Planejamento estratégico - Encontro da FENALEApresentação:Guilherme Coelho de Souza Nascimento - Professor da redePública,...
Claro que a ação esta diretamente relacionada com a capacidade demobilização e representação... Porém, mesmo uma entidade ...
Portando, nesta primeira parte, devemos responder a algumasquestões:O que a FENALE quer?Como será ouvida?Como fortalecer/m...
que me fazer entender... Tenho que "ganhar" o aluno... Não possoabandoná-lo à sua "ignorância" (se bem que muitas vezes dá...
Comunicação clara, eficiente, buscando evitar as fórmulas prontas denossos veículos de comunicação... Essa é a comunicação...
- Quem somos nós e para onde queremos levar nossa entidade (juntocom o associado);- Dialogar;- Ocupar espaços.2 – Comunica...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Apresentação de Guilherme Nascimento sobre Planejamento Estratégico / Congresso da Fenale em São Paulo/SP

506 visualizações

Publicada em

Apresentação do professor Guilherme Nascimento sobre "Planejamento Estratégico" feita no XXIX Encontro e XI Congresso da Federação Nacional dos Servidores dos Poderes Legislativos Federal, Estaduais e do Distrito Federal (Fenale) em São Paulo, 29 de novembro de 2012

Publicada em: Notícias e política
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
506
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
86
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação de Guilherme Nascimento sobre Planejamento Estratégico / Congresso da Fenale em São Paulo/SP

