Teoria da
expansão Oceânica
Relevo do fundo Oceânico
Plataforma
continental:
A porção do fundo dos Oceanos que chega, em média, a 200 metros de
profundidade, apresentando largura variável. É recoberta por sedimentos
de origem continental trazidos pelos rios, ventos, enxurradas e geleiras, o
que implica a existência de grandes concentrações de recursos minerais.
Dorsal
Oceânica:
Constituída por cordilheiras submersas que se estendem
pelo fundo oceânico. Muitas vezes as porções mais
elevadas ultrapassam o nível do oceano ocasionando ilhas
oceânicas.
Fossa
Oceânicas:
São as regiões mais profundas dos oceanos. As fossas
oceânicas são depressões abissais que aparecem abaixo
das planícies abissais, em zonas de encontro de placas
tectónicas.
Talude
Continental
(ou vertente continental):
Corresponde à porção intermediaria recoberta por
sedimentos finos.
Planícies abissais são as regiões profundas e mais ou
menos planas dos oceanos.
Modelos de estrutura
interna da Terra
Crosta:
Camada superficial sólida que se envolve a Terra. Tem,
em média, de 30 a 40 km de espessura, mas pode ser
bem mais fina ou chegar a até 70km.
Manto:
Camada viscosa logo abaixo da crosta. É formada por
vários tipos de rochas que, devido às altas
temperaturas, encontram-se em um estado complexo que
mistura materiais fundidos e sólidos e recebe o nome de
magma. Vai até os 2900 km de profundidade.
Núcleo
É a parte central do planeta. Acredita-se que seja
formado por metais como ferro e níquel em altíssimas
temperaturas. Possui duas partes:
Núcleo externo: Líquido – de 2900 a 5150 km.
Núcleo interno: Sólido, devido à altíssima pressão – até
6371 km.
Tanto entre a crosta e o manto como entre o
manto
e
o
núcleo
existem
zonas
intermediárias de separação, as chamadas
descontinuidades. Entre a crosta e o manto
há a descontinuidade de Mohorovicic, e entre
o manto e o núcleo, existe a descontinuidade
de Gutenberg. Os limites dessas camadas são
definidos principalmente pela sismologia.

Teoria da expansão Oceânica

  • 1.
  • 2.
    Relevo do fundoOceânico
  • 3.
    Plataforma continental: A porção dofundo dos Oceanos que chega, em média, a 200 metros de profundidade, apresentando largura variável. É recoberta por sedimentos de origem continental trazidos pelos rios, ventos, enxurradas e geleiras, o que implica a existência de grandes concentrações de recursos minerais.
  • 4.
    Dorsal Oceânica: Constituída por cordilheirassubmersas que se estendem pelo fundo oceânico. Muitas vezes as porções mais elevadas ultrapassam o nível do oceano ocasionando ilhas oceânicas.
  • 5.
    Fossa Oceânicas: São as regiõesmais profundas dos oceanos. As fossas oceânicas são depressões abissais que aparecem abaixo das planícies abissais, em zonas de encontro de placas tectónicas.
  • 6.
    Talude Continental (ou vertente continental): Correspondeà porção intermediaria recoberta por sedimentos finos. Planícies abissais são as regiões profundas e mais ou menos planas dos oceanos.
  • 7.
  • 8.
    Crosta: Camada superficial sólidaque se envolve a Terra. Tem, em média, de 30 a 40 km de espessura, mas pode ser bem mais fina ou chegar a até 70km.
  • 9.
    Manto: Camada viscosa logoabaixo da crosta. É formada por vários tipos de rochas que, devido às altas temperaturas, encontram-se em um estado complexo que mistura materiais fundidos e sólidos e recebe o nome de magma. Vai até os 2900 km de profundidade.
  • 10.
    Núcleo É a partecentral do planeta. Acredita-se que seja formado por metais como ferro e níquel em altíssimas temperaturas. Possui duas partes: Núcleo externo: Líquido – de 2900 a 5150 km. Núcleo interno: Sólido, devido à altíssima pressão – até 6371 km.
  • 11.
    Tanto entre acrosta e o manto como entre o manto e o núcleo existem zonas intermediárias de separação, as chamadas descontinuidades. Entre a crosta e o manto há a descontinuidade de Mohorovicic, e entre o manto e o núcleo, existe a descontinuidade de Gutenberg. Os limites dessas camadas são definidos principalmente pela sismologia.