Aula 1 aldeci

268 visualizações

Publicada em

Disciplina: Produção Gráfica
Aula 1: Noções fundamentais, Meio-tom e cor, Entradas em Máquinas e fatores que comprometem a fidelidade dascores.

Publicada em: Design
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
268
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
8
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aula 1 aldeci

  1. 1. PRODUÇÃ O GRÁFICA PRODUÇÃ O GRÁFICA PRODUÇÃ O GRÁFICADESIGN 2014 PROFº ESP. ALDECI COSTA De 15 a 27/02/2016 UEPA – CAMPUS VI - AULA 1
  2. 2. Produção Gráfica (60h) CH Teórica 20H CH Prática 40H • Objetivos: Aprimorar-se dos conhecimentos, processos e materiais relacionados com a execução de produtos impressos. • Ementa: Noções fundamentais: Etapas da produção, tipos de máquinas, fotogravura e fotolito, meio-tom e cor nos impressos, os processos de impressão: Planográficos, Eletrográficos, Permeográficos, Relevográficos, Encavográficos, Híbridos e digitais; Os suportes para impressão; A pré impressão; O acabamento. • VILLAS BOAS, André. Produção gráfica para designers. 3 ed. Rio de Janeiro: 2AB, 2010.
  3. 3. Nossa principal referência
  4. 4. Sumário O que é Produção Gráfica? Noções fundamentais As etapas da produção Traço, retícula e meio-tom Tipos de pontos Ganho de ponto Máximas, mínimas, meias-tintas e neutros Fotogravura e fotolito Lineatura A matriz e seus elementos Meio-tom e cor Impressão em P&B e monocromia Impressão em cores Policromia Cor de seleção e cor de escala Efeito Moiré Especificação das cores de escala Separação das cores Ajustes nas policromias Os métodos UCR e GCR HiFi Color e Hexacromia Pantone Retícula estocástica Cores especiais Áreas chapadas e cores chapadas Cores nos processos sem policromia Especificação das cores especiais Entradas em Máquina (código x/y) Fatores que comprometem a fidelidade das cores
  5. 5. O que é Produção Gráfica ? Produção Gráfica é o termo que define toda e qualquer atividade relacionada a técnica de produção de impressão. É o conjunto de processos e atividades auxiliares que visa produzir, em qualquer número e cópias, escritos e imagens a partir de uma matriz.
  6. 6. O que é Produção Gráfica ? A maioria das pessoas ao aprender apenas as ferramentas de computação gráfica, enfrentam diversos problemas ao enviar seus arquivos para serem impressos numa gráfica. Devido a falta de um grau maior de conhecimento não sabem, por exemplo, qual prova escolher, ou qual o tipo de papel a ser usado na impressão, como será o acabamento e etc. O que pode acarretar na falta de aproveitamento dos diversos recursos gráficos que uma gráfica pode oferecer.
  7. 7. Noções fundamentais Impressão: Trata-se de um processo de transferência de pigmentos de uma matriz para um suporte visando a obtenção de cópias. Os pigmentos podem ser aglutinados em forma líquida ou pastosa, ou em pó. Este veículo pode ser chamado de tinta, toner, fita ou filme.
  8. 8. Noções fundamentais O suporte pode ser tanto o papel quanto o plástico, madeira, metal, tecido, etc. As cópias podem ser em quantidades diversas, de dezenas a milhares ou mesmo apenas uma (inadequado ao processo industrial).
  9. 9. Noções fundamentais Processos de transferência: processos de impressão. Em gráficas: offset Outros: rotogravura, impressão digital, flexogravura, serigrafia, transfer e sublimação; Artesanais: carimbos, xilogravura e estêncil; Diferença entre impressão e reprodução: a impressão é um tipo de reprodução, mas nem toda reprodução é uma impressão. Por exemplo: uma pintura que copia outra é uma reprodução. Outro exemplo: corte eletrônico de vinil é um processo de reprodução mas não de impressão.
