Jornal Cidade - Ano II - Nº 30

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Jornal Cidade - Ano II - Nº 30 - 31 de Julho de 2014

Principais notícias das cidades do centro-oeste mineiro. Notícias de Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte, Moema, Pedra do Indaiá e Japaraíba.

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Jornal Cidade - Ano II - Nº 30

  1. 1. APLICAÇÃO FINANCEIRA SICOOB CREDIPRATA Aplicações com a segurança que você precisa e o retorno que você deseja com o RDC Sicoob. O Sicoob Crediprata oferece as melhores condições para o seu dinheiro render. Vá até uma de nossas agências e converse com nosso gerente. Para encontrar uma cooperativa Sicoob mais perto de você, ligue 0800 642 0000. Ouvidoria - 0800 725 0996. Deficientes auditivos ou de fala: 0800 940 0458. Página 05 Página 18 Página 09 Vereador quer a criação da Guarda Escolar Curso da Fasam é reconhecido pelo MEC Moema inaugura nova ponte do Zé Vitor Atear fogo em lotes gera multa a infratores CEROL Uma brincadeira perigosa Flagra: Mulher joga animal morto no mato em chamas Página 16 Página 16Página 08Página 14 Página 12 Página 12 Casal de LP detalha como matou idoso em Samonte Lagoacred Card realiza a 6ª Copa de Futsal Garoto de Samonte treina com ídolos do UFC “Cantando a gente faz história” Entrevista com o cantor Antônio Oliveira Página11
  2. 2. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br PUBLICAÇÕES OFICIAIS2
  3. 3. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br OPINIÃO4 CARTA AO LEITOR Juliano Rossi contato@jornalcidademg.com.br ll A Prefeitura de Moema anunciou que irá transferir aestruturadosgalpõesins- talados da Praça de Even- tos, localizada no centro da cidade,paraoParquedeEx- posições.Oterrenodapraça será utilizado para a cons- trução de uma nova esco- la,queiráatenderamaisde 200 alunos por turno, con- forme foi divulgado na últi- maediçãodoJornalCidade. Vereadoresdaoposição à atual administração mu- nicipal conseguiram uma liminar na justiça impe- dindo, temporariamente, a construção da escola, sob a justificativa de que o mu- nicípio possui outros terre- nos para construir a escola e não haveria necessidade de desmanchar o que já es- tavapronto. Levando-seemconside- ração que a Praça de Even- tos fica sem utilização pra- ticamente o ano inteiro, e considerando também que numa cidade do porte de Moema não há necessida- de de ter dois grandes lo- cais para eventos (o outro é o Parque de Exposições – llASecretariadoEstadode SaúdeenviouumanotaàSe- cretariaMunicipaldeSaúde e setor de Vigilância Epide- miológicadeLagoadaPrata solicitando o cancelamen- todavacinaçãoantirrábica. Omotivoéquenãoexiste agarantiadequeasvacinas contraraivaparaosanimais sejamenviadaspeloMinis- tériodaSaúde. A Secre- tariadoEstadodeSaúdeain- daorientouqueacampanha sejamarcadaparaoprimeiro trimestrede2015. Fonte: ASCOM - Prefeitura deLagoadaPrata. quetambémépoucoutiliza- do),oquesepassanacabeça dospolíticosdeseoporemà construçãodanovaescola? Em qualquer circuns- tância, em qualquer tempo, em qualquer local, a edu- cação deve ser vista como prioridade. A menos que se pretendamanteropovoso- brecabrestoesemperspec- tivas de desenvolvimento intelectual.Éassimquepa- rece pensar os políticos de oposiçãoemMoema. Oengodo,nodiscursoda oposição, reside no fato de tentarvenderaideiadeque se pretende “destruir o que jáestápronto”.Selevarmos em conta o que a prefeitura anunciou–dequetodaaes- truturadaPraçadeEventos será transferida para o Par- que de Exposições, que se- rátransformadonolocalofi- cialdefestasnacidade,sem prejuízoparaoeráriopúbli- co–odiscursodaoposição soa no mínimo como equi- vocado, e nos dá margem para pensarmos que seja umafalácia. A picuinha é uma briga política.APraçadeEventos foi construída no mandato doprefeitoMarceloFerreira, que não conseguiu eleger o seusucessor,eseusacólitos tentamagoravenderaideia de que haverá a destruição daestrutura. Diante dessa polêmi- ca, esperemos o desfecho dessahistória.Ocertoéque a atual administração do município tem a obrigação de fazer a transferência da estruturadaPraçadeEven- tos conforme o prometido, semprejuízoaosmoemen- ses.Ainiciativasemostrou umamedidaimpopular,que a administraçãomunicipal teve a coragem de assumir. Nem sempre o melhor ges- tor é aquele sujeito bacana quedátapinhanascostase tentaagradaratodomundo pensandoemsuareeleição. É preciso coragem para fa- zeroqueécerto,mesmoque hajaprejuízospolíticos. Defendemos a ideia de que a educação deve ser vista como prioridade em qualquer circunstância. É melhor uma escola repleta decriançastodososdiasdo queumterrenoimensoutili- zadopelosfesteirospoucas vezes ao ano. Para os even- tos, o parque de exposições poderá ser utilizado, com mais benefícios e conforto aosusuários.Seaprefeitura não fizer conforme prome- teu, cabe ao povo protestar ecobrar. Parafinalizar,entreteni- mento é importante, mas a educaçãoéprioridade. ASNOSAOVOLANTE? Na última edição do Jornal Cidade veiculamos uma matéria sobre a polê- mica em torno da constru- ção dos quebra-molas que foram espalhados em to- das as regiões de Lagoa da Prata.Emnossosite(jornal- cidademg.com.br) você po- de ler um artigo escrito pe- lo renomado advogado Ail- tonJoséSilva,noqualdeta- lhatodasasirregularidades dosredutoresqueestãosen- do construídos. É um texto que vale a pena ler. Para lo- calizaroartigocommaisfa- cilidade, basta clicar na lu- pa–nocantodireitodabar- radomenu–edigitar“que- bra-molas”. Redutoresdevelocidade incomodam,principalmen- tequandonãoestãoinstala- dosemfrenteàsuacasa.Ex- plico.Infelizmente,aindate- mosmuitosasnosaovolan- te.Sãomentecaptos–moto- ristas,motociclistasecami- nhoneiros–quepensames- tarememumapistadecor- rida. Não respeitam ciclis- tas,pedestres,nenhumobs- táculonocaminho.Omun- dodelesseresumeaeleseo volante.Enadamais. Ediantedeumtristece- nárioondefaltaeducaçãoe bom senso, onde sobra ex- cesso de velocidade em ru- as largas amplamente fa- voráveisàaltavelocidade,o primeiro pensamento que aparecenamentedamaio- riadaspessoasé:“Deveriam colocar um quebra-molas aqui”.Conheçoumapeque- na empresária que comen- tou sobre a necessidade de instalarumredutoremfren- teàsuacasa,maselarecla- mou de vários outros que foraminstaladosemoutras partesdacidade. Infelizmente,osquebra- -molas são a medida mais rápidaefácilparadiminuira velocidadedosveículos.Das motosnão.Osmotoqueiros se arriscam ao passarem noscantosouatéaceleram ao pularem sobre os redu- tores.Infelizmente,osbons motoristassãopenalizados pelosirresponsáveisquede- veriam estar em quarente- na, fora do convívio com os condutoresdebem. Se os quebra-molas são a alternativa mais rápida, então que a prefeitura exija daempresaqueestáfazen- do a instalação dos reduto- resquecoloquetodasasde- vidassinalizaçõesnecessá- riasimediatamente. Outrasugestãoaopoder públicoseriamunicipalizar o trânsito e dar mais uma atribuiçãoàguardacivilmu- nicipal: multar os arruacei- ros ao volante – ou ao gui- dão. Talvez, se a penalida- de for sentida no bolso, es- sesujeitopenseduasvezes antesdecolocarasuavidae a de outras pessoas em ris- co ao dirigir em alta veloci- dade.Alémdisso,entrariam maisrecursosnoscofresdo município. Polêmica em torno da construção de escola em Moema Lagoa da Prata - Secretaria do Estado de Saúde cancela vacinação antirrábica
