Palestina/Canaã/IsraelMar Mediterrâneo                                       Mesopotâmia.Hoje, onde                       ...
É uma adaptação da palavra filistéia, quesignifica o terreno dos filisteus quehaviam desempenhado um papel muitoimportante...
Palestina
Esta marcação emverde chama-seCrescente Fértil. Éuma região quepossui um solo fértil                    Rio Tigrepor causa...
Este mapa, mostra a localização doCrescente Fértil bíblica no mundo antigo.Por volta de 2500 aC, grande migraçãodesenvolvi...
Canaã/PalestinaMar Mediterrâneo
O Mediterrâneo aparece nas Sagradas Escrituras com outros nomes: MarOcidental,Mar dos Felisteus,Mar deJafa.Biblicamente,el...
Gênesis 21:4, nascimento de Isaque
Mar mediterrâneo                   Palestina/Canaã
Mapa do Mundo Antigo na época da invasão                  amorreus (2000 aC)     Este mapa revela os povos do mundo antigo...
A Palestina possui vários nomes que foram se alternando no decorrer dostempos. Entre elas separamos alguns nomes mais conh...
Segundo a autora Netta Kempde Money, “Israel foi impedidode passar rumo a Canaã peladireção do nordeste, por ser o“caminho...
Tábuas da Lei   Arca da Aliança     Menorah                                  Sacerdote
O uso dos símbolosreligiosos,denominou aidentificação comogrupo depertencimento, ouseja, esses símbolostornaram-sesagrados...
O período de história dos Juízes, de                                         3° Midianitas,mais ou menos 330 anos, que se ...
Monarquia de     IsraelReinado de Saul                 Israel no reinado do                                      Rei SaulO...
As campanhas do Rei Saul             1° Amonita, 1 Sm 11:1-15 Campanhas Internas 1° Filistéia, 1 Sm 13 a 142° Filistéia, 1...
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Unificação dasTribos em Reino(Este mapa é o reinounificado)
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Os próximos mapas são os períodos doexílio. Até o último livro da Bíblia, Israelfoi subjugado por diversos Impérios.
Alexandre assumiu o reinado daMacedônia depois da morte de seu pai, FilipeII, que havia unificado a maioria das cidades-es...
Alexandre morreu depois de doze anosde     campanha        militar    constante,possivelmente          em consequência dam...
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A Palestina no Novo Testamento estavasob administração do Império Romano.Essa região tornou-se uma colôniaromana por volta...
Palestina
Organização Social  A sociedade palestinense pode ser dividida em quatro grandes grupos  socioeconômicos: os ricos, grande...
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O Judaísmo no século IMuitas pessoas pensam no judaísmo do século I dC como um bloco monolítico,uma religião solidamente u...
Os fariseus formavam um grupo ativo, numeroso e influente na Palestina desdeo século II a.C.. O termo Fariseu provavelment...
Os saduceus formavam outro grupo proeminente de judeus na Palestina entreos séculos II a.C. ao I d.C. . Não se sabe ao cer...
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Os herodianos formaram a facção que apoiou a política e o  governo da família dos Herodianos, especialmente durante  o rei...
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Além dos grupos político-religiosos aqui representados, não  podemos deixar de mencionar os outros segmentos que  particip...
Fariseus             Saduceu             EssêniosHerodianos                       Zelotes
Samaria ,era a província central                   da Palestina, situada entre acordilheira do     Judéia e a cordilheira ...
Galiléia, Coincidia essa região com oterritório que coube às tribos deZebulom, Aser, Naftali e grande parteIssacar . Era a...
Decápolis, (Deca = dez, polis = cidade),não era um termo preciso, por conseguintenão deve se considerar como umajurisdição...
2° Damasco, na Síria                         6°HIpos      5° Canatha   4° Rafana                       3° Diom            ...
Cesarea de Filipe,                                                     Mc 8:27-29                                      Caf...
Cidade de Jerusalém
Golgota, lugar dacrucificação
Paulo usou o seu conhecimento e as suas cidanias, para marcar geograficamente o contexto espacial da igreja.
Jerusalém
Este tipo de casa da comunidade e local para o serviço religioso veio doperíodo da diáspora, onde a necessidade de ter um ...
A Dinâmica da Reunião e / ou CultoOs homens da congregação, em numero indeterminado (aindaque o número mínimo de dez homen...
A Estrutura Arquitetônica  A arquitetura da sinagoga sofreu sempre a influência do país em que era  construída. Em Alexand...
Diáspora (Hebr. “galut”) significa dispersão. Nas épocas bíblicas a palavra significava refúgio e ao mesmo tempo proteção ...
2 - Arca, o tabernáculo e os rolos       4 - Banco dos                             das escrituras                     anci...
Costa:A costa Palestina é em geral muito uniforme einóspita. Ao norte do promontório da Carmelo, oLíbano projeta para o ma...
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Localização da Costa eos portos na PalestinaPortos da Palestina    Aco    Dor    Cesaréia    Jope    Gaza
PalestinaMundo Clima
O Jordão percorre 64 Km desde Hasbany até ao LagoMerom, cujas águas atravessa, para depois seguirprecipitadamente um s 24 ...
Foi, em diferentesépocas, teatro deportentosos sucessos.Sua águas se separarampara dar passagem aosisraelitas ao iniciar a...
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O Mar da Galiléia, também dito Mar de Tiberíades ou Lago de     Genesaré (em língua hebraica: ‫ ,ים כנרת‬Kinneret) é um ex...
   Principais Vales    1)Vale do Jordão    2)Vale de Jesreel    3)Vale de Acor    4)Vale de Aijalom    5)Vale de Escol   ...
Constituí    a   grande     fendageológica, que se estende desdea Síria, entre as cordilheiras daLíbano e AntiLíbano, atra...
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Monte Hermón           Características                                                       Importância HistóricaNasce na...
Monte Carmelo é uma montanha na costa de Israel com vista parao Mar Mediterrâneo. O seu nome (Karmel) significa "jardim" o...
•Monte Carmelo é uma montanha na costade Israel com vista para o Mar Mediterrâneo. Oseu nome (Karmel) significa "jardim" o...
"Uma montanha que nos fornece notável ecaracterística feição de Canaã. O MonteCarmelo é formado de pedra calcaria dura,abu...
MONTE DAS OLIVEIRASRecebe seu nome pelas oliveiras que cobriam, antigamente, suas encostas.O Monte das Oliveiras é sagrado...
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Sinai
O Monte Sinai                   (também                  conhecido            como Monte Horeb              ou Jebel Musa,...
Tábuas da Lei
É o prolongamento daAntilíbano. Em seu conjuntoos montes desta região sãomais     uniformes,    maisíngremes e de maioralt...
A Palestina, pequena em extensão, lindamente  acidentada, com grandes elevações e depressões, com  montanhas e vales, oute...
Inverno ou Estação Chuvosa:  Estende-se desde fim de outubro até metade de abril. A queda  de chuvas é muito escassa até f...
O artesanato e o comércio    marítimo marcaram a trajetória da civilização           fenícia.                             ...
Da Fenícia para o mundoOs fenícios foram responsáveispela formação de uma ricacivilização que ocupou uma faixado litoral m...
O Comércio e a EscritaCom tantos mercados, tantas ofertas, tantosfregueses, os fenícios só encontraram uma saídapara os ne...
Economia e Expansão MarítimaNo início de sua trajetória, a exemplo de outros povos da Antiguidade, osfenícios desenvolvera...
Os reis fenícios aceitavam até pagar tributos, desdeque tivessem livre iniciativa no comércio. Outraestratégia dos monarca...
O método comercial utilizado era a troca. Era possível comerciartodo o tipo de objetos: trípodes, caldeirões em bronze, ar...
O surgimento do comércioCom desenvolvimento das atividades agro-pastoris, os povosmesopotâmicos foram capazes de acumular ...
Evolução econômicaA economia dos povos mesopotâmicos, tendo grandesemelhança com o Egito, era sustentada pela produçãoagrí...
A economia e surgimento da escrita  A agricultura floresceu às margens do Tigre e do Eufrates. A base  da alimentação era ...
Daí, também, ser necessária a contabilidade da receita que se ampliava. Aescrita se desenvolveu, portanto, para controlar ...
O desenvolvimento comercial sob  o Império Babilônico  Formando um centro comercial de  grande importância e ao mesmo  tem...
Organização econômicaDevido a sua posição estratégica, a palestina era uma região de passagem. Por elacirculavam soldados,...
O comércio, tanto interno quanto externo, também era praticado.O comércio interno, pouco conhecido, consistia-se nas troca...
