HISTÓRIA COM ASAS

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História itinerante das escolas do Agrupamento de São Martinho do Porto, elaborada por todas as turmas do 3º ao 5º anos, no decurso do ano letivo 2014/15.

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HISTÓRIA COM ASAS

  1. 1. Tânia Batista - 5ºD
  2. 2. Prefácio Esta história andou alguns meses a voar sobre as escolas do Agrupamento de S. Martinho do Porto e pousou em todas as turmas do 3º, 4º e 5º ano, onde foi crescendo, crescendo, crescendo… Finalmente, em maio, deu por terminada a sua viagem. Nessa altura, encheu-se de cor e sofreu a sua última transformação. Agora está pronta a tornar a voar, as vezes que quiseres. Leva-a contigo e voa com ela também! Guilherme Sábio - EB1 Casal velho
  3. 3. A sua especialidade era a Botânica e, neste momento, ele trabalhava com a beringela, pois considerava que este era um legume que, para além de saboroso, podia contribuir para minimizar a fome no mundo. Com os seus trabalhos, ele pretendia encontrar uma espécie mais produtiva e mais nutritiva. O Dr. Fausto era um conceituado cientista que dedicava a sua vida à ciência. Simão Ferreira- EB1 Casal velho Simão Ferreira - EB1 Casal Velho
  4. 4. Naquele dia, o Dr. Fausto dirigia-se para a sua enorme plantação de beringelas, quando se deparou com uma planta que ele nunca tinha visto. Intrigado, voltou ao laboratório e, exaustivamente, procurou nos seus livros alguma informação sobre aquela planta que, para ele, era desconhecida. Eva Costa - EB1 S.M. Porto
  5. 5. Mas não encontrou nada que o esclarecesse. Pediu ajuda a outros cientistas que, como ele, se dedicavam ao estudo das plantas, mas parecia que ninguém tinha alguma vez ouvido falar daquela estranha planta. Matilde Ferreira- EB1 Alfeizerão
  6. 6. Após acesas discussões, o Dr. Tobias pediu então a palavra e disse: Beatriz Rodrigues 5ºD – Esta planta só pode ser uma berinfela! Reparem e acompanhem o meu pensamen- to: a planta que estamos a estudar tem um pouco de Berin e um pouco de fim-fim-nela, daí eu achar que é uma rara berinfela! Tânia Batista 5ºD
  7. 7. – Caro colega, desculpe, mas discordo! – disse o Dr. Fobias – Eu acho que se trata, nada mais nada menos, do que uma raríssima berinela, tem sabor a beringela e uma forma de panela! Diogo Gonçalves - EB1 AS.M. Porto
  8. 8. – Nanananão! – interveio, gaguejando, o Dr. Zobias – Não falem do que não conhecem. O que de- vemos fazer é examinar minuciosamente, esta plan- ta, para compararmos o seu ADN com o da beringela. O que acha desta ideia, meu caro Dr. Fausto? Tomás Silva- EB1 S.M. Porto
  9. 9. – Concordo plenamente, vamos imediatamente para o meu laboratório. Guilherme Fialho - EB1 Casal Velho
  10. 10. Os quatro botânicos dirigiram-se para o laboratório do Dr. Fausto e, quando abriram a porta, pararam estupefactos. A misteriosa planta tinha-se reproduzido! Agora, em vez de uma, havia dezenas e dezenas delas!