  4. 4. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg POLÍTICA 5 Vereador apresenta anteprojeto para a criação da Guarda Escolar llACâmaraMunicipalde LagoadaPrataaprovouum anteprojetodeautoriadove- readorDi-GianneNunesque sugereàprefeituraacriação daguardaescolarmunicipal. AcidadedeUruguaiana,no Rio Grande do Sul, é uma das pioneiras no Brasil na implantação desse serviço àpopulação.Naentrevistaa seguir,Di-Gianneexplicaos detalhesdoanteprojetoque seráavaliadopeloExecutivo. JORNALCIDADE:Quaisse- riam as funções do Guarda Escolar? DI-GIANNE:Ocrescenteín- dicedeviolêncianasocieda- deacabarefletindonasesco- las. Em razão disso as atri- buições do Guarda Escolar seriaorientareidentificaras pessoasqueseencontrarem no ambiente escolar. Estar atento às proximidades da escola.Retirar pessoas não autorizadas. Zelar pelo pa- trimônio e ambiente do lo- cal. Esse profissional teria comunicação direta com a PolíciaMilitareGuardaMu- nicipalsemprequenecessá- rio.Auxiliariaosalunosque fazemusodasvansnaquele movimentoqueaconteceno início e no fim das aulas. A grandearmadoGuardaEs- colarseriaaobservação. JC: Como surgiu a ideia da GuardaEscolar? DI-GIANNE: Em algumas conferências da educação queparticipeianopassado, inclusiveacompanhadoda Isamim, Dona Raimunda, Paulene,AdircileneeaCida professora,notamosquees- tácadavezmaisacentuado odebatesobrea questãoda segurançanasescolas,mas poucacoisaéfeitanapráti- ca. Fizeramumapesquisae foi constatado que esse te- maestáentreastrêsmaio- res reivindicações dos pro- fissionais da educação. A Guardaescolarcriariacon- dições mais favoráveis pa- ragarantirumaaprendiza- gemsegura. JC:Algumacidadedaregião implantouesseprojeto? DI-GIANNE: Não. O que acontecenamaioriadasci- dades é o deslocamento da GuardaMunicipalparafazer arondanaportadasescolas de vez em quando. O que é muitoimportante,masnão éoideal,atéporqueaGuar- da Municipal tem muitas outras atribuições. O Guar- da Escolar criaria raízes na escola. Conheceria a fundo osproblemascomoqualquer funcionáriodainstituiçãode ensino. Conheceria os pro- fissionais, o aluno e, com o tempo,até seusfamiliares. JC:QuemseriamosGuardas Escolares? DI-GIANNE: Seriam pesso- asescolhidasmediantecon- cursopúblico,avaliaçãofísi- caepsicológica,nosmoldes doconcursoqueaconteceu para a formação da Guarda Civil Municipal, porém te- riamumacapacitaçãovolta- daparaoambienteescolar. JC:Deondeviriamosrecur- sosparamanteresseproje- to? DI-GIANNE: Há uma carti- lha do FUNDEB demons- trando que 40% dos recur- sosdaeducaçãopodemser gastos com outros profis- sionais que atuam na edu- cação, ampliando o enten- dimento do artigo ¬70 da LeideDiretrizeseBasesda Educação.Pesquiseimuito sobreesseprojetoedesco- bri que Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, foi a cidade quesaiunafrenteabraçan- doaideiadeumaguardafi- xanaescola,deixandodela- do soluções paliativas pa- ra o melhor andamento de umaescolaoqueinfluencia diretamentenopedagógico. JC: Como esse projeto vai sairdopapel? DI-GIANNE: Debrucei so- bre esse projeto, junta- mente com o assessor ju- rídicodacâmara,pormais deseismesesparanãoin- corrermos na inconstitu- cionalidade. Verificando artigo por artigo e seus in- cisos, bem como o Código Brasileiro de Ocupações, que trata esse profissio- nal com as mesmas atri- buições na nomenclatura de Agente Escolar. Fiz na forma de anteprojeto para análisedoExecutivo.Con- versei pessoalmente com o prefeito e com a Paule- ne, secretária de Educa- ção, que receberam muito bem a ideia, perceberam a importância desse proje- to que marcaria de forma muito positiva a adminis- tração. Inclusive a secre- tária até já está estudan- do os primeiros passos. É um plano para longo pra- zo, mas que já devia ter si- do colocado como priori- dadehámuitotempoeba- talharemosmuitoporisso. VEREADOR DI-GIANNE NUNES
  5. 5. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br POLÍTICA6 Samonte - Ações da saúde pública se transformarão em documentário llA Organização Pana- mericana de Saúde – OPAS e Conselho Nacional dos Secretários de Saúde – CO- NASS enviaram ao municí- pio na última semana, uma equipe com médico, cine- grafistaejornalistacomin- tuito de documentar o tra- balho desenvolvido pelo Laboratório de Inovações na Atenção às Condições Crônicas. A partir de documen- tos, imagens e depoimen- tos, todas as experiências, pesquisa e avanços na saú- depúblicadeSantoAntônio do Monte durante o LIACC se transformarão num do- cumentário com 7 vídeos, que serão distribuídos co- mo modelo de atendimen- todoSUSparaváriospaíses domundo. Nestecontexto, oprefei- toDr.WilmardeOliveiraFi- lho falousobrea lutacons- tante pela qualidade de vi- dadossantantonienses,das conquista médicas e políti- casemproldasaúdepública estadualemunicipaleare- laçãodosseusesforçospes- soaisedaequipedaFunda- ção de Saúde / Centro Inte- grado Hiperdia e Viva Vida com o interesse da OPAS e CONASSnomunicípio,loca- lizado no interior de Minas Gerais,commenosde30mil habitantes. Durante toda a sema- na,aequipedePortoAlegre, visitou Unidades da Aten- ção Primária, conversando comequipeseusuários.Eles tambémestiveramnaFun- daçãodeSaúdeeemcomu- nidadesdazonarural.Amé- dica formada na UFRS, Dra. Rose ressaltou o envolvi- mento de todos no Labora- tório de Inovação como um dos fatores do seu suces- so. Ela também elogiou as equipes das UBS que se de- dicaram a reprogramar seu comportamento,colocando empráticaasteoriasdo“Au- to Cuidado Apoiado” defen- dido na obra do sanitarista EugênioVilaça. Escolas Municipais de Lagoa da Prata recebem kits escolares e tem cardápio modificado llDurante o mês de julho a Secretaria Municipal de Educação realizou a en- trega de 2.700 kits escola- res para as 14 escolas mu- nicipais. De acordo com a Secretária de Educa- ção Paulene Andrade, os materiais escolares e pe- dagógicos são ferramen- tas que irão oferecer uma educação de melhor qua- lidade aos alunos. “O mais importante é acreditar no poder transformador da educação.Saberqueoalu- no que se quer formar é o que vai definir os rumos da cidade e do país ama- nhã.Educaréumamissão muito ampla e todos nós somos co- responsáveis por ela”, afirmou Andrade. NOVO CARDÁPIO Outra mudança que as escolas municipais e cre- ches estão recebendo é a modificação do cardápio. Segundo a secretária Pau- lene as mudanças ocorre- ram devido à necessidade de garantir uma alimen- tação mais nutritiva pa- ra as crianças. “Foram in- cluídas frutas, verduras e sucosparagarantirpratos mais apetitosos, além de omelete assado, torta de frango com legumes, filé de peixe, bolo de cenoura, dentreoutros.Issofoipos- sível usando a criativida- de sem aumentar os gas- tos”, afirmou. Andrade ainda salien- tou que o município pos- sui duas nutricionistas que cuidam exclusiva- mentedaalimentaçãodas crianças. “Temos que in- vestir nas crianças sem- pre, pois a criança bem alimentada aprende me- lhor e consequentemen- te os resultados só serão positivos”, destacou. Ainiciativafoiaprova- da pelos pais, familiares e professores. “Meus sobri- nhos chegaram em casa cheios de entusiasmo e felizes com os materiais oferecidos pela Secre- taria de Educação”, dis- se Rosimeire Dores, tia de alunos. A monitora do progra- ma Mais Educação, da Es- cola Municipal Montei- ro Lobato, comentou so- bre como os alunos rece- beram a nova merenda. “O cardápio está maravilho- so! Um dos meus alunos me disse que a comida es- tá igual a de restaurante”, afirma. Foram incluídas frutas, verduras e sucos para garantir pratos mais apetitosos, além de omelete assado, torta de frango com legumes, filé de peixe, bolo de cenoura, dentre outros. Isso foi possível usando a criatividade sem aumentar os gastos.
