SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 45
Baixar para ler offline
UEAUEA
gestãopública
Empreendedorismo e
Inovação
Prof.a
Esp. Gilvannete Serra
Barbosa
Prof. Esp. José Hélio Castilho
Aula 2
Tema:
Objetivo:
O Papel do Empreendedorismo no Desenvolvimento
Econômico.
Definir e explicar a importância do Empreendedorismo
no Desenvolvimento Econômico.
2
Revisão
A revolução do empreendedorismo
O empreendedorismo no Brasil
Análise Histórica do surgimento do empreendedorismo
•	 Idade Média – Empreendedor gerenciava grandes projetos
de produção;
•	 Século XVIII – Capitalista diferenciado do empreendedor,
Thomas Edison e a descoberta da eletricidade;
•	 Séculos XIX e XX – Empreendedores foram confundidos
com os gerentes ou administradores
Conceituando Empreendedorismo.
c
3
AULA
Conceituando Empreendedorismo
“O empreendedor é aquele que destrói a ordem
econômica existente pela introdução de novos
produtos e serviços, pela criação de novas formas de
organização ou pela exploração de novos recursos e
materiais.”
				 Joseph Schumpeter (1949).
c
4
AULA
O que é ser
empreendedor?
5
•	 O processo empreendedor envolve todas as
funções, atividades e ações associadas com a
criação de novas empresas. Em primeiro lugar, o
empreendedorismo envolve o processo de criação de
algo novo, de valor. Em segundo, requer a devoção, o
comprometimento de tempo e o esforço necessário
para fazer a empresa crescer. E em terceiro, que
riscos calculados sejam assumidos e decisões
críticas tomadas; é preciso ousadia e ânimo apesar
de falhas e erros.
c
6
AULA
•	 O empreendedor revolucionário é aquele que cria
novos mercados, ou seja, o indivíduo que cria algo
único, como foi o caso de Bill Gates, criador da
Microsoft, que revolucionou o mundo com o sistema
operacional Windows©. No entanto, a maioria dos
empreendedores cria negócios em mercados já
existentes, não deixando de ser bem-sucedidos por
isso.
c
7
AULA
Empreendedorismo no Brasil
O nosso país está repleto de
história de Empreendedores que
transformaram a nossa economia.
Dentre grandes empreendedores,
gostaríamos de apresentar o
exemplo de Irineu Evangelista de
Souza, o Barão de Mauá.
Link do vídeo:
http://www.cinevest.com.br/videos/
Barao-de-Maua-o-imperador-e-o-
rei-1999,19
◦◦ http://histormundi.blogspot.com.br/2012/06/imagens-
historicas-10-barao-de-maua
c
8
AULA
Dinâmica Local
9
Resenha-resumo: É um texto que se limita a resumir o
conteúdo de um livro, de um capítulo, de um filme, de
uma peça de teatro ou de um espetáculo, sem qualquer
crítica ou julgamento de valor. Trata-se de um texto
informativo, pois o objetivo principal é informar o leitor.
O que deve constar numa resenha
•	 O título
•	 A referência bibliográfica da obra
•	 Alguns dados bibliográficos do autor da obra
resenhada
•	 O resumo, ou síntese do conteúdo
•	 A avaliação crítica c
10
DL
Introdução
1. Papel do Empreendedorismo no Desenvolvimento
Econômico.
2. Empreendedorismo Como Opção de Carreira e
Educação	
3. Ética e Responsabilidade Social dos Empreendedores
4. O Futuro do Empreendedorismo
c
11
AULA
Papel do empreendedorismo no
desenvolvimento econômico
O papel do empreendedorismo no desenvolvimento
econômico envolve mais do que apenas o aumento de
produção e renda per capita; envolve iniciar e constituir
mudanças na estrutura do negócio e da sociedade.
c
12
AULA
Apesar da importância do
investimento e da inovação no
desenvolvimento econômico de
uma área, ainda há uma falta de
compreensão do processo de
evolução do produto.
Este é o processo pelo qual
a inovação se desenvolve e
é comercializada através da
atividade empresarial, que, por
sua vez, estimula o crescimento
econômico.
c
13
AULA
1. Reconhecimento da
necessidade social
2. Iniciação da inovação
tecnológica
3. Síntese iterativa que
leva à invenção (pressão
em direção à invenção)
4. Fase de
desenvolvimento
5. Fase industrial
c
14
AULA
A inovação pode, evidentemente, ter vários graus de
peculiaridade. A maioria das inovações introduzidas
no mercado são inovações comuns, isto é, com pouca
peculiaridade ou tecnologia.
Sem considerar o nível de peculiaridade e de tecnologia,
cada inovação evolui e se desenvolve em direção da
comercialização por meio de um de três mecanismos:
•	 O governo
•	 O Intraempreendedorismo ou
•	 O empreendedorismo
c
15
AULA
O governo como inovador
•	 O governo é um condutor para a comercialização
dos resultados da síntese entre necessidade social e
tecnologia.
•	 A burocracia governamental e o corte de despesas
muitas vezes inibem a formação do negócio no
momento adequado (DORNELAS, 2008).
c
16
AULA
•	 No século XX o modelo de estado que se espera é o
estado de resultado e quando se fala de reforma de
administração pública, o modelo a ser perseguido
é o de um estado que sempre estivesse realizando
