recober-tas com um filmeou FE líquida depositada sobre as partículas fino (fra-ção de µ m) de FE líquida ou sólida do recheio) © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  21. 21. INSTRUMENTAÇÃO Temperatura da Coluna Estrutura química Além da interação com a FE, o do analito tempo que um analito demorapara percorrer a coluna depende p0 = f de sua PRESSÃO DE VAPOR (p0). Temperatura da coluna Temperatura Pressão Velocidade da de de coluna vapor migração ANALITO ELUI MAIS RAPIDAMENTE (MENOR RETENÇÃO) © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  22. 22. INSTRUMENTAÇÃO Programação Linear de TemperaturaMisturas complexas (constituintes com volatilidades muito diferentes) separadas ISOTERMICAMENTE: TCOL BAIXA: TCOL ALTA: - Componentes mais voláteis não são- Componentes mais voláteis são separados separados- Componentes menos voláteis demoram a - Componentes menos voláteis eluem mais eluir, saindo como picos mal definidos rapidamente
  23. 23. INSTRUMENTAÇÃO Programação Linear de Temperatura Consegue-se boa separação dos componentes da amostra em menor tempoA temperatura do forno pode ser variada linearmente durante a separação: Parâmetros de programação: TFIM TEMPERATURA TINI Temperatura Inicial TFIM Temperatura Final R TINI tINI Tempo Isotérmico Inicial tFIM Tempo Final do Programa tINI tFIM TEMPO R Velocidade de Aquecimento © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  24. 24. INSTRUMENTAÇÃO Programação Linear de Temperatura Possíveis problemas associados à PLT:VARIAÇÕES DE VAZÃO DO GÁS DE ARRASTEA viscosidade de um gás aumenta com atemperatura. viscosidade vazãoDERIVA (“DRIFT”) NA LINHA DE BASE Devidoao aumento de volatilização de FE líquida © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  25. 25. COLUNAS CAPILARES Definições BásicasTubo fino de material inerte com FE líquida ou sólida depositada sobre as paredes internas sílica fundida ø = 0,1 mm MATERIAL vidro pirex a 0,5 mm DO aço inox Nylon L=5m TUBO Silcosteel a 100 mColunas de sílica são revestidas externamente com camada de poliimida para aumentar resistência mecânica e química L= N Colunas mais eficientes Capilares x CAPILARES FC = 1 ... 10 mL.min-1 Controle de vazão mais difícil Empacotadas: Vi Dispositivos especiais de injeção Famílias de Colunas Capilares WCOT (Wall coated open tube) FE liquida depositada (ligada // entrecruzada) sobre as paredes internas. PLOT (Porous layer open tube) Camada de FE sólida presa às paredes internas SCOT (Support coated open tube) Predes internas revestidas com material de recheio similar ao das empacotadas
  26. 26. FASES ESTACIONÁRIAS Conceitos GeraisLÍQUIDOS Depositados sobre a superfície de: sólidos porosos inertes (colunas empacotadas) ou de tubos finos de materiais inertes (colunas capilares) SUPORTE Tubo capilar de material inerte Sólido inerte poroso FE líquida Para minimizar a perda de FE líquida por volatilização, normalmente ela é: Entrecruzada: as cadeias Quimicamente ligadas: as cadeias poliméricas são quimicamente poliméricas são “presas” ao suporte por ligadas entre si ligações químicas SÓLIDOS Colunas recheadas com material finamente granulado (empacotadas) ou depositado sobre a superfície interna do tubo (capilar) © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  27. 27. FASES ESTACIONÁRIAS Famílias de FE Líquidas Estrutura Química: POLIGLICÓIS Muito polares; sensíveis a umidade e oxidação; ainda muito importantes. Principais: Polietilenoglicol (nomes H O CH2 CH2 OH comerciais: Carbowax, AT-Wax, Supelcowax, HP-Wax, etc.) n 1 - C2 2 - t-C4 3 - C3 2 - s-C4 1 - Py 2 - 2-MePy 3 - 4-MePy 4 - DMBA 5 - C2 acril. 6 - i-C4 5 - C4 8 - i-C5 5 - NNDMA 6 - anilina 7 - o-MeAn 8 - 2,6DMA 9 - C5 10 - 2-etoxietil 9 - 2,4DMA 10 - 3,5DMA ACETATOS (© Alltech) PIRIDINAS E ANILINAS (© Alltech) Coluna: AT-Wax (30 m x 0,32 mm x 1,00 µm) Coluna: AT-Wax (30 m x 0,53 mm x 1,20 µm) TCOL: 5 min a 40oC → 10oC. min-1 → 180oC TCOL: 40oC → 10oC. min-1 → 200oC Gás de Arraste: He @ 1,6 mL.min-1 Gás de Arraste: He @ 20 mL.min-1Detector: FID Amostra: 0,5 µL sol. CS2 / SR = 1:50 Detector: FID © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  28. 