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Geo biblica 4

  1. 1. Palestina/Canaã/IsraelMar Mediterrâneo Mesopotâmia.Hoje, onde se encontra o Iraque, Irã, Síria...
  2. 2. É uma adaptação da palavra filistéia, quesignifica o terreno dos filisteus quehaviam desempenhado um papel muitoimportante na história hebraica, pelo queos escritores gregos e latinos o aplicarama todo o país.
  3. 3. Palestina
  4. 4. Esta marcação emverde chama-seCrescente Fértil. Éuma região quepossui um solo fértil Rio Tigrepor causa dos riosque a compõem, sãoeles: Rio Eufrates Canaã/Palestina Rio Jordão No período das chuvas, os rios ficam cheios, transbordando as suas margens, favorecendo para fertilidade do solo e contribui para Rio Nilo agricultura local.
  5. 5. Este mapa, mostra a localização doCrescente Fértil bíblica no mundo antigo.Por volta de 2500 aC, grande migraçãodesenvolvido em cima do que éconhecido como o "Crescente Fértil",que era como um grande arco de terrascultiváveis, que se estendia do golfoPérsico, para cima e ao redor daMesopotâmia e volta para Israel e Egito.
  6. 6. Canaã/PalestinaMar Mediterrâneo
  7. 7. O Mediterrâneo aparece nas Sagradas Escrituras com outros nomes: MarOcidental,Mar dos Felisteus,Mar deJafa.Biblicamente,ele é tratadosimplesmente de o mar.Sua importância é incontestável.Afirma Paul Valéry:"oMediterrâneo tem sido uma verdadeira máquina de fabricar civilizações".Com uma extensão de 4.500 km e uma superfície de três milhões dequilômetros quadrados,o Mediterrâneo é o maior dos mares internos.Suas águasbanham a Europa Meridional,a Ásia Ocidental e a África Setentrional.Famososrios deságuam em sua histórica e milenar grandeza.O Mar Mediterrâneo banha toda costa Ocidental de Israel.Nessa área,suas águassão bastante razas o que tornava impossível a aproximação de navios grandescalados.O Grande Mar por esse motivo,não era usado pelos judeus como via detransporte.Eles,aliás,sentiam-se isolados pelo Mediterrâneo.Ao contrário do profeta engolido pelo grande peixe,Paulo utilizou-se do GrandeMar para universalizar o Evangelho.O clima da região Mediterrânica é caracterizado por Verões quentes e secos eInvernos amenos, com chuva.Principais rios que deságuam no Mar Mediterrâneo:Ebro (em catalão Ebre), em EspanhaRódano (em francês Rhône), em FrançaPó (em italiano Po), na ItáliaNilo (em árabe ‫ النيل‬an-nīl), no Egipto.
  8. 8. Gênesis 21:4, nascimento de Isaque
  9. 9. Mar mediterrâneo Palestina/Canaã
  10. 10. Mapa do Mundo Antigo na época da invasão amorreus (2000 aC) Este mapa revela os povos do mundo antigo, por volta de 2000 aC Direito na virada do segundo milênio aC, os amorreus veio e engoliu todos os reinos e cidades no Oriente Médio, que eles atacaram. Eles construíram novas cidades nos montes do reino destruído, que mais tarde tornou-se a cidades cananéias da Bíblia.
  11. 11. A Palestina possui vários nomes que foram se alternando no decorrer dostempos. Entre elas separamos alguns nomes mais conhecidos:Terra de Canaã - Este nome foi dado em alusão a localidade onde osdescendentes de Canaã, neto de Noé, habitaram.Terra dos Hebreus - Para este nome existem duas vertentes de pensamentopara explicarmos a origem deste nome:a) Quanto a nomenclatura (origem da palavra) - Haber ou Habiru que significado "outro lado" ou "do além" em alusão a trajetória percorrida pelo patriarcaAbraão "além do Rio Eufrates";b) Quanto a descendência de Héber.Terra da Judéia - Refere-se a indicação ao Reino do Sul, também chamadoReino de Judá, que recebeu o nome a toda a região abrangendo todo àquelaregião;Filístia ou Filistéia - Este nome é o mesmo que Palestina, devido ao reinodos filisteus, um reino poderoso que habitou não foi destruído durante aocupação dos Israelitas quando das conquistas dos territórios. Antes daformação do Estado de Israel, em 1948, toda àquela região recebia o nome dePalestina.Terra dos Amorreus - Deriva-se do nome da Tribo mais poderosa quehabitava naquela região antes de serem subjugados pelos Israelitas
  12. 12. Segundo a autora Netta Kempde Money, “Israel foi impedidode passar rumo a Canaã peladireção do nordeste, por ser o“caminho dos filisteus”, e como Caminho dos Filisteusos egípcios haviam levantadouma linha de fortificações aolongo da única fronteiraterrestre que tinham a defender,entre o Mediterrâneo e acabeceira do Golfo de Suez ,viram-se obrigados a desviarpara o Sul em direção ao MarVermelho (Êxodo 13:17-18)”
  13. 13. Tábuas da Lei Arca da Aliança Menorah Sacerdote
  14. 14. O uso dos símbolosreligiosos,denominou aidentificação comogrupo depertencimento, ouseja, esses símbolostornaram-sesagrados,importantes ecarregava em si umsentimento deescolha peladivindade.
  15. 15. O período de história dos Juízes, de 3° Midianitas,mais ou menos 330 anos, que se Jz 6 a 8estende desde da morte de Josuéaté o começa da monarquia de Saul.Ela foi marcada pela falta de uma 2° Cananeia,autoridade central portanto as Jz 4 a5desorganizações políticas e a faltade união e progresso marcaram aépoca dos Juízes. 1° Mesopotâmica, Jz 3:1-11As emergências que chamaram à frenteaos libertadores ou Juízes sãoconhecidas como “Opressões”, sãoelas Opressões Internas e Opressões 4° Amonita, Jzexternas. 10 a 12:7 1° Filistéia,Opressão interna Jz 3:31Opressão Externa 3° Filistéia, Jz 13:16 2° Moabita, Jz 3:12-30
  16. 16. Monarquia de IsraelReinado de Saul Israel no reinado do Rei SaulO estabelecimento de umEstado em Israel foiimportante, devido acorrupção dos filhos dosJuízes, uma guarnição queestava sendo montada pelosfilisteus e as ameaças do rei Israel no reinado doAmon. Esses fatores Rei Davicontribui para o surgimentoda monarquia em Israel.
  17. 17. As campanhas do Rei Saul 1° Amonita, 1 Sm 11:1-15 Campanhas Internas 1° Filistéia, 1 Sm 13 a 142° Filistéia, 1 Sm 17 a 18Campanhas Externas 3° Amalequita, 1 Sm 14:48 e 15: 1-35 2° Moabita e a edonita, 1 Sm 14:47
  18. 18. Império de DaviSegundo Netta Kemp deMoney, Davi consegueunificar o reino, de acordocom a sua nobreza decaráter como pelaenvergadura da sua política,2 Samuel 5-24Davi reinou 7 anos sobreJudá, de sua capital Hebrom,mas com a morte de Abner,e do inepto Is-Bosete, foieleito rei de todo Israel. Emseguida se empenhou emunificar o reino, 2Sm 5:12
  19. 19. 2° Zobá e Damasco, 2Sm Destruiu o poder dos 8:12-13 Filisteus, 2Sm 5:17-25Subjugação das Tribos Vizinhas 1° Moabe, 2Sm 8:24° Amom, 2Sm 10 3° Edom, 2Sm 8:14
  20. 20. Unificação dasTribos em Reino(Este mapa é o reinounificado)
  21. 21. Império de Salomão O Rei Salomão não precisouampliar o território, como um bompolítico, soube administrar o seu reino,gozando de paz e teve a ousadia deconstruir um templo enorme emadoração há YHVH. Enfrentou alguns problemasem relação a cobrança de impostos,logo, o reino teve início há umprocesso de ruptura, determinadasregiões como a Síria, desmembrou-sedo reino.
  22. 22. Após a estabilidade política noreino de Salomão, Israelenfrentou a instabilidadepolítica, perdendo territóriosatravés da independência dospovos subjugados por Davi. Oreino davídico dividiu-se emdois, Reino de Israel e Reino deJudá. Enfrentaram váriasadversidades políticas atéculminar no Exílio
  23. 23. Os próximos mapas são os períodos doexílio. Até o último livro da Bíblia, Israelfoi subjugado por diversos Impérios.
