Erro - Comunicação e Expressão

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Erro - Comunicação e Expressão

  1. 1. Erro Marciano Bandeira, Juliano de Souza, Marciano Machado, Talita Xavier, Antonio Antunes Marciano Bandeira, Juliano de Souza, Marciano Machado, Talita Xavier, Antonio Antunes
  2. 2. O Valor do Erro • Tipos de erro • 1º Tipo – Erro a favor da gente • Fundamental ao processo evolutivo (“ensaio e erro”) • A criação dos medicamentos • Descobertas ao acaso
  3. 3. O Valor do Erro • 2º Tipo – Erro contra a gente • Permanecer no erro • Bebidas e Drogas
  4. 4. Sofismas
  5. 5. Origem  do grego sophisma, que pode ser lido como só-pensamento Significado  raciocínios válidos mas porem inconclusivos.
  6. 6. Sofista • Professores • Preparados como advogados • Culminavam ódio e inveja • Buscavam a verdade
  7. 7. Caracterizado por Platão como: impostores, caçadores interessados em jovens ricos.
  8. 8. Chegando assim ao sentido pejorativo
  9. 9. Sofismas Indutivos
  10. 10. Os sofismas indutivos são classificados em: • Círculos Vicioso • Estatística tendenciosa • Fuga do assunto • Argumento autoritário • Confusão causa-efeio
  11. 11. Circulo Vicioso • “O circulo vicioso ou circulo viciado, aparece quando se tenta dar como prova de uma declaração a própria declaração.” • “Quem fala ou pensa deste modo toma por demonstrado o que lhe cabia demonstrar”
  12. 12. Características: • A criança – Porque sim, porque fiz • Adulto – Age como criança • Geral – Fala em círculos(em torno de si) – Posa de dono da verdade
  13. 13. Exemplos • O fumo faz mal a saúde porque prejudica o organismo • Machado de Assis é o maior escritor brasileiro, pois nenhum escritor jamais atingiu as mesmas alturas no que respeita a criação literária.
  14. 14. Exemplos • Uma Senhora compra uma batedeira • Quando chega em casa a batedeira não funciona. • Frustrada ele se lembra que tinha esquecido de pegar o papel da garantia • Na loja o vendedor embora a reconheça, diz que sem o papel não há jeito • Quando ela insiste Dizendo: – Negócios são negócios madame. • Ela confusa vai embora, pois não tinha como negar que negócios são negócios.
  15. 15. Estatística Tendenciosa • Ocorre quando se apresenta um argumento sobre forma de estatística, apoiando no levantamento insuficiente de dados. • Efetua um generalização indutiva antes de contar com dados bastantes para sustentá-los. • O raciocínio policial
  16. 16. Fuga do assunto Desvios da questão em pauta Por exemplo: “A ciência é muito importante para humanidade, a história estuda o passado.”
  17. 17. Argumento autoritário • É o argumento de autoridade entortado. É quando o uso de um depoimento que se julga inatacável, pela autoridade de seu autor, encobre falta de argumentos convincentes. Há um convencimento pela ilusão. Dá-se opinião e impressiona-se o opositor.
  18. 18. Argumento autoritário contra a pessoa • “Quando se quer derrubar uma idéia mas não se enfrenta a própria com outras idéias, e sim se ataca a um de seus autores com adjetivos violentos e, em geral, covardes.”
  19. 19. Argumento autoritário apoiado ao consenso geral • “Não há motivo lógico em se considerar a maioria, ou sequer a totalidade das pessoas, como autoridade legítima no que quer que seja. Sustentar-se no consenso geral é precário porque significa abdicar da própria opinião.”
  20. 20. • "Homem algum, que só haja ouvido um dos lados das questões acerca das quais o público se acha dividido, pode ser considerado como criatura educada." (Bertrand Russel)
  21. 21. Confusão causa/efeito • Consiste em estabelecer como “causa de” um fato que aconteceu imediatamente antes do tempo. • “Identificar e desfazer ”.
  22. 22. • “Os pobres não tomam jeito – andam sujos e esfarrapados, não se dando o devido respeito; por isso é que são pobres”.
  23. 23. SOFISMAS DEDUTIVOS • Dedução – ato ou efeito de Deduzir, Método de raciocínio lógico que parte de uma premissa geral e chega a uma conclusão particular. • Problemas de Dedução – 1° - Por uma deformação na estrutura de sua constante (na estrutura do silogismo)
  24. 24. Silogismo? • Termo Filosófico usado por Aristóteles: uma conexão de idéias, raciocínio formado por três preposições: • - a primeira – premissa maior • - a segunda – premissa menor • - a terceira – conclusão
  25. 25. Um argumento Silogístico pode ser questionado quer por sua : • VALIDADE – Representa averiguar se a estrutura se apresenta de modo a permitir a passagem do Geral para o Particular • VERDADE – Inquirir sobre a Verdade ou Falsidade contida nas premissas
  26. 26. Exemplo: “Toda cidade tem igrejas Ora, São Paulo tem igrejas, Logo, São Paulo é uma cidade.” - Premissa Geral = Toda cidade” = Sujeito -Premissa Particular = “cidade” = Predicado
  27. 27. • Esquematizando por extenso vemos como se poderia fazer a validade: • “Toda cidade tem igrejas • Ora, São Paulo é uma cidade • Logo, São Paulo tem igrejas.”
  28. 28. “Frequentemente deparamos com Silogismos deformados no cotidiano que nos pegam pelo pé por não sabermos desmontar a sua forma enganosa. E muitos desses servem á repressão, e são tão ou mais eficientes quanto menos os entendemos” • “Todo comunista lê Karl Marx. • Ora, esta professor lê Karl Marx. • Logo, este professor é comunista.
  29. 29. SOFISMA CONCEITUAL • Outro tipo de Problema de Dedução causado pela deformação da hipótese original em “Mito Perigoso”, apresentando- se como uma substancia acabada, como um conceito fechado.
  30. 30. Ex “Todos os Paises tem governo; Ora, o Brasil é um País; Logo, O Brasil possui um governo . O que é um País? O que é Brasil? O que é um governo?
  31. 31. O Sofisma conceitual arma a segunda deformação do me todo: a hipótese transformada em Hipertese, imobilizando o raciocínio, trancando-o no imperativo de confirmá-la á qualquer preço. Hiperestruturas: imobilizando pessoas, trancando-as no imperativo de confirmar as estruturas, as instituições, a moral vigente, mesmo que á custa do apequenamento da alma humana.
  32. 32. Conclusão
  33. 33. Fim

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