suas ações, seus projetos, seus programas de modo
eficiente e efetivo, mas sempre buscando maiores e
melhores para a população, portanto um estado de
resultados.
c
17
AULA
•	 O que compreende a uma administração pública
de resultados ou uma administração por objetivo,
sempre calcada no critério da eficiência e buscando
melhores resultados.
•	 Portanto o estado tem que estar preocupado com a
efetivação dos direitos, sobretudo da efetivação dos
direitos fundamentais da população, como o direito
à saúde, educação, meio ambiente, e assim por
diante...
c
18
AULA
•	 Portanto um estado de resultado não apenas planeja
suas ações, mas também programa a forma como
irá realizar e executar essas ações, tendo o cuidado
de realizar as devidas avaliações para perceber
o impacto e o resultado dessas ações nas mais
diferentes áreas, possibilitando assim medir o efeito
positivo que o estado provoca por meio de suas
ações empreendedoras.
c
19
AULA
Empreendedor - Série
sustentável
20
Intraempreendedorismo
Na atual era da hipercompetição,
a necessidade de novos produtos
e o espírito intraempreendedor
tornaram-se tão grandes que
cada vez mais empresas estão
desenvolvendo um ambiente
intraempreendedor, frequentemente
na forma de unidades estratégicas
de negócios (SBUs - strategic
business units) (DORNELAS, 2008).
c
21
AULA
Empreendedorismo
O empreendedorismo atualmente é o método mais
eficiente para ligar ciência e mercado, criando novas
empresas e levando novos produtos e serviços ao
mercado, no qual:
•	 Afetou a economia e gerou emprego
•	 Proporcionou rápido desenvolvimento tecnológico
•	 Globalização do mercado
•	 Suporte à maioria das inovações.
c
22
AULA
Contudo, apesar de todas essas dificuldades, o
empreendedorismo atualmente é o método mais
eficiente para ligar ciência e mercado, criando novas
empresas e levando novos produtos e serviços ao
mercado. Essas atividades empreendedoras afetam
de modo significativo a economia de uma área ao
construir sua base econômica e gerar empregos.
c
23
AULA
O velho modelo econômico
Era regido por grandes empresas caracterizadas por:
•	 Ativos físicos;
•	 Número expressivo de funcionários;
•	 Várias fábricas;
•	 Imóveis;
•	 Maquinários etc.
c
24
AULA
O novo modelo econômico
No qual as empresas são caracterizadas por:
•	 São mais ágeis;
•	 Flexíveis;
•	 Com respostas rápidas às demandas do mercado;
c
25
AULA
Empreendedorismo
•	 A era do conhecimento não é mais uma promessa,
é um fato com o qual as empresas se deparam,
e aquelas que estiverem preparadas para esse
novo paradigma terão mais chances de sobreviver
(DORNELAS, 2008).
c
26
AULA
•	 São tantos os requisitos para se manter competitivo
no novo paradigma econômico que os velhos
gigantes começam a buscar rapidamente soluções
para não perderem o passo. A organização precisa
ser mais ágil, precisa buscar novas oportunidades
de negócio de forma mais efetiva, precisa se
reestruturar, rever seus processos, incentivar seus
funcionários na busca da inovação, a serem mais
criativos, a proporem soluções, não serem reativos,
fugir da mesmice de outrora. As organizações
estabelecidas começam a entender que precisam ser
mais empreendedoras.
c
27
AULA
Diferença entre o Empreendedor x
Intraempreendedor
•	 O Empreendedor Clássico é aquele que identifica
um nicho de mercado e ou produto e se lança em
um negócio por conta própria e é geralmente o
dono do capital e por conseguinte se apropriará dos
resultados das atividades.
c
28
AULA
•	 O Intraempreendedor é o individuo que atua
internamente na organização e na maioria das
vezes não é proprietário, não é sócio, não é dono
de equipamento algum e nem tampouco do capital.
Porém, não significa que não possa ter ideias, criar
produtos, inovar ou modificar processos.
c
29
AULA
Empreendedorismo como Opção de Carreira
O que faz com que um indivíduo assuma todos os
riscos sociais, psicológicos e financeiros envolvidos no
início de um novo empreendimento?
c
30
AULA
Este Interesse é promovido pelo:
•	 Reconhecimento de que pequenas firmas
desempenham um papel importante na criação de
empregos e na inovação;
•	 O aumento na abordagem dos empreendedores pela
mídia;
•	 A consciência de que há mais empreendedores do
que os anunciados na mídia;
•	 A mudança no emprego, à medida que as mulheres
tornam-se cada vez mais ativas como força de
trabalho e o número de famílias com duas rendas
aumenta;
c
31
AULA
•	 A formação de novos empreendimentos por mulheres
é o triplo do índice de seus companheiros do sexo
masculino;
c
32
AULA
Embora nenhuma pesquisa definitiva tenha sido feita
sobre o tema, o histórico de desenvolvimento do adulto
empreendedor também parece afetar as carreiras
empresariais. O histórico de desenvolvimento de
