Este poema descreve o amor do pastor por uma mulher. Quando não a amava, ele amava a natureza como um monge a Cristo, mas agora a ama ainda mais por estar com ela. Ele acorda com alegria e pena por ela e sente que o amor é uma companhia que o faz andar mais depressa e ver as coisas de forma diferente. No entanto, o pastor acaba por perceber que não foi correspondido no seu amor.