Pr Claude Rochet
Com uma contribuição de Morris Zombo Mussema
Claude.rochet@univ-amu.fr
Claude.rochet@finances.gouv.fr
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sumario
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que permanece e o que muda
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Inovação e desenvolvimento de um pais:
A co- evolução de 5 subsistemas
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que permanece e o que muda
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Um novo paradigma tecno-
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• O cambio tecnológico e endógeno
• Este cambio se propaga de uma tecnológica genérica ...
A economia: a explosão do mundo de
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Sumario
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Schumpeter 1.0: O empresário, as PME e os
avanços tecnológicos
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Schumpeter 2.0: inovação incremental rotinizada
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Schumpeter 3.0: Dinâmica evolutiva
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« Nunca vai dar certo… »
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Inovação dentro da inovação
Claude ROCHET-Praïa 15
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Uma palavra a desminar!
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O Combustivel chave: o capital social
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Capital social?
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Os sistemas produtivos locais (SPL): A região de Cholet (
França)
Uma base comum:
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Sistemas de produção locais (SPL): a região do Jura e a
indústria de relojoaria
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As dimensões do ambiente inovador
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O que muda em a Iconomia
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Novos fatores de inovação
• As tecnologias da informação permitem mesclar diversos tipos
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O papel da liderança publica
• Criar um clima de confiança favorável na cooperação entre atores de
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Diagnóstico do sistema de abastecimento de água do
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Indicadores da
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Ecoconcepção
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Método de cálculo do índice de
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Fonte: Tese Morris
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A CIDADE INTELIGENTE
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O desafio dado pelo chinês: alavanca de
crescimento urbano para a inovação
Transição de um modelo
rural para um modelo
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A integração de sistemas
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Por que construir uma
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A integração sistemica de uma cidade inteligente
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Setores
complexos
Cidade
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TransporteIndustria
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Deux approches de la relation entre citoyens et
gouvernement: Christchurch (NZ)
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A resposta foi a ...
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• A cidade inteligente deve ser um projeto político para
não ser um inferno
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Inovação e desenvolvimento

  1. 1. Pr Claude Rochet Com uma contribuição de Morris Zombo Mussema Claude.rochet@univ-amu.fr Claude.rochet@finances.gouv.fr mussemabroad@gmail.com Instituto Pedro Pires, Praïa, Cabo Verde Universidade de Mindelo Inovação e desenvolvimento
  2. 2. sumario • O tempo largo: Os ciclos de inovação, o que permanece e o que muda • O processo de inovação e o papel de um empresário como líder • Inovação numa economia • Cidades e territórios inteligentes • O roteiro para Cabo verde? 2 Claude ROCHET-Praïa
  3. 3. A história de desenvolvimento e a dos ciclos tecno- económicos Idade do vapor e do caminho de fero 2 0 0 0 19871815 Idade da iconomia 1971194319291920 Idade do petroleo, de automovel e de produção em masse 1908189518931884 Idade doaço, de elctricidade e da grande industria 18751857184818291799 Revolução industrial Inglesa 1771 Maturida de Irupção Frenesia Crise Desenv olvimen to Ciclo Rede de caminho de fero americanon Inglaterra dominada pelos EUA e Alemanha Crack boursier Rail maniaCanal mania Bela epoca Choque petrolifero Trinta gloriosas Crack boursier Wall Street mania Telecoms e internet mania Claude ROCHET-Praïa 3
  4. 4. 4 Trinta lamentaveis Graudematuridadetecnológicaesaturaçãodomercado 1908-1920 USA: Irrupção 1920-1929: «Loucos anos vinte» Trinta gloriosas 1908: Ford T Crise de 1929 &WW2 1° ordinateur Transistor, máquinas à comando digital 1971: microprocesseur Estagflação, social e crise moral nos países líderes Modelo de implantação nos novos países: Brasil, Coréia Irrupção Frenesia E-crash Produção em massa Era da informação A terceira revolução tecnológica Crise sistemica Claude ROCHET-Praïa