uma pessoa tem um pouco mais de impacto sobre
as mulheres, já que elas tendem a iniciar negócios
em um estágio mais tardio do que o dos homens,
geralmente depois de terem vivenciado um número
significativamente maior de frustrações no emprego
(DORNELAS, 2008).
c
33
AULA
A educação na área de empreendedorismo cresce
rapidamente em faculdades e universidades nos
Estados Unidos e na Europa. Muitas universidades
oferecem pelo menos um curso de empreendedorismo
em nível de graduação ou pós-graduação, e algumas
têm uma pequena ou grande concentração na área.
c
34
AULA
As habilidades exigidas dos empreendedores podem
ser classificadas em três áreas principais:
c
35
AULA
Uma tendência interessante na educação empresarial
evoluiu nos últimos cinco anos com a descoberta,
por alguns empreendedores, da necessidade e do
desejo de obter o grau de Mestre em Administração.
Anteriormente, durante gerações, os empreendedores
abominavam tudo que tivesse a ver com os cursos
de mestrado. Entretanto, a avançada sofisticação
tecnológica, as telecomunicações, o uso do
computador e a hipercompetição dos dias de hoje
mudaram essa atitude.
c
36
AULA
Ética e responsabilidade social dos
empreendedores
Um empreendedor deve correr riscos com seu próprio
capital a fim de vender e oferecer produtos e serviços
enquanto despende mais energia do que o homem de
negócios médio para inovar.
Estabelecendo um equilíbrio entre exigências éticas,
prudência econômica e responsabilidade social, um
equilíbrio que difere do ponto em que o administrador
comum toma sua posição moral.
c
37
AULA
Enquanto a ética
refere-se ao “estudo
do que é certo e
bom para os seres
humanos“.
A ética de negócios tem
a ver com a investigação
das práticas
empresariais a luz dos
valores humanos.
c
38
AULA
As atitudes de um gerente referente à responsabilidade
corporativa relacionam-se com o clima organizacional
percebido como algo que dá suporte às leis e aos
códigos profissionais de ética. Por outro lado, os
empreendedores em uma empresa relativamente
nova, que têm poucos modelos de desempenho,
geralmente desenvolvem um código ético interno. Os
empreendedores tendem a depender de seus próprios
sistemas de valores pessoais muito mais do que
os gerentes quando determinam ações eticamente
adequadas (DORNELAS, 2008).
c
39
AULA
A ética e o amplo campo de estudo que explora
a natureza geral da moral e de escolhas morais
específicas a serem feitas pelo indivíduo em sua
relação com os outros. Embora a ética de negócios
tenha emergido como um tópico importante em
publicações populares e acadêmicas nas últimas
décadas, até o momento tem sido tratada fora
do contexto histórico e dentro de uma orientação
dominada pela herança protestante americana
(DORNELAS, 2008).
c
40
AULA
A pesquisa sobre a ética de negócios pode ser dividida em
quatro classificações amplas:
(1) estudo com orientação pedagógica, incluindo estudos
teóricos e empíricos;
(2) construção teórica sem testagem empírica;
(3) pesquisa empírica, avaliando atitudes e crenças éticas
de estudantes e corpos docentes acadêmicos; e
(4) pesquisa empírica em ambientes empresariais,
avaliando as atitudes e visões éticas, especialmente de
administradores em grandes organizações. Cada uma
dessas áreas oferece uma percepção das dimensões éticas
de empreendedores e gerentes. (DORNELAS 2008).
c
41
AULA
O futuro do empreendedorismo
A educação empreendedora nunca foi tão importante
em termos de cursos e pesquisa acadêmica.
Atualmente é visto que riscos, criatividade,
independência e recompensa continuarão sendo
a força impulsionadora subjacente à noção de
empreendedorismo no futuro.
c
42
AULA
•	 O número de universidades e faculdades
que oferecem pelo menos um curso em
empreendedorismo aumentou de 16 em 1970 para
mais de 400 em 1995.
•	 Na Europa a maior parte das universidades e
associações nos países fazem pesquisa em
empreendedorismo, acompanhada por cursos de
treinamento e cursos de formação.
•	 Essa tendência continuará, sustentada por um
aumento na atividade de pós-graduação.
c
43
AULA
•	 Diversos Governos estão estimulando a criação
de novas empresas, no qual recebem apoio
governamental, como vantagens nos impostos,
prédios, estradas e um sistema de comunicações
para facilitar o processo de criação.
c
44
AULA
Finalmente, as grandes empresas continuarão a ter
interesse na sua forma especial de empreendedorismo
– o intraempreendedorismo – no futuro. Essas
empresas estarão cada vez mais interessadas em
capitalizar sua pesquisa e desenvolvimento (P&D) no
hipercompetitivo ambiente de negócios da atualidade.
c
45
AULA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula Empreendedorismo e Gestão
Aula Empreendedorismo e GestãoAula Empreendedorismo e Gestão
Aula Empreendedorismo e GestãoSusy Alves
 