  6. 6. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg
  7. 7. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br CULTURA8 ll Nascido em Santo Antônio do Monte, o jor- nalista e músico Antô- nio Oliveira mora em La- goa da Prata há três anos e vem conquistando es- paço no cenário musical daregião.Acompanhado dopercussionistaKaká,a dupla apresenta em seus shows um repertório va- riado de música popular brasileira.Naentrevistaa seguir,Antôniofalasobre a carreira musical. JORNAL CIDADE: Fale um pouco de sua traje- tória. ANTÔNIO:NasciemSan- toAntôniodoMonte-MG, e, ainda criança, minha família mudou-se para Lagoa da Prata. Estudei na Escola Estadual Nos- sa Senhora de Guadalu- pe até completar meus 18anos,quandopasseino vestibular para Comuni- cação Social, na UFMG. Mudei-meentãoparaBe- loHorizonte,ondefizafa- culdadeemehabiliteiem jornalismo. Em BH mo- rei mais de 30 anos, tra- balhando como assessor de comunicação no Ban- co Nacional, Cia Siderúr- gicaBelgo-Mineiraegru- po ArcelorMittal. Voltei a residir em Lagoa da Pra- ta há cerca de três anos. JC: Como descobriu o dom para a música? ANTÔNIO: Na verdade, sempre tive muita von- tade de estudar música, tanto que, ainda na ado- lescência, eu já havia or- ganizado um caderno de músicas e tinha certe- za que um dia eu conse- guiria tocar e cantar to- das aquelas canções. Por volta dos meus 20 anos comecei a dar os primei- ros passos neste sentido. “Cantando a gente faz história”Na época eu me dedica- va também ao teatro, co- mo ator, e consegui ven- der um espetáculo in- fantil que produzimos para a Casa da Amizade, aqui em Lagoa da Prata. A presidente, na época, era a D. Mary Alice Ber- nardes Maciel, que nos apoioumuito.Apresenta- moscommuitosucessoa peça no extinto Cine Ve- ra Cruz, na Praça da Igre- jaMatriz,e,comodinhei- ro,compreiomeuprimei- ro violão e comecei a es- tudar música. Passei por algumas escolas em Be- lo Horizonte, com desta- queparaa“MúsicadeMi- nas”, do cantor e compo- sitor Milton Nascimen- to, e, em Lagoa da Prata, a “Toque Fácil”, da ótima professora Alcione Lon- de.Tambémestudeican- to em BH com a renoma- da cantora, professora e preparadora vocal, Ba- baya. JC: Como começou a sua carreira de cantor? ANTÔNIO: A minha pri- meira experiência pro- fissional como cantor foi no final dos anos de 1980 no antigo Bar Travessia (BardaRosa),aquiemLa- goadaPrata.Tinhacomo parceiro o excelente ins- trumentista e composi- tor Sérgio Ramos. Che- guei também a me apre- sentaremalgunslocaise festasdeBeloHorizontee em casas de espetáculo, porintermédiodeescolas e pessoal do meio artísti- co, pois também estudei danças por cerca de cin- co anos (jazz, dança mo- derna,dançaafroedança de salão) e cheguei a me apresentar nos palcos. Depois parei por muitos anos e resolvi dedicar- -me mais à minha pro- fissão, abandonando as apresentações. Recente- mente,depoisquevolteia moraremLagoadaPrata, fui convidado a retomar minhaatuaçãocomomú- sicoetenhotidoêxito,re- cebendomuitosconvites, graçasaDeus.Volteiaes- tudar e tenho me dedica- do muito à música. Con- tinuo também com meu trabalho na área de co- municação social e visu- al,normalmente.Amúsi- ca tem me ajudado mui- to, em todos os sentidos, principalmentenestano- va etapa da minha vida. JC: Quais são os próxi- mos projetos? ANTÔNIO: Como disse na questão anterior, te- nho me dedicado mui- to ao estudo e aperfei- çoamento. Atualmente tenho um ótimo parcei- ro, que é o percussionis- ta Kaká (Carlos Eduardo dos Santos), e temos sido muito requisitados para apresentações em even- tos e festas. Um projeto que tenho me dedicado já há mais de três anos, e que pretendo dar conti- nuidade,éotrabalhovol- tado para a prevenção e tratamentodedependen- tes químicos. Sou volun- táriodaFazendadeRecu- peração Novo Caminho, agentedaPastoraldaSo- briedade (Programa de Vida Nova) e membro do Conselho Municipal An- tidrogas (Comad). Tenho mededicadoaestacausa deváriasformas,inclusi- ve com trabalhos apoia- dos na abordagem mu- sical, como sensibiliza- ção e evangelização pe- la música. Além da Fa- zendinha, que frequen- to, em média, duas ve- zes por semana (inclusi- ve temos um coral de in- ternos), já desenvolvi al- gumasatividadesdesen- sibilizaçãonaAssociação deProteçãoeAssistência aos Condenados (Apac), noCentrodeAtençãoPsi- cossocial (Caps) e diver- sas escolas e empresas da cidade, além de par- ticipação em eventos re- lacionados ao campo es- piritual, como o Encon- tro de Adolescentes em Cristo (EAC), Comunida- de Católica Árvore da Vi- da einiciativas nas pa- róquias da cidade. Tam- bém tenho atuado indi- vidualmente, ou em par- ceria com o Kaká, em ati- vidades voluntárias pa- rafundaçõesdeapoioso- cialdaregião,comoAsso- ciaçãoFranciscodeAssis (Afa), Associação Sara Aparecida (Asa), Funda- ção Chiquita Perillo (Nú- cleo do Câncer), Serviço de Obras Sociais (SOS), e em iniciativas culturais, como o E-cult e a Acade- mia Lagopratense de Le- tras (Acadelp). Também recebi recentemente conviteparadesenvolver trabalho de educação e conscientização,através da música, com crianças e adolescentes nas esco- las da região, mas ainda não posso divulgar mais detalhes sobre este as- sunto... JC: Você também traba- lha com artes gráficas? ANTÔNIO: Sim! Sempre tivemuitafacilidadecom artes em geral. O gosto e a facilidade com dese- nho já nasceu comigo e desenvolvo muitos tra- balhos gráficos profis- sionalmente, inclusive, já ilustrei muitos livros. Aqui em Lagoa da Pra- ta,jáilustreiefizprojetos gráficos-dosquaismuito me orgulho - de publica- ções de escritores como D. Guiomar Lima Sam- paio, Sr. Floriano Geraldo Sampaio, Dr. Tomáz de Aquino Resende, Marina Alves Gontijo, Maria Inês Resende, Heleno Nunes, SebastiãoCamiloBorges, dentre outros. JC: Qual o telefone para contratar o show de An- tônio Oliveira e Kaká? ANTÔNIO: Pode entrar em contato comigo mes- mo pelo telefone (37) 9998.4986. Jornal Cidade: Para fina- lizar, uma mensagem. Antônio:Entãoaívaiuma mensagemdoinesquecí- vel do Cazuza: FOTO: aRQUIVO PESSOAL Cantando a gente inventa. Inventa um romance, uma saudade, uma mentira... Cantando a gente faz história. Foi gritando que eu aprendi a cantar: sem nenhum pudor, sem pecado. Canto pra espantar os demônios, pra juntar os amigos, pra sentir o mundo, pra seduzir a vida. CAZUZA ANTÔNIO OLIVEIRA VEM CONQUISTANDO ESPAÇO NO CENÁRIO MUSICAL DA REGIÃO
  8. 8. PREFEITURA INAUGURA NOVA PONTE “ZÉ VÍTOR” PREFEITURA E ASSOCIAÇÃO DE REINADEIROS: PARCERIA QUE DEU CERTO AAdministração Municipal inaugurou no dia 20 de julho a ponte“ZéVítor”,nazonaruraldeMoema.Aantigaponte,que era de madeira e muito antiga, foi substituída por uma ponte de concreto, com vigas de aço.Aobra foi realizada atenden- do a antigas e justas reivindicações de produtores rurais, mo- radores, trabalhadores e prestadores de serviço e da comu- nidade rural em geral. Cidadãos da comunidade que trabalharam na construção da nova ponte foram homenageados pela Administração Mu- nicipal. APrefeitura de Moema constrói uma cidade melhor.Apon- teantiga,de18metrosdeextensão,erafeitademadeiracom péssima condição de uso e alto risco para os usuários. Agora conta com uma estrutura moderna, com vigas de aço e base emconcretoarmado.Oferecerámaissegurançaecomodidade aos moradores da região dos Noricas, Capão, Santa Luzia, Ja- caré, além do transporte escolar. Uma grande conquista para a comunidade rural, tão grande é a importância desta ponte, que sua montagem mobilizou diversos voluntários que, amis- tosamente colaboraram para que este sonho se tornasse rea- lidade. AAdministração Municipal 2013/2016 agradece a to- dos os amigos que trabalharam para realizar este projeto. A festa de Reinado é cultivada com muito fervor e fé no Centro-Oeste mineiro, e Moema talvez encarne o momento máximo desta tradição. É claro que em todas as cidades da região a festa de Nossa Senhora do Rosário é ponto marcante. Mas em Moema, devido à própria for- mação histórica de seu povo, o congado parece que nasce do coração de cada moemense. O Reinado evoluiu muito em sua organização com a parceria entre a Associação dos Rei- nadeiros e a Prefeitura. Em 2014, o público lotou a Praça da Matriz no Forró Comunitário realizado pela Prefeitu- ra com entrada gratuita para assistir os shows de Fernanda Garcya, Chaparral e a dupla Dou- glas e Diego. Atendendo a anseios da comunidade rural, Administração Municipal constrói nova ponte mais moderna e segura