  11. 11. – Mas o que é ISTO?! – exclamaram todos em coro quando se depararam com aqueles seres vegetais estranhos e esquisitos. Aquelas beringelas, berinelas, berinfelas ou lá o que fossem, pareciam um “exército” hortícola multicolor. Alexandre Madeira - EB1 S.M. Porto
  12. 12. – Mas o que aconteceu aqui?? O que é que vamos fazer? – questionou o Dr. Fobias, meio preocupado, meio baralhado, sem saber muito bem o que dizer ou fazer com aqueles seres que, entretanto, começavam a movimentar- -se, saltitando de mesa em mesa, entre os tubos de ensaio. João Pedro - EB1 S.M. Porto Helloisa Dias- EB1 S.M. Porto
  13. 13. O Dr. Fobias e o Dr. Zobias pegaram numa rede que se encontrava ao fundo do laboratório e tentaram «pescá-las», enquanto o Tobias e o Fausto caçavam as restantes, com vasos. Após árdua batalha, conseguiram juntá-las e colocá-las em gaiolas. As beringelas, berinfelas, beri- nelas ou lá o que fossem não paravam de saltitar. Beatriz Almeida - EB1 S.M. Porto
  14. 14. O Dr. Zobias, espantado, questionou o Dr. Fausto: – Cari-ri-ri-íssimo colega, aplicaste algum produto nestas «não sei o quê»? Matilde Andrade - EB1 S.M. Porto
  15. 15. Quando o cientista se preparava para explicar… recuou e ficou mais branco que o branco, pois lembrou- se que, na água com que as regara, havia adicionado “Reprodoplanta XXL” e “Químico X”, dois produtos de sua criação. O primeiro permitia que as plantas se reproduzissem rapidamente e o segundo possibilitava que as plantas absorvessem ADN de outros seres. Joice Ferreira- EB1 Cela
  16. 16. Infelizmente, no seu laboratório, existiam muitas plantas carnívoras e as beringelas, berinfelas, berinelas ou lá o que fossem, para além de não pararem de saltitar, de minuto em minuto, os “seus dentinhos” cresciam um centímetro e elas roíam furiosamente as gaiolas de madeira, tentando fugir … Mafalda Silva - EB1 Cela
  17. 17. Cada vez mais assustados, os cientistas saíram do laboratório e bloquearam a porta, com mobiliário. As beringelas continuaram a crescer até que rebentaram o teto do laboratório. Tinha surgido um brilho roxo à sua volta, que deixou os cientistas aterrorizados… O brilho formou um feixe, como um raio, que transportou as beringelas para um portal, na baía de São Martinho do Porto. Rodrigo Inácio - EB1 Cela
  18. 18. Enquanto as beringelas, berinelas e berinfelas surfavam, os cientistas procuraram-nas e encontraram-nas. Mafalda Silva- EB1 Cela Diogo Salgueiro- Casal Velho Luna Fernandes- EB1 S.M. Porto
  19. 19. Estupefactos viram que estes estranhos legumes cresciam, cresciam e cresciam…até avistarem um pé de feijão e treparam-no. Soraia Luís - EB1 Cela
  20. 20. No cimo do pé de feijão encontraram um laboratório de gigantes. Decidiram ofertá-lo aos cientistas que entretanto chegaram. Samuel Marques - EB1 Cela
  21. 21. Neste laboratório, os quatro experientes botânicos instalaram-se e começaram a trabalhar, fazendo todos os testes de ADN. Era urgente criar um antídoto, porque o crescimento daquela espécie vegetal era tão rápido, que corriam o risco de o Planeta ser invadido rapidamente.
  22. 22. Os cientistas encontraram alguns obstáculos, como por exemplo, manusearem os enormes equipamentos e objetos existentes no laboratório gigante, mas os gigantes ofereceram-se para os ajudar. Junjie Cheng- EB1 S.M. Porto
  23. 23. Combinaram que os cientistas desceriam o pé de feijão e iriam recolher, nos quintais dos habitantes de S. Martinho do Porto, produtos hortícolas para fazer o antídoto, enquanto os gigantes preparavam os produtos químicos no seu laboratório.
