O documento discute as Organizações Sociais (OS) na área da saúde no Brasil e seus impactos no direito à saúde universal. Analisa como as OS estão ligadas a um movimento internacional de reforma do Estado para reduzir gastos sociais e privatizar serviços públicos, enfraquecendo os princípios do Sistema Único de Saúde brasileiro. Conclui que as OS acabam por cooptar setores da população e enfraquecer o direito à saúde como um direito universal e equitativo de todos.