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DIAGRAMAS UML
Diagramas de Caso de Uso (Use Case)
AGENDA
 Revisão UML
 Definição
 Motivação
 Objetivo
 Diagramas
 Diagrama de Caso de Uso
 Conceitos
 Componentes
 Associações
 Exemplos
 Exercício
2
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Uma linguagem para visualização, especificação,
construção e documentação de artefatos de um software
em desenvolvimento.
 Notação independente de processos
3
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Motivação
 Enumerar as etapas mais importantes do software
 Facilitar a especificação dos requisitos do software
 Padronização para facilitar a comunicação entre os
Analistas de Requisitos e Desenvolvedores
 Criação de modelo independente de implementação
4
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
5
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Objetivo
 Auxiliar na especificação
 Documentação
 Visualização lógica do desenvolvimento
 Disponibilizar vários tipos de diagramas para
descrição do sistema
6
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Diagramas
 Estáticos
 Dinâmicos
 Funcional
7
Diagrama de Classes
Diagrama de Objetos
Diagrama de Casos de Uso
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Diagramas
 Estáticos
 Dinâmicos
 Funcional
8
Diagrama de Estados
Diagrama de Sequencia
Diagrama de Colaboração
Diagrama de Atividades
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Diagramas
 Estáticos
 Dinâmicos
 Funcional
9
Diagrama de Componentes
Diagrama de Execução
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
10
UML - UNIFIED MODELING
LANGUAGE
 Diagramas
 Estáticos
 Dinâmicos
 Funcional
11
Diagrama de Classes
Diagrama de Objetos
Diagrama de Casos de Uso
CONCEITOS
 Use Case é uma técnica de modelagem utilizada
para descrever o que um sistema deverá fazer ou
o que um sistema existente já faz.
 Este modelo é construído através de um processo
de discussões entre os desenvolvedores e
usuários.
12
CONCEITOS
 Os componentes primários de um modelo use
case são os :
 use cases
 atores (actors)
 sistema modelado
 Nota: As fronteiras do sistema são definidas pela
funcionalidade que é tratada pelo sistema. A
funcionalidade é representada por um número de use
cases e cada um deve especificar uma funcionalidade
completa.
13
U s u á r io
P o lí t ic a d e a s s in a t u r a
CONCEITOS
 Um use case deve sempre entregar algum valor
para o ator, geralmente o que o mesmo está
esperando do sistema.
 O ator, de forma geral, é o homem usuário do
sistema, mas pode ser outro sistema ou algum
tipo de hardware que precise interagir com o
sistema.
14
CONCEITOS
 Na modelagem o sistema é tratado como uma
caixa preta, dentro do qual estão os casos de uso.
15
Sistema
U s u á r io
C o n s u lt a r p r o d u t o s
E f e t u a r V e n d a s
C a d a s t r o d e C lie n t e s
U s u á r io V e n d e d o r
CONCEITOS
 O modelo use case representa a visão do sistema.
Esta visão é muito importante uma vez que esta
pode afetar todas outras visões do sistema.
16
DIAGRAMA DE USE CASE
 Um modelo use case é descrito como um
“diagrama use case” e este modelo pode ser
dividido em um número de diagramas de use
case.
 Os diagramas de use case possuem
relacionamentos entre si como especialização,
agregação, associação, etc.
17
DIAGRAMA DE USE CASE
 Exemplo
18
PARTES COMPONENTES
 Sistema
 Parte do modelo use case, que define os limites do
sistema desenvolvido. Pode ser um negócio ou uma
máquina.
19
Sua representação gráfica é uma
caixa, onde o nome do sistema
aparece em sua parte superior.
ControleEstoque
PARTES COMPONENTES
 Atores
 Parte do modelo use case, que define os elementos
responsáveis pela interação com o sistema, enviando ou
recebendo mensagens.
20
Cabe notar que o ator não é a
instância, mas a classe. Não
representa a pessoa, mas o
papel que a mesma desempenha
no sistema. U s u á r io
PARTES COMPONENTES
 Atores
 Uma pessoa pode ser diferentes atores em um sistema
(é bom entender o conceito de ator como “papel
desempenhado”).
21
O papel de cada ator pode ser
limitado por regras (roles)
impostas pelo sistema.
Geralmente o nome do ator está
relacionado com estas regras. U s u á r io
< < a c to r > >
U s u a r io d o s is te m a
PARTES COMPONENTES
 Use case
 Representa a funcionalidade percebida por um ator. É
um conjunto de sequências de ações que um sistema
desenvolve para um determinado ator (papel).
22
Podem envolver comunicação
com outros atores bem como
operações dentro do sistema.
