O documento discute os espaços ocupacionais dos assistentes sociais no contexto das transformações socioeconômicas no Brasil nas últimas décadas. A radicalização do neoliberalismo levou a privatizações, precarização do trabalho e ampliação das desigualdades sociais, afetando a atuação dos assistentes sociais. Novas demandas surgiram, exigindo novas competências, mas também desafios éticos de enfrentar as causas estruturais da questão social.