  9. 9. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br OPINIÃO10 José Antônio (Rádio Samonte FM) bandeirantes@isimples.com.br Causos e Prosas llESSAFOIDEARDER! Euerameninoegostavamuitode fazerfavorparaosoutros.Andando alipertodoantigobardoZédoTião, encontreicomaVardete,doJerôni- mo.Elamedisse: - ÔZéAntônio,eutôcomtoicinho aquieprecisodeumfavor.Tedou quarentacruzeiros.Aténãotenho odinheiroagora,masqueroquevo- cêentregueessetoicinhonacasa daLúcia(doXistodoJerônimo,ir- mãodaValdete). -Porque?Oqueaconteceu?–dis- seaela. OZicoCabraltinhaumarmazém eelecostumavamatarunsporcos. Elejátinhaosseusfregueseseen- tregavaascarnesemcasa.Eassim mandounacasadoXisto.ALúcia recebeuotoicinhoedepoisdear- rependeu.Dissequenaquelesdias nãoestavacompaladarparacomer toicinho.Lúcia,então,pediuàVal- dete,acunhadadela,paradevolver otoicinhonoZicoCabral. AVardeteentãofoiláeoZiconão aceitouotoicinhodevolta.Então, paraelanãoficarparaláeparacá, mepediuaajudaparatomarconta dessetoicinho.Eudisse: -Podedeixarcomigo! BatinacasadaLúciadoXisto(ela moravaalipertodacasadosaudo- soAfonsinho,pertodobardoBeti- nhodoRasteira,noDomBosco.Fa- leiparaaLúcia: -OseuZicoCabralnãoquerotoici- nhonão.Éparavocêficarcomele? -Masquetoicinho? -AValdetemepediuofavordete entregarotoicinho. -Nãovouficar,ZéAntônio.Vocêpo- delevarparaoZicoCabral. Eucomosentidonosquarentacru- zeirosqueaValdetefalouqueiame dar,fuilánoZicoCabral.Falei: -ALúcianãovaiquererotoicinho não. Eledisse: -‘Cêpodeiremboradaqui.Épara elesficaremcomotoicinho. Erademanhãeosoljáestavaquen- te.Otoicinhoestavanumpapelde embrulho,quecomeçouaderreter emmeusbraços.Eraunscincoqui- losdetoicinho.Entãovolteiparaa casadoXisto. Quandoeuchegueilánacasada Lúcianovamente,disseaelaqueo ZicoCabralnãoiriaficarcomotoi- cinho.ALúciafalouquetambém nãoqueria.Resolvimearriscare volteinoZicoCabral.Eleficoubravo: -Eujáfalei!‘Cêdesaparecedaqui quenãoquerover‘ocê’enemotoi- cinho!Podesumirdaqui,baixinho! OZicoCabralestavanervosode- mais.MasaLúciatambémestava. OrecursoeravoltarnaLúcianova- mente. PasseinaportadobardoZédoTião, passeitambémnaportadoBastião Dino,paidoZé,quetambémtinha umarmazém.Nessemeiotempo parei na porta do saudoso Silvio, queconsertavarelógio. ChegueinacasadaLúciaegritei: -Ô,Lúcia! Ládoquintalelajáberrou: -Seforotoicinhocomvocêetudo podedesaparecerdaminhaporta. Somedaqui! Pensei:seeujogaressetoicinhofo- ra,meupaivaifazereupagaresse toicinho.OjeitoeravoltarnoZico Cabral.Chegueiláigualcomosees- tivessecomumabatataquentena mão.Caíatoicinhoparatodososla- dos.Quandoeucheguei,eledeuum saltomortaldedentrodobalcãopa- raforaeveioemminhadireçãopa- ramecatarpeloscolarinhos. Joguei esse toicinho nos pés de- le e corri. Estou correndo até ho- je!Jánãovitoicinho,nemZicoCa- bral,nemaValdetecomosquaren- tacruzeiros,nemaLúcia...Essefoio piorfavorqueeufiz.Ôpeleja! O caso do “toicinho” Solange Barbosa (Buffet Divina Gula) solangecfb@gmail.com Alimentos e Culinária O Pilão ou Como conseguir a excelência através da simplicidade Pesto Genovês Tirando a Faca, o Pilão é talvezoutensíliomaisantigo usado no preparo cotidiano dos alimentos, que seja en- contrado numa fazenda an- tigacomfogãoàlenha,numa pequena cantina do interior, ouemumgranderestauran- tenacapital.Paramim,éum utensíliodevalorfundamen- tal,graçasaobastãoarredon- dadoque,pressionadocontra ofundodeumrecipiente,re- aliza a magia do “socado”. O primeiro pilão nasceu da reunião de um pedaço de MODO DE PREPARO Em um pilão, amasse bem as folhas de majericão, os pino- li, o alho e o sal. Vá acrescentado aos poucos os queijos e continue a socar até formar uma pomada verde. Passe para uma vasilha. Adicione aos poucos o óleo, mis- turando com uma colher até obter um creme de cor verde bem viva. Sirva à temperatura ambiente, com macarrão, salmão gre- lhado ou batatas assadas. Com auxílio de uma espátula. Empregue na montagem. INGREDIENTES • ½ xícara bem apertada de folhas de majericão (30g) • 20 g de pinoli ou nozes tostados • 1 pitada de sal grosso • 2 dentes de alho • 1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado • 1 colher (sopa) de queijo pecorino ralado • ½ xícara de azeite madeiraduraedeumapedra achatada.Entreosdois:grão, ervas, favas, carne seca, fru- tassecasefarinhas.Quando socamos legumes ou frutas paracriaraquiloquechama- mosde“molhoscomestíveis” osocarprovocaextraordiná- ria liberação de aromas. É uma experiência fácil de ser feita, particularmente na preparação de um condi- mento da cozinha Mediter- rânea:oPestoGenovês:redu- ziraumapasta,numpilãode pedra,dentesdealhoefolhas demanjericãofrescasatése obter uma pasta vede e ho- mogênea.Ofiodeazeite,que vaisendocolocadoenquanto sesoca,acrescentadensida- de e perfume, e com o queijo parmesãoralado,opestoad- quiresuapersonalidade:ide- alparaomacarrãoouparaos legumes do minestrone, ge- nialcombatatas,maravilho- soparaacentuarosabordos frutosdomar,ouparaacom- panhar os inhoques. O Pes- to por si só exala os sabores essenciaisdoMediterrâneo. Salmão ao Pesto Genovês FOTO: Divulgação
  10. 10. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg POLÍCIA 11 Polícia reconstitui morte de idoso em S. A. Monte ll Uma equipe da Polícia Civil realizou na manhã do dia22dejulhoareconstitui- çãodeumcrimequechocou o município de Santo Antô- niodoMonteemjunho.Um casal matou um idoso de 73 anos com um tiro nas cos- tas após tentarem roubar R$ 14 mil que ele guarda- va em casa. O idoso morreu segurando um santo e com uma foto da jovem Mariana (18anos),suspeitadocrime, comquemelemantinhare- lacionamento há um ano. Segundo o inquérito, ela te- ve apoio do namorado Ro- drigo (Máscara), de 33 anos, no crime. Ambos são de La- goa da Prata. De acordo com o Dele- gado Regional, Ivan Lopes, foi designado um delega- do para trabalhar somente comessescasosmaiscom- plexos,deformaqueodele- gadodeSamontenãopreci- sasseinterromperoatendi- mentodosdemaiscasos. “O Dr. Rodrigo Noronha aten- deuaonossochamado,com oapoiodospoliciaisdeBom Despacho, Martinho Cam- pos e Lagoa da Prata, e as- sim conseguiu identificar esse casal. A investigação foi simples. Descobrimos que a vítima tinha um re- lacionamento afetivo com uma mulher de Lagoa da Prata. E que havia um moto taxista que era de confian- ça dele. Identificamos esse mototaxista,queconfirmou essaversãoenosdeuoutras informações. Então chega- mosaessapessoaquefazia programas com ele”, afir- mou. A vítima foi encontrada no dia 6 de junho dentro da casa onde morava em uma zona rural, que fica a cerca de 30 Km de Santo Antônio doMonte.SegundoaPolícia Militar, o idoso estava com perfurações de arma de fo- gonascostasecomasmãos amarradas.Ocasalfoipreso 41 dias depois da ação. Ain- da segundo o delegado, a suspeita mora em Lagoa da Prata e passava os fins de semana com o idoso. “Ela estevecomelenofimdese- manaeviuqueguardavaem casa cerca de R$ 14 mil. Foi quando ela retornou à resi- dênciacomonamoradopa- raroubarodinheiro,quepor sinal, não estava mais lá”, disse. DETALHES DO CRIME A reconstituição du- rou duas horas e o casal deu todos os detalhes do crime. Segundo infor- mações dos dois, eles fo- ram até a zona rural um dia antes do crime para conhecerem o caminho. No dia do latrocínio eles chegaram na moto e des- ligaram a chave para não fazer barulho. “Ela sabia que na casa tinha um ca- chorro, então desligaram a moto e em seguida de- ram um pedaço de carne ao cão para que ele não latisse, foi quando bate- ram na porta e o idoso atendeu”, contou o dele- gado. Foi então que o na- morado da jovem ren- deu a vítima e amarrou as mãos dele com cordas que estavam no local. En- quanto o suspeito procu- rava pelo dinheiro a jo- vem ficou tomando conta do idoso, segurando uma espingarda calibre 12. Em determinado momento, a vítima retirou do bol- so um santo e uma foto plastificada dela. “Duran- te a ação ela gritou com o namorado e foi quan- do o idoso reconheceu a voz. Ele ficou espantado em saber que se tratava dela e então começaram a discutir e ela mandou que ele calasse a boca. A discussão continuou e a suspeita atirou nas cos- tas da vítima, que morreu no local”, contou o dele- gado. Em seguida os dois fugiram com a moto sem levar nada, pois não en- contraram o dinheiro. “Foi um crime realmen- te chocante, pois ele ti- nha um carinho por ela, inclusive morreu com a foto dela nas mãos e ela confessou friamente ca- da detalhe”, lamentou. Os dois presos vão aguardar julgamento e irão respon- der por latrocínio. O ho- mem de 33 anos já cum- priu pena oito anos e tem passagens por furto, rou- bo e receptação.
