Materiais e Processos Gráficos - Papéis

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Conceituação de papel com ênfase no uso para impressão OFFSET, traz imagens diversas devidamente referenciadas. Material usado como apoio nas aulas de pré-impressão gráfica, computação gráfica. (ENG: Concept paper with emphasis on offset printing, brings several images properly referenced. Material used in class to support pre-press graphics, computer graphics).

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  • A adequação do papel ao tipo de tinta. A direção das fibras, com o sentido das dobras e cortes. Papel áspero tende a dispersar a tinta, que perde força e detalhamento. Papel liso permite impressões mais precisas.
  • Obs.: Hotstamp não é tinta, é acabamento.
  • Obs.: Hotstamp não é tinta, é acabamento.
  • Obs.: Hotstamp não é tinta, é acabamento.
  • O espalhamento é semelhante, ocorre pelo deslizamento do papel.
  • O espalhamento é semelhante, ocorre pelo deslizamento do papel.
  • O espalhamento é semelhante, ocorre pelo deslizamento do papel.
  • O espalhamento é semelhante, ocorre pelo deslizamento do papel.
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  • O espalhamento é semelhante, ocorre pelo deslizamento do papel.
  • Materiais e Processos Gráficos - Papéis

    1. 1. SENAI DENDEZEIROS Pré-Impressão Gráfica Turma XX.XXX Materiais & Processos Gráficos
    2. 2. História do papel “ Saiba o máximo que puder sobre papel. Só assim você poderá tomar decisões inteligentes. A melhor máquina e o melhor trabalho de impressão serão inúteis se a escolha do papel for errada”. (James Craig) danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    3. 3. História do papel 300ac / Egito Papel a base de junco ( papyrus em grego). Entrelaçado, enxaguado e batido até atingir a lisura e espessura desejada. 150dc / China Atribui-se a Tsai-Lun a invenção do papel como conhecemos hoje. Usava-se casca de arvore, trapos e outros materiais fibrosos; batidos até se transformarem em uma substância pastosa. Dessa substancia pastosa eram feitas as folhas. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    4. 4. História do papel Séc. VIII / Árabes Entram em contato com os chineses e aprendem sua técnica de fazer papel. Já conheciam a técnica egípcia. Séc. XII / Europa Os espanhóis aprendem com os árabes no séc. XII. Os demais países europeus só conhecem essa técnica mais tarde: séc. XIII Itália, séc. XIV França, séc. XV Inglaterra. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    5. 5. Fabricação do papel Para se fabricar papel são necessários três ingredientes: água, energia e fibras de celulose. Atualmente as árvores são a fonte mais comum de fibras para a fabricação de papel. Existem dois métodos para transformação de arvores em papel: processo mecânico e processo químico. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    6. 10. <ul><li>Certificação do papel </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>ISO 14000 </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>www.iso.org </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>ISO 14000/14001 é uma série de normas desenvolvidas pela International Organization for Standardization e que estabelecem diretrizes sobre a área de gestão ambiental dentro de empresas. </li></ul><ul><li>Atua em todo o ciclo de vida do produto. </li></ul>danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    7. 11. <ul><li>Certificação do papel </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>CERFLOR/INMETRO </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>www.inmetro.gov.br/ qualidade/cerflor.asp </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>O CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação) Florestal, surgiu para atender uma demanda do setor produtivo florestal do país. Desde 1996, a Sociedade Brasileira de Silvicultura - SBS estabeleceu acordo de cooperação com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para desenvolver os princípios e critérios para o setor. </li></ul>danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    8. 12. <ul><li>Certificação do papel </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>PEFC ( Programme for the Endorsement of Forest Certification) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>www.pefc.org </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>An international non-profit, non-governmental organization dedicated to promoting sustainable forest management, the Programme for the Endorsement of Forest Certification is the certification system of choice for small forest owners. </li></ul>danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    9. 13. <ul><li>Certificação do papel </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>F.S.C. (Forest Stewardship Council) www.fsc.org.br </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>A missão do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal é difundir e facilitar o bom manejo das florestas brasileiras conforme Princípios e Critérios que conciliam as salvaguardas ecológicas com os benefícios sociais e a viabilidade econômica. </li></ul><ul><li>Fontes mistas; Madeira controlada; Reciclado. </li></ul>danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    10. 