Prof. Vanderlei Bagnato - Universidade-Inovação e Empresa

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Prof. Vanderlei Bagnato - Universidade-Inovação e Empresa

  1. 1. Universidade-Inovação e Empresa V.S. Bagnato http://www.inovacao.usp.br/
  2. 2. Necessidade da InovaçãoEX: um kg de algodão brasileiro ~ um Kg de roupa chinesa Inovação precisa de ambiente/atitude apropriada Universidade tem muito a contribuir
  3. 3. A UNIVERSIDADE COMO POLO DE CRESCIMENTOS CATEDRAL UNIVERISDADE Muitas responsabilidades para com a sociedade
  4. 4. Universidades formam setores para organizar a contribuição da Inovação Pontos importantes 1)Inovação no setor Acadêmico vem além da Geração de RH e Conhecimento 2) Inovar não é copiar, é gerar o novo.... 3) Geração de Ciência é fundamental : os números mostram esta relevância
  5. 5. Comitê ANPEI sobre Gestão em Propriedade Intelectual (PI) Agência USP de Inovação - Pró-Reitoria de Pesquisa .
  6. 6. Características da AgênciaInstituição 100% Pública Lucro com Inovação? Clientes para Inovação?Motivação para Educação Maior beneficiado tem que ser a sociedade
  7. 7. A ESCALA DECIMAL DA INOVAÇÃO UNIVERSIDADE NÚMERO 106 103 102 10 1 PROVA MERCADOIDEIA PROTÓTIPO PRODUTO PRINCÍPIOS 1 10 103 104 106 VALOR EMPRESA
  8. 8. 1 IDÉIA É SÓ UMA IDEIA1 IDÉIA + PROVA DE PRINCIPIOS É UMA PROMESSA 1 IDÉIA+ P. PRINCIPIO+ PROTÓTIPO É UMA POSSIBILIDADE1 IDÉIA+ P.PINCIPIOS+ PROTÓTIPO+ PRODUTO , É OPORTUNIADE 1 IDÉIA + P.PRINC. + PROTÓTIPO+ PRODUTO+ MERCADO, É O SUCESSO
  9. 9. Pró-Reitoria de AUSPIN Pesquisa Agência USP de Inovação Ações e ServiçosComunidade Sociedade Empresas EstadoUniversitária INFRAESTRUTURA
  10. 10. COMUNIDADE ACADÊMICA Assistência à Propriedade Intelectual – Apoio e Assistência aos Convênios Atividades de valorização da Inovação Feira da InovaçãoCurso de Inovação e Empreendedorismo no ambiente Universitário: Oficina de Inovação Estágios no Exterior em Inovação para alunos de graduação Van da Inovação Olimpíada da Inovação Exposição Itinerante de InovaçãoCampanha e debates: “ O papel da USP na renovação Tecnológica do Pais” Participação nos eventos de interesse da Comunidade USP Transferência de Tecnologia Palestras e apresentações nas Unidades Presença massiva de estagiários Semanas Especiais
  11. 11. Programa Docente Empreendedor -MENTOR- PARTICIPAÇÃO DENTRO DE SEU LABORATÓRIO
  12. 12. Apoio JurídicoDra. Maria Paula Dallari
  13. 13. JUNTO ÀS EMPRESAS Projetos de Cooperação Licenciamento Recepção à empresas Parques Tecnológicos Incubadoras Centros de P&DVERTENTE EDUCACIONAL EM TODAS AÇÕESCooperação USP-FIESP
  14. 14. Ações coordenadas com o estado Novas Empresas para o Estado Ações junto ao sistema Paulista de Parques Mapa do conhecimento Tecnológico da USPFormação dos Grupos de Trabalho para parques e incubadoras conectadas à USP- Assessoria Jurídica e TécnicaCurso de Execução e Gerenciamento de Projetos de InovaçãoIdentificação de Necessidades de Inovação e Indução de Ações Inovação no meio Pré-Universitária Participação em Feiras e Amostras científicos Tecnológicas Workshops
  15. 15. Inovação com Responsabilidade Social -Identificando Necessidades -Induzindo ações -Programas Especiais
  16. 16. ANVISA – convênio
  17. 17. Casa AbertaDiretores, grêmios acadêmicos, Unidades,
  18. 18. ParqTec -SC4 parques tecnológicos
  19. 19. Apoio à PI das empresasNova modalidade de apoio da Agência USP
  20. 20. Avaliação de resultados de projeto de Inovação• Como avaliar os resultados? – Gerou artigos? Perspectiva acadêmica – Gerou patentes? – Licenciou patentes? Quanto rendeu? – Cliente pagou pelo trabalho? – Cliente ficou satisfeito? – Cliente teve lucro ao aplicar resultado? – O projeto chegou onde queria chegar? • O projeto atingiu suas metas técnicas?