  11. 11. ANO ii • EdiçãO 30 31/07/2014 A 16/08/2014 www.JORNALCIDADEMG.COM.BR MEIO AMBIENTE12 Dr. Fabiano Lemos 37 3261-2693 cirurgiaplastica@fabianolemos.com R. Olegário Maciel, 135 - Lagoa da Prata/MG Saúde e Beleza ll Uma técnica cirúrgica relativamentenova,desen- volvidaem10anos,estága- nhandofamaentreasbrasi- leiras.Abelezadobumbum dabrasileiraéconhecidano mundointeiroehojeacirur- gia de implante de silicone noglúteoestácadadiamais popularnoBrasil. No inicio os resultados ficavam artificiais, com o aprimoramento da técnica conseguimosproduziruma beleza de maneira natural . O Brasil destaca com gran- descirurgiõesqueinventa- ram e desenvolveram essa cirurgia. Existem hoje dois tipos de próteses de silicone , um de forma redonda e outro de forma retangular e a es- colha de qual usar leva em conta a forma do bumbum dapacientequedesejaope- rar. O silicone é colocado no meio do músculo glúteo Máximo , de forma que ele fique bem protegido e pro- porcionando uma aparên- cia natural e bonita do glú- teo.Aincisãoérealizadono sulcointer-gluteocomoob- jetivodeesconderacicatriz. O pós-operatório é um poucodolorosopelofatode o silicone está alojado den- tro do músculo , mas com poucos dias o paciente já pode assentar e dormi de barrigaparacima. Lembre-se sempre de procurarumcirurgiãoplás- tico apto para esse tipo de cirurgia,paragarantirome- lhorresultadoeasatisfação do paciente. Pesquise sites CRMeSociedadeBrasileira deCirurgiaPlástica. Verifiqueaespecialida- de do seu cirurgião nos si- tes: www.crmmg.org.bre www.cirurgiaplastica.org.br Implante de silicone em glúteo llNa tarde de quarta-fei- ra (23/07), uma morado- ra de Lagoa da Prata regis- trou um incêndio em um terreno situado no bair- ro São José. Segundo Ma- riana Maia, o fogo come- çou por volta de 12h e as- sim que viu a proporção do incêndio, ela mesma ligou para a Polícia Ambiental e registrou as imagens. Preocupados, os vizinhos começaram a se unir para tentar apagar o fogo. “Fi- llNo dia 8 de julho a Câ- mara Municipal de Lagoa da Prata aprovou uma lei que proíbe atear fogo pa- ra fins de limpeza de ter- renos, bem como a quei- ma de mato, lixo, entulho, detritos ou qualquer outro materialorgânicoouinor- gânico em terrenos parti- culares ou públicos, cal- çadas e em vias públicas; queimas de mato, galhos, folhas caídas ou resultan- tesdalimpezadeterrenos, podas ou extrações, além de passeios ou vias públi- camos desesperados com a situação, e nos sentimos impotentes com o tama- nho das chamas, o jeito foi realmente esperar até que abrigadachegasse”,desta- cou Maia. No decorrer da situa- ção, Mariana fotografou uma mulher jogando um gato morto no mato em chamas. “Perguntamos a ela o motivo de jogar o ani- mal ali e ela nos disse que só ia colocar no local por- cas. De acordo com a téc- nica Ambiental do Code- ma (Conselho Municipal de Defesa do Meio Am- biente), Talita Borges, a li- beração da queima con- trolada não está previs- ta na lei, portanto o cida- dão que for pego colocan- do fogo em locais inapro- priados será punido. O va- lor mínimo da multa será de R$ 264,70 e o máximo de cem vezes o valor ini- cial. ParaosargentoEdimil- Moradora registra queimada em terreno Queimada está proibida no perímetro urbano em Lagoa da Prata que não tinha onde deixar. Quando a mulher viu que estávamos revoltados, ela fugiu com o gato e tentou deixá-lonaoutrarua,masa impedimos”, frisou Maria- na. O número de queima- das emLagoadaPratatem sido alvo de muitas recla- mações por parte da popu- lação, que sofre com a fu- ligem e doenças respirató- rias decorrentes das quei- mas. son Lage, da Polícia Am- biental, é difícil encontrar o autor da queimada cri- minosa. Por isso, o apoio da população é necessá- rio. “Fazemos o patrulha- mento preventivo e tam- bém recebemos denún- cias. Quando acontece de pegarmos alguém reali- zando a queimada crimi- nosa,conduzimososujei- to até a Delegacia de Polí- cia Civil para que o mes- mo preste esclarecimen- tos sobre o ato”, destacou o sargento. Prática ilegal e prejudicial à saúde renderá multa a infratores
  12. 12. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg COTIDIANO 13 Acidentes na Praia Municipal de Lagoa da Prata diminuem com atuação de salva-vidas ll Há exatamente dois anos a Praia Municipal conta com a colaboração do salva-vidas Luiz Henri- que de Oliveira Castro. Luiz nasceu em Santo AntôniodoMonteepassou a residir em Lagoa da Pra- ta aos três meses de idade. Ainda jovem, sonhava em trabalhar em favor da co- munidade. “Após ter saído avagaparaoconcursopú- blico me identifiquei ime- diatamente pela possibi- lidade de ajudar as pesso- asefazerumacoisaqueeu gosto,queépraticarespor- tes (como natação, corrida etc).Nãopenseiduasvezes em fazer a prova para sal- va-vidas”, afirmou Castro. De acordo com Luiz, o sal- vamentoaquáticoexistena PraiaMunicipaldesde1968 e era realizado por cinco salva-vidas formados pelo GSM (Grupo de Salvamen- to Marítimo), porém, após os salva-vidas irem assu- mindooutrasfunçõesolo- cal hoje conta com apenas um profissional. Castro salienta que o número de acidentes foi reduzido devido às inter- vençõesaplicadasnolocal. “Graças à atuação e medi- dasdesegurançasimplan- tadas diminuímos drasti- camente o número de aci- dentesdentrodapraiamu- nicipal, registrando uma diminuição no número de afogamentos; não regis- tramos mais nenhum afo- gamento com vítimas fa- tais,ehouveumadiminui- ção no número de registro de ataques de pirambebas (conhecidos como cava- quinhos), além de ser feita a prevenção de afogamen- tos”,afirmou.APraiaMuni- cipaldeLagoadaPratatem uma parceria com o Corpo deBombeirosdacidadede Divinópolis. Luizafirmaqueotraba- lhotemsidobemaceitope- la população. “Quando as- sumicomosalva-vidasob- servei que havia algumas falhas que poderiam ser resolvidas com pequenos atos, como por exemplo, a implantaçãodeboiasnáu- ticas profissionais, que no começo eram marcações de garrafas pets coloridas por dentro de vermelho e lacradasparaevitarocon- tato da tinta com a água e não contaminá-la”, afir- mou. Outra ideia apresen- tada pelo salva-vidas foi a instalaçãoderedesdecon- tençãodepeixesparadimi- nuir o número de ataques de pirambebas. “As que eram capturadas pelas re- des eram recolocadas na lagoaforadaáreadebanho, preservando assim a vida aquáticadalagoa”.Nolocal, também foram colocadas sinalizações nos coquei- ros quebrados, tendo por objetivo evitar acidentes com embarcações. Tam- bém foi implantado o Pos- to de Apoio Móvel, que em dias de maior movimento é um ponto de referência ao banhista acidentado ou para informações. Foram adquiridos novos equipa- mentoscomoflutuador,pé depato,máscarademergu- lho e materiais de primei- ros atendimentos. Além de atuar como salva-vidas, Luiz ainda trabalha na manutenção da parte aquática (instala- çãoderedesdecontenção, boiasdesinalização,limpe- za e manutenção da areia, duchas etc). De acordo com Castro, alguns fatores devem ser observados para que aci- dentessejamevitados,são eles: •Respeitar a área sinaliza- da; •Crianças menores de 13 anos estarem sempre per- to de um responsável; •Não se aventurar em lu- gares profundos, e em ca- sodedúvidaspeçasempre informações ao salva-vi- das, guardas civis munici- pais ou porteiros da praia. O salva-vidas ressal- ta que os usuários da Praia Municipaltambémsãores- ponsáveis pela limpeza do local.“Aspessoasprecisam entender que a praia é um ambiente usado por elas, assim como nossa casa, não podemos jogar o lixo no chão. Ter cuidado com o nosso lixo é um dever de cada um. Lixo é na lixeira”, ressaltou. LuizHenriqueCastropara- beniza a irmã Mariana de OliveiraCastro,quesefor- mou em odontologia. “Re- ceba os meus parabéns minha irmã pela realiza- ção de seu sonho. Suces- so em sua carreira profis- sional e que Deus a aben- çoe sempre”. Luiz henrique é salva-vidas há 2 anos em lagoa da prata