  5. 5. 5 Incubação Fase 1: Irrupção Fase 2: Frenesia Fase 3: Desenvolvimento Fase 4: Maturidade Degrédematuritétechnologiqueetsaturationdumarché Quasi 50 anos (Kondratiev) Source: Carlota Perez  Os países líderes do ciclo tecnológico anterior são desativados: - arrogância - obsolescência institucional -anuidades -Conversão de burocracias  Países em atrazo podem: -tirar proveito da tecnologia países líders -pular fases de desenvolvimento (por exemplo, mover-se para a célular, sem passar através do fio) -desfrutar de uma maior flexibilidade institucional (uma vez que tudo é de construção) ...desde que se inscrever na sua história e o gênio de cada povo (Alexandre Gerschenkron) O importante é compreender a dinâmica dos ciclos de desenvolvimento de tecnologia e saber onde você está na curva-S! A revolução tecnológica: uma oportunidade para redistribuir as cartas! Claude ROCHET-Praïa
  6. 6. Inovação e desenvolvimento de um pais: A co- evolução de 5 subsistemas Ciência : criação de possiveis Cultura: geração de conhecimento útil, crenças, habilidade de mudar Política: quadro jurídico, os direitos de propriedade, os custos de transação, a escolaridade, a coesão social Tecnologia: criação de artefatos, inovação Economia: capital disponível, o investimento, organização do trabalho Esta co-evolução determina a trajectoria tecnológica Source: C. Freeman Claude ROCHET-Praïa 6
  7. 7. sumario • O tempo largo: Os ciclos de inovação, o que permanece e o que muda • O processo de inovação e o papel de um empresário como líder • Inovação numa economia • Cidades e territórios inteligentes • O roteiro para Cabo verde? 7 Claude ROCHET-Praïa
  8. 8. Um novo paradigma tecno- economica • O cambio tecnológico e endógeno • Este cambio se propaga de uma tecnológica genérica a traves da inovação em o sistema técnico, produtivo, político e social. • Não é a tecnologia em si que produze inovação mas sua integração em as praticas organizacionais quem faz o desempenho • A aprendizagem por tentativas e erros e a chave do sucesso • As instituições de paradigma passada precisam serem reinventadas 8Claude ROCHET-Praïa
  9. 9. A economia: a explosão do mundo de dados 9Claude ROCHET-Praïa
  10. 10. Sumario • O tempo largo: Os ciclos de inovação, o que permanece e o que muda • O processo de inovação e o papel dou empresário como líder • Inovação em economia • Cidades e territórios inteligentes • O roteiro para Cabo verde? 10 Claude ROCHET-Praïa
  11. 11. Schumpeter 1.0: O empresário, as PME e os avanços tecnológicos Claude ROCHET-Praïa 11 Empreen dedor Tecnologia Produto • O empreededor, « O capital do espirito e da vontade humana » (Nietzsche)
  12. 12. Schumpeter 2.0: inovação incremental rotinizada pelos grandes negócios Claude ROCHET-Praïa 12 Laboratório Seleção Desenvolvimento Mercado Matudidade Tempo • O mercado está já existente • Função linear de investimento no desenvolvimento de I & D interno • Marketing e ciclo de vida • Seleção meritocrática de produtos • Patentes • Estar na fronteira tecnológica Arquétipo: Via 128 EE UU
  13. 13. Schumpeter 3.0: Dinâmica evolutiva Claude ROCHET-Praïa 13 Conhecimentos cientificos Capacidades organizacionais Economia Inovação = 3 processo de sobreposição Invenção Estrutura possíveis artefatos inovação Mercado Co-evolução Utentes e atores de terreno Tentativas e erros Fonte: Keith Pavitt
  14. 14. « Nunca vai dar certo… » • ... Portanto, é uma boa idéia! -Nenhuma inovação radical implica a melhoria das existentes; -Isso não é em melhorando a vela que foi inventada a eletricidade -A inovação é um processo estocástico ... ... mas pode ser meta-modelado “meta- modelis” 14Claude ROCHET-Praïa
  15. 15. Inovação dentro da inovação Claude ROCHET-Praïa 15 Modelo clássico (obsolete) Schumpeter 3.0 O mercado é pré-existente Em contraste, os mercados são construídos por produtos Desenvolvimento linear Função de investimento na I & D interna Os produtos são sistêmicas e dependentes dos parceiros Marketing e ciclo de vida do produto O surgimento de produtos é caótico e irregular Seleção meritocrática de produtos NO: retornos crescentes de adoção Patentes Menos: a Inovação é no ecossistema Estar na fronteira tecnológica 90% da inovação está no campo da baixa tecnologia! O low tech!
  16. 16. sumario • O tempo largo: Os ciclos de inovação, o que permanece e o que muda • O processo de inovação e o papel dou empresário como líder • Inovação em a iconomia • Cidades e territórios inteligentes • O roteiro para Cabo verde? 16 Claude ROCHET-Praïa
  17. 17. Desenvolvimento endógeno da tecnologia 17Claude ROCHET-Praïa Contribuiçao tecnologica exógena (IDE) A acumulação de conhecimento tecnológico Integração e dinâmicas endógenas da Inovação (parceria I & D) Política industrial e apoio à Inovação Mobilização de financiamentos Não há "boas práticas" universal: as estratégias adequadas dependem do contexto e da escolhe tecnológica!