Termo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de Negócios
Termo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de NegóciosTermo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de Negócios
Termo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de NegóciosCarmem Maria Mendes Barros
 
Empreendedorismo RX ANJE
Empreendedorismo RX ANJEEmpreendedorismo RX ANJE
Empreendedorismo RX ANJEMónica Neto
 
Economia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócio
Economia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócioEconomia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócio
Economia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócioFabio Calzavara
 
Apostila empreendedorismo de univercidade de araucara
Apostila empreendedorismo de univercidade de araucaraApostila empreendedorismo de univercidade de araucara
Apostila empreendedorismo de univercidade de araucaradeniBrito
 
Profª susane petinelli souza a formação de administradores e tecnólogos em ...
Profª susane petinelli souza   a formação de administradores e tecnólogos em ...Profª susane petinelli souza   a formação de administradores e tecnólogos em ...
Profª susane petinelli souza a formação de administradores e tecnólogos em ...Cra-es Conselho
 
Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...
Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...
Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...A. Rui Teixeira Santos
 
Empreendedorismo na america latina com dados da gem
Empreendedorismo na america latina com dados da gemEmpreendedorismo na america latina com dados da gem
Empreendedorismo na america latina com dados da gemAndreia Costa
 
Inventta | ThinkForward
Inventta | ThinkForwardInventta | ThinkForward
Inventta | ThinkForwardInventta
 
Pitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismo
Pitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismoPitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismo
Pitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismoCaio Flavio Stettiner
 
Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)
Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)
Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)Karlo Medeiros
 
Baeta borges tremblay_2006
Baeta borges tremblay_2006Baeta borges tremblay_2006
Baeta borges tremblay_2006Fernanda Serrano
 
VAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS
VAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRASVAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS
VAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRASCaio Flavio Stettiner
 
Formacao Empreendedorismo
Formacao EmpreendedorismoFormacao Empreendedorismo
Formacao EmpreendedorismoCláudia Gomes
 
Fórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no Brasil
Fórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no BrasilFórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no Brasil
Fórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no BrasilFGV | Fundação Getulio Vargas
 

Mais procurados (20)

Aula Empreendedorismo e Gestão
Aula Empreendedorismo e GestãoAula Empreendedorismo e Gestão
Aula Empreendedorismo e Gestão
 
Termo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de Negócios
Termo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de NegóciosTermo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de Negócios
Termo de Conclusão de Curso - Empreendedorismo e Plano de Negócios
 
Empreendedorismo RX ANJE
Empreendedorismo RX ANJEEmpreendedorismo RX ANJE
Empreendedorismo RX ANJE
 
Economia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócio
Economia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócioEconomia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócio
Economia criativa e inovação: como criar novos modelos de negócio
 
Apostila empreendedorismo de univercidade de araucara
Apostila empreendedorismo de univercidade de araucaraApostila empreendedorismo de univercidade de araucara
Apostila empreendedorismo de univercidade de araucara
 
Profª susane petinelli souza a formação de administradores e tecnólogos em ...
Profª susane petinelli souza   a formação de administradores e tecnólogos em ...Profª susane petinelli souza   a formação de administradores e tecnólogos em ...
Profª susane petinelli souza a formação de administradores e tecnólogos em ...
 
Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...
Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...
Serviço Público de Televisão - Economia e Gestão dos Media - Prof. Doutor Rui...
 
Empreendedorismo na america latina com dados da gem
Empreendedorismo na america latina com dados da gemEmpreendedorismo na america latina com dados da gem
Empreendedorismo na america latina com dados da gem
 
Inventta | ThinkForward
Inventta | ThinkForwardInventta | ThinkForward
Inventta | ThinkForward
 
Pitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismo
Pitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismoPitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismo
Pitch Deck: Uma das ferramentas utilizadas para o empreendedorismo
 
Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)
Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)
Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 2 (auditório principal - Dia 2)
 
6. conjuntura
6. conjuntura6. conjuntura
6. conjuntura
 
Baeta borges tremblay_2006
Baeta borges tremblay_2006Baeta borges tremblay_2006
Baeta borges tremblay_2006
 
Humantech na revista Mercado Brasil (edição 88)
Humantech na revista Mercado Brasil (edição 88)Humantech na revista Mercado Brasil (edição 88)
Humantech na revista Mercado Brasil (edição 88)
 
VAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS
VAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRASVAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS
VAREJO OMNICHANNEL: DESAFIOS NA VISÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS
 
A Inovação da Inovaçao
A Inovação da InovaçaoA Inovação da Inovaçao
A Inovação da Inovaçao
 
Compromisso pela Inovação
Compromisso pela InovaçãoCompromisso pela Inovação
Compromisso pela Inovação
 
Formacao Empreendedorismo
Formacao EmpreendedorismoFormacao Empreendedorismo
Formacao Empreendedorismo
 
Empreendedorismo e Inovação
Empreendedorismo e InovaçãoEmpreendedorismo e Inovação
Empreendedorismo e Inovação
 
Fórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no Brasil
Fórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no BrasilFórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no Brasil
Fórum de Inovação | Inovação e mudanças: Encontros sobre inovação no Brasil
 

Destaque

08 planejamento gestão
08 planejamento gestão08 planejamento gestão
08 planejamento gestãoandressa bonn
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e InovaçãoAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e InovaçãoProf. Leonardo Rocha
 
Inovação, empreendedorismo e agronegócio
Inovação, empreendedorismo e agronegócioInovação, empreendedorismo e agronegócio
Inovação, empreendedorismo e agronegócioGabriel Prado de Barros
 
Problem Based Learning in a Global World
Problem Based Learning in a Global WorldProblem Based Learning in a Global World
Problem Based Learning in a Global WorldMichael Soskil
 
Empreendedorismo - Inovação e Competitividade
Empreendedorismo - Inovação e CompetitividadeEmpreendedorismo - Inovação e Competitividade
Empreendedorismo - Inovação e CompetitividadeDaniel Campos
 
Inovacao e empreendedorismo
Inovacao e empreendedorismoInovacao e empreendedorismo
Inovacao e empreendedorismoAecio Junior
 
Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013
Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013
Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013Nei Grando
 
A ImportâNcia Da InovaçãO Para O Empreendedorismo
A ImportâNcia Da InovaçãO Para O EmpreendedorismoA ImportâNcia Da InovaçãO Para O Empreendedorismo
A ImportâNcia Da InovaçãO Para O EmpreendedorismoMarcelo Barcia
 
