2ª PARTE DE BLOCOS
ECONÔMICOS
A UNIÃO EUROPEIA
 1944: Criação do BENELUX;
 1950: A França propôs a integração das indúst...
1992: Assinatura do Tratado de Maastricht, cria a UE;
1999: É oficializado o Euro (apenas unidade de referência);
2002:...
- Contaminação da crise para países, fora do bloco, que
mantém relações comerciais com a União Europeia,
inclusive o Brasi...
SISTEMA COC
- O Mercosul é um bloco regional da América do Sul com atuação mundial. Sua
estrutura organizacional busca dif...
MERCOSUL – Mercado Comum do Sul
 1996: Membros associados - Bolívia e Chile / 2004:
Venezuela, Colômbia, Equador e Peru;
...
NAFTA
Acordo de Livre
Comércio da
América do Norte
Acordo de Livre Comércio da América do Norte
• Membros: EUA + CANADÁ + ...
Em relação à formação e às regras internas dos principais blocos econômicos regionais do mundo,
marque a alternativa corre...
APEC
OBJETIVOS:
Os objetivos principais são: reduzir as taxas alfandegárias entre os
membros e promover o livre comércio. ...
G-20: 2003
 Países emergentes:
* ênfase na agricultura
* contra subsídios dos país ricos
* liberalização do comercial glo...
QUEM SÃO OS BRICS?
BRICS é um acrônimo que se refere a Brasil, Rússia, Índia e China (+
África do Sul).
Os países não form...
PAÍSES PRESIDENTE POPULAÇÃO PIB
BRASIL DILMA ROUSSEF 202 MILHÕES $ 2,2 TRI
RÚSSIA VLADIMIR PUTTIN 140 MILHÕES $ 2.1 TRI
ÍN...
UNASUL
É um bloco integrado doze nações sul-americanas. A
criação formal desse bloco ocorreu em 2008, no Brasil.
Desejam c...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

2parteblocoseconomicos2015 aula4-150405193819-conversion-gate01

417 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
417
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2parteblocoseconomicos2015 aula4-150405193819-conversion-gate01

  1. 1. 2ª PARTE DE BLOCOS ECONÔMICOS A UNIÃO EUROPEIA  1944: Criação do BENELUX;  1950: A França propôs a integração das indústrias do carvão e do aço da Europa Ocidental. (CECA - 1951);  1957: Assinatura do Tratado de Roma cria a Comunidade Europeia da Energia Atômica (EURATOM) e a Comunidade Econômica Europeia (CEE).  1967: Ocorre a fusão da CECA com a EURATOM e a CEE, passando a existir apenas a Comunidade Econômica Europeia - CEE. Etapas da Integração Europeia:
  2. 2. 1992: Assinatura do Tratado de Maastricht, cria a UE; 1999: É oficializado o Euro (apenas unidade de referência); 2002: Em 1º de janeiro o Euro começa a circular oficialmente (exceto DIN, RU e SUÉCIA); A partir de 2004 a UE começou a abrigar países do Leste Europeu. Obs.: Na UE foram desenvolvidas políticas comuns em vários setores: agricultura, cultura, concorrência, meio ambiente, energia, transportes e comércio. Etapas da Integração Europeia: Durante a década de 1990, tornou-se cada vez mais fácil para os cidadãos deslocarem-se na Europa, com a suspensão dos controles de identidade e aduaneiros. Com isso muitos jovens europeus passaram a ter oportunidade de estudar e trabalhar em outros países Importante CRISE NA UE  O principal motivo gerador da crise é a falência de países que se endividaram. A dívida é resultado direto de uma grande recessão, que leva à calote e consequentemente à quebra do sistema financeiro. No plano econômico mundial, o ano de 2011 foi marcado pela crise econômica na União Europeia. Em função da globalização econômica que vivemos na atualidade, a crise se espalhou pelos quatro cantos do mundo, derrubando índices das bolsas de valores e criando um clima de pessimismo na esfera econômica mundial. Causas da crise: - Endividamento público elevado, principalmente de países como a Grécia, Portugal, Espanha, Itália e Irlanda. - Falta de coordenação política da União Europeia para resolver questões de endividamento público das nações do bloco. Consequências da crise: - Fuga de capitais de investidores; - Escassez de crédito; - Aumento do desemprego; - Descontentamento popular com medidas de redução de gastos adotadas pelos países como forma de conter a crise; - Diminuição dos ratings (notas dadas por agências de risco) das nações e bancos dos países mais envolvidos na crise; - Queda ou baixo crescimento do PIB dos países da União Europeia em função do desaquecimento da econômica dos países do bloco.