  24. 24. Alexandre assumiu o reinado daMacedônia depois da morte de seu pai, FilipeII, que havia unificado a maioria das cidades-estados da Grécia continental sob ahegemonia da Macedônia em uma federaçãodenominada Liga de Corinto.Apósreafirmando o domínio macedônio poranulação de uma rebelião do sul cidades-estados gregas e encenar uma excursão curtamas sangrenta batalha contra os vizinhos donorteda Macedônia, Alexandre estabelecidos lestecontra o Império Persa Aquemênida, quevenceu e derrubou. Suas conquistas incluídasAnatólia, Síria, Fenícia, a Judéia, Gaza, Egito,Mesopotâmia e Bactria, e estendeu asfronteiras do seu próprio império, na medidado Punjab, na Índia. Alexandre já tinha feito planos anteriores àsua morte por e mercantil em expansãomilitar da península arábica, depois que elefoi fazer os seus exércitos para o oeste(Cartago, Roma e da Península Ibérica).Suavisão original, no entanto, tinha sido para oleste, até aos confins do mundo exterior e doGrande Mar, como é descrito por seu tutorinfância e Aristóteles mentor. Alexandre integrada muitos estrangeiros emseu exército, levando alguns estudiososcreditam a ele com uma "política defusão". Ele também encorajou os casamentosentre seus soldados e estrangeiros, e elepassou a se casar com duas princesasestrangeiras. 
  25. 25. Alexandre morreu depois de doze anosde campanha militar constante,possivelmente em consequência damalária, envenenamento, febretifóide, encefalite viral ouas consequências do alcoolismo. Seulegado e conquistas viveu muito depoisdele e marcou o início de séculos decolonização e influência cultural gregaem áreas distantes. Este período éconhecido como o período helenístico,que apresentava uma combinação degrego, Oriente Médio e culturaindiana. Alexandre se com destaque nahistória e mito do grego e não-gregasculturas. Suas façanhas inspiraram umatradição literária na qual ele aparece
  26. 26. Há uma lógica para o tamanho dosimpérios, quanto maior o império maioré a sua força.A conquista do espaço é fundamental porcausa do enriquecimento econômico,prestígio político e a dominação social,fatores que marcam a potência doImpério.
  27. 27. A Palestina no Novo Testamento estavasob administração do Império Romano.Essa região tornou-se uma colôniaromana por volta do ano 63 AC, NettaKemp diz:“No ano 63 AC o general romanoPompeu dirigiu uma expedição contra aJudéia e reduziu o país a uma provínciatributária de Roma”
  28. 28. Palestina
  29. 29. Organização Social A sociedade palestinense pode ser dividida em quatro grandes grupos socioeconômicos: os ricos, grandes proprietários, comerciantes ou elementos provenientes do alto clero; os grupos médios, sacerdotes, pequenos e médios proprietários rurais ou comerciantes; os pobres, trabalhadores em geral, seja no campo ou nas cidades; e os miseráveis, mendigos, escravos ou excluídos sociais, como ladrões. Contudo, as diferenças sociais na palestina não se pautavam somente na riqueza ou pobreza do indivíduo, mas em diversos outros critérios, como sexo, função religiosa, conhecimento, pureza étnica, etc. Ou seja, uma mulher, ainda que proveniente de uma família rica, estava numa situação social inferior a de um levita; um samaritano, apesar de ser descendente dos israelitas, devido à miscigenação, era considerado impuro e, socialmente, inferior a uma mulher judia, para citar só dois exemplos.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  30. 30. O Templo foi, até 70 dC, o mais importante centro religioso judaico. Destruídoduas vezes, estava sendo reconstruído neste período. As mulheres e os nãocircuncidados não podiam entrar no interior do Templo. Neste edifício eramrealizados os sacrifícios; o sinédrio se reunia; eram armazenadas as riquezas eimpostos dirigidos ao Templo, bem como os objetos de culto. Ou seja, oTemplo era muito mais do que um local de culto. Sobretudo, era o centro detoda a vida religiosa, econômica e política judaica. Suas atividades eorganização revelam os valores e as divisões desta sociedade, onde ossacerdotes e conhecedores da Lei possuem privilégios, só os homenscircuncidados são levados em conta e mulheres e gentios são colocados àmargem.Organizando a vida religiosa e os cultos no templo existiam um amplo clerochefiado pelo sumo-sacerdote, que provinham das famílias mais ricas judaicasda palestina. Os sacerdotes, tanto sob o governo dos herodianos quanto dosprocuradores, eram escolhidos e destituídos pelos governadores civis. Logo,este posto possuía um marcado caráter político.O sumo-sacerdote era auxiliado por diversos funcionários, todos provenientesdas famílias mais importantes: o comandante do Templo; os chefes das 24equipes semanais, os sete vigilantes, três tesoureiros.Além do sacerdote supremo, existiam cerca de 7 mil outros sacerdotesdivididos em 24 equipes que se revezavam nos serviços do Templo. Em média,cada sacerdote atuava cinco vezes por ano. Recebiam salário, que provinhados sacrifícios e do dízimo. A função sacerdotal era hereditária. Ao lado dossacerdotes, haviam 10 mil levitas, também organizados e 24 equipes. Atuavamcomo músicosou porteiros, também cinco vezes ao ano. Não recebiam salários.
  31. 31. As sinagogas também eram centros religiosos, já que nelas secultuava a Deus e era estudada a Lei, tal como ocorre ainda hoje.Nelas, qualquer judeu poderia ler e fazer comentários à Lei, o quenão ocorria na prática, função que acabava controlada pelosespecialistas nas escrituras, os escribas e rabis farisaicos.As festas religiosas também possuíam um papel destacado navida judaica. Nestas ocasiões o povo se reunia em Jerusalém ecelebrava a intervenção divina em sua História. Mais do que ummomento de comemoração, tais datas serviam para perpetuar amemória e as tradições do povo. Três festas eram consideradasmais importantes: a Páscoa, que recordava a libertação daescravidão no Egito; Pentecostes que ocorria na época da colheitae recordava a Aliança do Sinai; Tendas, que festeja o próprioTemplo.Outras práticas religiosas judaicas comuns no século I dC eram acircuncisão, a guarda do Sábado, a oração cotidiana, realizadapela manhã e à tarde. Contudo, apesar de uma aparente unidade,o Judaísmo estava subdividido em uma série de facções político-religiosas, que apresentaremos no próximo item.
  32. 32. O Judaísmo no século IMuitas pessoas pensam no judaísmo do século I dC como um bloco monolítico,uma religião solidamente unificada que o cristianismo dividiu, formando umareligião nova. Entretanto, haviam muitos subgrupos diferentes dentro de judaísmoantigo e o movimento de Jesus era, à princípio, só um deles. Assim, a separação docristianismo do judaísmo não foi súbita, mas aconteceu gradualmente.O Judaísmo no tempo de Jesus parecia muito com as divisões internas docristianismo de hoje. Todos os judeus tinham certas crenças comuns e praticaramalguns aspectos da religião: eram monoteístas, praticavam a lei de Moisés,circuncidavam-se, etc. Porém, os diferentes grupos judeus debatiam ediscordavam entre si sobre muitos detalhes, tais como as expectativas sobre oMessias, os rituais e as leis de pureza, sobre como viver sob a dominaçãoestrangeira.Para entendermos o Novo Testamento mais completamente, especialmente como avida de Jesus é apresentada nos Evangelhos, nós precisamos conhecer avariedade dos grupos judeus que existiram no primeiro século.Josefo, historiador judeu do primeiro-século, descreve três grupos principais comsuas filosofias ou modos de vida: os fariseus , Saduceus, e Essênios. Ele tambémmenciona vários outros grupos políticos e revolucionários judeus ativos noprimeiro século d.C., especialmente durante a primeira Guerra contra Roma (66-70 d. C.). O Novo Testamento menciona os Fariseus e Saduceus, além de váriosoutros grupos identificáveis a partir da pequenas menções. São estas informaçõesque nos permitem reconstruir tais partidos político-religiosos. A seguir, vamosapresentar os principais grupos e suas características:http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  33. 33. Os fariseus formavam um grupo ativo, numeroso e influente na Palestina desdeo século II a.C.. O termo Fariseu provavelmente significa, em hebreu, separadoe se refere à observância rígida das leis e tradições por parte dos membros dogrupo (Lc. 18:10-12). Seus líderes eram chamados de rabinos ou professores, talcomo Gamaliel, já que se dedicavam a estudar e comentar as escrituras (Atos5:34; 22:3).Os Fariseus aderiram e defendiam a observância rígida do sábado sagrado, dosrituais de pureza, do dízimo, das restrições alimentares, baseando-se nasEscrituras hebraicas e em tradições orais mais recentes (Mc. 7:1-13; Mt. 15:1-20). Se opunham à romanização e à helenização. Seus maiores rivais políticos ereligiosos foram, durante muito tempo, os Saduceus, principalmente devido apostura pró-roma deste grupo. Esta rivalidade, contudo, não os impedia deunirem-se em alguns momentos em que os objetivos faziam-se comuns.Em sua maioria, os fariseus eram leigos, ainda que entre eles fossemencontrados alguns levitas e membros do Sinédrio (Atos 5:34). Consideravam-sesucessores de Esdras e dos primeiros escribas. Eram os freqüentadores dassinagogas e buscavam divulgar a interpretação da Lei escrita e oral.Em contraste com os Saduceus (Mc. 12:18-27), os Fariseus acreditavam naressurreição dos mortos, no livre arbítrio do homem, na onipresença de Deus,no papel da Lei como um freio para os impulsos negativos dos homens (Atos23:1-8). Os Evangelhos os retratam como os principais oponentes de Jesus (Mc.8:11; 10:2) e que teriam conspirado junto com os herodianos para matá-lo (Mc.3:6). Por outro lado, Jesus dirige algumas críticas severas contra a hipocrisia ecegueira do Fariseus (Mt. 23; Jo. 9). Contudo, em termos teológicos, cristãos efariseus concordavam em alguns aspectos, o que explica o grande número defariseus que acabaram por tornar-se cristãos (Atos 15:5). Paulo, antes deconverter-se ao cristianismo, era um fariseu (Fil. 3:5; Atos 23:6; 26:5).Mesmo após a Guerra Judaica, os fariseus permaneceram ativos. Como, dentreas seitas de então, não foi eliminado, passou a dirigir o Judaísmo e a rivalizarcom os cristãos.
