APRESENTAÇÃO DO
PLANO DE INVESTIGAÇÃO
     Vânia Mafalda Girão de Carvalho
Título e Resumo
 Título
     Conteúdos vídeo nos jornais online - O caso português

 Resumo – principais pontos
    Critér...
Caracterização do problema de investigação

 Necessidade de ser “multitudo”;

 Tecnologia multiusos, pessoas multipapéis;
...
Finalidades e Objectivos
 Finalidades:
    Listar os critérios utilizados pelos jornais para colocarem vídeos na sua
    e...
Enquadramento Teórico: Resumo
 A evolução + desafios (novos meios de comunicação) fortaleceram este
 meio.


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Enquadramento Teórico: Resumo
 Multiplicidade de expressões: Ciberjornalismo e Jornalismo Online
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Metodologia
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 nos jornais online

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Metodologia
 Quanto aos procedimentos metodológicos: trabalho descritivo
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Cronograma
Resultados Esperados
 Resumo sintético e útil dos principais pontos a ter em conta aquando da
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Bibliografia/ Fontes
 Adobe (2008). Adobe Flash Player Version Penetration.
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Bibliografia/ Fontes
 CORREIA, Frederico (2007). Jornalismo do cidadão – quem és tu?
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Apresentação_PlanoInvestigação_20.01.09