  18. 18. Inovação em iconomia • O tempo da integração de sistemas de sistemas complexos • A competência chave e a capacidade de desenhar sistemas complexos • Um cambio radical em os modelos de negócios das empresas e do sector publico • Não e qualquer mais uma pergunta somar artefactos e politicas mas de inovar em a integração de componentes tecnológicos e sociais. 18Claude ROCHET-Praïa
  19. 19. sumario • O tempo largo: Os ciclos de inovação, o que permanece e o que muda • O processo de inovação e o papel dou empresário como líder • Inovação em a economia • Cidades e territórios inteligentes • O roteiro para Cabo verde? 19 Claude ROCHET-Praïa
  20. 20. O TERRITÓRIO INTELIGENTE Claude ROCHET-Praïa 20
  21. 21. Uma palavra a desminar! A tecnologia é o conhecimento, nao a tecnica! Tecno logia Tecné: o que é inanimado e taciturno O logos: conhecimento define os usos da tecné Applicaçoes Aprentizagem Claude ROCHET-Praïa 21
  22. 22. O Combustivel chave: o capital social Facilmente reprodutivel Dificilmente reprodutivel Recursos tangiveis Capital material Capital natural Recursos intangiveis Capital intelectual Capital social Um beneficio nao sustentavel Um beneficio sustentavel pouco transferavel Copiable facilmente… … sem grande utilidade se ela não gera oportunidade para cuadros Nao copiable exposta a sabotagem ! Um recurso único desde que lhe compreende Claude ROCHET-Praïa 22
  23. 23. Capital social? • Valor coletivo de todas as redes sociais e incentivos para fazer as coisas uma para o outra • Riqueza das transações entre indivíduos e grupos sociais, como adubo de Inovação e cívica e da vida social • Em um território, uma atmosfera que encoraja a tomada de riscos e promove o sucesso empresarial: -Natural solidariedade -Relações de Trabalho -Sistema de controle de conflitos -Coletivo Profissional -Habilidade de desenvolver consenso social e sócio-técnica • Um ecossistema quase natural que permite a sobrevivência no tempo e na gestão de alterações técnicas e de mercado. Claude ROCHET-Praïa 23
  24. 24. Os sistemas produtivos locais (SPL): A região de Cholet ( França) Uma base comum: Enraizamento e tradição industrial: o empreendimento no meio rural, sócio-demográfia Compartilha dos mesmos espaços públicos e privados: forte sentido de pertença, nenhum empresário "significativos", recusa de demissões qualquer lacuna implica a exclusão da comunidade local Dinâmica de criação de empresas baseada no conhecimento coletivo local Vestuario Calçado Transição para a Terceira Revolução Industrial Conservaçao do modelo Corra para a fusão Perda da dinamica do modelo Regeraçao do modelo Conservation du modelo Regeraçao do modelo Hoje: Polo criança Claude ROCHET-Praïa 24
  25. 25. Sistemas de produção locais (SPL): a região do Jura e a indústria de relojoaria SPL relojoeira França Suíça Choque do digital Forte interdependência das redes numa mátris social Ex: Prótese medical / saber-fazer relojoeira Falha de coordenação Clientes / fornecedores, dificuldade de evoaluçao técnica de funcionários, empurrando as autoridades para a criação de grandes empresas Do sistema de relojoaria à microtecnologia SPL décolletage Claude ROCHET-Praïa 25
  26. 26. As dimensões do ambiente inovador Ambiante inovador: redes de atores Territorio Sistemas productivos locais inovação Atratividade Cooperaçao Saber -fazer Proximidade géografica Proximidade organizacional Claude ROCHET-Praïa 26
  27. 27. O que muda em a Iconomia Interações locais Capacidades de aprendizagem Conhecimentos gerados a longa distância (KIBS)* *Knowledge Intensive Business Services Território virtual Território físico Claude ROCHET-Praïa 27
  28. 28. Novos fatores de inovação • As tecnologias da informação permitem mesclar diversos tipos de conhecimentos • A mobilidade dos bens e das pessoas permitem estimular os intercâmbios • Inovação assenta tanto sobre fatores socioculturais que técnicos Inovação e uma dinâmica combinatória de conhecimentos do origens variados Claude ROCHET-Praïa 28
  29. 29. O papel da liderança publica • Criar um clima de confiança favorável na cooperação entre atores de diferentes origens, de acordo na capital social. • Criar as instituições apropriadas na inversão e na inovadoras iniciativas quem estimulam ativamente as cooperações e desenvolvimento dos conhecimentos a traves ricas interações. • Conectar ativamente o pais (território) com os sistemas de conhecimento pertinentes. • Atrair a traves de empresas estrangeiras conhecimentos e tecnologias. • A liderança publica desempenha um papel fulcral para estimular essas interações O mas atrasado, o mas favorecido! Claude ROCHET-Praïa 29