Amostra do livro Empreendedorismo Inovador
Amostra do livro Empreendedorismo InovadorAmostra do livro Empreendedorismo Inovador
Amostra do livro Empreendedorismo InovadorNei Grando
 
Empreendedorismo inovador
Empreendedorismo inovadorEmpreendedorismo inovador
Empreendedorismo inovadorjosedornelas
 
Administração de vendas e marketing modulo 1
Administração de vendas e marketing   modulo 1Administração de vendas e marketing   modulo 1
Administração de vendas e marketing modulo 1Paulo Bastos
 
Relações interpessoais na organização e gestão de conflitos
Relações interpessoais na organização e gestão de conflitosRelações interpessoais na organização e gestão de conflitos
Relações interpessoais na organização e gestão de conflitosJanaina Becker
 
Aula 1 Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011
Aula 1   Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011Aula 1   Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011
Aula 1 Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011Rafael Gonçalves
 
Desenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelDesenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelRui Raul
 
Empreendedorismo
EmpreendedorismoEmpreendedorismo
Empreendedorismocattonia
 

Destaque (17)

08 planejamento gestão
08 planejamento gestão08 planejamento gestão
08 planejamento gestão
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e InovaçãoAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
 
Inovação, empreendedorismo e agronegócio
Inovação, empreendedorismo e agronegócioInovação, empreendedorismo e agronegócio
Inovação, empreendedorismo e agronegócio
 
Problem Based Learning in a Global World
Problem Based Learning in a Global WorldProblem Based Learning in a Global World
Problem Based Learning in a Global World
 
Empreendedorismo - Inovação e Competitividade
Empreendedorismo - Inovação e CompetitividadeEmpreendedorismo - Inovação e Competitividade
Empreendedorismo - Inovação e Competitividade
 
Inovacao e empreendedorismo
Inovacao e empreendedorismoInovacao e empreendedorismo
Inovacao e empreendedorismo
 
Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013
Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013
Empreendedorismo Inovador no ICB-USP SIBBAS 2013
 
A ImportâNcia Da InovaçãO Para O Empreendedorismo
A ImportâNcia Da InovaçãO Para O EmpreendedorismoA ImportâNcia Da InovaçãO Para O Empreendedorismo
A ImportâNcia Da InovaçãO Para O Empreendedorismo
 
Amostra do livro Empreendedorismo Inovador
Amostra do livro Empreendedorismo InovadorAmostra do livro Empreendedorismo Inovador
Amostra do livro Empreendedorismo Inovador
 
Empreendedorismo inovador
Empreendedorismo inovadorEmpreendedorismo inovador
Empreendedorismo inovador
 
Empreendedorismo E Inovação
Empreendedorismo E InovaçãoEmpreendedorismo E Inovação
Empreendedorismo E Inovação
 
Administração de vendas e marketing modulo 1
Administração de vendas e marketing   modulo 1Administração de vendas e marketing   modulo 1
Administração de vendas e marketing modulo 1
 
Aula 5 adm processo decisório
Aula 5 adm   processo decisórioAula 5 adm   processo decisório
Aula 5 adm processo decisório
 
Relações interpessoais na organização e gestão de conflitos
Relações interpessoais na organização e gestão de conflitosRelações interpessoais na organização e gestão de conflitos
Relações interpessoais na organização e gestão de conflitos
 
Aula 1 Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011
Aula 1   Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011Aula 1   Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011
Aula 1 Introdução à Gestão Financeira 06.04.2011
 
Desenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento SustentavelDesenvolvimento Sustentavel
Desenvolvimento Sustentavel
 
Empreendedorismo
EmpreendedorismoEmpreendedorismo
Empreendedorismo
 

Semelhante a O papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico

Empreendedorismo capitulo-2
Empreendedorismo capitulo-2Empreendedorismo capitulo-2
Empreendedorismo capitulo-2anderson3mp
 
Empreendedorismo 3º ano
Empreendedorismo 3º anoEmpreendedorismo 3º ano
Empreendedorismo 3º anopaulobarros512
 
Introdução ao Empreendedorismo .pptx
Introdução ao Empreendedorismo .pptxIntrodução ao Empreendedorismo .pptx
Introdução ao Empreendedorismo .pptxDemetriusNarciso
 
Empreendedorismo 1 e 2
Empreendedorismo 1 e 2Empreendedorismo 1 e 2
Empreendedorismo 1 e 2siqueiralc
 
EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...
EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...
EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...Caio Flavio Stettiner
 
Tema 12 - Administração Empreendedora.pptx
Tema 12 - Administração Empreendedora.pptxTema 12 - Administração Empreendedora.pptx
Tema 12 - Administração Empreendedora.pptxANAPAULASOARESRIBEIR2
 
Mensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarial
Mensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarialMensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarial
Mensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarialPássaro no Ombro
 
emprendedorismo & inovação
emprendedorismo & inovaçãoemprendedorismo & inovação
emprendedorismo & inovaçãoannoni
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacionalVivian Costa
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacionalMarina Amaral Cançado
 
+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional
+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional
+ Inovação pública: mapeamento inovação internacionalTellus
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacionalVivian Costa
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacionalVivian Costa
 

Semelhante a O papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico (20)

Empreendedorismo capitulo-2
Empreendedorismo capitulo-2Empreendedorismo capitulo-2
Empreendedorismo capitulo-2
 
Nossa casa startup-da-ideia-ao-mercado
Nossa casa startup-da-ideia-ao-mercadoNossa casa startup-da-ideia-ao-mercado
Nossa casa startup-da-ideia-ao-mercado
 