  13. 13. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br COTIDIANO14 Cerol ll As épocas mais propí- cias para se soltar pipa são os períodos de férias esco- lares, que vão de dezem- bro a fevereiro e de julho a agosto, períodos estes que têmumagrandequantida- dedevento,facilitandoas- sim a brincadeira. Porém, estabrincadeiratemsetor- nadocadavezmaisperigo- sa nas mãos de crianças e jovens. De acordo com Rob- son Moraes, motociclista e coordenador da campa- nha nacional “Cerol Não - www.cerol.com.br”, a mis- tura resultante do vidro é muito utilizada e pode tra- zer muitos danos à saúde tanto de quem usa, quanto paraterceiros.“Alémdeser umaameaçaàintegridade físicadequembrinca,opa- pagaio também pode dei- xar a população sem ener- gia. O cerol e outros mate- riais utilizados na confec- ção podem provocar cur- to circuitos na rede, e mui- tos consumidores che- gam a ter o fornecimento de energia interrompido, emalgunscasos”,afirmou. EmentrevistaaoJornalCi- dade, Moraes fala sobre os riscos e perigos que o cerol pode ocasionar: JORNAL CIDADE: O que é propriamente o cerol? MORAES: O cerol é uma mistura criminosa de vi- dro moído com cola de madeira que é impregna- do nas linhas para soltar pipautilizadacomainten- ção de cortar a pipa de ou- tras pessoas. Esta mistura é a responsável por vários acidentes fatais ocorridos com motociclistas por to- do Brasil. O que devia ser uma brincadeira, na ver- dadeéalgomuitoperigoso. JC: Essa mistura é proibi- da no Brasil? MORAES: Sim, o cerol é crime em alguns estados e têmleisespecíficasemca- da localidade. Nas pesqui- sas que fizemos encontra- mos os estados São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Para- ná, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. Muitas cidades têm leis municipais, on- de os estados não tiveram o cuidado de criar leis es- taduais. Várias destas leis impõem multas. JC: Quais os riscos para quem usa o cerol? MORAES: Os maiores ris- cos são os cortes causa- dos pelas linhas, devido à linha se tornar uma nava- lha. Outro risco é que ela podetambémcortaramão de quem solta as pipas. As pipascomcerolusadasnos centros urbanos podem se enroscar nos fios de ele- tricidade, causando cur- tos circuitos nas redes, re- sultando na falta de ener- gia em residências, fábri- cas e hospitais. Existem variações do material cor- tanteimpregnadonalinha, como pó de mármore e li- malha de ferro. De acordo com o site da Agência Mi- nas, a Cemig informa que além dos prejuízos causa- dos pela falta de energia, é que a soltura de pipas po- de trazer quando pratica- da próxima à rede elétri- ca. Nos últimos dois anos, foi registrado um aciden- tecomvítimafataleoutros trêscomferimentosgraves noestadode Minas Gerais. JC: Quais os riscos para os motociclistasepedestres? MORAES: Devido à falta de proteção do pescoço do motociclista, esta parte do corpo é a mais atingida. Neste local passa uma ar- téria de grande calibre e o corte desta pode provocar um sangramento muito intenso causando a morte em poucos minutos. Exis- tem casos de pessoas que tentaram retirar a linha do pescoçoetiveramseusde- dos amputados. Já fiquei sabendodeumcasonoRio deJaneiroquealinhaatin- giu os olhos do motoboy e ele perdeu uma visão, este motoboy não usava capa- cete e nem óculos de pro- teção. Capacetes sem as viseiras podem favorecer o corte no rosto e olhos. Contaram-me que uma senhora estava no pon- to de ônibus quando uma linha caiu perto dela. Ela simplesmente empurrou a linha para o lado e conti- nuou esperando o ônibus. Derepentepassouumcar- roepuxouestalinhaarras- tando-aefazendocomque a linha passasse na perna da senhora. Teve um cor- te muito profundo. O carro nem percebeu o que acon- teceu. Esta senhora quase teve a perna amputada. E noRiodeJaneirotemtam- bém uma notícia recente: uma criança em um car- rinho de bebê foi atingi- da com linha de cerol. A mãe só percebeu a situa- ção com o choro da crian- ça. Um caso interessante foi de uma menina que es- tava em pé na carroceria de uma caminhonete, a li- nha atingiu o pescoço de- la e o cortou, infelizmen- te foi fatal e o motorista da caminhonetesóparoupor- que a menina caiu da car- roceria. Tem um caso de um paraquedista que teve as cordas de seu paraque- das cortadas e ele caiu de uma alturabastante signi- ficativa quebrando as per- nas. Temos casos de aci- dentes com aviões, cortes em asas deltas, pedestres, etc. As aves de médio por- te, tais como o urubu, o ga- vião-carcará e as corujas também são vítimas. De acordo com estimativas dos técnicos do IBAMA, apenas 10% dos animais feridos com cerol chegam a ser socorridos, pois a maioriadasavesatingidas é de pequeno porte e aca- bam morrendo logo após a colisão com o cerol. JC: Qual é o trabalho que você desenvolve para que esta prática seja minimi- zada? MORAES: Nosso trabalho é de conscientização. Nós fornecemos materiais pa- ra palestras em escolas e para grupos de profissio- nais que correm risco de se acidentar com cerol. Esta conscientização é o quevemrealmentegeran- do melhores resultados. A quantidade de motociclis- tas que usam a anteninha de proteção aumentou consideravelmente. In- clusive foram criadas leis obrigandoprofissionaisde moto frete a usarem ante- nas em seus veículos. JC:Aantenaprotetorafun- ciona mesmo? MORAES:Sim,eladiminui bastante os riscos de aci- dentes, porém aconselha- -se escolher antenas que tenham o sistema de cor- taralinhabemeficiente.O uso de duas antenas, uma de cada lado do guidão da moto aumenta a proteção. O custo da instalação do equipamento é muito pe- queno comparado à segu- rança que vai oferecer ao motociclista. 12 DICAS DE SEGURANÇA PARA QUEM SOLTA PIPA: 1) Evite áreas com fios elétricos, áreas próxi- masaestradas,rodovias e aeroportos; 2) Cuidado com pesso- asqueestãoàsuafrente; 3) Não solte pipas sobre lajedecasas,semaspro- teções laterais; 4) O uso do cerol é proi- bido; 5)Cuidadocomatraves- siaderuasondepassam veículos; 6) Não solte pipas em dias de chuva ou relâm- pagos; 7)Seapipaenroscarem fios não tente tirá-los, é melhor perder a pipa do que a vida; 8)Nãouselinhasmetáli- cascomofiodecobrede bobinas; 9) Não use linha cortan- te(Cerol).Égrandeoris- co de cortar pessoas, in- clusive você; 10) Use luvas para não queimar as mãos na li- nha; 11) Atenção para motos e bicicletas, a linha po- de ser perigosa para os condutores; 12) Olhe bem onde pisa, especialmenteparatrás. uma brincadeira perigosa! Robson Moraes É motociclista e coordenador da campanha nacional “Cerol Não - www.cerol.com.br”
  14. 14. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg Dicas para financiar um carro novo 10 ITENS PARA CHECAR NO SEU CARRO ANTES DE SEGUIR VIAGEM Ela é a opção preferida na hora de trocar de carro, mas exige cuidado para não jogar dinheiro fora llPararealizaracomprade umautomóvel-oudequal- queroutrobem-oidealéfa- zerumplanejamentodelon- goprazo,guardandodinhei- roaospoucosemuminves- timento,paraconseguirefe- tuaropagamentoàvista.Do pontodevistaracional,esse cenárioéperfeito,poisalém denãopagarjuros,oconsu- midor ganha rendimentos com as aplicações, conse- guindo comprar o bem em umperíodomenorqueode umfinanciamento. Mas isso requer muita disciplina. O consumidor tem que aplicar, todo mês, o valor predeterminado no iníciodoplanejamento.São poucas as pessoas conse- guem realizar esse tipo de projeto. A opção preferida atu- almentepor71%dosconsu- midores,emtemposdecré- ditofartonomercado,éado financiamento. Segundo o consultorAlexandreLignos, da Consultoria IGF, as reco- mendações básicas nesse casosão: l Não comprometa mais de30%dorendimentolíqui- dofamiliar.Sehouveroutra dívida–porexemplo,opar- celamentodeumimóvel-,é preciso encaixar os dois fi- nanciamentosnesseteto. l Onúmerodeprestações deve ser o menor possível. Se o valor não atingir o teto de30%doseurendimento,é recomendávelreduzironú- merodeparcelas.Assim,vo- cêpagarámenosjuros. l Financie