  34. 34. Os saduceus formavam outro grupo proeminente de judeus na Palestina entreos séculos II a.C. ao I d.C. . Não se sabe ao certo a origem da palavra Saduceus.Alguns crêem que vem do hebreu saddiqim, que significa íntegro ou derivadode Zadok, nome do mais importante sacerdote durante o reinado de Davi (1Reis 1:26). Organizaram-se no período da dinastia asmonéia, momento deprosperidade política e econômica. Eles eram um grupo formado pela elite,principalmente proveniente das famílias da alta hierarquia sacerdotal.Provavelmente era menor, mas mais influente que os Fariseus. Sua influência,porém, era sentida sobretudo entre os grupos governantes ricos.Seguiam somente as leis escritas, presentes na Bíblia hebraica (a Torah), erejeitavam as tradições mais novas. não acreditavam em vida depois de morte(Mc. 12:18-27; C. 20:27); em anjos ou espíritos (Atos 23:8) ena ProvidênciaDivina. Eram altamente ritualistas e só aceitavam os cultos realizados no Temploonde, acreditavam, Deus estava. Possuíam um papel preponderante no Sinédrioe controlavam as atividades e riquezas do Templo (Atos 4:1; 5:17; 23:6).Rejeitaram os ensinos do Fariseus, especialmente as tradições orais e astradições mais novas. Além dos fariseus, rivalizavam com os Herodianos, porém,eram simpáticos à romanização e à helenização. Os Evangelhos os retratamfreqüentemente junto com o Fariseus como oponentes de Jesus (Mt. 16:1-12; Mc.18:12-27). Com a destruição do templo e a efetivo domínio romano, esta seitaacabou por desaparecer.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  35. 35. Os essênios formavam um grupo minoritário que estava organizado como umacomunidade monástica em Qumram, área localizada perto do Mar Morto, desde oséculo II a.C. até o século I d.C, quando em 68 foram eliminados pelos romanosdurante a Guerra Judaica. Alguns crêem que o nome essênios deriva do gregohosios, santo, ou isos, igual, ou ainda do hebraico hasidim, piedoso. Ou seja, não háconsenso. Sua origem pode estar associada à era macabéia, quando um grupo,liderado por um sacerdote, teria fundado a comunidade. Eles rejeitaram a validezda adoração de Templo, e assim recusavam-se a assistir os festivais ou apoiar oTemplo de Jerusalém. Eles consideraram os sacerdotes de Jerusalém ilegítimos,desde que não fossem Zadokites, ou seja, descentes de Zadok, dos quais elespróprios se viam como descendentes.Eles viviam em regime comunitário com exigências rígidas, regras, e rituais.Provavelmente também praticavam o celibato. Esperaram que Deus enviasse umgrande profeta e dois Messias diferentes, um rei e um sacerdote. O objetivo dosessênios era manterem-se puros e observar a lei. Praticavam um cultoespiritualizado e sem sacrifícios e possuíam uma teologia de caráter escatológico.Dentre os ritos observados, estava a prática do batismo por imersão periódico,como forma de purificação. Eles interpretavam a Lei de forma literal e produziramdiversos textos que foram considerados, posteriormente, apócrifos, como a Regrada Comunidade.Os essênios não são mencionados no Novo Testamento. Contudo, algunsestudiosos pensam que João Batista e o próprio Jesus estavam associados a estegrupo, mas uma conexão direta é improvável.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  36. 36. Os herodianos formaram a facção que apoiou a política e o governo da família dos Herodianos, especialmente durante o reinado de Herodes Antipas, que governou a Galiléia e Peréia durante as vidas de João Batista e de Jesus. No Novo Testamento são mencionados só duas vezes em Marcos e uma vez em Mateus. Em Marcos 3:6, como já assinalamos, eles conspiram com os Fariseus para matar Jesus, quando este iniciava o seu ministério na Galiléia. Em Marcos 12:13-17 e Mateus 22:16 eles figuram, novamente unidos a alguns Fariseus, tentando apanhar Jesus com uma pergunta sobre o pagamento de impostos ao César. Alguns autores acreditam que as referências neotestamentárias aos amigos e funcionários do tribunal de Herodes também estão relacionadas aos herodianos (Mc. 6:21, 26; Mt. 14:1-12; 23:7- 12). Esta seita desapareceu com o efetivo domínio romano na região palestina.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  37. 37. Os zelotes eram um grupo religioso com marcado caráter militarista e revolucionário que se organizou no I século d.C. opondo-se a ocupação romana de Israel. Também foram conhecidos como sicários, devido ao punhal que levavam escondido e com o qual atacavam aos inimigos. Seus adeptos provinham das camadas mais pobres da sociedade. À princípio, foram confundidos com ladrões. Atuaram primeiro na Galiléia, mas durante a Guerra Judaica tiveram um papel ativo na Judéia. Os zelotes se recusavam a reconhecer o domínio romano. Respeitavam o Templo e a Lei. Opunham-se ao helenismo. Professavam um messianismo radical e só acreditavam em um governo teocrático, ocupado por judeus. Viam na luta armada o único caminho para enfrentar aos inimigos e acelerar a instauração do Reino de Deus. Um de discípulos de Jesus é chamado de Simão, o Zelote em Lucas 6:15 e Atos 1:13. Alguns autores apontam que ele poderia ter pertencido a um grupo revolucionário antes de se unir a Jesus, mas o sentido mais provável era de " zeloso " na sua acepção mais antiga. http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  38. 38. Além dos grupos político-religiosos aqui representados, não podemos deixar de mencionar os outros segmentos que participavam do cenário religiosos judaico no I século: os levitas, como vimos no estudo anterior, que formavam o clero do Templo de Jerusalém e que eram os responsáveis pelos sacrifícios e pelos cultos; os escribas, hábeis conhecedores e comentadores da Lei; os movimentos batistas, seitas populares que mantinham as práticas de batismo de João Batista, dentre outros. Quando Jesus Cristo iniciou sua pregação foi visto como mais um dentre os diversos grupos que já possuíam interpretações próprias da lei. Contudo, a mensagem de Cristo mostrou-se revolucionária, chegando a formar uma nova religião. Jesus soube colocar o homem acima da Lei e das tradições e proclamou que qualquer mudança só poderia se iniciar a partir do coração do homem que, pela fé em seu sacrifício salvador, era restaurado.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  39. 39. Fariseus Saduceu EssêniosHerodianos Zelotes
  40. 40. Samaria ,era a província central da Palestina, situada entre acordilheira do Judéia e a cordilheira do Carmelo.Carmelo Os samaritanos tinham a reputação de ser gente descontente que sabia abrigar sentimentos de ódio e vingança, porém ao mesmo tempo não era mal-agradecida. Judéia, era a maior da Palestina, pois compreendia o território que antigamente correspondia às tribos de Judá, Simeão, Dã e Benjamin. Os habitantes eram arrogantes, exclusivistas, conservadores e de pouca iniciativa espiritual. Todavia, souberam manter-se firmes quando se impunha lealdade ao passado ou um patriotismo apaixonado.