Empreendedorismo 3º ano
Empreendedorismo 3º anoEmpreendedorismo 3º ano
Empreendedorismo 3º ano
 
Mdi empreendedorismo
Mdi   empreendedorismoMdi   empreendedorismo
Mdi empreendedorismo
 
Introdução ao Empreendedorismo .pptx
Introdução ao Empreendedorismo .pptxIntrodução ao Empreendedorismo .pptx
Introdução ao Empreendedorismo .pptx
 
Ambiente Empreendedor nas Corporações e a Proposta de Um Modelo de Inovação P...
Ambiente Empreendedor nas Corporações e a Proposta de Um Modelo de Inovação P...Ambiente Empreendedor nas Corporações e a Proposta de Um Modelo de Inovação P...
Ambiente Empreendedor nas Corporações e a Proposta de Um Modelo de Inovação P...
 
apostila empreendedorismo.pdf
apostila empreendedorismo.pdfapostila empreendedorismo.pdf
apostila empreendedorismo.pdf
 
Empreendedorismo 1 e 2
Empreendedorismo 1 e 2Empreendedorismo 1 e 2
Empreendedorismo 1 e 2
 
EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...
EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...
EDUCAÇÃO EMPRENDEDORA PARA JOVENS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL – FOMENT...
 
Inovacao
InovacaoInovacao
Inovacao
 
Tema 12 - Administração Empreendedora.pptx
Tema 12 - Administração Empreendedora.pptxTema 12 - Administração Empreendedora.pptx
Tema 12 - Administração Empreendedora.pptx
 
Presentation Fund IT3 Capital
Presentation Fund IT3 CapitalPresentation Fund IT3 Capital
Presentation Fund IT3 Capital
 
Mensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarial
Mensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarialMensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarial
Mensurar a trilogia inovação, conhecimento e governação no mundo empresarial
 
emprendedorismo & inovação
emprendedorismo & inovaçãoemprendedorismo & inovação
emprendedorismo & inovação
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional
 
+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional
+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional
+ Inovação pública: mapeamento inovação internacional
 
71 questoes de hpa ii
71 questoes de hpa ii71 questoes de hpa ii
71 questoes de hpa ii
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional
 
20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional20120623 mapeamento inovação internacional
20120623 mapeamento inovação internacional
 

O papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico

  • 2. Aula 2 Tema: Objetivo: O Papel do Empreendedorismo no Desenvolvimento Econômico. Definir e explicar a importância do Empreendedorismo no Desenvolvimento Econômico. 2
  • 3. Revisão A revolução do empreendedorismo O empreendedorismo no Brasil Análise Histórica do surgimento do empreendedorismo • Idade Média – Empreendedor gerenciava grandes projetos de produção; • Século XVIII – Capitalista diferenciado do empreendedor, Thomas Edison e a descoberta da eletricidade; • Séculos XIX e XX – Empreendedores foram confundidos com os gerentes ou administradores Conceituando Empreendedorismo. c 3 AULA
  • 4. Conceituando Empreendedorismo “O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais.” Joseph Schumpeter (1949). c 4 AULA
  • 5. O que é ser empreendedor? 5
  • 6. • O processo empreendedor envolve todas as funções, atividades e ações associadas com a criação de novas empresas. Em primeiro lugar, o empreendedorismo envolve o processo de criação de algo novo, de valor. Em segundo, requer a devoção, o comprometimento de tempo e o esforço necessário para fazer a empresa crescer. E em terceiro, que riscos calculados sejam assumidos e decisões críticas tomadas; é preciso ousadia e ânimo apesar de falhas e erros. c 6 AULA
  • 7. • O empreendedor revolucionário é aquele que cria novos mercados, ou seja, o indivíduo que cria algo único, como foi o caso de Bill Gates, criador da Microsoft, que revolucionou o mundo com o sistema operacional Windows©. No entanto, a maioria dos empreendedores cria negócios em mercados já existentes, não deixando de ser bem-sucedidos por isso. c 7 AULA
  • 8. Empreendedorismo no Brasil O nosso país está repleto de história de Empreendedores que transformaram a nossa economia. Dentre grandes empreendedores, gostaríamos de apresentar o exemplo de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá. Link do vídeo: http://www.cinevest.com.br/videos/ Barao-de-Maua-o-imperador-e-o- rei-1999,19 ◦◦ http://histormundi.blogspot.com.br/2012/06/imagens- historicas-10-barao-de-maua c 8 AULA
  • 10. Resenha-resumo: É um texto que se limita a resumir o conteúdo de um livro, de um capítulo, de um filme, de uma peça de teatro ou de um espetáculo, sem qualquer crítica ou julgamento de valor. Trata-se de um texto informativo, pois o objetivo principal é informar o leitor. O que deve constar numa resenha • O título • A referência bibliográfica da obra • Alguns dados bibliográficos do autor da obra resenhada • O resumo, ou síntese do conteúdo • A avaliação crítica c 10 DL
  • 11. Introdução 1. Papel do Empreendedorismo no Desenvolvimento Econômico. 2. Empreendedorismo Como Opção de Carreira e Educação 3. Ética e Responsabilidade Social dos Empreendedores 4. O Futuro do Empreendedorismo c 11 AULA
  • 12. Papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico O papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico envolve mais do que apenas o aumento de produção e renda per capita; envolve iniciar e constituir mudanças na estrutura do negócio e da sociedade. c 12 AULA
  • 13. Apesar da importância do investimento e da inovação no desenvolvimento econômico de uma área, ainda há uma falta de compreensão do processo de evolução do produto. Este é o processo pelo qual a inovação se desenvolve e é comercializada através da atividade empresarial, que, por sua vez, estimula o crescimento econômico. c 13 AULA
  • 14. 1. Reconhecimento da necessidade social 2. Iniciação da inovação tecnológica 3. Síntese iterativa que leva à invenção (pressão em direção à invenção) 4. Fase de desenvolvimento 5. Fase industrial c 14 AULA
  • 15. A inovação pode, evidentemente, ter vários graus de peculiaridade. A maioria das inovações introduzidas no mercado são inovações comuns, isto é, com pouca peculiaridade ou tecnologia. Sem considerar o nível de peculiaridade e de tecnologia, cada inovação evolui e se desenvolve em direção da comercialização por meio de um de três mecanismos: • O governo • O Intraempreendedorismo ou • O empreendedorismo c 15 AULA
  • 16. O governo como inovador • O governo é um condutor para a comercialização dos resultados da síntese entre necessidade social e tecnologia. • A burocracia governamental e o corte de despesas muitas vezes inibem a formação do negócio no momento adequado (DORNELAS, 2008). c 16 AULA
  • 17. • No século XX o modelo de estado que se espera é o estado de resultado e quando se fala de reforma de administração pública, o modelo a ser perseguido é o de um estado que sempre estivesse realizando suas ações, seus projetos, seus programas de modo eficiente e efetivo, mas sempre buscando maiores e melhores para a população, portanto um estado de resultados. c 17 AULA
  • 18. • O que compreende a uma administração pública de resultados ou uma administração por objetivo, sempre calcada no critério da eficiência e buscando melhores resultados. • Portanto o estado tem que estar preocupado com a efetivação dos direitos, sobretudo da efetivação dos direitos fundamentais da população, como o direito à saúde, educação, meio ambiente, e assim por diante... c 18 AULA
  • 19. • Portanto um estado de resultado não apenas planeja suas ações, mas também programa a forma como irá realizar e executar essas ações, tendo o cuidado de realizar as devidas avaliações para perceber o impacto e o resultado dessas ações nas mais diferentes áreas, possibilitando assim medir o efeito positivo que o estado provoca por meio de suas ações empreendedoras. c 19 AULA
  • 21. Intraempreendedorismo Na atual era da hipercompetição, a necessidade de novos produtos e o espírito intraempreendedor tornaram-se tão grandes que cada vez mais empresas estão desenvolvendo um ambiente intraempreendedor, frequentemente na forma de unidades estratégicas de negócios (SBUs - strategic business units) (DORNELAS, 2008). c 21 AULA
  • 22. Empreendedorismo O empreendedorismo atualmente é o método mais eficiente para ligar ciência e mercado, criando novas empresas e levando novos produtos e serviços ao mercado, no qual: • Afetou a economia e gerou emprego • Proporcionou rápido desenvolvimento tecnológico • Globalização do mercado • Suporte à maioria das inovações. c 22 AULA
  • 23. Contudo, apesar de todas essas dificuldades, o empreendedorismo atualmente é o método mais eficiente para ligar ciência e mercado, criando novas empresas e levando novos produtos e serviços ao mercado. Essas atividades empreendedoras afetam de modo significativo a economia de uma área ao construir sua base econômica e gerar empregos. c 23 AULA
  • 24. O velho modelo econômico Era regido por grandes empresas caracterizadas por: • Ativos físicos; • Número expressivo de funcionários; • Várias fábricas; • Imóveis; • Maquinários etc. c 24 AULA
  • 25. O novo modelo econômico No qual as empresas são caracterizadas por: • São mais ágeis; • Flexíveis; • Com respostas rápidas às demandas do mercado; c 25 AULA