o menor valor possível.Utilizeoseuveícu- lo usado como parte do pa- gamento e aproveite remu- nerações extras como bô- nus,participaçãonoslucros ou13ºsalárioparaaumentar o valor que será dado como entrada. l Lembre-sedeterumare- serva–quepodesersepara- dadovalordo13º,porexem- plo–paraopagamentodas despesas extras que você terácomocarronovo,como documentação,diferençade IPVAenovalordoseguro l Pouca gente se dá con- ta,masastaxasdejurossão negociáveis.Porissoéindis- pensável pesquisar. Não só emváriaslojasebancos,em relação ao mesmo modelo, mas também verificar pre- ços e vantagens de marcas emodelosdiferentes.Deve- -se também levar em con- sideração os valores do se- guro, que podem variar de acordo com seu perfil e tor- narummodelomaisatraen- tequeooutro. l Existe atualmente uma modalidade de financia- mento de longuíssimo prazo, em até 84 parcelas (7 anos). Mas a recomen- dação geral de todos os especialistas é limitar o financiamento a 36 me- ses,nomáximo. l Evite levar filhos ou amigos, que acabam in- fluenciando o lado emo- cional. E, mesmo diante deumaoportunidadeque lhe pareça boa, não haja impulsivamente. Conte até dez, volte para casa e façatodososcálculosne- cessáriosantesdefechar negócio. l Juro zero, na maioria das vezes, simplesmen- te não existe, embora se- ja um termo largamente utilizadosnosanúncios.O queocorreéque,normal- mente, os juros estão ca- muflados, pois o mesmo modelo é vendido à vis- ta com desconto. Na prá- tica, para ser “juro zero”, o valor financiado tem que serigualaovaloràvista. Fonte:QuatroRodas llChegouaépocamaisesperadadoanoporvocê:asférias. Masestetambéméoperíodoemqueseregistraomaiornú- merodeacidentesrodoviários.Porisso,encosteseucarroem umamecânicaparaumamanutençãopreventivaantesde cairnaestradaeevitesurpresasdesagradáveis. OmecânicoMiltondeMatos,com20anosdeprofissão, dizqueumarevisãobásicaparaatrocadeaditivoderadia- dorefluídodefreio,emais,filtrosdeareóleoficaemtorno deR$250reais,paraumcarrodemodelopopular.Senessa mesmarevisãooveículoprecisartrocarumacorreiaden- tada,porexemplo,ovalorsobemaisR$120reaisemmédia. Vejaaseguirumchecklistcom10itensquevãomuitoalém decalibrarospneuseverificaroníveldoóleo: Combustíveiselubrificantes- Abas- teçaempostosconhecidosporvocêe nãodeixeocombustívelmuitotempo paradonotanqueantesdepegaraes- trada. Filtrosdear,óleoecombustível-Efe- tueatrocadessesistemaconformein- dicadonomanualdoproprietário.Tro- caroóleo,porexemplo,sematrocado filtro,diminuiavidaútildolubrificante. Limpadordeparabrisas-Chequeseas lâminaseasborrachasestãoembom estadoeseosencaixesdashasteses- tãoseguros.Laveaborrachadaspalhe- tasapenascomágua. Freios-Oníveldofluídodefreioepos- síveisvazamentosdevemsempreser checados. Se houver ruídos, trepida- ções,perdadeeficiênciaoupedalduro, peçaumaavaliaçãomaisminuciosa. Velasecabos-Algunsfabricantesin- dicamqueasvelasdevemserexami- nadasacada10milkmeoscabostro- cadosacada50milkm.Qualquerfalha nestesistemapodeocasionardesgas- teprematuroecomprometeravidaútil deoutroscomponentes. Suspensão - O sistema de amorteci- mentoeestabilidadedoveículoétão importantequantoodosfreios.Além dos amortecedores, as molas, as bu- chas,asbandejas,ospivôseostermi- naistambémmereceminspeçãopara evitarquevocêsaiadasuarota. Correiadentada-Asubstituiçãopre- ventivadesseelemento,segundoosfa- bricantes,deveserefetuada(emmé- dia)acada50milkm.Masumaverifi- caçãoemcada15milkmpodeapon- tartrincasedesgastesindicandoane- cessidadedetroca.Orompimentodes- tapeçapodedanificargravementeo motor. Radiador-Respeiteadatalimitedetro- cadolíquidodearrefecimentodomo- tor.Epeçaparaseumecânicoconferir ofuncionamentodaválvulatermos- tática,doradiador,dabombad’água,da ventoinhaedosmarcadoresdetempe- raturanopainel. Sistemaelétrico,faróiselâmpadas– Para viajar com segurança, é impor- tantetambémfazerumcheck-upna bateria,nomotordepartida,noalter- nadoreemtodasaslâmpadasefusí- veisdocarro.Lembre-se,vocêpodepe- garumaserracomneblinaouestrada emdiadechuva.Enãodeixedisposi- tivoselétricosfuncionandopormuito tempo,comoorádio,casoomotores- tejadesligado. Pneus-Mantenhaospneuscalibrados, incluindooestepe.Façarodízioperi- ódicoparaequilibrarosdesgastesir- regulares.Obalanceamentoéindica- doquandovocêsentirvibraçõesnovo- lante.Jáoalinhamento,quandohou- verdesequilíbriodirecional,ounatro- cadoconjunto..Fonte:AutoEsporte
  15. 15. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br ESPORTE16 Samonte – Congresso Técnico aprova regulamentos das Copas Master e de Futebol de Base llRealizado pela Liga Des- portiva Municipal, com o apoio da Secretaria Munici- paldeEsporteeLazer,oCon- gressoTécnicoaconteceuna Praça de Esportes Flávio de Oliveira, no dia 18 de julho, sexta-feira. Além do presidente da Liga, Márcio Teixeira, do se- cretário de esportes, Antô- nio Fernando Bolina Batista e do gestor municipal de es- portes, Júlio César Gontijo, estavampresentesosrepre- sentes dos seguintes clubes: JoséWillian,WantuilFerrei- ra de Paula e Gilberto Ota- vianoSilvadoFlamengoEs- porte Clube; João Batista do Nacional Esporte Clube; An- tônio Sebastião de Miranda doUniãoEsporteClube;Joel dosSantosdoGuaraniEspor- te Clube ; José Maria do Cru- zeirinho Esporte Clube; An- dersonGuedesdoBemAmi- goseViniciusCastroMeloda Associação Atlética Samon- te. Os árbitros Rinaldo Faria, Alécio Oliveira e do Diretor de Arbitro Robson José dos Santos também participa- ramdasdecisões. Segundo a nota divulga- daporMárcioTeixeira,areu- niãofoidealtonível.“Ospre- sentes contribuíram com opiniões proveitosas e não tivemos nenhum proble- ma para aprovar os detalhes da disputa e da inscrição de atletas”,disse. Sendoassim,ainscriçãodos times para a 7ª Copa Master deFutebolfoiaprovadadase- guinteforma:23atletas–ca- tegoria40anos,nascidosaté 31dedezembrode1973(auto- rizadocincoatletasnascidos até31dejulhode1979).Tam- bémserãopermitidasinscri- ções de dois atletas de cida- de vizinhas nascidos até 31 dedezembrode1973. No caso da 2ª Copa Sa- monte Futebol de Base, po- dem ser inscritos 23 atletas, nascidos a partir 01 janeiro de 1997. As duas competi- çõesterãoinícionodia09de agostode2014. Fonte:AssessoriadeCom.da PrefeituraMunicipaldeSan- toAntôniodoMonte. FOTO: Márcio Teixeira Santantoniense treina com ídolos do UFC llOsantantoniensePetro- cheli Júnior (11 anos) teve a oportunidade de conhecer alguns líderes do MMA no RiodeJaneiro. O garoto foi acompa- nhado do pai, Petrocheli de Araújo, e passou três dias no Rio a convite do lutador Rousimar Palhares, o “To- quinho”.Nolocal,eleconhe- ceu Minotauro, Minitouro e o “Spider”, Anderson Silva. Na ocasião, Petrocheli trei- nou com os atletas e ainda recebeu vários conselhos dos lutadores. “Eu quis rea- lizar o sonho do meu filho emconhecerosseusídolos, então conversei com o To- quinho, que nos convidou a visitar a Academia Tim Nogueira no Rio de Janei- ro, onde treinam vários lu- tadores do UFC. Marcamos a data, e no dia 26 de junho chegamos ao Rio”, afirmou opai. Deacordocomosantan- toniense, o momento foi de muitaemoçãoerealização. “Quando eu vi o Anderson Silva, Minotauro e Mino- touro, só sabia chorar. Fi- quei lembrando os dias em quepassavavendosuaslu- tas e de como eu sonhava com o dia em que pudesse conhecê-los. Foi o melhor diadaminhavida”,afirmou. A surpresa maior para PetrochelifoiconhecerAn- derson Silva. “Fiquei intac- to.Estavarealizandoumso- nho, em ver nos meus bra- ços o cara que eu me ins- piro. Ele foi muito acolhe- dor quando percebeu mi- nha emoção, me deu con- selhos, dicas, me abraçou. Eu já era fã do seu trabalho, agoratambémsoufãdeAn- derson, como pessoa”, des- tacouPetrocheliJúnior. Lagoacred Card realiza a 6ª Copa de Futsal llO Lagoacred Card, em parceria com a AIEFA (As- sociação de Incentivo Es- portivo e Formação de Atle- ta), traz para Lagoa da Pra- ta mais uma Copa Lagoa- credCarddeFutsal.Oeven- to acontecerá entre os dias 11desetembroe6denovem- bronoGinásioPoliesportivo LeopoldoBessone. Segundoopresidenteda AIEFA,WalmirFranco,quan- do foi realizada a primeira CopaLagoacredCardoobje- tivoera fomentarofutsaldo município de Lagoa da Pra- ta,porémaabrangênciaaca- bousendomaior.“Nodecor- rerdosanosacopapassoua ter um caráter de competi- ção de alto nível, sendo ho- je disputada por equipes de LagoadaPrataeregião”,afir- mou. O evento é sem fins lu- crativos.Oingressoparaas- sistiraosjogosseráumquilo dealimentonãoperecívelou R$ 3. Toda a renda e arreca- daçãosãodestinadasaenti- dadesbeneficentes.“Nosúl- timos cinco anos consegui- mos repassar mais de 15 to- neladas de alimentos para algumasinstituições,eque- remos que essa ação conti- nue”,destacouFranco.Aor- ganização do evento espera arrecadar cinco toneladas dealimentosem2014. Relembre os campeões: 2009: Mundo dos Esportes – Lagoa da Prata 2010 e 2011: Farmel – Lagoa da Prata 2012 e 2013: Transportadora Pontual – São Gotardo