  41. 41. Galiléia, Coincidia essa região com oterritório que coube às tribos deZebulom, Aser, Naftali e grande parteIssacar . Era atravessada porgrandes rotas de caravanas quedemandavam de Damasco. Por longotempo a província da Galiléia“Galiléia dos gentios”, em virtude dese achar povoada por fenícios,árabes, egípcios, sírios, etc, os quaisestabeleceram naquela área após ocativeiro. Nascimento de Jesus Batismo de Jesus
  42. 42. Decápolis, (Deca = dez, polis = cidade),não era um termo preciso, por conseguintenão deve se considerar como umajurisdição política. No sentido mais limitadoda palavra, refere-se a dez cidades gregassob proteção do governador da Síria, cadaconstituindo um centro administrativo daregião circunvizinha. Predominavam osgregos, enquanto que estrangeiros dediversos países e judeus residiamprincipalmente ao Nordeste e ao Norte daregião.Peréia, designada no Novo Testamentocomo “a outra banda do Jordão”aplicava-se à faixa de terra ao longo doJordão. Segundo Josefo, a região seinter-relacionava com Decápolis. Aregião tinha uma importante base depopulação judia. Alguns gregostambém se estabeleceram dentro deseus limites.
  43. 43. 2° Damasco, na Síria 6°HIpos 5° Canatha 4° Rafana 3° Diom 7° Gadara 1° Citópolis,antiga Bete-Seã 9° Geresa 8° Pela 10° Filadélfia Mapa de Decápolis
  44. 44. Cesarea de Filipe, Mc 8:27-29 Cafarnaum, Jo 2:12 Caná da Galiléia, Jo 2:1-12Nazaré, Mt 9:20-22e 32-34, Mc 9:27-31 Decápolis, Mc 7:31-37 Jerusalém, Jo 8:3-11
  45. 45. Cidade de Jerusalém
  46. 46. Golgota, lugar dacrucificação
  47. 47. Paulo usou o seu conhecimento e as suas cidanias, para marcar geograficamente o contexto espacial da igreja.
  48. 48. Jerusalém
  49. 49. Este tipo de casa da comunidade e local para o serviço religioso veio doperíodo da diáspora, onde a necessidade de ter um lugar específico paraestas reuniões era muito grande e havia certos modelos nas imediações. Foi introduzida por Esdras, quando do retorno à Palestina e se multiplicourapidamente. Elas eram estabelecidas em todas as vilas e cidades, e nointerior, perto dos rios, para que pudesse haver água em abundância para asvárias purificações. A quantidade se explica pela necessidade de que todosos judeus participassem dos cultos aos sábados. Segundo os pesquisadores,somente em Jerusalém haviam naqueles dias em torno de 480 sinagogas.A sinagoga é um local para oração e/ou culto, mas no transcorrer do tempoela se tornou o local para muitas outras atividades envolvendo a vidacotidiana das comunidades judaicas: catequese infantil, assistência aospobres, providências judiciais como flagelação (Mt 10.17) e excomunhão(Lc6.22) aplicadas pelas autoridades da sinagoga local.Responsáveis pela SinagogaHavia dois responsáveis pelo edifício e pelo serviço divino realizados nasinagoga: o presidente ( Gr. Archisynagogus, Mc 5.22s.) e um vigia (hebr.Hazzan, Gr kyperetes, Lc 4.20). Este vigia era o responsável em pegar eguardar os Rolos das Escrituras que ficavam na replica da Arca em lugarreservado. Além deles um Conselho de 3 a 13 membros eram escolhidos pelacongregação para ensinar e julgar casos envolvendo religião e questões civis(Mt 10.17; 23.34; At 22.19; 26.11; Jo 9.22,34; 12.42; 16.2).Os Sacerdotes recebiam honras, todavia, não tinham nenhum cargo oficial, anão ser que fossem eleitos para participarem do Conselho ou para aturarem
  50. 50. A Dinâmica da Reunião e / ou CultoOs homens da congregação, em numero indeterminado (aindaque o número mínimo de dez homens fosse necessário parapromover e mantê-la) se reuniam a cada sábado para adorar aDeus (At 15.21) e também no segundo e quinto dia da semanapara ouvir a leitura das Escrituras. Os homens tomavam assentosseparados das mulheres. Um dos membros da sinagoga é quemfazia oração. Consistia principalmente na leitura de Dt 6.4-9;11.16-21; Nm 15.37-41 e em repetir algumas, ou todas as dezoitoorações e bênçãos. O povo ficava de pé durante as orações etodas as pessoas presentes diziam “Amém” quando terminavam.A leitura da Lei era feita por três, cinco ou seteleitores, designados pelo presidente da sinagoga, se possívelsacerdotes ou levitas ou outros homens e eventualmente meninos(passagem da puberdade). Lêem no púlpito, de pé, revezando-se,a perícope do Pentateuco determinada para cada dia, de acordocom um ciclo de três anos (hebr. “seder”). Começava e terminavacom ação de graças. Seguia-se uma lição dos profetas que era lidapela mesma pessoa que abria o serviço com a oração. Depois daleitura, o leitor, ou qualquer outra pessoa presente fazia umaexposição sobre ela [Jesus (Mt 4.23; 13.54; Mc 6.2; Lc 4.15-22; Jo18.20) e Paulo (At 13.5,15; 14.1; 17.10-17; 18.19) utilizaram-sedeste momento]. O culto terminava com a bênção, pronunciadapor um sacerdote, se havia algum presente; e a congregação dizia:
  51. 51. A Estrutura Arquitetônica A arquitetura da sinagoga sofreu sempre a influência do país em que era construída. Em Alexandria, a forma é a da basílica; na Europa foi influenciada pelo estilo romano e grego. Na Idade Média havia influência bizantina e dos mouros. A arca sagrada era sempre colocada na direção de Jerusalém e os participantes ficam em frente dela. Antigamente, no centro da sinagoga, elevada, havia uma mesa onde se lia a Torá – chamada de Al Memor. Em seguida, construíam-se um estrado em frente da arca sagrada e um púlpito para o cantor, que serve também de lugar para a leitura da Torá. Em frente da arca sagrada têm a lâmpada eterna (Ner Tamid) e castiçais sobre o púlpito, lembranças da Mesnorá do grande Templo destruído. As sinagogas têm motivos decorativos: as tábuas das leis, o Maguen David e alguns frisos com cenas bíblicas; o sacrifício de Isaac, os signos das doze tribos, o exílio de Babilônia, os túmulos dos patriarcas etc.. Utensílios Comuns em Todas as Sinagogas - Uma arca ou baú contendo a Lei - Uma plataforma elevada e uma mesa, de onde a Lei era lida e exposta - Assentos para os homens em baixo e galerias para as mulheres. Em outras, uma repartição, separando homens e mulheres. - Assentos para os oficiais na frente da plataforma, de frente para a congregação. - Lâmpadas para prover iluminação nos cultos noturnos e nas festas. - Móveis para guardar todos os utensílios, ofertas e outras coisas úteis.”Rev. Ivan Pereira Guedeshttp://reflexaobiblica.spaceblog.com.br/33/
  52. 52. Diáspora (Hebr. “galut”) significa dispersão. Nas épocas bíblicas a palavra significava refúgio e ao mesmo tempo proteção dada  ao refugiado. Após a destruição do segundo Templo, a palavra significa dispersão, ou seja, a situação dos judeus espalhados pelo mundo.
  53. 53. 2 - Arca, o tabernáculo e os rolos 4 - Banco dos das escrituras anciãos6 - Pátio 5 – Galeria das mulheres e crianças 3 -Púlpito 1 -Entrada, voltada para Jerusalém A palavra sinagoga vem do aramaico “knischta”e do grego “synagoge [Sun, juntos e ago, eu trago]” que significa“reunião” [assembléia pública de pessoas ou o lugar onde elas se reuniram] e também “proseuche” lugar de oração. Mais tarde, pelo uso da língua latina, a palavra sinagoga entrou em todas as línguas modernas.
  54. 54. Costa:A costa Palestina é em geral muito uniforme einóspita. Ao norte do promontório da Carmelo, oLíbano projeta para o mar pontos rochosos queformam boas porém pequenas baías, as quaisofereciam antigamente abrigo às embarcaçõesfenícias, porém ao sul de dito cabo a castacarece por completo de baías profundas quepudessem proporcionar proteção natural ànavegação; por outro lado, vão-se estendendoaté ao delta do egípcio bancos e cocurutos deareia que alcançam de 9 a 30 m.