  24. 24. Visto que as beringelas, berinfelas, berinelas ou lá o que fossem continuavam a cres- cer, todos traba- lharam incansavel- mente e, ao fim de dois dias, consegui- ram! O antídoto estava pronto! Agora era só aplicá-lo! Leonor Silva - EB1 S.M. Porto
  25. 25. Então, sem eles saberem, uma planta mais pequena e mais inteligente, levou o antídoto para o meio das plantas gigantes mas, pelo caminho, o antídoto foi-se espalhando pelo chão. Os cientistas, ao perceberem que o antídoto tinha desaparecido, foram ver o que tinha acontecido. Leonor Garcia - EB1 S.M. Porto
  26. 26. Os cientistas seguiram o rasto que a planta pequena deixara para observarem o resultado, mas ao pisarem o rasto do antídoto no chão, os cientistas também encolheram e caíram num buraco na areia. Solange Pereira - EB1 Cela
  27. 27. Entretanto, uma criança, que brincava na praia, ouviu os gritos de socorro dos cientistas e retirou-os do buraco. Os quatro cientistas agradeceram-lhe imenso a ajuda e pediram-lhe para os levar, no seu balde, ao laboratório. Soraia Marques - EB1 Cela
  28. 28. O Dr. Zobias pediu à criança que os ajudasse a fazer o antídoto de crescimento. Beberam o antídoto e … “normais” novamente! Mateus Costa- EB1 S.M. Porto Beatriz Rodrigues – 5ºD Martim Cruz – EB1 S.M. Porto
  29. 29. Então correram para a praia e procuraram as beringelas, berinfelas, berinelas, ou lá o que fossem, quando verificaram que mais de metade da praia tinha sido ocupada pelas estranhas criaturas. Beatriz Silva- EB1 Cela Rita Ascenção- EB1 Alfeizerão
  30. 30. Subitamente, levantou-se um vento forte e quente. O mar começou a ficar agitado, ergueu-se uma onda gigante de um azul profundo que se atirou sobre a praia ocupada pelas beringelas, berinfelas, berinelas ou lá o que fossem. Inês Esteves- EB1 Alfeizerão Matilde Costa - EB1 Cela
  31. 31. Carolina Jorge- 5ºD Carolina Henriques- EB1 S.M. Porto Constança Correia- EB1 Alfeizerão
  32. 32. Rita Barros- EB1 Alfeizerão Rita Paulino- EB1 Alfeizerão Júlia- EB1 Casal Velho
  33. 33. Passados alguns minutos, ainda não refeitos do susto provocado pela onda, os cientistas verificaram, com espanto, que as beringelas berinfelas, berinelas ou lá o que fossem começavam a diminuir de tamanho, até atingirem o seu aspeto original. Maria Mota- EB1 Alfeizerão
  34. 34. Imediatamente, os cientistas começaram a trocar impressões sobre o que se possa ter passado. Até que o doutor Fausto concluiu: – É sabido que as beringelas não gostam de água salgada. Como é que não me lembrei disto há mais tempo?! O sal neutralizou, então, o efeito dos químicos que as tinham feito crescer. João Silva- EB1 S.M. Porto
  35. 35. – Temos um problema resolvido! – respiraram aliviados os cientistas – Mas agora o que vamos fazer com estas beringelas, berinfelas, berinelas, ou lá o que são? Denise Forreta - EB1 Alfeizerão Maria Luís - EB1 Casal Velho
  36. 36. – Tenho uma ideia! – E eu tenho fome… – Vamos cozinhá-las! – disseram todos em coro. Ruby - EB1 S.M. Porto
  37. 37. Se bem pensaram, bem fizeram. E assim nasceu uma nova, suculenta e saborosa especialidade gastronómica de São Martinho, a “Martinela”. Hoje é possível encontrá-la em qualquer restaurante desta vila maravilhosa. Tiago Cardoso - EB1 Casal Velho
  38. 38. No quarto de dormir do Gustavo, a mãe fechou o livro e disse: – Pronto, filho, agora vais dormir que amanhã é mais um dia de escola.
  39. 39. – Gostei desta história, mãe. Amanhã contas-ma outra vez? – Não posso, filho. Esta é uma “História com Asas” e já voou…
  40. 40. FIM João- EB1 Casal Velho

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