  3. 3. - Contaminação da crise para países, fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Europeia, inclusive o Brasil. A crise pode, de acordo com alguns economistas, causar recessão econômica mundial. (PUCSP) Leia com atenção: “Hoje é um marco no relacionamento entre a Europa e a Turquia. Uma Turquia estável, moderna e democrática é um objetivo que devemos apoiar ativamente na União Europeia e na Turquia [...] É claro que o caminho em direção a admissão da Turquia será longo e difícil [...] As negociações devem ser justas e rigorosas [...] - Sobre as negociações para a admissão da Turquia na União Europeia pode ser dito que: a) a Turquia não tem grandes interesses econômicos e políticos para ingressar na União Europeia, mas está sendo pressionada pela entidade europeia em razão de uma estratégia geopolítica do ocidente que visa, via Turquia, ampliar sua influência no Oriente Médio. b) há uma rejeição popular na Europa e de alguns países da UE à Turquia por temerem o ingresso de um país que sozinho representaria quase a metade da população da entidade europeia, o que daria a ele força excessiva no parlamento europeu. c) algumas das dificuldades para se admitir a Turquia na União Europeia se relacionam ao temor de que o fato de a população turca ser 99,8% muçulmana significaria uma influência muito perigosa numa Europa que não tem a experiência de convívio com muçulmanos. d) com exceção de parte da cidade de Istambul, o restante do território turco não pertence à Europa e com a admissão desse país na UE, formalmente a Europa passaria a ter fronteiras com países considerados como problemáticos (Iraque, Síria e Irã, por exemplo) e) a União Europeia interessa-se em atrair a Turquia para sua entidade, porque desse modo teria acesso mais garantido e facilitado à mão-de-obra turca, um recurso importante para uma Europa carente de recursos humanos, em razão dos baixos índices de natalidade. ENEM - 2010
  4. 4. SISTEMA COC - O Mercosul é um bloco regional da América do Sul com atuação mundial. Sua estrutura organizacional busca diferentes níveis de integração: área de livre-comércio, união aduaneira e mercado comum, apesar das evidentes assimetrias entre os países- membros. Com sua criação em 1991, buscou-se principalmente a: a. Integração econômico-comercial entre os países-membros e maior presença em âmbito internacional. b. Diminuição das disparidades econômicas e sociais entre os países-membros com a transferência de capitas e tecnologias dos países mais ricos para os mais pobres. c. Abertura dos mercados nacionais dos países-membros para os países ricos, por meio da eliminação das barreiras alfandegárias. d. Industrialização do Paraguai e Uruguai, países mais pobres do bloco, que têm grandes potenciais energéticos (petróleo e carvão mineral) e minerais metálicos. e. Integração de todos os países da América do Sul, exceto os países não alinhados aos Estados Unidos, como a Venezuela, o Equador e a Bolívia. MERCOSUL Mercado Comum do Sul MERCOSUL – Mercado Comum do Sul  1991: Assinatura do Tratado de Assunção;  Membros Fund.: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai;  Objetivos: eliminação progressiva das tarifas alfandegárias entre os países-membros e da adoção de uma TEC após 1995.
  5. 5. MERCOSUL – Mercado Comum do Sul  1996: Membros associados - Bolívia e Chile / 2004: Venezuela, Colômbia, Equador e Peru;  2006: Venezuela anuncia desejo de ser país-membro, fato consumado em Julho de 2012;  2010: Lula anuncia que Israel é parceiro de Livre Comércio do Mercosul. Egito também foi convidado. MÉXICO É MEMBRO OBSERVADOR BRASIL - DILMA VANA ROUSSEFF ARGENTINA - CRISTINA KIRCHNER PARAGUAI - HORACIO MANUEL CARTES URUGUAI - TABARÉ RAMÓN VÁZQUEZ VENEZUELA - NICOLÁS MADURO
  6. 6. NAFTA Acordo de Livre Comércio da América do Norte Acordo de Livre Comércio da América do Norte • Membros: EUA + CANADÁ + MÉXICO • 1992: Oficialização; • 1994: Entra em funcionamento; • 2009: Aberto para Américas Central e Sul e eliminou boa parte da barreiras entre membros oficiais; • Problemas: NAFTA Concorrência com a U.E; Imigrantes ilegais; Desequilíbrio entre membros; Crise econômica nos EUA. Objetivos do NAFTA: • Garantir aos membros uma situação de livre comércio, derrubando as barreiras alfandegárias; • Reduzir os custos comerciais entre os países membros; • Ajustar a economia dos membros para ganhar competitividade no cenário da Globalização; • Aumentar exportações de mercadorias e serviços entre os membros. NAFTA