  30. 30. Conceitos e utensílios de integração sistémica Território inteligenteIndustria Liderança publica Inteligência social Valorização dos ativos materiais e imateriais Ecossistemas e inovação competitiva As tecnologias digitais permitem modelizar estes ecossistemas O Enraizamento local e sempre a chave Claude ROCHET-Praïa 30
  31. 31. Buengas 31Claude ROCHET-Praïa SISTEMA ECOEFICIÊNTE
  32. 32. Diagnóstico do sistema de abastecimento de água do Município dos Buengas Anormalidades CARACTERÍSTICAS -Não ecoeficiênte -Omissão de algumas práticas de gestão no ciclo do projeto RESULTADOS -Sistema caro e não mercantil -Sistema com uma distribuição menos abudante é não permanente com apenas 6l / capita e 2-3 vezes / semana Normalidades CARACTERÍSTICAS -Grande vontade política -Disponibilidade financeira em alcance das necessidades RESULTADOS -Satisfação para o advento da modernidade -Esperança para futura resolução das anormalidades Buengas Claude ROCHET-Praïa 32
  33. 33. 18/05/2015 Indicadores da ecoeficiência Ecoconcepção do sistema 2 Implementação do sistema ecoeficiente 3 Cocriação 1 Pré- requisitos da ecoeficiência Variaveis de entrada Variavel de saida Fonte: Tese Morris Indicadores de performance Avaliação do sistema 4 Validação final 5 Objetivos de melhoria Intégração de variaveis exogenas Sistema de Pilotagem Modelo de concepção do sistema ecoeficiênte de água potável: 5 principais etapas
  34. 34. 18/05/2015 Método de cálculo do índice de ecoeficiência do sistema de abastecimento de água potável Fonte: Tese Morris (CC + EC + IM+ AV) Iz = _______________________ x 100= % k Cocriação do sistema (CC) Ecoconcepção do sistema (EC) Implementação do sistema (IM) Avaliação do sistema (AV) Indice da ecoeficiência (Iz) Coeficiente corectivo (k)
  35. 35. A CIDADE INTELIGENTE Claude ROCHET-Praïa 35
  36. 36. O desafio dado pelo chinês: alavanca de crescimento urbano para a inovação Transição de um modelo rural para um modelo inovador da sociedade industrial Claude ROCHET-Praïa 36
  37. 37. A integração de sistemas 37 Por que construir uma cidade e quais são os objetivos estratégicos? Quem são os interessados? Quais são as funções genéricas a serem realizadas por uma cidade inteligente? Com quais órgãos? Dispositivos técnicos, software ... Com quais habitantes inteligentes? Concepção, quadro metamodelo, direção Subsistemas e processos Habitantes e ferramentas Porqué conceber este ecossistema? Quem vai viver na cidade? Quais são as suas atividades? Como a cidade vai ser alimentada? Onde a cidade está localizada? (contexto) Quais são as funções a serem desempenhadas para alcançar os objetivos e como eles interagem? Com quais órgãos e recursos? Como as pessoas vão interagir com os artefatos? Como a vida cívica vai organizar-se? Claude ROCHET-Praïa
  38. 38. A integração sistemica de uma cidade inteligente Setores leves Setores complexos Cidade inteligente TransporteIndustria TrabalhoAlojamento Saneamento Energiaágua Waste recycling Serviços públicos Saude Vida civica Lazer Educação Integration social GovernoEconomia Andaime Institutional (scaffolding) Vida social Periferia Intercambios comerciais Alimentação Cidade Território Claude ROCHET-Praïa 38
  39. 39. Claude ROCHET-Praïa 39
  40. 40. Deux approches de la relation entre citoyens et gouvernement: Christchurch (NZ) 40Claude ROCHET-Praïa 40 A resposta foi a criação de uma única organização, (Cera) Recuperação do Terremoto do Canterbury. Ela era o único orgao responsável pela gestão de reconstrução. “Para ver nas cidades tendo experimentado desastres no mundo, as organizações com um objetivo único não são eficientes" de acordo com o chefe executivo da Cera, Roger Sutton, A nova administradora da cidade recentemente impossada, Lianne Dalziel, com a esperança de se envolver em uma nova era de governação focada no fortalecimento das organizações comunitárias as quais devem elas proprias executar empreedimentos, "Construir uma cidade resiliente começa na base, para atuar de baixo para cima e não de cima para baixo; ela escreveu
  41. 41. Articuler technologie et politique • A cidade inteligente deve ser um projeto político para não ser um inferno -Integrar as ciências sociais e tecnologia -Desafios Techno-políticos : a segurança de sistemas e dados -Desafios políticos: a democracia direta e o controlo de sistemas tecnológicos 41 Panóptico A cidade para o bem comum Claude ROCHET-Praïa

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