  10. 10. As etapas de produção 1-Projetação: É a etapa que ocorre na empresa ou no escritório de designer. Termina ao se concluir os originais que serão impressos. Até os anos 80, esses originais eram e papel e se chamavam artes-finais. Hoje são os arquivos gerados em computador. Por isso, diz-se por extensão que o projeto está arte-finalizado quando os arquivos estão prontos para gerar as matrizes para a impressão.
  11. 11. As etapas de produção 2-Pré-impressão: Em geral é processada no birô de impressão. Sua principal tarefa é a produção de fotolitos, que são as “máscaras” utilizadas para a produção das matrizes da maioria dos processos gráficos. Os fotolitos, porém, tendem a ser abandonados à medida que esses processos estão sendo cada vez mais informatizados. Isso significa que a etapa da pré-impressão tende a ser gradativamente eliminada. De qualquer forma, ela inclui também a digitalização e o tratamento (que é o mesmo que edição) de imagens de alta resolução, dependendo da complexidade do projeto.
  12. 12. As etapas de produção 3-Impressão: inicia-se com a produção da matriz, em geral na própria gráfica onde se dará essa etapa. Grande parte das máquinas impressoras, hoje, realiza automaticamente a dobradura, que é uma etapa simples e frequente de acabamento.
  13. 13. As etapas de produção 4-Acabamento: dependendo da complexidade do acabamento e do porte da gráfica, essa etapa pode ou não ser realizada por outros fornecedores que não sejam a própria gráfica onde o impresso está sendo produzido. Inclui tudo aquilo que é posterior à impressão e anterior ao empacotamento dos impressos: cortes, refile, aplicação de vernizes e revestimento, grampeamento, encadernação, etc.
  14. 14. Traço, retícula e meio- tom Traço: cores chapadas, uniformes, sem variação. Meio-tom: variações de tons, contraste de elementos, sombras, textura, profundidade. Retícula: rede de pontos, com variação de tamanho e cor. Ao se misturarem simulam uma variação natural da cor e o aspecto natural das formas que estão sendo produzidas.
  15. 15. Traço, retícula e meio- tom Exemplos: jornais impresos em offset utilizam traço para impressão dos textos (com a tinta preta) e meios-tons para as fotos. Nas fotos em preto-e-branco, esses meios-tons são formados apenas com a tinta preta. Nas fotos “coloridas”, são usadas outras tintas que, na nossa visão, parecem se misturar por meio das retículas. Cada uma dessas tintas é impressa separadamente.
  16. 16. Traço, retícula e meio- tom
  17. 17. Traço, retícula e meio- tom
  18. 18. Tipos de pontos Quadrados (mais comuns): reproduzem os meios-tons de maneira mais satisfatória; Elipse: reproduzem melhor os meios-tons da pele clara ou morena (revistas mais sofisticadas e livros de arte). Redondo: destinadas a trabalhos de alta tiragem, “coloridos” e com boa qualidade (revistas de venda em banca). Impressos em máquinas rotativas offset. O padrão de retículas pode ser definido pelo designer por meio dos programas gráficos, mas isso em geral é definido na etapa de pré-impressão, sob orientação do próprio designer, do produtor gráfico ou do cliente (editoras, agências, etc.). Na dúvida opta-se pelos pontos quadrados (que é a predefinição da maioria dos programas gráficos).
  19. 19. Tipos de pontos Quadrados Redondos Elipse
  20. 20. Ganho de ponto Efeito que causa a variação da forma dos pontos nos elementos impressos, com o aumento do seu tamanho.
  21. 21. Ganho de ponto Máximas (ou sombras): alta densidade de pontos (75% a 100% da área da parte impressa) Mínimas (o altas-luzes): ausência ou pequena quantidade de pontos (25% da área). Meias-tintas: áreas intermediárias. Entre 25% e 75% da área do suporte na qual elas se localizam. Neutros (grises ou grisé): fundos de meio- tom em preto (muito utilizado na diagramação de jornais). São os diversos tons de cinza.