  55. 55. Portos:Jope, que apesar de ser uma enseada perigosa tem sido centro comercial marítimo desde tempos remotos. Embora na anualidade constituía um importante desembarcadouro de peregrinos, carece de comodidades portuárias, sendo necessário que os barcos carreguem e descarreguem em barcaças a curta distância da praia.Aco, porto de mar de Aser, chamado Ptolemaida nos tempos neotestamentários e Acra no tempo das Cruzadas, encontra-se a 40 Km ao sul de Tiro e distante 13 Km do Carmelo.Dor, não era uma baía naturalmente protegida, porém foi utilizada no tempo da Antigo Testamento.Gaza, Havia um embarcadouro perto da antiga população do mesmo nome. A cidade moderna, a 4 Km do mar, distingue-se por suas grandes alamedas de oliveiras e por sua indústria manufatureira de sabão; e na época neotestamentáriaCesárea, porto artificial entre Jope e Tiro, construído por Herodes o Grande, e terminado a tempo para levar o evangelho ao Ocidente. Em Ascalom, Asdode, como em outras partes da costa, há ruínas que indicam que antigamente o homem tratava inutilmente de construir molhes permanentes . O maior porto do país na atualidade é Haifa, ao pé do Carmelo, conectado com a linha férrea ao Egito e Síria. Constitui um elo importante nos serviços aéreos, que unem a Palestina com a Inglaterra, Pérsia, a Índia e Europa, além de ser um grande centro industuial .
  56. 56. Localização da Costa eos portos na PalestinaPortos da Palestina Aco Dor Cesaréia Jope Gaza
  57. 57. PalestinaMundo Clima
  58. 58. O Jordão percorre 64 Km desde Hasbany até ao LagoMerom, cujas águas atravessa, para depois seguirprecipitadamente um s 24 km até ao Mar da Galiléia,outro lago alimentado por ele. Saindo do aludido lago,transforma-se num curso sinuoso que desce adepressão numa carreira veloz e impetuosa entre osnumerosos meandros caprichosos, inumeráveisquedas, cataratas e zizezagues, perdendoprofundidade à medida que se aproxima do Mar Morto,onde vão para as suas águas. Desde O Monte Hermónaté a sua desembocadura a distância chega a 215 Km,contudo, com as suas sinuosidades pode chegar até320 Km. A sua largura varia entre 27 e 45 m e a suaprofundidade está entre 1,50 e 3,50 m, Gn 32:10
  59. 59. Foi, em diferentesépocas, teatro deportentosos sucessos.Sua águas se separarampara dar passagem aosisraelitas ao iniciar aconquista de Canaã, Js3:1-17. Um outroepisódio que marca o rioJordão, o trânsito doprofeta Elias e Eliseu.Naamã, o sírio, foi curadoda lepra em suas águas eem época posterior, JoãoBatista batizava naságuas do Jordão.
  60. 60. Era cristã AtualidadeGrande parte do ministério de Jesus Além deste nome o mar também éCristo decorreu nas margens do lago conhecido por Mar de Tiberíades e Lagode Genesaré. Naqueles tempos, havia de Gensaré, sendo ele o maior de Israel. Ouma faixa de povoamentos à volta do tamanho exato do lago está no comprimento de 19 quilômetros por umalago e muito comércio e transporte largura de aproximadamente 13k. O lago épor barco. No entanto, sabe-se que muito visitado, tanto por pessoas quea Galiléia era uma região mais pobre residem próximas a ele quanto por turistasdo que a Judéia, de modo que a que atravessam o mundo só para passarpopulação do local atravessava por perto do Mar da Galileia. Segundo asmomentos difíceis durante o primeiro histórias bíblicas foi neste lago que Jesusséculo da era comum. realizou muitos de seus milagres.Paisagem do Mar da Galileia.O evangelho segundo Marcos (1:14-20) e o  evangelho segundoMateus (4:18-22) descrevem comoJesus recrutouquatro dos seus apóstolos nasmargens do lago de Genesaré: opescador Pedro e seu irmão André, eos irmãos João e Tiago.Um famoso episódio evangélico,o Sermão da Montanha, teve lugarnuma colina com vista para o lago emuitos dos milagres de Jesus tambémaconteceram aqui: caminhada pelaágua, acalmar uma tempestade,alimentar cinco mil pessoas e muitosoutros.
  61. 61. O Mar da Galiléia, também dito Mar de Tiberíades ou Lago de  Genesaré (em língua hebraica: ‫ ,ים כנרת‬Kinneret) é um extenso lago  de água doce, é fronteira entre Israel,Cisjordânia e Jordânia, com comprimento máximo de cerca de 19 km e largura máxima de cerca de 13 km. Na moderna língua hebraica é conhecido por   Yam Kinneret. Deságua nele o rio Jordão, que vem do  monte Hérmon e de Cesárea de Filipe, e que depois segue para o  Mar Morto. O Mar da Galileia fica a 213 metros abaixo do nível do  Mar Mediterrâneo e é considerado um mar isolado por não ter nenhuma ligação com outros mares ou oceanos. Nos tempos do Novo Testamento, ficavam nas suas costas a cidade de Tiberíades — fundada por Herodes Antipas ao tempo da infância de Jesus,  Cafarnaum, Betsaida e Genesaré, entre outras. A nordeste do Mar da Galileia ficam os montes Golã.
  62. 62.  Principais Vales 1)Vale do Jordão 2)Vale de Jesreel 3)Vale de Acor 4)Vale de Aijalom 5)Vale de Escol 6)Vale de Hebrom ou Manre 7)Vale de Sidim 8)Vale de Siquém 9)Vale de Basã 10)Vale de Moabe
  63. 63. Constituí a grande fendageológica, que se estende desdea Síria, entre as cordilheiras daLíbano e AntiLíbano, através daPalestina até Eziom-Geber.Propriamente dito, o limite seaplica àquela parte da quebraentre os mares da Galiléia eMorto, chamado pelos árabes“Ghor”, que quer dizer “terrenobaixo”. Por motivosdesconhecidos, a superfície daterra afundou aqui, formando amais profunda depressão domundo.O vale do Jordão se encontra auma altitude de 515 m sobre onível do mar, ladeado pelascadeias montanhosas do Líbano eHermóm
  64. 64. Em hebraico,  Har Hermon, "montanha sagrada"; em língua árabe:‫الشيخ‬ ‫  ,جببل‬Djabal el-Sheikh, "montanha do xeque", ou "montanha nevada“, é uma montanha localizada na porção terminal sul da cordilheira do Antilíbano, na fronteira entre Síria e Líbano. Com 2.814 metros de altitude, o seu pico está quase sempre coberto de neve, enquanto as terras ao redor queimam pelo sol de verão. O Monte Hérmon foi chamado também de Baal- Hermon (Jz 3.3; 1Cr 5.23). Seu nome aparece na poesia hebraica (Sl 89.12; 133.3; Ct 4.8). É talvez o "alto monte" de Mt 17.1; Mc 9.2 e Lc 9.28, o monte da transfiguração.
  65. 65. Monte Hermón Características Importância HistóricaNasce na encosta do monte Hermón,atravessa os Lago Hulé e segue depois atéao Mar da Galiléia, para desaguar no MarMorto. A nascente situa-se na Jordânia e, O povo de Israel atravessou o rioa jusante, a Samaria. a seco segundo o LivroO rio tem profundidade média de 1 a 3 de Josué (cap.3), da Bíbliametros e largura de 30 metros. Na maior Hebraica. Também foiparte de seu curso o rio se encontra abaixo atravessado a seco por Elias edo nível do mar, chegando a 390 metros Eliseu.abaixo deste nível ao desembocar no Mar Por intermédio de Eliseu,Morto. segundo a Bíblia Hebraica, houvea característica principal do rio Jordão é o dois milagres no Jordão: a curaseu progressivo aumento de salinidade àmedida que avança para o Mar Morto. De de Naamã por ter mergulhadofato, penetra doce no Lago de Tiberíades sete vezes no rio; e fez flutuar ummas saliniza a partir daí até chegar ao Mar machado (II Reis 5:14, 6:6).Morto que, com 325 partes por mil de De acordo comsalinidade, é 25 % mais salino que os os Evangelhos, João Batistaoceanos. desenvolveu a sua pregação nasAtualmente o Vale do Jordão constitui um proximidades do Jordão,significativo trecho da fronteira Israel-Palestina. No seu trecho final, este rio corre onde Jesus foi batizado e não teráentre margens desérticas. sido longe daí que decorreu o período das suas tentações. Hoje em dia é uma das maiores fontes de água de Israel.