U s u á r io
CadastrarCliente
PARTES COMPONENTES
 Use case
 Características:
 é sempre inicializada por um ator
 sempre devolve um valor para um ator
 possui descrição completa e podem se relacionar entre si
 Como descobrir use cases:
 Que funções o ator necessita do sistema?
 O ator precisa ler, criar, modificar, destruir algum tipo de
informação do sistema?
 O ator deve ser notificado sobre eventos do sistema? O que
estes tem a ver com sua funcionalidade?
 Que tipo de i/o o sistema precisa? De onde e para onde vai?
23
PARTES COMPONENTES
 Use case
 A representação de um diagrama de use case contém os
diversos use cases de um sistema.
24
U s u á r io
C o n s u lt a r p r o d u t o s
E f e t u a r V e n d a s
C a d a s t r o d e C lie n t e s
U s u á r io V e n d e d o r
Sistema de Vendas
PARTES COMPONENTES
 Identificando atores:
 Identificando os atores, estabelecemos quais entidades
estão interessadas em interagir com o sistema. Isto pode
ser descoberto perguntando-se:
 Quem utilizará as principais funcionalidades do sistema?
 Quem precisará do sistema para tarefas diárias?
 Quem precisará manter e administrar o sistema, mantendo-
o funcional?
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 Que outros sistemas este precisará manipular?
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25
ASSOCIAÇÕES DE CASOS DE USO
 Inclusão
 Ocorre quando há uma parte do comportamento que é
semelhante em mais de um caso de uso.
26
ASSOCIAÇÕES DE CASOS DE USO
 Generalização
 Ocorre quando um caso de uso possui funcionalidades
adicionais a um já existente (o conceito de herança é
valido para use-case, também).
27
ASSOCIAÇÕES DE CASOS DE USO
 Extensão
 Semelhante à generalização. O caso de uso estendido
pode acrescentar comportamentos para o caso de uso-
base, declarando os “pontos de extensão” e o caso de
uso de extensão pode acrescentar comportamento
adicional somente nos pontos de extensão.
28
EXEMPLO
 Sistema de compras
29
C o m p r a d o r
V e r p r e ç o
C o m p r a r p r o d u t o
n a c io n a l
< < in c lu d e > >
C o m p r a r p r o d u t o
I m p o r t a d o
C o n v e r t e r M o e d a
V e r p r e ç o e m R e a l
< < in c lu d e > >
< < in c lu d e > >
Ver preço em Real é comparar preços
de diversos distribuidores cujos
valores estão em moeda estrangeira, o
que necessariamente implica ainda na
conversão entre moedas.
Ver preço é comparar preços
de diversos distribuidores cujos
valores estão em moeda corrente
CASOS DE USO
 Casos de uso do negócio
 Representa como a aplicação responde ao cliente ou a
um evento externo. Trata o sistema como uma “caixa
preta”, ocultando suas funções internas.
 Casos de uso do sistema
 Representa a interação com o software. Esta deve
satisfazer cada situação (use case) pertencente aos
casos de uso do negócio.
 De forma geral, podem ser elaborados um conjunto de
casos de uso de sistema para cada caso de uso de
negócio identificado.
30
CASOS DE USO
 Casos de uso do negócio e de sistema
31
Usuário
Consultar produtos
EfetuarVendas
Cadastrar Clientes
UsuárioVendedor
Sistema de Vendas
Calcular nr de CPF
Conferir preenchimento
do formulário e inserir
no banco de dados
ValidaçãoCliente
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Preecher formulário
da nota fiscal
ValidaçãoPedido
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EXEMPLO – ESPAÇO FÍSICO - UFBA
 Problema:
Organização e utilização do espaço físico da UFBA
para eventos.
Salas Reservadas para mais de 1 evento no mesmo
dia.
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32
EXEMPLO – ESPAÇO FÍSICO UFBA
33
EXEMPLO – ESPAÇO FÍSICO UFBA
34
EXERCÍCIOS
Da entrevista com o responsável da biblioteca de uma
universidade resultou a seguinte descrição para um
novo sistema:
“A atividade da biblioteca centra-se principalmente no
empréstimo de publicações pelos alunos da
universidade. O empréstimo é registrado pelos
funcionários da biblioteca, que também consultam
diariamente os empréstimos cujos prazos foram
ultrapassados. Todo este processo é efetuado
manualmente, sendo muito ineficiente.