  22. 22. Lineatura Refere-se à frequência de pontos que formam uma retícula. A resolução de uma imagem no computador é definida por DPI (dots per inch ou pontos por polegadas). Nos fotolitos a resolução depende de outra propriedade, a LPI (lines per inch ou linhas por polegadas).
  23. 23. Fotogravura e fotolito Fotogravura ou CtF (computer to filme): processo usado para a produção de matrizes ou partes dela por meio da gravação da imagem numa superfície utilizando-se elementos químicos sob a ação da luz. Matriz: superfície fotossensível para realizar as cópias. Fotolito: material feito de acetato que é usado na impressão offset e que é formado de áreas pretas (para impedir ao máximo a passagem de luz) e outras vazadas (transparentes, para permitir a passagem da luz).
  24. 24. Fotogravura e fotolito
  25. 25. A matriz e seus elementos Podem ser físicas ou virtuais. No caso das físicas recebem nomes diversos de acordo com o processo: chapa (offset), cilindro ou forma (rotogravura), tela (serigrafia), borracha (flexografia), rama ou clichê (tipografia).
  26. 26. A matriz e seus elementos A maioria dos processos utiliza matrizes que, em geral, imprimem simultaneamente mais de uma unidade do serviço a ser realizado. Ou seja: a matriz é maior que o produto final e, por isso, nela cabe mais de uma lâmina ou página, por questão de economia de tempo, de mão-de- obra e de insumos. Por conta disso é preciso que a matriz tenha alguns elementos que facilitem durante e após a impressão, como indicações de cortes para páginas. Essas indicações devem constar já na arte-final, sendo responsabilidade do designer. Elementos utilizados:
  27. 27. A matriz e seus elementos • Formato de fábrica • Formato de entrada em máquina • Margens laterais da folha • Margem da pinça • Marcas de impressão • Barra de controle • Área de impressão • Sangramentos • Caderno • Imposição de páginas • Formato aberto/formato fechado
  28. 28. Meio-tom e cor Impressão em P&B e monocromia Os tons de cinza são gerados através das retículas e com a cor preta. O que determina o tom cinza é a quantidade e o tamanho dos pontos pretos impressos no papel. Retícula fechada: cinzas mais escuros. Retícula aberta: cinzas mais claros. Com o mesmo procedimento pode-se obter meios-tons de outras cores: azul, vermelho, etc. Monocromia Utilização de uma só cor. Pode ser obtida com meios-tons ou traços;
  29. 29. Meio-tom e cor Impressão em cores Utilização de retículas para simular a misturas de cores, criando então outras cores além daquelas utilizadas. Em geral são usadas 4 cores apenas para se produzir todas as outras demais. As cores não são misturadas fisicamente, mas através da “confusão” provocada em nossa vista pelos diversos pontos pequeninos e de cores diferentes. Policromia Impressão “colorida” que se utiliza de pelo menos quatro cores básicas para a formação das demais. Quadricomia: termo em desuso. Tricomia e bicomia: impressão em três e duas cores, respectivamente. Quando as duas, ou três tintas simulam tons intermediários entre essas cores, temos o duotone e o tritone.
  30. 30. Cor de seleção e cor de escala Cor de seleção: as cores básicas que formam a escala. Escala: o conjunto das diversas “cores” formadas por cores básicas. Cor de escala: as “cores” geradas pelas cores de seleção e que, juntas, formam a escala. Escala CMKY: Cian-Magenta-Yellow-black. C+M+Y= BLACK Escala RDG: Red-Green-Blue. Utilizada em computadores para a formação das cores por feixes luminosos. R+G+B=WHITE Para produzir impressos, torna-se necessário converter as cores originais geradas nos programas (RGB) para CMYK.