  66. 66. Monte Carmelo é uma montanha na costa de Israel com vista parao Mar Mediterrâneo. O seu nome (Karmel) significa "jardim" ou"campo fértil". A grande cidade israelita de Haifa localiza-separcialmente sobre o Monte Carmelo, além de algumas outras cidadesmenores, como Nesher e Tirat Hakarmel."Uma montanha que nos fornece notável e característica feiçãode Canaã. O Monte Carmelo é formado de pedra calcaria dura,abundante em cavernas. O Monte Carmelo é historicamenteinteressante pela sua conexão com dois grandes profetas deIsrael: Elias e Eliseu. Foi ali que Elias desconcertou os profetas Baal,levando de novo o povo de Israel à obediência ao Senhor. Foi tambémno Monte Carmelo que, segundo a Bíblia, Elias fez descer fogo do céu,que consumiu por duas vezes os 50 soldados com o seu capitão, queo Rei Acaziastinha mandado ali para prender o profeta, em virtude tereste feito parar os seus mensageiros que iam consultar Baal: Zebube,deus de Ecrom." (2 reis 1.9 a 15). Foi também neste monte, que amulher sunamita que perdera seu filho, foi encontrar-se com o profetaEliseu (2 Reis 4.8 a 31) para entender a sua perda.
  67. 67. •Monte Carmelo é uma montanha na costade Israel com vista para o Mar Mediterrâneo. Oseu nome (Karmel) significa "jardim" ou "campofértil". A grande cidade israelitade Haifa localiza-se parcialmente sobre oMonte Carmelo, além de algumas outrascidades menores, como Nesher e TiratHakarmel. O Monte Carmelo está a 546 metros acima do nível mar. Este trata-se do local onde se deu o duelo espiritual entre o profeta Elias e os profetas de Baal. Foi no Monte Carmelo que Elias provou aos homens que o Deus de Israel era o verdadeiro Deus, e não Baal.
  68. 68. "Uma montanha que nos fornece notável ecaracterística feição de Canaã. O MonteCarmelo é formado de pedra calcaria dura,abundante em cavernas. O Monte Carmeloé historicamente interessante pela suaconexão com dois grandes profetas deIsrael: Elias e Eliseu. Foi ali que Eliasdesconcertou os profetas Baal, levando denovo o povo de Israel à obediência aoSenhor. Foi também no Monte Carmeloque, segundo a Bíblia, Elias fez descerfogo do céu, que consumiu por duasvezes os 50 soldados com o seu capitão,que o Rei Acaziastinha mandado ali paraprender o profeta, em virtude ter este feitoparar os seus mensageiros que iamconsultar Baal: Zebube, deus de Ecrom."(2 reis 1.9 a 15). Foi também neste monte,que a mulher sunamita que perdera seufilho, foi encontrar-se com o profeta Eliseu(2 Reis 4.8 a 31) para entender a suaperda.
  69. 69. MONTE DAS OLIVEIRASRecebe seu nome pelas oliveiras que cobriam, antigamente, suas encostas.O Monte das Oliveiras é sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos, emuitas tradições estão associadas a ele. Segundo a Bíblia, por exemplo, Jesusteria transmitido ali alguns de seus ensinamentos.
  70. 70. Monte das Oliveiras está a 818 metros acima do nível do mar. A vista que se descortina diantedele, abrangendo de cima a área do templo, explica por que foi ali que Jesus lamentou a impenitência de Jerusalém (Lc 19.29-44), e ensinou a respeitoda eminência da ruína do templo(Mt 24.1-3 paralelo Mc 13.1-4; Lc 21.5-7)
  71. 71. Sinai
  72. 72. O Monte Sinai (também conhecido como Monte Horeb ou Jebel Musa, que significa “Monte de Moisés” em árabe) está situado no sul da península do Sinai, no Egito.Esta região é considerada sagrada por três religiões: cristianismo, judaísmo e islamismo.
  73. 73. Tábuas da Lei
  74. 74. É o prolongamento daAntilíbano. Em seu conjuntoos montes desta região sãomais uniformes, maisíngremes e de maioraltitude que os da PalestinaOcidental, alcançando umaaltura média de 850 mnuma grande extensão deterreno. Todo o territóriomontanhoso , visto doOeste através da depressãodo Jordão, parece umimpressionante muroparalelo ao horizonte
  75. 75. A Palestina, pequena em extensão, lindamente acidentada, com grandes elevações e depressões, com montanhas e vales, outeiros e várzeas, com rios desertos , apresenta as mais variadas condições climáticas. Em termos gerais é subtropical, benigno e saudável, sem calor excessivo, exceto em alguns vales e nos profundos leitos dos rios. O mês de mais calor é agosto, e janeiro o de mais frio. Estações: Verão ou Estação secaComeça em meados de abril e dura até mais ou menos fins de outubro. É a época das colheitas e dos trabalhos agrícolas, caracterizada por dias cálidos e noites de copioso orvalho.
  76. 76. Inverno ou Estação Chuvosa: Estende-se desde fim de outubro até metade de abril. A queda de chuvas é muito escassa até fins de novembro, quando então começa a ser copiosa, até meados de março, época em que se nota geralmente uma marcada diminuição no volume de água e que dura até abril. Distingue-se esta época pelas tempestades de granizo e por nevadas que caem na Cordilheira Central e no Planalto Oriental, nos meses de janeiro e fevereiro onde fica por pouco tempo, porém nunca se vê no vale do JordãoVentos: Durante o verão os ventos sopram principalmente desde o noroeste. Devido à ausência de fatores que tendem a baixar sua temperatura e provocar assim a condensação, não dão lugar a chuvas embora temperem os calores estivais. Por outro lado embora temperem os calores estivais. Por outro lado durante o inverno dominam os ventos de oeste e sudoeste que vêm carregados de umidade, os quais ao se chocarem com os frios cumes das cordilheiras precipitas as chuvas.
  77. 77. O artesanato e o comércio marítimo marcaram a trajetória da civilização fenícia. Representação de um barco fenício.
  78. 78. Da Fenícia para o mundoOs fenícios foram responsáveispela formação de uma ricacivilização que ocupou uma faixado litoral mediterrâneo queadentrava o território asiático atéas montanhas do atual Líbano.A proximidade com o mar e oinício das trocas agrícolas com osegípcios deu condições para queo comércio marítimo destacasse-se como um dos mais fortessetores da economia fenícia. Aolongo da faixa litorânea por elesocupada surgiram diversascidades-Estado, como Arad,Biblos, Tiro, Sídon e Ugarit.Exímios na arte de comercializar,os fenícios eram conhecidos em Feníciatodo lugar, por sua grande Israelcapacidade de alcançar osmaiores lucros.
  79. 79. O Comércio e a EscritaCom tantos mercados, tantas ofertas, tantosfregueses, os fenícios só encontraram uma saídapara os negócios não se enredarem em umemaranhado de mal-entendidos: registrar emplacas de barro cada compra e cada venda.O controle sobre os estoques, os acordoscomerciais, encomendas, preços e outrasnegociações teriam de ser devidamenteregistrados para que todo esse esforço fosseapropriadamente recompensado. Foi então que acultura fenícia estabeleceu o desenvolvimento deum sistema de símbolos que pudesse facilitar oprocesso de comunicação entre as pessoas.Foi a partir do ideograma egípcio, que os fenícioscriaram um conjunto de vinte e duas letras. Osfenícios conseguiram simplificar o processoegípcio. Os egípcios foram responsáveis pelaidéia de escrever em inumeráveis hieróglifos, osfenícios tiveram a iniciativa de facilitar acompreensão da escrita desenvolvendo umalfabeto fonético composto por vinte e duas letras.Esse sistema de comunicação teve grandeimportância não só para os fenícios, mas tambéminfluenciou no longo processo que deu origem àsletras que integram o alfabeto ocidentalcontemporâneo.Esse sistema de escrita se espalhou pelo mundoantigo e inspirou outros povos a criar seuspróprios alfabetos. O mais famoso deles? O A origem do alfabeto esteve ligada aoalfabeto grego. Adaptado do fenício, o alfabeto desenvolvimentogrego tem uma característica importante: aintrodução de vogais. das atividades comerciais entre os fenícios.