Espera-se que o novo sistema resolva esta situação. Os
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Diagramas de casos de uso - aula 2

  • 1. DIAGRAMAS UML Diagramas de Caso de Uso (Use Case)
  • 2. AGENDA  Revisão UML  Definição  Motivação  Objetivo  Diagramas  Diagrama de Caso de Uso  Conceitos  Componentes  Associações  Exemplos  Exercício 2
  • 3. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Uma linguagem para visualização, especificação, construção e documentação de artefatos de um software em desenvolvimento.  Notação independente de processos 3
  • 4. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Motivação  Enumerar as etapas mais importantes do software  Facilitar a especificação dos requisitos do software  Padronização para facilitar a comunicação entre os Analistas de Requisitos e Desenvolvedores  Criação de modelo independente de implementação 4
  • 5. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE 5
  • 6. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Objetivo  Auxiliar na especificação  Documentação  Visualização lógica do desenvolvimento  Disponibilizar vários tipos de diagramas para descrição do sistema 6
  • 7. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Diagramas  Estáticos  Dinâmicos  Funcional 7 Diagrama de Classes Diagrama de Objetos Diagrama de Casos de Uso
  • 8. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Diagramas  Estáticos  Dinâmicos  Funcional 8 Diagrama de Estados Diagrama de Sequencia Diagrama de Colaboração Diagrama de Atividades
  • 9. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Diagramas  Estáticos  Dinâmicos  Funcional 9 Diagrama de Componentes Diagrama de Execução
  • 10. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE 10
  • 11. UML - UNIFIED MODELING LANGUAGE  Diagramas  Estáticos  Dinâmicos  Funcional 11 Diagrama de Classes Diagrama de Objetos Diagrama de Casos de Uso
  • 12. CONCEITOS  Use Case é uma técnica de modelagem utilizada para descrever o que um sistema deverá fazer ou o que um sistema existente já faz.  Este modelo é construído através de um processo de discussões entre os desenvolvedores e usuários. 12
  • 13. CONCEITOS  Os componentes primários de um modelo use case são os :  use cases  atores (actors)  sistema modelado  Nota: As fronteiras do sistema são definidas pela funcionalidade que é tratada pelo sistema. A funcionalidade é representada por um número de use cases e cada um deve especificar uma funcionalidade completa. 13 U s u á r io P o lí t ic a d e a s s in a t u r a
  • 14. CONCEITOS  Um use case deve sempre entregar algum valor para o ator, geralmente o que o mesmo está esperando do sistema.  O ator, de forma geral, é o homem usuário do sistema, mas pode ser outro sistema ou algum tipo de hardware que precise interagir com o sistema. 14
  • 15. CONCEITOS  Na modelagem o sistema é tratado como uma caixa preta, dentro do qual estão os casos de uso. 15 Sistema U s u á r io C o n s u lt a r p r o d u t o s E f e t u a r V e n d a s C a d a s t r o d e C lie n t e s U s u á r io V e n d e d o r
  • 16. CONCEITOS  O modelo use case representa a visão do sistema. Esta visão é muito importante uma vez que esta pode afetar todas outras visões do sistema. 16
  • 17. DIAGRAMA DE USE CASE  Um modelo use case é descrito como um “diagrama use case” e este modelo pode ser dividido em um número de diagramas de use case.  Os diagramas de use case possuem relacionamentos entre si como especialização, agregação, associação, etc. 17
  • 18. DIAGRAMA DE USE CASE  Exemplo 18
  • 19. PARTES COMPONENTES  Sistema  Parte do modelo use case, que define os limites do sistema desenvolvido. Pode ser um negócio ou uma máquina. 19 Sua representação gráfica é uma caixa, onde o nome do sistema aparece em sua parte superior. ControleEstoque
  • 20. PARTES COMPONENTES  Atores  Parte do modelo use case, que define os elementos responsáveis pela interação com o sistema, enviando ou recebendo mensagens. 20 Cabe notar que o ator não é a instância, mas a classe. Não representa a pessoa, mas o papel que a mesma desempenha no sistema. U s u á r io
  • 21. PARTES COMPONENTES  Atores  Uma pessoa pode ser diferentes atores em um sistema (é bom entender o conceito de ator como “papel desempenhado”). 21 O papel de cada ator pode ser limitado por regras (roles) impostas pelo sistema. Geralmente o nome do ator está relacionado com estas regras. U s u á r io < < a c to r > > U s u a r io d o s is te m a