  16. 16. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg SOCIEDADE 17 Cobertura do 1º Caldo Solidário GEMAN realizado no último sábado dia 26 de julho no salão da Crediprata
  17. 17. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 www.jornalcidademg.com.br EDUCAÇÃO18 Após descredenciamento Fasam emitirá diplomas pendentes ll No dia 14 de julho a Fasam (Faculdade de Administração de Santo Antônio do Mon- te) foi descredenciada pelo MEC (Ministério da Educação), gerando discussão no municí- pio, uma vez que os alu- nos temiam não rece- ber seus diplomas por falta de reconhecimen- to da unidade pelo Mi- nistério da Educação. De acordo com o presidente da Câma- ra Municipal, Luis An- tônio Resende, o iní- cio dos trâmites se deu devido a documenta- ção não ter chegado às mãos da coordenado- ra geral do MEC, Tatia- na de Campos. “Na ver- dade esta publicação se deu através da protoco- lação de um documen- to no MEC, onde o dire- tor da Fasam, Fernando Santos Júnior, entregou para os assessores do deputado distrital Izalci Lucas, a documentação que estava escrito ‘em mãos’, porém este não foi entregue nas mãos da coordenadora. Não tendo este documen- to chegado, a coorde- nadora teve que publi- car para que a direção da faculdade se mani- festasse e com isso aco- bertasse o fato propor- cionando segurança para os alunos. Porém, dias após a nossa soli- citação a coordenado- ra encontrou o ofício da Fasam pedindo o reco- nhecimento do curso”, afirmou Resende. Luís ainda salien- tou que não era possí- vel manter a institui- ção de ensino, uma vez que não havia alunos o suficiente. “A faculda- de foi fechada por fal- ta de alunos. A Fasam iniciou as suas ativida- des em 2005 e funcio- nou com o curso de Ad- ministração de empre- sas, onde conseguimos formar somente três turmas, a primeira em 2009”, afirmou. Segundo Resende, foram 39 alunos que se formaram e estes não serão prejudicados. “Os alunos que se for- maram não terão pre- juízos, pois desde a pri- meira vez que estive- mos com a coordenado- ra do MEC ela nos afir- mou que os alunos não seriam acometidos pelo encerramento das ati- vidades da Fasam, pois logo mais o reconheci- mento da faculdade es- tará saindo”, afirmou. RECONHECIMENTO PELO MEC No dia 24 de julho, por meio da publicação da Portaria 422 no Diá- rio Oficial da União, o o MEC reconheceu o cur- so de Administração da FASAM, como especifi- ca em seu artigo 1º: *Fica reconhecido, pa- ra fins exclusivos de expedição e registro de diplomas, o curso de Administração, bacha- relado, com 100 (cem) vagas totais anuais, mi- nistrado pela Faculda- de de Administração de Santo Antônio do Mon- te (FASAM) . PRESIDENTE DA CÂMARA, lUIZ ANTÔNIO REZENDE
  18. 18. ANO ii • Edição 30 31/07/2014 a 16/08/2014 facebook.com/jornalcidademg EDUCAÇÃO 19 Johnny Ferreira viaja para a Rússia em setembro Lagopratense vai estudar medicina na Rússia llOlagopratenseJoãoVic- tor Ferreira, mais conheci- do por Johnny Ferreira, fi- lho de Karine da Silva Fer- reiraeGilbertoAparecidoda Silva,estádeviagemmarca- da no mês de setembro pa- raRússia,ondecursaráme- dicina. Johnny cursou par- te do Ensino Médio na Co- légio Águia de Prata e con- cluiuseusestudosnaEsco- la Estadual Nossa Senhora deGuadalupe. De acordo com Ferreira, na Rússia não existe vesti- bular como no Brasil. “Não existem provas para entrar em instituições superiores naRússia,assimcomoénos Estados Unidos. O Brasil é o único país do mundo que adereaovestibular,amaio- ria dos países usa o ‘’appli- cation” como forma de in- gresso, que nada mais é do queavaliaçãodeseusdocu- mentos pessoais, e históri- co escolar”,destacou. Paraingressarnafaculdade Kursk State Medical Unive, Ferreira buscou mais infor- maçõesviainterneteassim conheceu a Aliança Rus- sa, que é uma empresa que manda brasileiros, que de- sejam estudar fora do país, para diversas instituições superioresdaRússia.“Foiaí queviminhaoportunidade, juntei tudo que amo em um sócurso,umanovaculturae umanovalíngua”,destacou. O estudante disse que seu novo endereço a partir desetembroseránacidade de Kursk, que tem a sua po- pulação estimada em 500 mil habitantes, localizada a 500 km de Moscou. “Ape- sar de ainda não conhecer nem a cidade e nem o país, aexpectativaéenorme.Mal vejoahoradefalarrusso.O curso que farei é lecionado em inglês, pois é uma fa- culdade internacional que recebe gente do mundo to- do. Inglês eu sei, mas russo ainda não sei quase nada, estou estudando… (risos)”, frisouFerreira. João Victor destaca a importância do incentivo que tem recebido da famí- lia. “Meus pais sempre me apoiaram em tudo que fa- ço, e no momento que eu disse que queria ir pra fo- ra do Brasil estudar eles fi- caram meio abalados, mas depoisdeumtempoelesvi- ramqueéomeusonhoeme apoiam bastante nesta de- cisão”, destacou. FOTO: aRQUIVO PESSOAL Samonte - Escola inicia projeto “Guardiães da Água” llA Prefeitura de Santo Antônio do Monte suge- riu às escolas municipais um projeto de conscien- tização sobre a importân- ciadapreservaçãodaágua nesse momento de estia- gem. Pioneira no projeto, a equipe da Escola Muni- cipal Juca Pinto criou Os Guardiães da Água. Segundo a diretora Meire Cristina, a campa- nha está mobilizando to- dos os alunos da escola. “Cada dia uma turma fi- ca responsável. As crian- çasserevezamnobanhei- ro e no bebedouro aler- tando uns aos outros para nãodeixaremastorneiras abertaseparaaimportân- cia de economizar água”, explicou. De acordo com a dire- tora,oolhardocolegades- perta a autocrítica e os alunos estão assumindo a responsabilidade por esse bem tão preciso. “A escola está muito satisfeita com osresultadosetemosain- tenção de manter o proje- Cada dia uma turma fica responsável. As crianças se revezam no banheiro e no bebedouro alertando uns aos outros para não deixarem as torneiras abertas e para a importância de economizar água to até o final do ano, para que se torne com o tempo, mais do que uma campa- nha, mas um hábito cons- ciente no cotidiano dos alunos”, afirmou. Fonte: Assessoria de Comunica- ção da Prefeitura de Santo Antô- nio do Monte. FOTO: Arquivo da Escola Municipal Juca Pinto FOTO: Arquivo da Escola Municipal Juca Pinto
  19. 19. www.sicoobcrediprata.com.br Os valores essenciais da vida a gente passa para as futuras gerações. 10 de agosto. Uma homenagem do Sicoob Crediprata ao Dia dos Pais. Matriz: Av. Benedito Valadares, 590 - Centro - CEP:35590-000 - Lagoa da Prata/MG Tel: (37)3262-5600 - crediprata@sicoobcrediprata.com.br Moema: Rua Tupinambás, 325 - Centro - CEP: 35604-000 - Moema/MG Tel: (37)3525-1577 - moema@sicoobcrediprata.com.br Japaraíba: Avenida Francisco Tavares de Morais, 193 - Centro - CEP: 35580-000 - Japaraíba/MG Tel: (37)3354-1105 - japaraiba@sicoobcrediprata.com Esteios: Praça João Batista do Couto, 460 - CEP:35596-000 - Esteios Distrito de Luz/MG Tel: (37)3425-1213 - esteios@sicoobcrediprata.com.br

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