  1. 1. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE INVESTIGAÇÃO Vânia Mafalda Girão de Carvalho
  2. 2. Título e Resumo Título Conteúdos vídeo nos jornais online - O caso português Resumo – principais pontos Critérios subjacentes à selecção dos vídeos inseridos num jornal online, uma vez que a sua utilização para este fim é cada vez mais frequente. Pontos pertinentes do estudo: a análise da realidade portuguesa; a influência de algumas heurísticas construídas por jornalistas na abordagem editorial da actualidade; o contributo da Web 2.0 para este fenómeno. Análise de dados recolhidos por meio de questionários - jornais portugueses (generalistas) com presença online dar um contributo sobre a aceitação desta nova prática e a forma como é feita a escolha/produção dos vídeos para a versão digital dos jornais. Palavras-chave: critérios de selecção, vídeo, jornais online
  3. 3. Caracterização do problema de investigação Necessidade de ser “multitudo”; Tecnologia multiusos, pessoas multipapéis; Fusão de funções, papéis e meios; Meios de comunicação mais antigos tendem a renovar-se e a entrar nas novas tendências; Presença dos jornais na Web - grande passo para a sua inclusão nas necessidades do presente; Proliferação do vídeo nos jornais-online para suportar temas que são destaque do dia; Critérios por trás da escolha dos materiais audiovisuais colocados online nessas publicações.
  4. 4. Finalidades e Objectivos Finalidades: Listar os critérios utilizados pelos jornais para colocarem vídeos na sua edição online Objectivos: Averiguar a posição dos jornais em relação ao vídeo na sua edição online Perceber se a utilização deste meio tem aumentado as page views dos jornais Efectuar uma recolha da perspectiva dos jornais portugueses generalistas com presença online em relação à utilização do vídeo online
  5. 5. Enquadramento Teórico: Resumo A evolução + desafios (novos meios de comunicação) fortaleceram este meio. Este estudo debruça-se sobre o modelo multimédia (Gonzalez, 2000), onde a interactividade e o cruzamento de meios (som, vídeo, animação) são elevados ao expoente máximo. benefícios aos jornais, como o crescimento dos leitores, a expansão enquanto meio de comunicação e o alcance de novos públicos (BANDEIRA).
  6. 6. Enquadramento Teórico: Resumo Multiplicidade de expressões: Ciberjornalismo e Jornalismo Online Bastos, professor do curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação na Universidade do Porto e investigador na área do Jornalismo Online, propõe uma distinção entre esses termos. Jornalismo Online - utilização da Internet por parte de jornalistas ditos “tradicionais” de outros meios (televisão, rádio, jornais), para pesquisas de recursos informativos online. Ciberjornalismo - actividade de profissionais especificamente destinados a trabalhar na produção de jornalismo para publicações na rede (websites de televisões, jornais, rádios, portais de informação, entre outros). Distinções e conceptualizações não unânimes e não consideradas reguladoras, uma vez que existem muitas opiniões divergentes – não há consenso na definição de jornalismo online.
  7. 7. Enquadramento Teórico: Resumo Tempo ocupado em navegação de sites noticiosos tem vindo a aumentar. Entre Dezembro de 2007 e Janeiro de 2008, a presença online do jornal Público subiu da quinta posição para a terceira, no ranking dos jornais online mais consultados a partir de casa. Aumento considerável do número de lares com computadores com acesso à Internet (em 1997, 2,4%, passando para 51,3% em 2008). Acontecimentos marcantes no crescimento do vídeo na Web: Streaming Multimédia (ALVEAR, 1998: 3); Flash Video.
  8. 8. Enquadramento Teórico: Resumo Existem alguns estudos que indicam que as notícias são uma das categorias de vídeos mais procuradas na Web, indiciando que o vídeo utilizado na divulgação de notícias é uma mais-valia. 37% dos inquiridos assistem a vídeos de notícias (MADDEN, 2007). – EUA, Pew Internet & American Life Project, estudo realizado entre 15 Fevereiro e 15 de Março 2007. A par do desporto e comédia, as notícias conquistam maior número de visualizações diariamente com aproximadamente 10% - uso do Youtube no campus e residências da Universidade de Calgary durante 4 meses (GILL, 2007). 48,6% dos indivíduos inquiridos focam a sua preferência em vídeos sobre notícias, desporto e cinema - Advertising.com, estudo realizado entre 5 de Janeiro de 2007 e 8 de Janeiro de 2008 – 500 pessoas, mais de 18 anos (ADVERTISING.COM, 2007).
  9. 9. Enquadramento Teórico: Resumo A taxa de portugueses que recorrem à internet para se informar é já de 61% - Marktest, 2008. Exemplos em Portugal da prática de incentivo da participação do espectador na ilustração de notícias ou de épocas específicas: SIC – “EuReporter” - e TVI – “Eu Vi”. Internacionalmente: New York Times é um bom exemplo. Aceita vídeos enviados por espectadores e selecciona os melhores, utilizando esses para ilustrar as suas notícias. A CNN e a Sky News são outros exemplos desta iniciativa. Estes incentivam nos seus websites à contribuição dos espectadores, aliciando que os seus vídeos podem ser escolhidos para servirem de cobertura a uma notícia e os autores chamados para uma entrevista.
