O documento analisa a ética da utilização da desigualdade de gêneros na publicidade como forma de manipulação do consumidor. Argumenta que essa manipulação é imoral, uma vez que ignora os direitos ao pensamento crítico e perpetua estereótipos prejudiciais, exacerbando preconceitos de gênero. Conclui que tal prática é inaceitável e deve ser evitada, pois envolve o uso indevido de estereótipos sociais e faz do ser humano um objeto de consumo.