  31. 31. As policromias podem ser identificadas pela ocorrência das rosetas (ou rosáceas), que são os conjuntos formados pelos quatro pontos de cada uma das cores de seleção CMKY. Para que o efeito colorido possa ocorrer aos olhos do leitor esses pontos são impressos em posições diferentes, pois a sobreposição das cores CMYK o resultado seria a cor preta. Assim, a retícula de cada uma das cores de seleção tem as linhas dos pontos com uma inclinação diferente. No processo offset: Cian: 75° Magenta: 15° Yellow: 90° Black: 45° Para identificar as rosetas é preciso o uso de um conta-fios, a menos que a lineatura tenha sido tão baixa que possa ser vista a olho nu. Cor de seleção e cor de escala
  32. 32. Cor de seleção e cor de escala
  33. 33. Efeito Moiré (lê-se “muarrê”) Em produção gráfica o efeito moiré é uma interferência que forma na imagem impressa um padrão ondulado, causado principalmente pela definição de lineatura ou angulação incorreta dos pontos.
  34. 34. Efeito Moiré (lê-se “muarrê”)
  35. 35. Efeito Moiré (lê-se “muarrê”) As imagens são criação de Juliana Slupko. https://www.behance.net/julianaslupko
  36. 36. Especificação das cores de escala A etapa da pré-impressão é importante nesse momento pois não se pode escolher a cor pelo que se vê na tela, uma vez que ela é simulada pela escala RGB e não CMKY, além de haver uma variação de cor de acordo com o monitor, sistema de impressão e sistema de cores. Mesmo que os softwares possuam ferramentas que calculem os percentuais da cor em RGB em CMKY, o ideal é imprimir uma amostra do trabalho e comparar com uma cartela Pantone física para comparar qual é a cor mais próxima da que foi usada no computador. Então, especificar cores afinal significa especificar as retículas que serão utilizadas por cada tinta a fim de se obter a simulação da cor desejada.
  37. 37. Especificação das cores de escala
  38. 38. Especificação das cores de escala A indicação das retículas é feita por porcentagem – forma utilizada para definir a quantidade de pontos de cada cor de seleção para se alcançar a cor planejada. Por exemplo: obtém-se um determinado tom de laranja com 10% de magenta e 80% de amarelo. Isso significa que a quantidade e/ou o tamanho dos pontos que formam a retícula do amarelo cobrirão aproximadamente 80% daquela área do papel, enquanto que os pontos do magenta cobrirão apenas 10%. A notação dessas porcentagens é feita da seguinte maneira: 10M/80Y.
  39. 39. Separação de cores Separação de cores (ou seleção de cores) é como se chama o processo de decomposição das cores presentes nos layouts , para que possam ser produzidos separadamente os fotolitos ou as matrizes para cada uma das tintas que serão usadas na impressão (ou seja: um para cian, outro para magenta, outro para amarelo e um quarto para preto, no padrão CMKY)
  40. 40. Ajustes nas policromias: os métodos UCR e GCR UCR: UnderColor Removal, ou “remoção das cores sobrepostas”. GCR: Gray Component Replacement, ou “substituição do componente cinza”. São processos de correção de cores – feita durante a conversão das imagens de RGB para CMKY – sendo os parâmetros determinados pelo designer para que esse ajuste de separação de cores gere tons o mais próximo possível dos originais, ao mesmo tempo que diminua os riscos da impressão (excesso de pontos, entupimento de retículas, aumento do ganho de ponto: geração de imagens borradas, escuras e com má definição).
  41. 41. HiFi Color e Hexacromia Pantone HiFi Color: acrescenta mais três cores ao sistema CMYK: o vermelho, o verde e o azul-violeta. Empresa: Scitex. Requer equipamento específico para a produção dos sete fotolitos e para a impressão utiliza a chamada “retícula estocástica”.
  42. 42. HiFi Color e Hexacromia Pantone Hexacromia Pantone: além do cian, magenta, amarelo e preto usa dois tons bastante saturados de laranja e verde. Indicado para impressos de alto luxo devido ao custo elevado (seis impressões).
  43. 43. Retícula estocástica (ou retícula de frequência modulada) São típicas de plotters e de outros processos digitais. Seus pontos são microscópicos, variando de 7 a 40 milésimos de milímetros. O termo “frequência modulada” dá ênfase, justamente, ao fato de que os pontos não se organizam geometricamente, mas sim modularmente.