  1. 1. Planejamento estratégico - Encontro da FENALEApresentação:Guilherme Coelho de Souza Nascimento - Professor da redePública, Dirigente do CAPESP, da FESPESP, Coordenador daCCM IAMSPE Região Litoral.Inicialmente gostaria de agradecer ao Gaspar e a diretoria da FENALEpelo convite. Venho aqui para conversar com pessoas que,possivelmente, são mais experientes que eu, onde eu tenho mais aouvir do que falar.A minha modesta intenção é mostrar a minha forma de pensar e deatuar.Entendo que quando falamos em planejamento estratégico numaentidade devemos definir seu projeto político/ideológico.(Se estivéssemos na sala dos professores, diria que teríamos quepensar no projeto político pedagógico da Escola).Para uma entidade de classe (associação ou sindicato) diria quedevemos definir o plano de ação político, que só é colocado emfuncionamento em sintonia com a comunicação da entidade e dasfinanças.O Plano de ação político é a bússola da entidade.Para onde a entidade quer ir? Essa é a pergunta que devemos ter emmente quando atuamos...Não basta termos a visão de administrar a entidade, de crescer oquadro associativo, de estabilizar as finanças ou montar uma boa redede prestação de serviços...Numa entidade, a ação política é a sua alma.
  2. 2. Claro que a ação esta diretamente relacionada com a capacidade demobilização e representação... Porém, mesmo uma entidade pequenae com poucos recursos pode "alimentar" sua "alma"...Entendo que Federações devem desempenhar seu papel deinterlocutoras de suas associações filiadas...Uma vez estabelecido o “caminho” da entidade, isto deve estarpresente nas mentes de seus diretores. E por consequência, não sepode temer o debate com outras forças, sejam elas quais forem...Política, de qualquer tipo, sempre será feita através do diálogo. APolítica associativa não se exclui dessa verdade. Vejo como um dosmaiores entraves no crescimento das entidades, na capacidade demobilização de suas bases, o receio, a má vontade em dialogar comsegmentos que tenham uma visão político-ideológica diferente da“nossa”... E aí, os riscos são vários: desde a entidade caminhar para o“gueto”, perder o debate político por ausência, até perder a sua basede apoio (perdendo seus associados com as graves consequênciasfinanceiras).Conversar, dialogar... Esse é o caminho para não ser passado paratrás.E para isso, devemos Ocupar Espaços!Isso é uma das coisas que mais defendo no interior da FESPESP:devemos ocupar cada espaço político possível... Dialogando comoutras Federações, com as Centrais, Partidos Políticos (TODOS, semdistinção) ou Governo (seja Estadual ou Federal)...Participando de Audiências Públicas, encontros, seminários, cursos,congressos... Enfim, onde houver um “microfone”, lá estaremos nós,sempre prontos para defender o serviço público (seja a FENALE, aFESPESP ou A CNSP), os usuários do serviço público (nossosaliados) e as nossas metas enquanto entidades com um ProjetoPolítico/Ideológico.
  3. 3. Portando, nesta primeira parte, devemos responder a algumasquestões:O que a FENALE quer?Como será ouvida?Como fortalecer/mobilizar as bases?Há condições, hoje, de um movimento unificado em todo territórioNacional? Ou ao menos em alguma Unidade da Federação?Quais são as pautas unificadoras da FENALE em relação àsentidades associadas?Bom, com esse ‘”QUEBRA-CABEÇA” em mente, passamos para outroponto:A comunicação...Evidentemente, não irei repetir aqui, o que o Sylvio Micelli jáconversou com vocês pela manhã... Meu enfoque será outro...O projeto político da Federação deve ser claro para seus associados...E é esse o papel das comunicações de nossas entidades.Se não conseguirmos explicitar nossas ideias, não teremos apoio...Quantas vezes não ouvimos (ou dizemos): "o pessoal não quer nemsaber"... "Querem que a diretoria faça tudo por eles"... "Caramba, naminha entidade nem os diretores comparecem, quem dirá osassociados"... Tudo isso é verdadeiro, sem dúvida...Porém, acredito que boa parte destas frases perderia o sentido se anossa relação com os associados ou sindicalizados fosse maiseficiente... Se o nosso projeto político de entidade fosse mais claro.Gostaria de fazer um parêntese...Acho que isso é mal de professor... Se meu aluno "vai mal", tenho quedar um jeito dele "ir bem"... Tenho que usar outra linguagem, tenho
  4. 4. que me fazer entender... Tenho que "ganhar" o aluno... Não possoabandoná-lo à sua "ignorância" (se bem que muitas vezes dá vontade,sem dúvida nenhuma).Em poucas palavras, tenho que melhorar minha comunicação...Se com um livro o aluno não entende, tenho que apelar paraquadrinhos, desenho, filme, vídeo, música, contar uma história... Se oaluno não me entende, tenho que ajustar meu vocabulário,entusiasmar meu aluno, tenho que "fisgar" meu aluno...Eu tinha uma tática em sala de aula... Era: "não posso ser previsível"É difícil... Muitas vezes ficava previsível mesmo... Mas quando euchegava com uma simples tabela periódica gigante em sala, por algumtempo eles paravam e prestavam atenção... Minha tarefa passava aser "esticar" essa atenção... Quando eu pedia para que os alunosmontassem um veículo que se movimentasse sem a utilização de umcombustível fóssil a molecada quebrava a cabeça...Enfim, as aulas que davam certo eram as aulas não previsíveis, ouaqueles onde o aluno participava de maneira mais contundente...Fechei o parêntese...Para as entidades, penso de forma análoga... Se a entidade fortotalmente previsível e não participativa, ela não atrai... Ela nãomobiliza... Para não ser previsível ela precisa ter um bom canal decomunicação e criar mecanismos de atração, participação...E a comunicação não pode mais ser previsível...No entanto, não podemos cair na inovação da “falsaimprevisibilidade”... Lembro quando recebi um jornal de um sindicato eque a Presidente escrevia algo como... "Neste friozinho gostaria decompartilhar com vocês uma xícara de chocolate e um bolo de fubá..."Ou pior, "falar da filha que completou mais um ano de vida"...Realmente, são textos não previsíveis, mas não creio que sejameficientes, ou exatamente atrativos...
  5. 5. Comunicação clara, eficiente, buscando evitar as fórmulas prontas denossos veículos de comunicação... Essa é a comunicação queconcebo como positiva.Participação do associado, com responsabilidade, compromisso e,claro, ganhos (normalmente de modo indireto, através de benefíciosconquistados).Finalmente, a mãe de todas as questões...O maior problema e a maior solução (solução no sistema Capitalista)...DINHEIRO!Além dos recursos que nós usamos para arrecadação de finançaspara as nossas entidades (taxas, prestações de serviços, festas,convênios...) e a óbvia administração responsável... Creio que aparticipação do associado/conselho é essencial para que fiqueexplícito que os recursos estão sendo aplicados dentro do projetopolítico/ideológico da Entidade. Muitas vezes esse é um caminhodifícil... Mas, entendo como necessário para que as “coisas” caminhembem e com coerência.Portanto, no caso das finanças, a democratização e a transparênciasão importantes para que o planejamento estratégico de nossasentidades saia do papel e seja vivenciado pela base.Enfim, creio que seriam essas as ideias principais...Não tenho a fórmula mágica... Até por que nas entidades que atuo, osproblemas são vários, nesta mesma área!Nem sempre a gente consegue colocar em prática aquilo queentendemos como o mais correto... Porém a reflexão nos leva adiminuir erros... Sei que falei algumas vezes o óbvio... Porém muitasvezes não fazemos o óbvio...Essa é a minha contribuição...1 - Ação Política (Nossa Alma, a bússola).
  6. 6. - Quem somos nós e para onde queremos levar nossa entidade (juntocom o associado);- Dialogar;- Ocupar espaços.2 – Comunicação (Material de convencimento e de expansão)- Não podemos previsíveis;- Temos que "fisgar" o nosso associado;- Participação da base.3 – Finanças (Viabilizadora do projeto político/ideológico)- Como mostrar quem somos, para onde vamos, sem ser previsível e gastando "pouco";- Participação;- Transparência.Creio que seja isso... Obrigado à Plenária... Obrigado à FENALE peloconvite e espero que tenha contribuído.

×