28. FASES ESTACIONÁRIAS Famílias de FE Líquidas SILICONES (polisiloxanas) As FE mais empregadas em GC. Cobrem ampla faixa de polaridades e propriedades químicas diversas. CH3 R1 CH3 H3C Si O Si O Si CH3 R1, R2 = qualquer radical orgânico CH3 R2 CH3 n - Ligação Si-O extremamente estável = elevada estabilidade térmica e química das FE.- Silicones são fabricados em larga escala para diversas aplicações = minimização de custo do produto + tecnologia de produção e purificação largamente estudada e conhecida. - Praticamente qualquer radical orgânico ou inorgânico pode ser ligado à cadeia polimérica = FE “ajustáveis” a separações específicas - Facilidade de imobilização por entrecruzamento e ligação química a suportes © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  29. 29. COLUNAS CAPILARES Diâmetro Interno dC = 0,10 mm Aumento no diâmetro da coluna causa alargamento de pico e diminuição da retenção = MENOR EFICIÊNCIA dC = 0,25 mm = MENOR RESOLUÇÃO© SGE Australia © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  30. 30. df = 0,25 µm COLUNAS CAPILARES Espessura do filme de FE df = Eficiência mas também df = 0,50 µm df = Retenção df = Seletividade df = 1,00 µm© SGE Australia © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  31. 31. COLUNAS CAPILARES Comprimento da Coluna L = 15 m L = Seletividade L = Resolução L = Número de pratos L = 30 m porém L = Tempo de Análise L = 60 m© SGE Australia © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  32. 32. COLUNAS CAPILARES Fast GC: Colunas Capilares Finas Necessário controle acurado de vazão (controle eletrônico de pressão) e altas velocidades de aquecimento da coluna Óleo Essencial de Limão Separação Convencional: Coluna DB-5 (60 m x 0,25 mm x 0,25 µm); Gás de Arraste: He @ 25 cm/s; Forno: 8 min @ 75°C → 4°C/min → 5 min @ 200°C; Vinj = 1 µL (SR = 1/150) Separação Rápida: Coluna DB-5 (20 m x 0,10 mm x 0,10 µm); Gás de Arraste: H2 @ 60 cm/s; Forno: 3 min @ 40°C → 30°C/min → 3 min @ 185°C; Vinj = 1 µL (SR = 1/275)© Agilent
  33. 33. DETECTORES Definições GeraisDispositivos que geram um sinal elétrico proporcional à quantidade eluida de um analito ~ 60 detectores já usados em GC ~ 15 equipam cromatógrafos comerciais 4 respondem pela maior parte das aplicações DCT TCD FID FID Detector por Detector por Condutividade Ionização em Térmica Chama DCE ECD EM MS Detector por Detector Es- Captura de pectrométrico de Eletrons Massas © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  34. 34. DETECTORES ClassificaçãoUNIVERSAIS: Geram sinal paraqualquersubstância eluida.SELETIVOS: Detectam apenas substâncias comdeterminada propriedade físico-química.ESPECÍFICOS: Detectam substâncias quepossuam determinado elemento ou grupo estrutural © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  35. 35. INSTRUMENTAÇÃO Detectores Mais Importantes:DETECTOR POR CONDUTIVIDADE TÉRMICA (DCT OU TCD) Variação da condutividadetérmica do gás de arraste.DETECTOR POR IONIZAÇÃO EM CHAMA (FID OU FID) Íons gerados durante a queimados eluatos em uma chama de H2 + ar.DETECTOR POR CAPTURA DE ELÉTRONS (DCE OU ECD) Supressão de correntecausada pela absorção de elétrons por eluatos altamente eletrofílicos. ANALÓGICO Registradores XY REGISTRO DE SINAL DIGITAL Integradores Computadores © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  36. 36. DETECTORES Detector por Ionização em ChamaPRINCÍPIO Formação de íons quando um analito é queimado em uma chama de hidrogênio e oxigênio O efluente da coluna é misturado com H2 e Quando um composto orgânico elui, ele O2 e queimado. Como numa chama de H2 + também é queimado. Como na sua queima O2 não existem íons, ela não conduz são formados íons, a chama passa a corrente elétrica. conduzir corrente elétrica © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  37. 37. DETECTORES Características Operacionais do FID SELETIVIDADE Seletivo para substâncias que contém ligações C-H em sua estrutura. (como virtualmente todas as substâncias analizáveis por GC são orgânicas, na prática o FID é UNIVERSAL) NH3, NxOy Gases nobres SiX4 (X = halogênio) H2, O2, N2 Compostos que NÃO geram resposta no FID: H2O CO, CO2, CS2 HCOOH, HCHO * CCl4, peralogenados FID CH4 CO2 O2 TCD N2SENSIBILIDADE / LINEARIDADE QMD típicas = 10 pg a 100 pg com linearidade entre 107 e 108 (pg a mg) © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  38. 