Diagrama de implantação

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Diagrama de implantação

  1. 1. - Diagrama de implantação - Sistemas e Modelos
  2. 2. <ul><li>É apenas uma apresentação gráfica da visão estática de funcionamento de um sistema. </li></ul><ul><li>Um único diagrama de implantação não deve capturar tudo sobre a visão de implantação do sistema. </li></ul>Diagramas de Implantação
  3. 3. O que um diagrama de implantação bem-estruturado deve ter? <ul><li>Foco na comunicação de um aspecto da visão estática de implantação de sistema. </li></ul><ul><li>Conter somente os elementos essenciais à compreensão desse aspecto. </li></ul><ul><li>Fornecer detalhes consistentes com seu nível de abstração. </li></ul><ul><li>Informar bem o leitor sobre a semântica importante. </li></ul>
  4. 4. Como definir um diagrama de implantação? <ul><li>Dê um nome capaz de comunicar seu propósito. </li></ul><ul><li>Organize seus elementos de modo que os itens que são semanticamente afins fiquem próximos fisicamente. </li></ul><ul><li>Use notas e cores como indicações visuais para chamar atenção para itens importantes. </li></ul><ul><li>Distribua os elementos de forma a minimizar o cruzamento de linhas. </li></ul><ul><li>Escolha um pequeno conjunto de ícones comuns e use-os de forma consistente. </li></ul>
  5. 5. Exemplo de diagrama de implantação
  6. 6. Modelagem de um sistema embutido <ul><li>Um sistema embutido é uma coleção complexa de software para o hardware que interage com o mundo físico. Os sistemas embutidos envolvem o software que controla dispositivos e que, por sua vez, é controlado por estímulos externos. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>É preciso gerenciar o mundo físico onde se encontram as partes móveis em que ele se divide, os sinais têm ruídos e o comportamento não é linear. </li></ul><ul><li>Os diagramas de implantação podem fazer a modelagem dos dispositivos e processadores que formam um sistema embutido. </li></ul>
  8. 8. Como fazer a modelagem de um sistema embutido? <ul><li>Identifique os dispositivos e os nós que são únicos para o sistema. </li></ul><ul><li>Forneça indicações de visuais, especialmente para dispositivos pouco usuais, utilizando os mecanismos de extensibilidade da UML. </li></ul><ul><li>Faça a modelagem dos relacionamentos entre esses processadores e dispositivos. </li></ul><ul><li>Procure expandir quaisquer dispositivos inteligentes pela modelagem de sua estrutura como um diagrama de implantação mais detalhado. </li></ul>
  9. 9. Exemplo de modelagem de sistema embutido
  10. 10. Modelagem de um sistema cliente/servidor <ul><li>O sistema cliente/servidor é uma arquitetura comum, cujo foco é a criação de uma clara separação de questões entre a interface para o usuário (que vive no cliente) e os dados persistentes do sistema (que vive no servidor). </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Existe uma clara separação de questões entre a interface para o usuário (tipicamente gerenciada pelo cliente) e seus dados (tipicamente gerenciados pelo servidor). </li></ul><ul><li>A modelagem da topologia desses sistemas pode ser feita com a utilização de diagramas de implantação. </li></ul>
  12. 12. Como fazer a modelagem de um sistema cliente/servidor? <ul><li>Identifique os nós que representam os processadores do cliente e do servidor do sistema. </li></ul><ul><li>Destaque os dispositivos que são relevantes para o comportamento do sistema </li></ul><ul><li>Forneça indicações visuais para esses processadores e dispositivos por meio de estereótipos </li></ul><ul><li>Faça modelagem da topologia desses nós em um diagrama de implantação </li></ul>
  13. 13. Exemplo de modelagem de um sistema cliente/servidor
  14. 14. Modelagem de sistemas totalmente distribuídos <ul><li>Costumam ser hosts para várias versões de componentes de software, alguns dos quais poderão até migrar de um nó para outro. </li></ul><ul><li>Os nós são adicionados e removidos, à medida que o tráfego da rede se modifica e os processadores falham; novos e mais rápidos caminhos de comunicação podem ser estabelecidos em paralelo com os canais anteriores e mais lentos, que eventualmente são desativados. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Visualizar a topologia atual do sistema e a distribuição de componentes para analisar o impacto das modificações sobre essa topologia. </li></ul>Modelagem de sistemas totalmente distribuídos (cont.)