  7. 7. Em relação à formação e às regras internas dos principais blocos econômicos regionais do mundo, marque a alternativa correta. Um aspecto de caráter político, econômico e social que diferencia a União Europeia do Nafta e, também, da proposta dos Estados Unidos para a Alca é a) a UE, o Nafta e a proposta norte-americana para a Alca alicerçam-se no interesse de defesa mútua, em caso de ameaças militares aos seus integrantes. Entretanto, apenas a UE avançou também na integração econômica. b) a UE criou uma moeda única − o Euro − e um sistema bancário e financeiro comum. Dessa forma, os cidadãos podem circular livremente pelos países integrantes, enquanto a política dos EUA para o Nafta e para a Alca é mais voltada para as vantagens comerciais que esse país pode obter dos demais países do continente americano c) o Nafta e a proposta dos EUA para a Alca visam apenas maior integração comercial entre todos os países americanos. Já, a UE tem buscado definir políticas públicas comuns para seus países, como aquelas voltadas para a educação, a imigração e para as leis trabalhistas. d) a UE não aceita países europeus menos desenvolvidos, como a Turquia, nem os ex-socialistas do Leste Europeu, enquanto os EUA propõem a extinção do Nafta para a criação da Alca, mas não aceitam a inclusão de Cuba, um dos últimos países do chamado socialismo real. APEC Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico Cooperação Econômica Ásia-Pacífico • 1993 (CONFERÊNCIA DE SEATTLE): Oficializado com mais de vinte países (½ do PIB e 40% do comércio mundial); • Até 2020: Espera realizar ampla liberação comercial e de investimentos, além de cooperação econômica e técnica entre os membros. Concorrência com: UE + MERCOSUL APEC
  8. 8. APEC OBJETIVOS: Os objetivos principais são: reduzir as taxas alfandegárias entre os membros e promover o livre comércio. Em 1994 ficou estabelecido que até 2010 os países desenvolvidos estabeleceriam uma ZLC, e os subdesenvolvidos, até 2020. A APEC é mantida por meio de contribuições dos países-membros. O bloco também funciona como um fórum de discussão para diversas questões. G-8:  Atual G-7  2014. Em 1997 agregou a Rússia. * EUA+JAP+ING+FRA+ ALE+ITA+CAN+RUS  Grupo que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo;  Grande poder geopolítico;  Alvo dos movimentos anti-globlização. A sigla G-8 corresponde ao grupo dos 8 países mais ricos e influentes do mundo, fazem parte os Estados Unidos, Japão, Alemanha, Canadá, França, Itália, Reino Unido e Rússia. Antes chamada de G-7, a sigla alterou-se com a inserção da Rússia, que ingressou no grupo em 1998. Explicitamente, a função do G-8 é a de decidir qual ou quais caminhos o mundo deve seguir, pois esses países possuem economias consolidadas e suas forças políticas exercem grande influência nas instituições e organizações mundiais, como ONU, FMI, OMC. A discussão gira em torno do processo de globalização, abertura de mercados, problemas ambientais, ajudas financeiras para economias em crise, entre outros. O embrião do G-8 foi gerado em 1975, na França, nas proximidades de Paris em um castelo chamado Ramboullet, onde ocorreu uma reunião informal com alguns líderes de países importantes. Fizeram parte da reunião: EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Japão e Itália, para discussões sobre os problemas regionais e internacionais, logo em 1976, houve a inserção do Canadá no grupo, totalizando 7 países, referência que deu origem à sigla G-7, naquele momento. Essa configuração permaneceu até 1998, quando a Rússia integrou o grupo, formando o atual G-8. Apesar do discurso homogêneo dos países membros, fica claro o protecionismo de cada participante. Desde 2014 a Rússia deixou de ser convidada para reuniões do G8, agora G7.
  9. 9. G-20: 2003  Países emergentes: * ênfase na agricultura * contra subsídios dos país ricos * liberalização do comercial global  AFS+NIG+TAN+EGI+ZIM // FIL+IND+INDO+PAQ+TAI+TUR // ARG+BOL+BRA+CHI+CUB+GUA+MEX+PAR+URU+VEN  G7, Rússia e UE. É um grupo criado em 1999 que inclui 20 países desenvolvidos e em desenvolvimento para discutir a economia global. O G20 foi inaugurado em Berlim e, neste ano, será reunido na Austrália. Os 19 membros são: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, Turquia, Reino Unido e EUA. A última cadeira sobra para a União Europeia. Em geral, o G20 se reúne uma vez ao ano, mas pode acontecer de haver mais de um encontro anual também –como em 2009 e 2010, durante a crise financeira.