  44. 44. Cores especiais (também chamada de cores spot, nos programas de computador em inglês) Qualquer cor que não seja o cyan, magenta, amarelo ou preto, ou seja, qualquer cor que não seja impressa a partir da combinação dessas tintas. Não são produzidas por simulação de meios- tons.
  45. 45. Área chapadas e cores chapadas Chapa: matriz do processo offset. Trata-se de uma chapa metálica. Cores chapadas: cores impressas sem qualquer variação de tom, ou seja, a traço e por uma única tinta. Assim, na chapa, esse elemento é gravado de maneira uniforme, sem pontos ou qualquer variação. Chapado: elemento visual que será impresso nessas condições. Área chapada: área ocupada na chapa pelo elemento que será impresso com cor chapada.
  46. 46. Cores nos processos sem policromia Processos de impressão com simulação de cores, mas sem o uso de reticulagem. Corte eletrônico, Flexografia e Serigrafia. Nesses processos a cor que será impressa corresponde exatamente a que a tinta possui.
  47. 47. Cores nos processos sem policromia O uso de retículas na flexografia e serigrafia se faz com pontos muito grandes, visíveis a olho nu. Sua utilização para a simulação de meios-tons se revela deficiente. Nesse caso a retícula consiste muito mais num elemento a traço do propriamente dito de meio-tom.
  48. 48. Especificação das cores especiais 1. Uso do catálogo do fabricante de tintas: fornecidos às gráficas pelas fábricas de tintas. Suscetíveis a alterações quando determinadas cores são pouco utilizadas. 2. Uso da escala Pantone: criada pela empresa de mesmo nome e patenteada em 1963. Ela se baseia em 14 tintas (incluindo a preta e branca), que produzem 1.114 cores especiais, consultadas por meio de catálogos. 3. Uso da escala CMYK para mistura de tintas: procedimento mais comum no Brasil. O designer indica a cor da tinta que deseja consultando a escala CMYK impressa e o gráfico mistura as tintas das cores de seleção até alcança-las. 4. Mistura de tintas a partir de uma amostra da cor: este é um procedimento perigoso, embora não tão raro. A tinta é misturada tendo como referência uma amostra cedida pelo produtor ou o designer, e o gráfico tenta alcança-la a partir da mistura de tintas nas cores de seleção.
  49. 49. Entrada em máquinas (código X/Y) Significa a impressão em separado de cada cor de seleção que será usada no impresso, tanto para cores chapadas, policromia ou cores especiais. A impressão é feita de forma padronizada com o código X/Y (lê-se “xis-barra-ípsilon) que indica quantas entradas em máquina (impressões de cada tinta) cada face do papel terá. Por exemplo: 1/0: cartaz em preto e branco. 1/1: página de livros. 2/0: capa de livro. 4/4: revistas.
  50. 50. Fatores que comprometem a fidelidade das cores Há outros fatores que comprometem a fidelidade da impressão com relação às cores que foram especificadas. Seguem-se quatro delas, por serem os mais frequentes, sendo o primeiro deles anterior à geração de fotolitos (e de responsabilidade do designer) e os demais durante a impressão. 1. Não conversão para a escala CMYK: causado por desatenção ou desinformação do designer, haja vista que os programas de computador usam a escala RGB e precisam ser convertidos para CMYK antes da impressão. 2. Influência do papel: o papel utilizado na impressão, especialmente no processo offset, pode alterar a finalidade. 3. O carregamento da tinta: a quantidade de tinta utilizada também pode alterar a tonalidade, especialmente nas policromias. 4. Instabilidade do processo: comuns em processos como a flexografia e a serigrafia.
  51. 51. Referência bibliográfica VILLAS BOAS, André. Produção gráfica para designers. 3 ed. Rio de Janeiro: 2AB, 2010. Sites consultados: http://clubedodesign.com/post-series/producao-grafica/ http://chocoladesign.com/cores-de-escala-hifi-colorpantone-e-cores-especiais http://www.revistatecnologiagrafica.com.br/ http://www.printi.com.br/blog

×