  16. 16. Como fazer a modelagem de um sistema totalmente distribuído? <ul><li>Identifique os dispositivos e processadores para sistemas cliente/servidor mais simples. </li></ul><ul><li>Detalhe o suficiente para analisar o desempenho da rede do sistema ou o impacto de alterações da rede. </li></ul><ul><li>Dedique maior atenção aos agrupamentos lógicos de nós que você pode especificar utilizando pacotes. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Faça a modelagem desses dispositivos e processadores utilizando ferramentas para descobrir a topologia de seu sistema, percorrendo a rede do sistema. </li></ul><ul><li>Se for necessário focalizar a dinâmica do sistema, introduza diagramas de caso de uso e expanda esses casos com diagramas de interação. </li></ul>
  18. 18. Exemplo de modelagem de um sistema totalmente distribuído
  19. 19. Engenharia de Produção <ul><li>É a criação de código a partir de modelos. Após especificar a distribuição física de componentes pelos nós em um diagrama de implantação é possível usar ferramentas que então projetarão esses componentes para o mundo real. </li></ul>
  20. 20. Engenharia Reversa <ul><li>É a criação de modelos a partir de código. É de grande valor especialmente para sistemas totalmente distribuídos que sofrem mudanças constantes. Fornece um conjunto de nós esteriotipados, capazes de falar a linguagem dos administradores de rede do sistema, com a finalidade de ajustar a UML ao seu domínio. </li></ul>
  21. 21. Como fazer a engenharia reversa? <ul><li>Escolha o destino desejado para a engenharia reversa. Em alguns casos, você desejará vasculhar toda a rede; em outros, poderá limitar sua pesquisa. </li></ul><ul><li>Escolha também a fidelidade de sua engenharia reversa. </li></ul><ul><li>Use uma ferramenta capaz de percorrer o sistema, descobrindo a sua topologia de hardware. Registre essa topologia em um modelo de implantação. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Ao longo do processo, ferramentas semelhantes podem ser utilizadas para descobrir os componentes existentes em cada nó, que também podem ser registrados em um modelo de implantação. </li></ul><ul><li>Utilizando suas ferramentas de modelagem, crie um diagrama de implantação pela realização de consultas ao modelo. </li></ul>
  23. 23. É importante escolher o conjunto adequado de modelos para visualizar, especificar, construir e documentar o sistema. Sistemas e Modelos
  24. 24. <ul><li>Um modelo é uma simplificação da realidade, em que a realidade é definida no contexto do sistema cuja modelagem está sendo feita. </li></ul><ul><li>Um tipo especial de pacote. </li></ul><ul><li>As ferramentas necessitam manipular os modelos </li></ul>Modelos
  25. 25. Como um modelo bem-estruturado deve ser? <ul><li>Proporciona uma simplificação da realidade sob um ponto de vista distinto e relativamente independente. </li></ul><ul><li>É auto-suficiente por não requerer nenhum outro conteúdo para a compreensão de sua semântica. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Está ligeiramente relacionado a outros modelos por intermédio de relacionamentos de rastreabilidade. </li></ul><ul><li>Coletividade (com outros modelos vizinhos) proporciona uma visão completa dos artefatos do sistema. </li></ul>
  27. 27. É importante decompor sistemas complexos em sub-sistemas bem-estruturados. <ul><li>Um sistema bem-estruturado: </li></ul><ul><li>É coeso, funcional, lógica e fisicamente. </li></ul><ul><li>Pode ser decomposto em subsistemas quase independentes, que por si só sejam sistemas em um nível mais baixo de abstração. </li></ul><ul><li>Pode ser visualizado, especificado, construído e documentado por meio de um conjunto de modelos inter-relacionados e que não se sobrepõem. </li></ul>
  28. 28. Sistemas e Subsistemas <ul><li>O sistema é o próprio item que está sendo desenvolvido e para qual os modelos são construídos. </li></ul><ul><li>Na UML, um sistema é representado como um pacote estereotipado. </li></ul><ul><li>Subsistema é simplesmente uma parte de um sistema, utilizado para decompor um sistema complexo em partes quase independentes. </li></ul>
  29. 29. Definir um sistema ou subsistema na UML <ul><li>Use cada um como ponto de partida para todos os artefatos associados com esse sistema ou subsistema. </li></ul><ul><li>Mostre somente a agregação básica entre o sistema e seus subsistemas; tipicamente, você deixará os detalhes das conexões para diagramas de nível mais baixo. </li></ul>
