Jornadas Biocontrol Inovcluster caceres riteca_7_set2012

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  • Aumentar taxas de exportaçãonovos mercadosNovos produtos oportunidades de negócio
  • Articulação com entidades de I&DT internacionais: IRTA, INTAEX, Competitiveness
  • Jornadas Biocontrol Inovcluster caceres riteca_7_set2012

    1. 1. UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu De Desenvolvimento Regional Luís Pinto de Andrade Cláudia Domingues Soares "INOVCLUSTER y quesostradicionales portugueses" Jornada Técnica “NUEVAS TECNOLOGÍAS EN SEGURIDAD Y CALIDAD DE LOS PRODUCTOS LÁCTEOS” Cáceres, 6 y 7 de Septiembre 2012
    2. 2. Cluster Estratégia de EficiênciaAgro-Industrial Coletiva Regionaldo Centro Apoiado por:
    3. 3. LocalizaçãoZona IndustrialCastelo Branco
    4. 4. O Papel da Inovcluster• Criar a rede• Cluster = facilitador
    5. 5. Abrangência territorial e distribuição geográfica Fileiras de intervenção Leite e Lacticínios Vinho e Vinha Azeite Peixe Cereais Carne Hortofrutícola Mel
    6. 6. Fileira do Leite e Lacticínios
    7. 7. Fileiras ComplementaresFrio Embalagens Logística e Fornecimento de distribuição equipamentos Monitorização e Marketing Design, local controlo de territorial e labeling, gestão qualidade sectorial
    8. 8. Objetivos Novos Novos Divulga r Produtos mercados Associados Transferência Informar de Apoio a Conhecimento Projectos
    9. 9. Projectos EstruturantesEE IGovernança em Rede e Regional Branding EE II Plataformas para a Inovação e Intermediação e Transferência Científica e Tecnológica 613.198 €EE IIICompetências Organizacionais e Qualificação do 1.154.760 €Capital Humano 840.966 € 2.062.980 € 409.255 € 286.585 € 871.802 €  11 Instituições de Ensino Superior  mais de 1000 empresas envolvidas 6.239.546 €
    10. 10. ÁREAS DE ACTUAÇÃO Associação privada sem fins lucrativos Corpos sociais (75% empresas) 4 técnicos a 100% Divulgação de oportunidades financiamento Apoio candidaturas eSeminários projectosWorkshops Divulgação de tendências e inovação Reuniões bilaterais Representação dos produtos dos associados
    11. 11. Unidade de INTERNACIONALIZAÇÃOApresentação dos produtos dos associados nos mercados externos Apoio/orientação na atividade e iniciação da exportação
    12. 12. A Estratégia integrada
    13. 13. Objectivos Capacidade analítica Inovação e novos Investigação / Prestação de produtos Aplicada serviços Unidade de Unidade Desenvolvimento Laboratorial Tecnológico
    14. 14. Unidade de desenvolvimento tecnológico Produtos Produtos Produtos Azeite - Lagar Horto- Cárneos Lácteos frutícolas
    15. 15. Unidade laboratorial Físico-química Microbiologia Sensorial
    16. 16. Cromatografia líquida- LC –MS/MS- HPLC-DAD, FLD e IR  Análise de açucares- UV/VIS  Perfil de aminoácidos- FTIR  Resíduos de antibióticos- Cromatógrafo Iónico
    17. 17. Cromatografia gasosa  Caracterização de azeites  GC - MS  Ácidos gordos em carne e pescado  GC-FID  Pesticidas
    18. 18. Espectrofotometria absorção atómica (EAA)  EAA c/ Zeeman;  ICP-OESDeterminação de Metais em:  Águas  Vegetais (análise foliar)  Alimentos  Rações
    19. 19. Métodos rápidos Avaliação nutricional  Teor água, gordura, proteína FOODSCAN , minerais  Valor energético Análise rápida de: Humidade, Gordura, Proteína, sal, colagénio IN AGRI, Grupo de Trabalho 3 – AZEITE, Castelo Branco, 19 de abril de 2012
    20. 20. Unidade Laboratorial de microbiologia
    21. 21. Laboratório microbiologia MINI VIDAS Pesquisa de patogéneos:  Salmonella spp.  Listeria monocytogenes
    22. 22. Laboratório microbiologia TEMPO Indicadores de qualidade:  Mesófilos  Escherichia coli  Staphylococcus aureus  Enterobacteriaceae  Leveduras e bolores
    23. 23. Laboratório microbiologia VITEK2 Identificação de :  Bactérias Gram+  Bactérias Gram-  Bolores e leveduras
    24. 24. Pesquisa e contagem de microrganismos ALIMENTOS ÁGUAS  Mesófilos  Microrganismos totais 22 e 37 °C  Enterobactérias  Coliformes totais  Coliformes totais  Escherichia coli  Escherichia coli  Estafilococos  Estafilococos  Enterococos fecais  Salmonella spp.  Pseudomonas aeruginosa  Listeria monocytogenes  Clostridium perfringens  Bacillus cereus  Bolores e leveduras