  80. 80. Economia e Expansão MarítimaNo início de sua trajetória, a exemplo de outros povos da Antiguidade, osfenícios desenvolveram uma economia exclusivamente voltada para aagricultura, pesca e artesanato. Eles transformaram-se ao longo do tempo emexímios comerciantes.A agricultura e a pecuária eram importantes para a sobrevivência dos fenícios,mas suas principais atividades econômicas se concentravam no comércio e noartesanato. Com as excelentes madeiras de suas florestas, construíam navios.Fabricavam jóias de âmbar, ouro, prata e marfim. Produziam o vidrotransparente e descobriram a púrpura, matéria corante vermelho-escura queusavam para tingir tecidos. Essas manufaturas, bem como suas madeiras, eramcomerciadas do mar Negro até o Egeu.A atividade comercial fenícia era muito variada. Além da exportação dos seustecidos de lã, cabia-lhes a tarefa de abastecer o mundo mediterrânico emgêneros exóticos provenientes do Oriente, sobretudo dos Egípcios, pelo marVermelho, e em produtos de primeira necessidade, vindos do grande Norte,caso do estanho (das ilhas de Scilly, na Cornualha).As suas cidades principais foram Sídon, Tiro, Biblos e Beritus (atual Beirute). Osfenícios nunca tiveram um verdadeiro governo "nacional", apresentando cadacidade um rei, por vezes substituído ou neutralizado pelas aristocracias demercadores.Cada cidade cuidava exclusivamente de seus próprios negócios. Paradefender seus interesses, possuíam monarcas, cujo trono era passado de paipara filho. Como os textos bíblicos mostram, os monarcas eram também os que
  81. 81. Os reis fenícios aceitavam até pagar tributos, desdeque tivessem livre iniciativa no comércio. Outraestratégia dos monarcas era permitir que estrangeirosviessem morar em suas cidades, com pleno direito deabrir qualquer negócio uma autêntica raridadenaquela época.Por volta de 1400 a.C. os fenícios dominaram as rotascomerciais, anteriormente controladas pelos cretenses,que ligavam a região da Palestina ao litoral sul doMediterrâneo. Na trajetória da civilização fenícia,diferentes cidades imprimiam sua hegemoniacomercial na região.Após o auge dos centros urbanos de Ugarit, Sídon eBiblos – a cidade de Tiro expandiu sua rede comercialsob as ilhas da Costa Palestina chegando até mesmo acontar com o apoio dos hebreus. Com a posteriorexpansão e a concorrência dos gregos, oscomerciantes de Tiro buscaram o comércio comregiões do Norte da África e da Península Ibérica.
  82. 82. O método comercial utilizado era a troca. Era possível comerciartodo o tipo de objetos: trípodes, caldeirões em bronze, armas,azeite, cereais, vinho, vidros, jóias, marfins, cerâmica fina, vidroscom perfumes e ungüentos.Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaramdiversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis.Existiam colônias fenícias em lugares como Chipre, Sicília,Sardenha e sul da Espanha. No norte da África, os feníciosfundaram a importante colônia de Cartago. Fenícios
  83. 83. O surgimento do comércioCom desenvolvimento das atividades agro-pastoris, os povosmesopotâmicos foram capazes de acumular excedentes responsáveispela articulação das primeiras atividades comerciais. A facilidade dedeslocamento no território mesopotâmico e a carência de produtos emcertas regiões também contribuíram enormemente para a consolidaçãode uma classe de mercadores.A partir do III milênio cidades como Lagash, Umma, Kish, Ur, Uruk,Gatium e a região do Elam se desenvolvem e a atividade comercialentre eles se torna mais intensa.Os comerciantes nômades percorriam extensas áreas para vender suasmercadorias ou comprar matérias-primas que não eram encontradas naMesopotâmia.Diversas caravanas eram formadas com o intuito de buscar matérias-primas como pedras preciosas, marfim, cobre e estanho. Ao longo desua história, a Mesopotâmia se transformou em um dos maiores centroscomerciais do Oriente, atraindo o interesse de comerciantes da ÁsiaMenor e da região do Cáucaso. Com um padrão monetário poucodesenvolvido, a grande maioria das negociações era feita a partir da
  84. 84. Evolução econômicaA economia dos povos mesopotâmicos, tendo grandesemelhança com o Egito, era sustentada pela produçãoagrícola obtida às margens dos rios Tigre e Eufrates. Noentanto, a violência e irregularidade do sistema de cheiasdesses dois rios exigiam um esforço maior para que aexploração agrícola fosse viabilizada.Registros da época descrevem alagamentos que cobriam osolo "até onde os olhos não alcançam", muitas vezesdestruindo tudo ao redor.A tecnologia agrícola desses povos exigia a elaboração deum sofisticado sistema de irrigação e drenagem controladapela construção de diversos diques e barragens.As técnicas para controlar tais cheias se desenvolveram aomesmo tempo em que a civilização chegou aos povosmesopotâmicos. O trabalho árduo, de todos os membros dasaldeias, possibilitou a construção de obras hidráulicas, comomuros de contenção, diques, canais de irrigação e poços de
  85. 85. A economia e surgimento da escrita A agricultura floresceu às margens do Tigre e do Eufrates. A base da alimentação era composta por cereais, principalmente a cevada e, em segundo plano, o trigo. O linho e o algodão também eram plantados. Com as obras hidráulicas, o excedente agrícola possibilitava o sustento dos reis, de suas famílias e de um número cada vez maior de funcionários públicos. O comércio, à base de troca, também prosperou, pois a Mesopotâmia era (e ainda é) muito pobre em metais, pedras preciosas ou semipreciosas e madeira. Quanto mais a produção agrícola aumentava, mais os reis tinham condições de ir buscar em terras distantes produtos para ampliar a produtividade e ostentar seu poder. Além da agricultura, povos nômades viviam da criação do gado miúdo (cabras, ovelhas, porcos), o que complementava a alimentação e o comércio das cidades.
  86. 86. Daí, também, ser necessária a contabilidade da receita que se ampliava. Aescrita se desenvolveu, portanto, para controlar a produtividade.As primeiras plaquetas de argila que contêm a escrita cuneiformedemonstram claramente essa importância. E tais plaquetas estão entre asmais antigas formas de escrita do homem.
  87. 87. O desenvolvimento comercial sob o Império Babilônico Formando um centro comercial de grande importância e ao mesmo tempo dominando o trânsito pelo rio Eufrates, a cidade de Babilônia consegue forças para se libertar dos laços políticos que a prendem aos sumérios. Devido à desintegração política dos governantes de Ur, há a ascensão militar da cidade da Babilônia. O rei babilônico Hamurabi leva seus exércitos até as longínquas regiões do norte e consegue concentrar todo o poder para a cidade da Babilônia. Sob Hamurabi a região conhece um período de grande atividade comercial, surgindo novas cidades e novas rotas comerciais. Tábua de barro de 2040 a.C. com balanço anual de uma oficina de cerâmica em Ur, na antiga Suméria, com registros de matérias-primas e dias de trabalho.
  88. 88. Organização econômicaDevido a sua posição estratégica, a palestina era uma região de passagem. Por elacirculavam soldados, comerciantes, mensageiros, diplomatas, etc. Esta regiãopossuía importantes centros urbanos, como Cesaréia e Jerusalém, queconcentravam pessoas e atividades econômicas. Como em outras áreas doImpério, nesta região existiam vias e portos, que facilitavam as comunicações etransporte de mercadorias e pessoas.Existia, na região, uma incipiente manufatura, especializada na defumação ousalgação de peixes, construção, fiação e tecelagem, produção de artigos em couro,cerâmica, além de um artesanato de produtos de luxo, como perfumes e a extraçãoe tratamento do betume, substância utilizada para a calafetagem dos navios. Alémdisso, outros ofícios se faziam presentes, principalmente nas grandes cidades, taiscomo os padeiros, carregadores de água, barbeiros etc.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm
  89. 89. O comércio, tanto interno quanto externo, também era praticado.O comércio interno, pouco conhecido, consistia-se nas trocaslocais e, sobretudo, visava o abastecimento das grandes cidades.Quanto ao externo, importava-se produtos de luxo, consumidospelas elites e pelo Templo. Por outro lado, exportavam-sealimentos – frutas, óleo, vinho, peixes – e manufaturas, comoperfumes, além do betume.A principal atividade econômica da região, contudo, era aagricultura. Plantava-se trigo, cevada, figo, azeitonas, uvas,tâmaras, romãs, maçãs, nozes, lentilhas, ervilhas, alface, chicória,agrião etc. Além da plantação de alimentos, eram encontradoscultivos especiais, voltados para a produção de manufaturas,como rosas, para a produção de essências para os perfumes.As atividades de pesca, pecuária e extrativismo também nãopodem ser esquecidas, devido a sua grande importânciaeconômica. Banhada pelo Mediterrâneo, cortada por rios epossuindo lagos, não é difícil constatar a variedade de peixes eseu papel para o abastecimento interno e até exportação. Quantoa pecuária, a região possuía rebanhos de ovelhas, cordeiros ebois. No campo da extração, além do já mencionado betume, háque ressaltar a variedade de árvores, como o salgueiro, loureiro,pinheiros, das quais se extraía madeira, temperos e essências;certos animais, como pombas; e alimentos, como o mel.http://www.ifcs.ufrj.br/~frazao/palestina.htm

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