14. Características do papel Sentido da Fibra. Direção na qual as fibras do papel se alinham. É nessa direção que o papel dobra e rasga com maior facilidade. Duas formas de determinar o sentido das fibras: Rasgar o papel longitunalmente e depois transversalmente. O rasgo mais reto estará no sentido da fibra. Ou (em papeis não revestidos) rasgar a ponta do papel e lambe-lo. O papel se curvará no sentido da fibra. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    11. 15. Características do papel Sentido da Fibra. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    12. 16. Características do papel Peso Dado em gramatura, é o peso em quilograma da resma (500 folhas). Quanto maior o peso, maior a espessura e opacidade do papel. Cor Os papeis não são naturalmente brancos. A brancura é alcançada com o uso de alvejantes. Existe uma variedade de brancos possíveis e após clareados os papéis podem ser coloridos. Obs.: a cor do papel afeta tudo que é impresso sobre ele. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    13. 17. Características do papel Acabamento Modo como a superfície do papel foi tratada. Pode ser liso ou texturado. Com cobertura ou sem. Cobertura fosca ou brilhante. Deve se escolher o acabamento mais adequado ao uso pretendido do impresso. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    14. 18. Características do papel Resistência mecânica Resistência a tração e deformações durante a passagem do papel pela impressora. Estabilidade (dimensional) À deformação pela absorção/perda de umidade. Afeta regulagem do registro e o ganho de ponto. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    15. 19. Características do papel Ex.: catálogo de papéis danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    16. 20. Formatos Padrão DIN (1189 x 841cm) danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    17. 21. Formatos Padrão BB(96 x 66 cm) danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    18. 22. Tipos de papel Couchê gessado – papel brilhante muito próprio para impressão de textos, apesar de ser muito lúcido e incomodar a visão. Couchê mate – ou couchê fosco, um pouco mais barato que o comum e com menos brilho, facilitando a leitura. Couchê monolúcido – possui acabamento gessado em apenas uma das faces, com a outra fosca. Utilizando em cartazes. Offset – junto com o couchê é o mais utilizado, texturas fosca, uso freqüente em livros. Monolúcidos – liso em apenas uma das faces, muito utilizados em cartazes e em folhetos de uma só face. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    19. 23. Tipos de papel Jornal – papel de baixa qualidade, deve ser usado em apenas rotativas de jornal. Acetinado – melhor impressão de tipos e ilustração. Apergaminhado – qualidade superior, imita o pergaminho. Bouffant – leve, fofo e áspero, utilizado para impressões de livros. Bristol – cartão de boa qualidade, utilizado para cartões de visita, convites, etc. Bíblia – ou também Papel-da-Índia, opaco, extremamente fino e resistente, utilizado em bíblias e obras muito grandes para diminuir o volume. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    20. 24. Tipos de papel Super Bond – semelhante ao apergaminhado, produzido em azul, verde, rosa, canário e outro. Usado para escrita, envelopes, segunda via de talão e encartes. Vergé – textura fosca com uma trama formada por pequenos sulcos, branco ou cores pastéis. Causa sobriedade e diferenciação ao projeto, mas é muito utilizado. H.D. (Heavy Duty) – possui certo grau de resistência à tração. Utilizado para embrulhos, confetes, serpentinas, etc. Seda – papel macio utilizado em guardanapos e revestimento de produtos durante o empacotamento. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    21. 25. Tipos de papel “ Papel Moeda” – É uma amálgama de papéis diferentes. Ou seja, são papéis diferentes que são combinadas para fazer um só (neste caso, para fazer o papel usado no dinheiro). E, antes que você pergunte, esse tipo de papel você não encontra em lugar nenhum para comprar. Os motivos são óbvios. Imprensa – é um papel jornal melhorado, apresenta alguns problemas na impressão em policromia, mais utilizado em folhetos de baixíssimo custo. Kraft – muito resistente, usado para embrulhos e sacos (exemplo: embalagem de Sucrilhos). danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    22. 26. Tipos de papel Papel-da-China – fabricado com a casca do bambu, aspecto sujo, mas macio e brilhante, usado em tiragem de gravuras. Papel japonês – ou papel-de-arroz, branco ou pouco amarelado, sedoso, espesso, transparente, frágil, utilizado em gravuras. Pergaminho – faz lembrar o pergaminho, freqüentemente utilizado para capas de volumes. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    23. 27. A escolha do papel correto danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    24. 28. A escolha do papel correto danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    25. 29. Referências Craig, James. Produção Gráfica. São Paulo: Ed. Mosaico. 1980. Houaiss, Antônio e Villar, Mauro. Minidicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. 2001. Oliveira, Marina. Produção Gráfica para Designers. Rio de Janeiro: 2AB. 2000. danielsoto__materiais_e_processos_graficos.ppt
    26. 30. Contatos Daniel Soto Araújo Designer e Professor [email_address] daniel@institutomangarosa.com.br
    27. 31. Universidade Federal da Bahia Escola de Belas Artes Depto. de Expressão Gráfica e Tridimensional Materiais & Processos Gráficos I

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