Este manifesto de Dziga Vertov critica o cinema dramático e de aventura da época e defende uma nova abordagem "kinok" focada no estudo preciso do movimento através da captura da beleza da máquina e seus movimentos. Vertov acredita que o futuro do cinema está na negação de seu presente e que o homem perfeito será aquele com movimentos precisos como uma máquina.