  • 22. PARTES COMPONENTES  Use case  Representa a funcionalidade percebida por um ator. É um conjunto de sequências de ações que um sistema desenvolve para um determinado ator (papel). 22 Podem envolver comunicação com outros atores bem como operações dentro do sistema. U s u á r io CadastrarCliente
  • 23. PARTES COMPONENTES  Use case  Características:  é sempre inicializada por um ator  sempre devolve um valor para um ator  possui descrição completa e podem se relacionar entre si  Como descobrir use cases:  Que funções o ator necessita do sistema?  O ator precisa ler, criar, modificar, destruir algum tipo de informação do sistema?  O ator deve ser notificado sobre eventos do sistema? O que estes tem a ver com sua funcionalidade?  Que tipo de i/o o sistema precisa? De onde e para onde vai? 23
  • 24. PARTES COMPONENTES  Use case  A representação de um diagrama de use case contém os diversos use cases de um sistema. 24 U s u á r io C o n s u lt a r p r o d u t o s E f e t u a r V e n d a s C a d a s t r o d e C lie n t e s U s u á r io V e n d e d o r Sistema de Vendas
  • 25. PARTES COMPONENTES  Identificando atores:  Identificando os atores, estabelecemos quais entidades estão interessadas em interagir com o sistema. Isto pode ser descoberto perguntando-se:  Quem utilizará as principais funcionalidades do sistema?  Quem precisará do sistema para tarefas diárias?  Quem precisará manter e administrar o sistema, mantendo- o funcional?  Que dispositivos de hw o sistema necessitará manipular?  Que outros sistemas este precisará manipular?  A quem interessará os resultados que o sistema produzir? 25
  • 26. ASSOCIAÇÕES DE CASOS DE USO  Inclusão  Ocorre quando há uma parte do comportamento que é semelhante em mais de um caso de uso. 26
  • 27. ASSOCIAÇÕES DE CASOS DE USO  Generalização  Ocorre quando um caso de uso possui funcionalidades adicionais a um já existente (o conceito de herança é valido para use-case, também). 27
  • 28. ASSOCIAÇÕES DE CASOS DE USO  Extensão  Semelhante à generalização. O caso de uso estendido pode acrescentar comportamentos para o caso de uso- base, declarando os “pontos de extensão” e o caso de uso de extensão pode acrescentar comportamento adicional somente nos pontos de extensão. 28
  • 29. EXEMPLO  Sistema de compras 29 C o m p r a d o r V e r p r e ç o C o m p r a r p r o d u t o n a c io n a l < < in c lu d e > > C o m p r a r p r o d u t o I m p o r t a d o C o n v e r t e r M o e d a V e r p r e ç o e m R e a l < < in c lu d e > > < < in c lu d e > > Ver preço em Real é comparar preços de diversos distribuidores cujos valores estão em moeda estrangeira, o que necessariamente implica ainda na conversão entre moedas. Ver preço é comparar preços de diversos distribuidores cujos valores estão em moeda corrente
  • 30. CASOS DE USO  Casos de uso do negócio  Representa como a aplicação responde ao cliente ou a um evento externo. Trata o sistema como uma “caixa preta”, ocultando suas funções internas.  Casos de uso do sistema  Representa a interação com o software. Esta deve satisfazer cada situação (use case) pertencente aos casos de uso do negócio.  De forma geral, podem ser elaborados um conjunto de casos de uso de sistema para cada caso de uso de negócio identificado. 30
  • 31. CASOS DE USO  Casos de uso do negócio e de sistema 31 Usuário Consultar produtos EfetuarVendas Cadastrar Clientes UsuárioVendedor Sistema de Vendas Calcular nr de CPF Conferir preenchimento do formulário e inserir no banco de dados ValidaçãoCliente Negócio Sistema Calcular Total Pedido Preecher formulário da nota fiscal ValidaçãoPedido Sistema
  • 32. EXEMPLO – ESPAÇO FÍSICO - UFBA  Problema: Organização e utilização do espaço físico da UFBA para eventos. Salas Reservadas para mais de 1 evento no mesmo dia. Problema de calendário para seminários SisBic. 32
  • 33. EXEMPLO – ESPAÇO FÍSICO UFBA 33
  • 34. EXEMPLO – ESPAÇO FÍSICO UFBA 34
  • 35. EXERCÍCIOS Da entrevista com o responsável da biblioteca de uma universidade resultou a seguinte descrição para um novo sistema: “A atividade da biblioteca centra-se principalmente no empréstimo de publicações pelos alunos da universidade. O empréstimo é registrado pelos funcionários da biblioteca, que também consultam diariamente os empréstimos cujos prazos foram ultrapassados. Todo este processo é efetuado manualmente, sendo muito ineficiente. Espera-se que o novo sistema resolva esta situação. Os alunos necessitam de pesquisar os livros existentes na biblioteca. Caso um livro esteja requisitado é mostrada a data esperada de entrega”. 35