38. DETECTORES Características Operacionais do FIDFATORES DE RESPOSTA O fator de resposta de um composto é aproximadamente proporcional ao número átomos de carbono. Presença de heteroelementos diminui o fator de resposta. Átomo X C alifático +1,00 C aromático +1,00 Número Efetivo de Carbonos (NEC) C olefiníco +0,95 Prevê com ~20% de aproximação o fator C carbonila +0,00 de resposta de um composto. (X = Contribuição de cada átomo O álcool prim. -0,60 ao NEC) Cl alifático -0,12 Mistura com quantidades equimolares de: C2H6 → NEC = 2,00 C2H5OH → NEC = 1,40 CH3CHO → NEC = 1,00© Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  39. 39. DETECTORES Parâmetros Básicos de DesempenhoQUANTIDADE MÍNIMA DETECTÁVEL Massa de um analito que gera um pico com altura igual a trêsvezes o nível de ruído S =3 N SINAL (S) RUÍDO Qualquer componente do sinal gerado pelo detector que não se origina da amostra RUÍDO (N) Contaminantes nos gases Fontes de Impurezas acumuladas no detector Ruído Aterramento elétrico deficiente © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  40. 40. DETECTORES Parâmetros Básicos de DesempenhoLIMITE DE DETEÇÃO Quantidade de analito que gera um pico com S/N = 3 e wb = 1 unidade de tempo Mesmo detector, nível de ruído e massa de analito MAS diferentes larguras de base: wb Detector (sinal gerado, ruído) QMD = f Largura do pico cromatográfico Definindo limite de detecção como: LD é independente da [QMD] = [LD] = eficiência do sistema massa massa / tempo cromatográfico ! (ng, pg ...) (ng.s-1, pg.s-1 ...) © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  41. 41. DETECTORES Parâmetros Básicos de DesempenhoSENSIBILIDADE Relação entre o incremento de área do pico e o incremento de massa do analito S ÁREA Fator de Resposta, S: inclinação da reta Área Sensibilidade do pico x Massa do analito o mesmo incremento de massa causa um maior MASSA incremento de área Na ausência de erros A = área do pico cromatográfico determinados: m = massa do analito © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  42. 42. ANÁLISE QUALITATIVA Conceitos Gerais Identificação individual das espécies contidas na amostra Aplicações Qualitativas de GC Determinação da identidade da amostra propriamente dita Fontes de Informações Qualitativas RETENÇÃO Uso de dados de retenção de um analito para sua identificação DETECÇÃO Detectores que fornecem informações estruturais sobre as substâncias eluídasPara análise qualitativa confiável por GC é recomendável combinação de dados provenientes de pelo menos duas fontes © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  43. 43. ANÁLISE QUALITATIVA Tempos de Retenção Interações analito / FE t’R = f Pressão de vapor do analito Condições operacionais (TCOL, FC ...) AMOSTRA Comparação de Fixas as condições cromatogramas da operacionais, o tempo amostra e de umade retenção ajustado do PADRÃOanalito é uma constante solução padrão do analito suspeito © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  44. 44. ANÁLISE QUALITATIVA Tempos de Retenção Identificação por t’R é muito pouco confiável:Dependência com FC e TCOL Variações nestas condições afetam os t’R ∆TCOL = ± 0,1% VARIAÇÃO DE ± 1% NO t’R ∆FC = ± 1%Sobrecarga na coluna Aumento excessivo na massa eluida deforma o pico e altera o seu t’R Saturação da coluna MASSA cromatográfica com aumento de massa eluida provoca “cauda frontal” no pico © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  45. 45. ANÁLISE QUALITATIVA Tempos de RetençãoComparação de t’R usando dopagem (“spiking”) da amostra com o analito suspeito: aumento da confiabilidade de identificação. Amostra complexa: incerteza nos t’R medidos pode levar a identificação errônea Comparação com cromatograma da amostra dopada permite identificação mais confiável do desconhecido © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010
  46. 46. ANÁLISE QUALITATIVA Índice de Retenção de Kovàts O índice de retenção de Kovàts I para um analito é definido por: t’R (A) Tempo de retenção ajustado do analito A t’R (N) Tempo de retenção ajustado do n-alcano com N carbonos t’R (n) Tempo de retenção ajustado do n-alcano com n carbonos (n = N + 1) Interpolação logarítmica dos t’REx.: um analito com I = 874 teria um tempo de retenção ajustado equivalente ao de um n-alcano hipotético com cadeia de 8,74 átomos de carbono © Fabio Augusto (IQ - Unicamp), 2005 - 2010

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