  10. 10. Enquadramento Teórico: Resumo Existem já alguns conselhos para a produção e escolha de conteúdo vídeo para este fim produzidos por profissionais. Em Maio de 2008, a publicação “The Digital Journalism” dedicou um editorial à temática de “Como Não Fazer Vídeo para Jornal”. Um dos conselhos é não fazer vídeos à imagem da televisão (nem reutilizar os que são feitos para esse meio), uma vez que são meios diferentes e as necessidades não são as mesmas. O papel da Web 2.0 em todo este processo é crucial, residindo o seu grande impacto no papel interactivo que passou a estar ao dispor do utilizador/espectador (O’REILLY, 2005), passando este a ter uma relação biunívoca com os media (CÁDIMA, 1999: 110 e 122). Estas mudanças originam reformulações na definição de utilizador e na de produtor de conteúdo. A noção de jornalismo é mais um dos conceitos que tende a ser questionado e a sofrer alterações com todo este processo, sendo a sua multifuncionalidade cada vez mais relevante.
  11. 11. Metodologia Definição do problema e temática do estudo - inclusão de conteúdos audiovisuais nos jornais online Elaboração da questão de investigação e dos objectivos que se pretendem atingir com o estudo Fase de exploração e pesquisa. Temas de enfoque da pesquisa: materiais onde se explicite a relevância do vídeo para a fase actual dos jornais online, a evolução dos jornais (impressos e online) e dos vídeos online, estatísticas sobre o consumo dos jornais e vídeos online, e ainda alguns items de referência sobre os pontos mais relevantes a ter em conta aquando da criação e escolha dos vídeos a incluir nos jornais online. Trabalho enquadrado na área exploratória: Aproximação ao tema, com uma recolha teórica utilizando as técnicas respectivas - levantamento bibliográfico e análise documental Estudo prático quanto aos factos que se pretendem averiguar, com recurso à inquirição dos jornais portugueses com vídeo na sua edição online
  12. 12. Metodologia Quanto aos procedimentos metodológicos: trabalho descritivo Exposição de informações relacionadas com as áreas da temática a tratar (obtidas através de pesquisa) Descrição dos procedimentos a tomar durante a parte prática, tentando retratar superficialmente a situação actual da inclusão do vídeo nos jornais online Análise prática Definição dos participantes a analisar e dos métodos e instrumentos a utilizar Inquirição por questionário dos jornais portugueses de carácter generalista que integrem vídeo na sua edição online Uma vez que a população em si é bastante reduzida (seis), optar-se-á pela inquirição de todos os jornais. Como método de pesquisa de informação e dados considera-se o estudo documental e bibliográfico
  13. 13. Cronograma
  14. 14. Resultados Esperados Resumo sintético e útil dos principais pontos a ter em conta aquando da escolha e/ou produção de vídeo para jornais online. A importância do mesmo será estabelecer o estado do vídeo nos jornais generalistas online em Portugal. Pode ainda ser um ponto de partida para muitos outros estudos relacionados com a área, como por exemplo a forma como o vídeo pode ser promotor de interacção nos jornais online (como já acontece com alguns jornais internacionais). Pode ainda tornar-se um manual de boas práticas, uma vez que se pretende conseguir a colaboração dos jornais portugueses para o mesmo.
  15. 15. Bibliografia/ Fontes Adobe (2008). Adobe Flash Player Version Penetration. http://www.adobe.com/products/player_census/flashplayer/version_penetration.html Advertising.com, Inc (2007). The Who, What, When and What Works of Online Video Consumption and Advertising. http://www.advertising.com/pdf/Video-White-Paper.pdf ALVEAR, José (1998). Guide to Streaming Multimedia. Mecklermedia Web Developer.com. Toronto, Canadá. Associação Nacional de Jornais. http://www.anj.org.br/a-industria- jornalistica/historianomundo/historiadojornal.pdf BANDEIRA, Fernanda. A presença na internet dos jornais locais portugueses. https://bdigital.ufp.pt/dspace/bitstream/10284/438/1/80-91FCHS04-4.pdf BASTOS, Hélder (2000). Jornalismo Electrónico. CÁDIMA, Francisco Rui (1999). Desafio dos Novos Media – a nova ordem politica e comunicacional, Notícias Editorial. P. 110 e 122 CARR, Nicholas (2008). What the Internet is doing to our brainsquot;, The Atlantic. http://www.theatlantic.com/doc/200807/google CARROLL, Chris (2006) - From citizen journalism myth to citizen journalism realities. Reinventing College Media. http://reinventing.collegemedia.org/index.php?id=57
  16. 16. Bibliografia/ Fontes CORREIA, Frederico (2007). Jornalismo do cidadão – quem és tu? GILL, Phillipa et Al (2007). YouTube Traffic Characterization: A View From The Edge. http://www.imconf.net/imc-2007/papers/imc78.pdf GONZALEZ, Maria Cabrera (2000). Convivencia de la prensa escrita y la prensa on line en su transición hacia el modelo de comunicación multimédia. MADDEN, Mary. Pew Internet & American Life Project. Online Video (2007). http://www.pewinternet.org/PPF/r/219/report_display.asp Marktest. http://www.marktest.pt/ O'REILLY, Tim (2005). Web 2.0 – Principles and Best Practices. The Digital Journalism (2008). How Not To Do Newspaper Video, The Digital Journalism. http://digitaljournalist.org/issue0805/how-not-to-do-newspaper-video.html WOLF, Mauro (1999). Teorias da Comunicação, Editorial Presença

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