    25. 25. Laboratório análise sensorial
    26. 26. Inovação e I&DA estratégia Empresas Articulação com entidades IES Articulação com instituições IDT
    27. 27. Estratégia Resposta Tendências/ necessidades dos mercados externos  Novos produtos  Ingredientes  Embalagens  Processos  Qualidade e segurança  Certificação
    28. 28. Queijos Tradicionais Portugueses
    29. 29. Produtos Tradicionais QualificadosRegulamento (CEE) n.º 2081/92 do Conselho de14 de Julho (DOP e IGP).Regulamento (CEE) n.º 2082/92 do Conselho 14de Julho (ETG).Modificados pelos Regulamentos (CE) n.º510/2006 e (CE) n.º 509/2006 do Conselho de20 de Março de 2006.
    30. 30. Distribuição geográfica dos vários tipos de Queijos DOP
    31. 31. Queijos com Leite de Cabra
    32. 32. Queijos com Leite de Ovelha e Cabra
    33. 33. Queijos com Leite de Ovelha
    34. 34. Queijos com Leite de Ovelha
    35. 35. Queijos com Leite de Ovelha
    36. 36. Queijos com Leite de Vaca
    37. 37. Physicochemical characteristics of Portuguese DOP cheeses manufactured with raw ovine milk 1 1 1 1 1 1 2 (1, 18)(1) Plant Rennet(2) Animal RennetIn Freitas e Malcata, 2000, “Journal of Dairy Science” - Vol. 83, Nº 3.
    38. 38. Physicochemical characteristics of Portuguese DOP cheeses manufactured with raw caprine milk or mixtures of ovine and caprine milk and coagulated with animal rennetIn Freitas e Malcata, 2000, “Journal of Dairy Science” - Vol. 83, Nº 3.
    39. 39. Queijos com Nomes Protegidos
    40. 40. Caracterização da Produção de Queijo
    41. 41. Preços do Queijo em 2009
    42. 42. Modalidades de Escoamento do Queijo em 2009
    43. 43. Valor da Produção do Queijo em 2009
    44. 44. Inovação em Queijos Tradicionais: É viável? • Inovação = Sucesso? • Inovações têm de ser aceites • Aceitação de inovações depende da inovação e do produto • Alguns produtos são mais propensos para permitir inovações do que outros
    45. 45. Porquê Inovação em Produtos Alimentares Tradicionais Importante elemento da Cultura Europeia, da sua Identidade e Património. Contribuem para o desenvolvimento e sustentabilidade das áreas rurais. Aumenta a variedade das escolhas alimentares pelos consumidores. O setor alimentar tradicional na EU é constituído por PME que representam mais de 99% das empresas e cerca de 70% dos empregos na indústria Europeia de bebidas e alimentos.
    46. 46. Inovações em Produtos Alimentares Tradicionais C. Sulmont et al., 2007. Which inovations do consumers accept in traditional foods? Aplication of a dual sorting test.
    47. 47. QUEIJOS TRADICIONAIS PORTUGUESES (DOP)Estudo de Screening e plano estratégicopara as fileiras agroalimentares Prioridades • Saúde e bem-estar • Gourmet
    48. 48. Principais oportunidades económicas e de inovação Leite e Peixe Carne Azeite Cereais Hortifrutícola Vinho Mellaticíneos • Inovação nas embalagens: imagem melhorada e menores dimensões • Adicionar processos chave na cadeia de valor como cortar e embalar • Reforçar os produtos regionais • Inovação em produtos no target da saúde Oportunidades
    49. 49. INOVCLUSTER -Unidade de TENDÊNCIAS E INOVAÇÃO Desenvolvimento Dificuldade em de novos Empresas do aceder a produtos sector Agro- informação • ingredientes Alimentar da relativa a novas • processos de Região Centro tendências e produção inovação. • embalagem • imagem.
    50. 50. Unidade de TENDÊNCIAS E INOVAÇÃO Divulgação tendências e inovação
    51. 51. Produtos Inovadores - Queijos
    52. 52. Produtos Inovadores - Queijos
    53. 53. Produtos Inovadores - Queijos
    54. 54. Produtos Inovadores - Queijos
    55. 55. www.inovcluster.com CONTACTOSEdifício do Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar Zona Industrial de Castelo Branco, Rua A 6000-459 Castelo Branco Tel. +351 272 349 100 Fax. +351 272 349 101 UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu De Desenvolvimento Regional

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