  21. 21. • É difícil estabelecer metas técnicas de projetos de pesquisa• Se a meta não é clara, como avaliar resultados?
  22. 22. A meta tem que ser quantitativa"If you cannot measure it, you cannot improve it." (Lord Kelvin, em 1883) Se você não pode medir, você não pode melhorar
  23. 23. Como escolher um tema para um projeto• Definir o mercado potencial – Em caso de sucesso, qual o retorno financeiro? – Quem são os potenciais clientes?• Definir as metas técnicas – Traduzir expectativas dos clientes em indicadores mensuráveis• Definir o plano de trabalho, que implica em custos – O método científico implícito no plano de trabalho orienta a previsão do atingimento das metas no prazo?
  24. 24. construção de metas1. entender as necessidades dos clientes2. traduzir as necessidades do cliente na linguagemdos pesquisadores (Quality Function Deployment)3. estabelecer unidades de medida (indicadores)4. onde estamos (baselines)5. onde está a concorrência (benchmarking)6. Definir nossas Metas
  25. 25. Roteiro para definir meta técnica1. Definir objetivo geral do projeto2. Identificar potenciais clientes3. Discutir objetivo específico do projeto com clientes4. Discutir com potenciais clientes a escolha dos indicadores de desempenho do projeto (QFD)5. Fazer benchmarking dos níveis conhecidos para cada indicador6. Avaliar a situação atual da empresa nesse indicador7. Definir uma meta a atingir, num certo prazo8. Explicitar os riscos técnicos que podem prejudicar o atingimento.
  26. 26. Exemplo de prática de inovação
  27. 27. Expectativa de vida HOMENS(1) MULHERES 80 70EXPECTATIVA DE VIDA-ANOS 60 50 40 30 20 10 0 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 ANO BASE
  28. 28. Do que morre a população brasileira 1980 30 1996 2004 25 20% MORTES 15 10 5 0 Ap. circul. Câncer Ap.resp. Endócri. Ap.Digest. Infecçoes Sist.Nerv. DOENÇAS
  29. 29. Quem vai tratar desta população? Governo? Acho que não É A TECNOLOGIA
  30. 30. Exemplo como cooperação diferenciada
  31. 31. OUR PROGRAM• COMBINES:• THE NATIONAL BANK FOR DEVELOPMENT ( BNDES)• A PRIVATE COMPANY – MMO• STIMULATE THE FORMATION OF A PHARMACO COMPANY ( PDT-PHARMA) • AIM: TREATMENT OF SKIN SMALL LESIONS
  32. 32. U N IV E R S ID A D E D E SÃ O PA U LO In s titu to d e F ís ic a d e S ã o C a r lo sBNDES FINEP -SUBVENTION 100 CENTERS – 40 TO 80 PATIENTS / CENTER TRAINNING, DRUG, EQUIPMENT THE PROGRAM PROVIDES AND SUPERVISE ALL ACTIVITIES
  33. 33. www.mmo.com.br
  34. 34. Fig 1 – Iluminção Branca Fig 2 - Autofluorescência Fig 3 – T 15 min Fig 4 – T 60 minAmplificação de fluorescência via metabolismo do ALA
  35. 35. PDT 20 MIN POSSIBLECOMPLICATIONS
  36. 36.  Equipamento desenvolvido para diagnóstico por fluorescência óptica e tratamento de Câncer Cervical utilizando a Terapia Fotodinâmica; O equipamento conta com um gabinete e duas peças de mão (evidence e treatment).
  37. 37. TRATAMENTO Peça de mão TREATMENT é um dispositivo para tratar Câncer Cervical utilizando a técnica da Terapia Fotodinâmica; É composta por:  Conjunto de LEDs vermelhos (~630nm) distribuídos circularmente;  Ponteira com formato anatômico e em três medidas para atender a diversos tamanhos do colo do útero;  Guia de luz;  Peças de contato autoclaváveis.
  38. 38. TRATAMENTO Modo de utilização da peça de mão TREATMENT:
  39. 39. A USP quer desenvolver um relacionamento construtivo e favorecedor junto aos seus aunos: Quatro peças para armar um quebra-cabeça Le Monde Diplomatique dez/2011Gerar trabalho e renda para os 120 milhões de brasileiros em idade de trabalhar requer complexo conhecimento para empreendimentos solidários do setor informal. Que dirá propor um programa de desenvolvimento de “Tecnologia Social”, que é como se chamam as iniciativas necessárias para completar suas cadeias produtivas Vamos aceitar o desafio? 45

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