  10. 10. QUEM SÃO OS BRICS? BRICS é um acrônimo que se refere a Brasil, Rússia, Índia e China (+ África do Sul). Os países não formam um bloco econômico formal, mas procuram formar um "clube político“ e converter seu poder econômico em uma maior influência geopolítica. Desde 2009, os líderes do grupo realizam cúpulas anuais. A sigla (originalmente "BRIC") foi cunhada por Jim O'Neill – chefe do grupo financeiro Goldman Sachs em 2001. O BRICS é um agrupamento econômico atualmente composto por cinco países: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Não se trata de um bloco econômico ou uma instituição internacional, mas de um mecanismo internacional na forma de um agrupamento informal, ou seja, não registrado burocraticamente com estatuto e carta de princípios. O que era, no início, apenas uma classificação utilizada por economistas e cientistas políticos para designar um grupo de países com características econômicas em comum, passou, a partir de 2006, a ser um mecanismo internacional. Isso porque Brasil, Rússia, Índia e China decidiram dar um caráter diplomático a essa expressão na 61º Assembleia Geral das Nações Unidas, o que propiciou a realização de ações econômicas coletivas por parte desses países, bem como uma maior comunicação entre eles. A partir do ano de 2011, a África do Sul também foi oficialmente incorporada ao BRIC, que passou então a se chamar BRICS, com o “S” maiúsculo no final para designar o ingresso do novo membro (o “S” vem do nome do país em Inglês: South Africa).
  11. 11. PAÍSES PRESIDENTE POPULAÇÃO PIB BRASIL DILMA ROUSSEF 202 MILHÕES $ 2,2 TRI RÚSSIA VLADIMIR PUTTIN 140 MILHÕES $ 2.1 TRI ÍNDIA NARENDA MODI 1,3 BILHÃO $ 1,8 TRI CHINA XI JINPING 1,4 BILHÃO $ 9,1 TRI ÁFRICA DO SUL JACOB ZUMA 50 MILHÕES $ 380 BI TOTAL APROX. 3 BILHÕES $ 15,4 TRI PIB DOS EUA: HOJE ESTÁ EM 16 TRILHÕES DE DÓLARES PIB DA UE: HOJE ESTÁ EM 19 TRILHÕES DE DÓLARES (28 NAÇÕES) BRICS EM NÚMEROS NBD: NOVO BANCO DE DESENVOLVIMENTO (ALTERNATIVA AO FMI E BIRD – 150 BILHÕES - INICIAL) NOVOS ACRÔNIMOS de Jim O'Neal NEXT ELEVEN MIST
  12. 12. UNASUL É um bloco integrado doze nações sul-americanas. A criação formal desse bloco ocorreu em 2008, no Brasil. Desejam criar uma ZLC entre Mercosul e CAN Visa fortalecer as relações comerciais, culturais, políticas e sociais entre as doze nações da América do Sul – ARG, BOL, BRA, CHI, COL, EQU, GUI, PAR, PER, SUR, URU e VEN. A Unasul (União das Nações Sul-Americanas) é uma comunidade formada por doze países sul-americanos. Fazem parte da Unasul os seguintes países: Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Guiana, Suriname e Venezuela. Panamá e México participam como membros observadores e poderão, futuramente, integrar a comunidade. Em 8 de dezembro de 2004, na cidade de Cusco (Peru) foi realizada a 3ª Reunião de Presidentes da América do Sul. Nesta ocasião, foi redigido um documento (Declaração de Cuzco) que criou as bases para a Unasul. O projeto criado nesta oportunidade ganhou o nome de Casa (Comunidade Sul-Americana de Nações). Em 2007, durante a 1ª Reunião Energética da América do Sul (realizada na Venezuela), o nome foi modificado para Unasul. Objetivos: O objetivo principal da Unasul é propiciar a integração entre os países da América do Sul. Esta integração ocorrerá nas áreas econômica, social e política. Dentro deste objetivo, espera-se uma coordenação e cooperação maior nos segmentos de educação, cultura, infra-estrutura, energia, ciências e finanças. Tratado de Criação: Em 23 de maio de 2008, em Brasília, representantes dos doze países assinaram um tratado para a criação da Unasul. Com este tratado, a Unasul passa a ser um organismo internacional, deixando a fase de debates para entrar na criação prática de medidas. Este tratado ainda precisa ser ratificado pelos congressos dos países membros.

×