  30. 30. Exemplo de sistemas e subsistemas
  31. 31. Visões <ul><li>A UML não determina quais modelos deverão ser utilizados para visualizar, especificar, construir e documentar </li></ul><ul><li>Cinco visões da arquitetura de um software foram examinados durante as apresentações anteriores </li></ul>
  32. 32. Rastreamento <ul><li>A especificação de relacionamentos entre elementos como classes, interfaces, componentes e nós é uma parte estrutural importante de qualquer modelo. </li></ul><ul><li>Na UML, é possível fazer a modelagem do relacionamento conceitual entre elementos que vivem em modelos diferentes, utilizando um relacionamento de rastreamento. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>É representado como uma dependência estereotipada. </li></ul><ul><li>Os dois usos mais comuns para o relacionamento de rastreamento são o acompanhamento dos requisitos para a implementação (e de todos os artefatos existentes entre eles) e o acompanhamento de uma versão para outra. </li></ul>
  34. 34. Exemplo de Relacionamentos de rastreamento
  35. 35. <ul><li>Técnicas </li></ul><ul><li>Básicas de Modelagem </li></ul>
  36. 36. Modelagem da arquitetura de um sistema <ul><li>Ao fazer esta modelagem, deve-se capturar decisões sobre os requisitos do sistema, seus elementos lógicos e seus elementos físicos. </li></ul><ul><li>A modelagem será feita tanto de aspectos estruturais como comportamentais dos sistemas e dos padrões que dão forma a essas visões. </li></ul><ul><li>Deve-se focalizar as costuras existentes entre os subsistemas e fazer o acompanhamento desde os requisitos até a entrega. </li></ul>
  37. 37. Como fazer a modelagem da arquitetura de um sistema? <ul><li>Identifique as visões que serão utilizadas para representar sua arquitetura. </li></ul><ul><li>Especifique o contexto para esse sistema, incluindo os atores que se encontram ao seu redor. </li></ul><ul><li>Conforme seja necessário, decomponha o sistema em seus subsistemas elementares. </li></ul>
  38. 38. Exemplo da modelagem da arquitetura de um sistema
  39. 39. Atividades que se aplicam ao sistema e aos seus subsistemas: <ul><li>Especifique uma visão de caso de uso do sistema, conforme são vistos pelos usuários finais, analistas e pessoal de teste. </li></ul><ul><li>Especifique uma visão de projeto do sistema, abrangendo classes, interfaces e colaborações que formam o vocabulário do problema e de sua solução. </li></ul>
  40. 40. Atividades que se aplicam ao sistema e aos seus subsistemas: <ul><li>Especifique uma visão de processo do sistema, abrangendo threads e processos que formam os mecanismos de concorrência e sincronização do sistema. </li></ul><ul><li>Especifique uma visão de implementação do sistema, abrangendo os componentes utilizados para montar e liberar o sistema físico. </li></ul>
  41. 41. <ul><li>Especifique uma visão de implantação do sistema, abrangendo os nós que formam a topologia de hardware em que o sistema é executado. </li></ul><ul><li>Faça a modelagem dos padrões de arquitetura e projeto que formam cada um desses modelos utilizando as colaborações. </li></ul>
  42. 42. Modelagem de sistemas <ul><li>Conforme cresce a complexidade dos sistemas, conclui-se que será necessário decompor seus esforços em subsistemas, cada um dos quais poderá ser desenvolvido de certa forma separadamente, e crescer iterativa e incrementalmente para todo o sistema. </li></ul>
  43. 43. Modelagem de um sistema ou subsistema <ul><li>Identifique as principais partes funcionais do sistema que poderão ser desenvolvidas, liberadas e desmembradas de certa forma independentemente. </li></ul><ul><li>Para cada subsistema, faça a modelagem de sua arquitetura, da mesma forma como faria para o sistema como um todo. </li></ul>
  44. 44. <ul><li>Para cada subsistema, especifique o respectivo contexto, da mesma maneira como seria feito para o sistema como um todo; os atores que se encontram ao redor de um subsistema abrangem todos os subsistemas vizinhos e, portanto, todos devem ser projetados para colaborar. </li></ul>
  45. 45. Componentes: Eduardo Bandeira Emmel Igor Ferreira Guimarães Raquel Alves Pimentel

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