Poema : teu corpo



     Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro



Música: serenity
Teu corpo nu é como um vale calmo
Com pequenos montes, gramíneas perfumadas
Onde o vento sussurra canções de ninar
Nele encontro travesseiros macios, luas,
         morangos silvestres
Um porto onde minha nau invade e ancora.
Teu corpo nu tem poemas que jamais escreverei
Porque são apenas meus.
És como um sino que chama minha alma
obediente e encantada com a magia dos teus
                movimentos
És trigo dourado, delicadeza, suor temperado
                com sândalo
És a carcereira angelical dos meus sentidos
A fonte, o imã, o êxtase, o final de todos os caminhos.
Teu corpo
            Teu corpo nu é como um vale calmo
       Com pequenos montes, gramíneas perfumadas
          Onde o vento sussurra canções de ninar.
Nele encontro travesseiros macios, luas, morangos silvestres
        Um porto onde minha nau invade e ancora.
      Teu corpo nu tem poemas que jamais escreverei
                 Porque são apenas meus.
   És como um sino que chama minha alma obediente e
       encantada com a magia dos teus movimentos.
És trigo dourado, delicadeza, suor temperado com sândalo.
        És a carcereira angelical dos meus sentidos
  A fonte, o imã, o êxtase, o final de todos os caminhos.

Teu corpo

  • 1.
    Poema : teucorpo Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro Música: serenity
  • 2.
    Teu corpo nué como um vale calmo
  • 3.
    Com pequenos montes,gramíneas perfumadas
  • 4.
    Onde o ventosussurra canções de ninar
  • 5.
    Nele encontro travesseirosmacios, luas, morangos silvestres
  • 6.
    Um porto ondeminha nau invade e ancora.
  • 7.
    Teu corpo nutem poemas que jamais escreverei
  • 8.
  • 9.
    És como umsino que chama minha alma obediente e encantada com a magia dos teus movimentos
  • 10.
    És trigo dourado,delicadeza, suor temperado com sândalo
  • 11.
    És a carcereiraangelical dos meus sentidos
  • 12.
    A fonte, oimã, o êxtase, o final de todos os caminhos.
  • 13.
    Teu corpo Teu corpo nu é como um vale calmo Com pequenos montes, gramíneas perfumadas Onde o vento sussurra canções de ninar. Nele encontro travesseiros macios, luas, morangos silvestres Um porto onde minha nau invade e ancora. Teu corpo nu tem poemas que jamais escreverei Porque são apenas meus. És como um sino que chama minha alma obediente e encantada com a magia dos teus movimentos. És trigo dourado, delicadeza, suor temperado com sândalo. És a carcereira angelical dos meus sentidos A fonte, o imã, o êxtase, o final de todos os caminhos.