  • 26. Empreendedorismo • A era do conhecimento não é mais uma promessa, é um fato com o qual as empresas se deparam, e aquelas que estiverem preparadas para esse novo paradigma terão mais chances de sobreviver (DORNELAS, 2008). c 26 AULA
  • 27. • São tantos os requisitos para se manter competitivo no novo paradigma econômico que os velhos gigantes começam a buscar rapidamente soluções para não perderem o passo. A organização precisa ser mais ágil, precisa buscar novas oportunidades de negócio de forma mais efetiva, precisa se reestruturar, rever seus processos, incentivar seus funcionários na busca da inovação, a serem mais criativos, a proporem soluções, não serem reativos, fugir da mesmice de outrora. As organizações estabelecidas começam a entender que precisam ser mais empreendedoras. c 27 AULA
  • 28. Diferença entre o Empreendedor x Intraempreendedor • O Empreendedor Clássico é aquele que identifica um nicho de mercado e ou produto e se lança em um negócio por conta própria e é geralmente o dono do capital e por conseguinte se apropriará dos resultados das atividades. c 28 AULA
  • 29. • O Intraempreendedor é o individuo que atua internamente na organização e na maioria das vezes não é proprietário, não é sócio, não é dono de equipamento algum e nem tampouco do capital. Porém, não significa que não possa ter ideias, criar produtos, inovar ou modificar processos. c 29 AULA
  • 30. Empreendedorismo como Opção de Carreira O que faz com que um indivíduo assuma todos os riscos sociais, psicológicos e financeiros envolvidos no início de um novo empreendimento? c 30 AULA
  • 31. Este Interesse é promovido pelo: • Reconhecimento de que pequenas firmas desempenham um papel importante na criação de empregos e na inovação; • O aumento na abordagem dos empreendedores pela mídia; • A consciência de que há mais empreendedores do que os anunciados na mídia; • A mudança no emprego, à medida que as mulheres tornam-se cada vez mais ativas como força de trabalho e o número de famílias com duas rendas aumenta; c 31 AULA
  • 32. • A formação de novos empreendimentos por mulheres é o triplo do índice de seus companheiros do sexo masculino; c 32 AULA
  • 33. Embora nenhuma pesquisa definitiva tenha sido feita sobre o tema, o histórico de desenvolvimento do adulto empreendedor também parece afetar as carreiras empresariais. O histórico de desenvolvimento de uma pessoa tem um pouco mais de impacto sobre as mulheres, já que elas tendem a iniciar negócios em um estágio mais tardio do que o dos homens, geralmente depois de terem vivenciado um número significativamente maior de frustrações no emprego (DORNELAS, 2008). c 33 AULA
  • 34. A educação na área de empreendedorismo cresce rapidamente em faculdades e universidades nos Estados Unidos e na Europa. Muitas universidades oferecem pelo menos um curso de empreendedorismo em nível de graduação ou pós-graduação, e algumas têm uma pequena ou grande concentração na área. c 34 AULA
  • 35. As habilidades exigidas dos empreendedores podem ser classificadas em três áreas principais: c 35 AULA
  • 36. Uma tendência interessante na educação empresarial evoluiu nos últimos cinco anos com a descoberta, por alguns empreendedores, da necessidade e do desejo de obter o grau de Mestre em Administração. Anteriormente, durante gerações, os empreendedores abominavam tudo que tivesse a ver com os cursos de mestrado. Entretanto, a avançada sofisticação tecnológica, as telecomunicações, o uso do computador e a hipercompetição dos dias de hoje mudaram essa atitude. c 36 AULA
  • 37. Ética e responsabilidade social dos empreendedores Um empreendedor deve correr riscos com seu próprio capital a fim de vender e oferecer produtos e serviços enquanto despende mais energia do que o homem de negócios médio para inovar. Estabelecendo um equilíbrio entre exigências éticas, prudência econômica e responsabilidade social, um equilíbrio que difere do ponto em que o administrador comum toma sua posição moral. c 37 AULA
  • 38. Enquanto a ética refere-se ao “estudo do que é certo e bom para os seres humanos“. A ética de negócios tem a ver com a investigação das práticas empresariais a luz dos valores humanos. c 38 AULA
  • 39. As atitudes de um gerente referente à responsabilidade corporativa relacionam-se com o clima organizacional percebido como algo que dá suporte às leis e aos códigos profissionais de ética. Por outro lado, os empreendedores em uma empresa relativamente nova, que têm poucos modelos de desempenho, geralmente desenvolvem um código ético interno. Os empreendedores tendem a depender de seus próprios sistemas de valores pessoais muito mais do que os gerentes quando determinam ações eticamente adequadas (DORNELAS, 2008). c 39 AULA
  • 40. A ética e o amplo campo de estudo que explora a natureza geral da moral e de escolhas morais específicas a serem feitas pelo indivíduo em sua relação com os outros. Embora a ética de negócios tenha emergido como um tópico importante em publicações populares e acadêmicas nas últimas décadas, até o momento tem sido tratada fora do contexto histórico e dentro de uma orientação dominada pela herança protestante americana (DORNELAS, 2008). c 40 AULA
  • 41. A pesquisa sobre a ética de negócios pode ser dividida em quatro classificações amplas: (1) estudo com orientação pedagógica, incluindo estudos teóricos e empíricos; (2) construção teórica sem testagem empírica; (3) pesquisa empírica, avaliando atitudes e crenças éticas de estudantes e corpos docentes acadêmicos; e (4) pesquisa empírica em ambientes empresariais, avaliando as atitudes e visões éticas, especialmente de administradores em grandes organizações. Cada uma dessas áreas oferece uma percepção das dimensões éticas de empreendedores e gerentes. (DORNELAS 2008). c 41 AULA
  • 42. O futuro do empreendedorismo A educação empreendedora nunca foi tão importante em termos de cursos e pesquisa acadêmica. Atualmente é visto que riscos, criatividade, independência e recompensa continuarão sendo a força impulsionadora subjacente à noção de empreendedorismo no futuro. c 42 AULA
  • 43. • O número de universidades e faculdades que oferecem pelo menos um curso em empreendedorismo aumentou de 16 em 1970 para mais de 400 em 1995. • Na Europa a maior parte das universidades e associações nos países fazem pesquisa em empreendedorismo, acompanhada por cursos de treinamento e cursos de formação. • Essa tendência continuará, sustentada por um aumento na atividade de pós-graduação. c 43 AULA
  • 44. • Diversos Governos estão estimulando a criação de novas empresas, no qual recebem apoio governamental, como vantagens nos impostos, prédios, estradas e um sistema de comunicações para facilitar o processo de criação. c 44 AULA
  • 45. Finalmente, as grandes empresas continuarão a ter interesse na sua forma especial de empreendedorismo – o intraempreendedorismo – no futuro. Essas empresas estarão cada vez mais interessadas em capitalizar sua pesquisa e desenvolvimento (P&D) no hipercompetitivo ambiente de negócios da atualidade. c 45 AULA